ANEMIA FALCIFORME
Autora: Adriana Cristina Mérola
Zaccaro
Resumo: A autora realiza uma ampla
abordagem da anemia falciforme, iniciando com a
descrição da molécula de hemoglobina,
estrutura, química, função,
ontogenia e genética. Apresenta a etiologia
da doença falcêmica, sua história
e distribuição geográfica.
Procura mostrar com clareza as mais recentes informações
sobre haplótipos e diagnóstico laboratorial.
Finaliza com as formas de prevenção
da doença, enfatizando o programa de anemia
falciforme e suas implicações.
Informações adicionais com a autora:
11 – 4992 4734
VALORES ALTERADOS DE PLAQUETAS EM PACIENTES
ATENDIDOS NO LABORATÓRIO PASTEUR DE SÃO
CARLOS
Autores: Silvia Helena de Freitas Oliveira
Alessandra Franco
Resumo: O objetivo desta pesquisa
foi de traçar o perfil de duzentos pacientes
em demanda ao laboratório com relação
à contagem de plaquetas, nas diferentes faixas
etárias (0 – 4 anos), (5 a 10a), (11
a 18a), (19 a 60a), acima de 60 anos). Em todos
os pacientes analisados foram avaliadas a morfologia
plaquetária, grau de anemia e VHS alterado.
Entre a faixa etária de 0 – 4 anos
houve prevalência de aumento de plaquetas
acima de 400.000/mm3, com valores médios
de 600.000/mm3, e 19% com macroplaquetas, na faixa
etária 5 – 10 anos também houve
prevalência acima do número normal
de plaquetas, com valor médio do grupo situando-se
em 400.000/mm3, e 27% com macroplaquetas. Na faixa
etária 11 – 18 anos, 25% dos analisados
apresentam plaquetas elevadas (média: 500.000/mm3)
e 33% com macroplaquetas. Na faixa etária
19 – 60 anos, 20% apresentam valor elevado
de plaquetas (média: 550.000/mm3) com 8%
de macroplaquetas, e na faixa etária acima
de 60 anos, apenas 6% tiveram número de plaquetas
elevado.
Informações adicionais com as autoras:
16 – 272 8520 / 271 9326/ 272 2532
HEMOGLOBINÚRIA PAROXÍSTICA
NOTURNA
Autor: Alessandro Guerta Pires
Resumo: O autor após extensa
revisão bibliográfica avaliou diversos
aspectos da HPN relacionadas com a fisiopatologia
e resultados laboratoriais. A etiologia ainda é
de difícil conclusão, pois embora
haja várias teorias estabelecidas, sabe-se
que a HPN não é hereditária,
e a hemólise pode ser induzida por diferentes
situações que estimula a lise eritrocitária.
Informações adicionais com o autor:
14 – 552 1553
LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA
Autora: Ana Cristina de Castro Goulart
Resumo: Foram analisados 50 pacientes
com LLA, por meio das seguintes análises:
hemograma, desidrogenase láctica, morfologia
celular do sangue periférico e medula óssea,
citoquímica do esfregaço de medula
óssea, imunofenotipagem, e contagem celular
do liquor. Os pacientes foram provenientes do Grupo
de Pediatria Oncológica (GRUPO) do Vale do
Paraíba, Serra da Mantiqueira e Litoral Norte
de São Paulo. Os resultados laboratoriais
sugeriram que há concordância entre
citoquímica, imunofenotipagem, e morfologia
leucocitária de sangue periférico
e medula óssea. Conclui-se que na impossibilidade
de se realizar imunofenotipagem, e na vigência
de se proceder início imediato do tratamento,
os resultados de citoquímica e morfologia
celular são aceitáveis.
Informações adicionais com a autora:
12 – 3522 5399/ 321 3766
CONTRIBUIÇÃO AO ESTABELECIMENTO
DA RELAÇÃO ENTRE DOSAGEM DE FERRO
SÉRICO E ÍNDICES HEMATIMÉTRICOS
Autor: Antonio Carlos Colósio de
Barros Júnior
Resumo: A deficiência de
ferro no organismo, desde a antigüidade, é
considerada como importante causa de distúrbios
da saúde, especialmente aqueles ligados ao
sistema sangüíneo. Com o passar do tempo
e os avanços tecnológicos na área
da saúde, pôde-se especificar melhor
os efeitos da deficiência férrica,
dentre eles, a anemia ferropriva, causa de alterações
profundas em todo o organismo do indivíduo,
principalmente em seu estágio avançado.
Na realização do presente trabalho,
visando o estabelecimento da relação
entre a deficiência de ferro e os índices
hematimétricos, selecionamos num período
de doze meses, 56 pacientes que realizaram exames
diagnósticos de dosagens de ferro sérico
e hemograma completo, no Laboratório Pasteur
de Análises Clínicas, localizado no
município de São Carlos – SP;
dentre esses pacientes, 28 apresentavam ferro sérico
normal e os outros 28 apresentavam ferro sérico
abaixo dos valores normais. Analisando os dados
obtidos, concluímos que as médias
obtidas dos índices hematimétricos
"HCM" em relação as dosagens
de Ferro Sérico, não demonstraram
uma discrepância significativa, entretanto,
há necessidade da continuidade deste trabalho
para obtenção de dados mais conclusivos.
LINFOMAS MALÍGNOS
Autora: Anne Vanessa Vargas Pinheiro
Resumo: A autora fez uma excelente
revisão sobre linfomas malignos abordando
os linfomas de Hodgkin e os Não – Hodgkin.
Apresenta bem elaborada revisão sobre o desenvolvimento
histórico de conceitos sobre linfomas malignos,
os fatores prognósticos da doença,
os aspectos epidemiológicos e a avaliação
laboratorial.
Informações adicionais com a autora:
14 – 421 3198/9616326
ANEMIA FALCIFORME
Autora: Cibele Alessandra Botega Fadel
Resumo: A autora fez uma completa
revisão bibliográfica sobre o tema
anemia falciforme, com abordagem histórica,
conceitual, origem, classificação,
etiologia e patogenia, diagnóstico laboratorial,
genótipos e haplótipos, distribuição
da Hb S no Brasil, e informações sobre
a fisiopatologia da doença.
Informações adicionais com a autora:
18 – 351 2487
PREVALÊNCIA DE HEMOGLOBINOPATIAS NA
POPULAÇÃO EM DEMANDA AO LABORATÓRIO
NA CIDADE DE MONTE AZUL PAULISTA
Autora: Cibele Felício Ribeiro
Resumo: Anemia é uma situação
patológica decorrente da diminuição
da hemoglobina (Hb) circulante com os valores esperados
em pessoas saudáveis do mesmo sexo e da mesma
faixa etária, sob as mesmas condições
ambientais. O termo anemia denota um complexo de
sinais e sintomas, e a definição de
seu mecanismo fisiopatológico é necessária
para a compreensão de sua natureza essencial
e para o planejamento do tratamento apropriado.
As hemoglobinopatias compreendem um grupo de distúrbios
hereditários que afetam os genes responsáveis
pela síntese da porção protéica
das hemoglobinas. Estes distúrbios provocam
menor sobrevida dos glóbulos vermelhos e
geralmente, anemia crônica. No período
de setembro de 1998 a abril de 2000, durante 20
meses, foram encaminhados ao Laboratório
Monte Azul 136 indivíduos com quadro de anemia
a esclarecer, oriundos dos diferentes tipos de atendimentos
clínicos realizados no município e
região. A metodologia aplicada incluiu procedimentos
eletroforéticos, análises bioquímicas
e citológicas. Do total analisado obteve-se
90 (66,18%) portadores de hemoglobinopatias distribuídos
como se segue: 48 (35,29%) portadores de talassemia
beta menor, 28 (20,58%) portadores de talassemia
alfa menor, 11 (8,09%) portadores de associação
alfa e beta, 01 (0,74%) portador de Hb Lepore, 01
(0,74%) portador de A/S e 01 (0,74%) portador de
associação A/S talassemia alfa. Os
resultados obtidos permitiram identificar as hemoglobinopatias
em Monte Azul Paulista e traçar o perfil
dos portadores, sendo apenas 4% de origem negróide,
idade média de 30 anos, um valor médio
de VCM em 65 e HCM de 29. A maior freqüência
de fenótipo foi da talassemia beta heterozigota,
sendo a concentração média
de Hb A2 de 5,11. Devido ao fato de pertencerem
ao grupo de pessoas encaminhadas ao laboratório
para esclarecer "a anemia que não reponde
a tratamento".
Informações adicionais com a autora:
17 – 361 2229
LEUCEMIAS AGUDAS E CRÔNICAS
Autora: Daniela Basso Pedro Cavalcante
Costa
Resumo: A autora realizou uma
pesquisa bibliográfica que incluiu em seu
trabalho os conceitos atuais das doenças
mielóides e linfóides, leucemias,
etiopatogenia, classificação das leucemias,
incidência e prevalência, manifestações
clínicas, alterações laboratoriais,
entre outras informações.
Informações adicionais com a autora:
17 – 341 1662
ANEMIA POR DEFICIÊNCIA DE FERRO
Autora: Danielle Darin Dóro
Resumo: A autora apresenta este
tema de revisão iniciando com a classificação
das anemias, metabolismo do ferro, transporte de
ferro, captação celular de ferro,
a anemia ferropriva, prevalência e causas.
As análises laboratoriais são apresentadas
por meio de exames de rotina e análises específicas.
Informações adicionais com a autora:
17 – 242 2453
ALTERAÇÕES HEMATOLÓGICAS
NO LEUCOGRAMA DE PACIENTES COM AIDS
Autor: Douglas Eduardo Rosseto
Resumo: A pesquisa tem como objetivo
mostrar a importância das alterações
hematológicas no leucograma encontradas dentro
da doença AIDS, mostrando a neutropenia com
desvio à direita. A principal característica
da AIDS é a imunossupressão grave,
que afeta principalmente a imunidade celular, isto
resulta principalmente de perda de células
CD4+, bem como na alteração da função
das células T auxiliares sobreviventes, causando
diminuição celular, outro fator que
induz a diminuição celular é
o uso dos medicamentos (AZT/Ganciclovir/Sulfas)
por hipoplasia medular. Os neutrófilos são
induzidos à hiperlobulação
devido o aumento da sua sobrevida, permanecendo
por maior tempo em circulação. O método
empregado foi o cálculo do índice
de segmentação dos neutrófilos,
a partir do estudo de 100 (cem) neutrófilos
de cada grupo. Os resultados mostraram que os pacientes
com AIDS apresentam um índice de lobulação
dos neutrófilos elevado, além da neutropenia.
Com estes dados pode-se concluir que o vírus
provoca diminuição celular que se
complica à medida que o paciente começa
o tratamento com o AZT, causando a hipoplasia medular
ou até mesmo aplasia medular.
Informações adicionais com o autor:
11 – 4636 4666/ 9164 3776
ESTUDO DAS ANEMIAS
Autor: Fábio Eduardo Sanchez
Resumo: O autor faz uma completa
revisão bibliográfica sobre as principais
anemias (hemorrágicas, deficiência
de ferro, megaloblástica, das doenças
crônicas, da insuficiência renal, das
doenças hepáticas, das endocrinopatias,
aplástica, congênita, sideroblástica,
hemolíticas) e os diagnósticos de
laboratórios.
Informações adicionais com o autor:
17 – 271 1256
AVALIAÇÃO DOS PORTADORES DE
TALASSEMIAS ALFA E BETA ANALISADOS NOS ÚLTIMOS
ANOS NO CDA LABORATÓRIO
Autora: Filomena Salomão da Silva
Resumo: Foram avaliadas hematimetricamente,
eletroforeticamente, dosagens de Hb, A2 e Hb Fetal,
e pesquisa de Hb H, 301 amostras de sangue, dos
quais 210 portadores de talassemia alfa, 72 portadores
de talassemia beta menor e 19 portadores de talassemia
alfa/beta menor. Os pacientes avaliados foram agrupados
em abaixo de 14 anos e acima de 14 anos, por sexo.
Os resultados mostraram que todos os portadores
de talassemia beta menor e de talassemia alfa/beta
menor, independente do sexo e idade, apresentaram
VCM e HCM diminuído abaixo dos níveis
normais. Os portadores de talassemia alfa com idade
inferior a 14 anos apresentaram discreta diminuição
de HCM, com hematócrito e hemoglobina normais.
As talassemias alfa, com idade acima de 14 anos,
do sexo masculino, apresentam discretas diminuições
de hematócrito e hemoglobina; os do sexo
feminino tiveram discreta diminuição
do hematócrito e do HCM.
Informações adicionais com a autora:
17 – 227 7058
ANEMIA FALCIFORME
Autora: Heloisa Helena Camilo
Resumo: A autora apresenta uma
revisão bibliográfica ilustrada com
figuras e tabelas, descrevendo a descoberta científica
das hemoglobinas, a hemoglobina normal, a hemoglobina
S, prevalência e distribuição
geográfica, a doença falciforme, o
diagnóstico laboratorial, as técnicas
laboratoriais e o aconselhamento genético.
Informações adicionais com a autora:
17 – 286 1207
HISTÓRIA NATURAL DA ANEMIA FALCIFORME
NA REGIÃO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES - RJ
Obtida por Análise de Prontuários
de Ambulatório
Autor: Ionilda Gonçalves do Rosário
Velloso de Carvalho
Resumo: Realizamos uma pesquisa
sobre as características clínicas
dos pacientes portadores de Anemia Falciforme, no
único Ambulatório de Hematologia do
SUS, da cidade de Campos dos Goytacazes, funcionando
há14 anos na Hemoclin - Clínica Hematológica
Ltda. foram analisados 134 prontuários médicos,
num universo
de 158 pacientes portadores da patologia, todos
diagnosticados por Eletroforese Alcalina de Hemoglobina
em Acetato de Celulose. O objetivo de nosso trabalho
é mostrar como se comporta evolutivamente
a Anemia Falciforme do ponto de vista dos sintomas
clínicos em nossa cidade. Fizemos uma revisão
da literatura na Introdução.
Dividimos os resultados em três grupos: Crises
agudas, Manifestações clínicas
prevalentes e Lesões crônicas.
Encontramos nas Crises uma prevalência das
crises dolorosas (68,66%), seguidas de perto pelas
infecciosas (65.67%), vindo depois a vaso-oclusiva
(47,76%), a hemólise (44,78%), a hematológica
(29,85%) e em menor número as crises: abdominal
(11,94%), síndrome mão/pé (5,97%),
síndrome aguda do tórax (5,22%), do
SNC (5,22%) e de sequestro (1,49%).
Quanto às manifestações clínicas
encontramos alterações cardiovasculares
em maior número (17,91%), alterações
do aparelho genitourinário (13,43%), Hepatobiliares
(11,945%) e em menor número (5,22%) as úlceras
de perna, as manifestações pulmonares
(5,22%), a esplenomegalia (3,73%) e o priapismo
(2,24%). As lesões crônicas prevalentes
foram no crescimento e desenvolvimento (25,37%),
seguidas por lesões osteoarticulares (10,45%)
e, num número reduzido, as lesões
oculares (0,75%).
ANEMIA FERROPRIVA EM GESTANTES
Autor: Jair Delazari Junior
Resumo: Foram avaliadas hematologicamente
quarenta gestantes adultas, por meio de hemograma
completo, índices hematimétricos,
dosagem de ferro sérico, e hemossedimentação
de uma hora. As gestantes analisadas foram atendidas
pelo SUS, e tinham condição social
baixa. Entre os analisados 7 (17,5%) apresentaram
hemoglobina abaixo da normalidade, todas com dosagens
de ferro sérico diminuídos. Todos
apresentaram VHS alterados.
Informações adicionais com o autor:
18 – 622 8818
PERFIL DOS DOADORES DE SANGUE COM SOROLOGIA
REAGENTE PARA ANTI-HIV NO INSTITUTO DE HEMATOLOGIA
E HEMOTERAPIA DE CURITIBA
Autora: Dra. Jocemara Pereira Mensato Doring
Resumo: O trabalho consistiu em
definir o perfil dos doadores com sorologia reagente
para anti-HIV , com as seguintes conclusões:
idade entre 21 e 51 anos; sexo masculino (63,6%),
casados (50,5%), ensino médio (72,7%), sem
fatores de risco (81,8%), doação mobilizada
(77,3%) e primeira doação (86,4%).
Dos 22 doadores que fizeram parte deste perfil,
e que tiveram positividade nos testes Elisa e/ou
MEIA, 12 deles (ou 54,5%) foram confirmados por
ambos os testes após a coleta da segunda
amostra.
Informações adicionais com a autora:
41 – 672 1007/ 9112 3355
IMPORTÂNCIA DA REAÇÃO
EM CADEIA DE POLIMERASE PARA O DESENVOLVIMENTO BIOTECNOLÓGICO
Autor: Joeder Carlos de Carvalho
Resumo: A reação
em cadeia de polimerase (PCR) representa um "marco"
dentro da ciência, sendo uma conquista importante
para identificação , monitoramento
e isolamento de patógenos causadores de doenças
infecciosas. Seu significado é muito amplo
e revolucionou o mundo científico. Nenhuma
descoberta biotecnológica recebeu uma aceitação
tão ampla, rápida e evidente como
o PCR, em virtude de sua eficácia, especificidade
e confiabilidade. Nos último anos, o PCR
se transformou numa técnica repleta de reagentes,
equipamentos e protocolos altamente padronizados.
A presente monografia discute as principais aplicações
do PCR nos diagnósticos de várias
patologias.
Informações adicionais com o autor:
17 – 227 7058
AVALIAÇÃO CROMATOGRÁFICA
DE Hb A1c EM DIFERENTES GENÓTIPOS FALCÊMICOS
Autor: José Edgard Ravazzi Júnior
Resumo: A glicolização
é um mecanismo através do qual a glicose
se fixa quimicamente a grupamentos amina de proteínas,
onde a glicolização da hemoglobina
é o modelo mais conhecido. Assim, a glicolização
da Hb A é conhecida por Hb A1c. Este trabalho
teve o objetivo de comparar o resultado médio
de Hb A1c em portadores de Hb AA, com a Hb A1c dos
seguintes genótipos: AS, SS, SC, AC e SF.
As concentrações médias de
Hb A1c por genótipo foram os seguintes: AA
(6,58%); AS (6,96%); SS (7,20%); SC (4,46%); AC
(5,58%); SF (13,51%). Desta forma, dois genótipos
apresentaram valores de Hb A1c que merecem estudos
detalhados, quais sejam, os genótipos SC
e SF.
Informações adicionais com o autor:
17 – 227 7058
PESQUISA DE ANEMIAS EM POPULAÇÃO
ADULTA COM IDADES VARIANDO ENTRE 60 E 80 ANOS NA
CIDADE DE ARAÇATUBA – SP
Autor: José Marcelo de Moraes Porto
Resumo: Foram analisados quarenta
amostras de sangue de pessoas com idades entre 60
e 80 anos, sendo vinte homens e vinte mulheres,
aparentemente saudáveis. As amostras de sangue
foram submetidas às avaliações
hematimétricas, cujos resultados mostraram
que entre as pessoas do sexo masculino 25% tinham
VCM elevado, com discreto grau de macrocitose. Entre
as mulheres, apenas 7,7% apresentaram VCM aumentado.
Informações adicionais com o autor:
18 – 623 9913
TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA
Autor: José Reinaldo Oliveira da
Conceição
Resumo: O presente trabalho teve
o objetivo de buscar conhecimentos suficientes para
garantir a qualidade de vida do paciente oncótico
e a existência de preconceitos traduzidos
em desistência de tratamentos ou falta de
doador. Foi utilizada a metodologia de levantamentos
bibliográficos, bem como orientações
recebidas de profissionais ligados à área
de TMO. Diante das avaliações obtidas,
concluiu-se que: a) o TMO tem indicação
nas doenças em que existe falência
do sistema hematopoiético, sendo a única
garantia de vida do paciente; b) o governo não
possui estrutura, inspeção adequada
ou organismos para estudo e parâmetros afins;
c) pacientes continuam a morrer nas "filas"
à espera de medula óssea, que existe,
mas não são disponíveis pelo
descaso das autoridades governamentais.
Informações adicionais com o autor:
17 – 232 1576
AVALIAÇÃO DOS HEMOGRAMAS E
PARASITOLÓGICOS DE FEZES DOS PACIENTES EM
DEMANDA AO LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUQUITIBA,
SP, NO PERÍODO DE JANEIRO DE 1997 A AGOSTO
DE 1999
Autora: Laesa Rodrigues Pinto
Resumo: Foram analisados o hemograma
e parasitológico de fezes de 459 pessoas,
crianças e adultos, de ambos os sexos. A
análise do hemograma revelou que 322 (ou
70,1%) apresentavam anormalidades variadas nos hemogramas,
dos quais 15,5% da série vermelha e 64,9%
na série branca. Na série branca,
a principal causa de alteração foi
a eosinofilia (1/3 do total de pessoas analisadas).
Com relação ao parasitológico
de fezes, a positividade foi em 36,4% dos analisados,
onde prevaleceu a contaminação por
um parasita; apenas 5% dos analisados tinham contaminação
conjunta de três parasitas. Entre os parasitas
mais comuns destacaram-se em ordem decrescente:
E. coli, A. lumbricoides, E. nana, G. lamblia, S.
stercolaris, T. trichiura, O. vermicularisA, A.
duodenalis, S. mansoni, H. nana. O grupo com maior
índice de infestação parasitária
foi o adulto do sexo feminino.
ANEMIAS EM PACIENTES RENAIS CRÔNICOS
SOB TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE
Autora: Luciana Aparecida Couto Monteiro
Resumo: Analisou-se 30 pacientes
renais crônicos com o objetivo de avaliar
o grau de anemia, a eritropoiese por meio da contagem
de reticulócitos e a dosagem da uréia
antes e após a hemodiálise. O grau
de anemia foi variável de grave (Hb: 5,7
g/dl) a discreto (11,0 g/dl) entre 25 dos pacientes.
A avaliação da resposta eritropoiética
por meio da contagem de reticulócitos demonstrou
que os pacientes antes de realizar a hemodiálise
apresentava em média 2,7% de reticulócitos,
e após 6 meses de tratamento o valor médio
subiu para 4,0%. Da mesma forma, a hemodiálise
foi muito benéfica em relação
à concentração de uréia,
elevada antes da hemodiálise (média:
150 mg/dl) e significa queda após a hemodiálise
(média: 25 mg/dl)
Informações adicionais com a autora:
12 – 544 4347/ 544 5158
MOLÉCULAS DO COMPLEXO DE HISTOCOMPATIBILIDADE
PRINCIPAL. FUNÇÃO, EXPRESSÃO
E BIOSÍNTESE
Autora: Luciana Valéria Ferrari
Machado Porto
Resumo: A autora fez ampla revisão
sobre moléculas do complexo de histocompatibilidade.
Descreve com clareza a função e estrutura
das moléculas MHC, a importância da
sua estabilidade química, e a expressão
das moléculas MHC em suas distribuições
teciduais. A abordagem dos genes do MHC e de seus
produtos protéicos (moléculas de MHC)
é direta e esclarecedora.
Informações adicionais com a autora:
18 – 623 9913
ÍNDICE DE ANEMIA E EOSINOFILIA EM
CRIANÇAS DA CIDADE DE MONTE AZUL PAULISTA,
SP
Autor: Luciano M. de Oliveira
Resumo: Foram avaliados hematologicamente
cem crianças da cidade de Monte Azul Paulista,
SP, residentes na periferia e na zona rural, que
procuraram o SUS para consultas médicas e
exames laboratoriais. As amostras de sangue foram
submetidas ao eritrograma completo, contagem específica
de eosinófilos e dosagem de ferro sérico.
Também foram realizados exames parasitológicos,
e contagem de reticulócitos. As idades da
população analisada variaram de 5
meses a 10 anos. Os resultados mostraram que 21
crianças analisadas tinham anemia (21%);
treze dessas crianças apresentavam conjuntamente
algum tipo de parasita intestinal, e 8 deles estavam
com eosinofilia. A dosagem de ferro sérico
mostrou valores variáveis entre 23 a 49 ug/dl
entre os 21 casos de anemias, observando que ocorreu
relação direta entre anemia e baixa
concentração de ferro sérico.
Entretanto, a contagem de reticulócitos mostrou
correlação em 8 dos 21 casos de anemias.
Informações adicionais com o autor:
17 – 421 3396
AVALIAÇÃO HEMATIMÉTRICA
EM TRABALHADORES DE DIFERENTES ÁREAS COM
PROVÁVEIS RISCOS DE EXPOSIÇÃO
OCUPACIONAL A AGENTES MIELOTÓXICOS
Autor: Luis Olavo Firmino
Resumo: Analisou-se hemograma
e contagens de plaquetas de 44 trabalhadores de
áreas com exposição a agentes
mielotóxicos, assim distribuídos:
27 de postos de combustíveis (frentistas,
secretários e balconistas), 7 de oficinas
de funilaria e pintura automotiva e 10 de oficinas
e lojas de baterias para automóveis. Todos
os funcionários eram adultos dos quais, 35
homens e 9 mulheres, com pelo menos seis meses de
atividades no local de trabalho. A avaliação
dos resultados mostraram que os frentistas de postos
de gasolina apresentaram macrocitose e leucocitose
(37,5%), 100% dos funcionários de lojas de
baterias tinham monócitos com vacúolos
citoplasmáticos, entre outras alterações.
Concluiu-se que a exposição ocupacional
a agentes mielotóxicos deveria ser monitorizada
com maior rigor pela vigilância sanitária.
Informações adicionais com o autor:
14 – 238 7644
AVALIAÇÃO DO ÍNDICE
HEMATIMÉTRICO (RDW) EM PACIENTES HOSPITALIZADOS
NO HOSPITAL IOLANDA COSTA E SILVA, NA CIDADE DE
RIO BRANCO, AC
Autor: Luiz Augusto Nunes de Oliveira Batista
Resumo: Foram avaliados 200 amostras
de sangue coletados de pacientes entre 0 e 18 anos,
divididos em faixas etárias, estabelecendo
para cada faixa o seu padrão de normalidade
com o objetivo das comparações dos
resultados obtidos. O índice RDW foi comparado
com o índice VCM. Avaliou-se também
a morfologia eritrocitária em todos os analisados.
Os resultados mostram que o RDW esteve elevado em
114 amostras (57,0%), e entre esses 82 apresentam
VCM diminuído.
Informações adicionais com o autor:
14 – 984 3330
ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS
E HEMATIMÉTRICAS EM CÉLULAS SANGUÍNEAS
DE AIDÉTICOS
Autor: Luiz Natal Genaro
Resumo: Foram avaliados 95 hemogramas
de pacientes HIV positivo com AIDS de pacientes
do hospital Nossa Senhora Mãe da Divina Providência,
da cidade de Jaci, SP. Na avaliação
da série vermelha verificou-se a presença
de anemia em 92,6% dos pacientes, com predomínio
da anemia macrocítica/normocrômica
e com alterações anisocíticas
significantes, e poiquilocitose caracterizada principalmente
por ovalócitos, dacriócitos e codócitos
(células em alvo). Na série branca
observou-se marcante leucopenia, quase sempre acompanhada
por linfocitopenia, neutrofilia e eosinofilia Morfologicamente
destacaram-se a atipia dos linfócitos, vacuolizações
em monócitos e neutrófilos, e granulações
tóxicas em neutrófilos. Na série
plaquetária, observou-se plaquetopenia em
50,2% dos casos.
Informações adicionais com o autor:
17 – 271 1423
AVALIAÇÃO DA DOSAGEM DE HEMOGLOBINA
EM CONCENTRADOS DE HEMÁCIAS EM BOLSAS CPDA-1
Autora: Maria de Lourdes Russo Cruz
Resumo: O objetivo deste trabalho
foi determinar a estabilidade da hemoglobina durante
o prazo de validade de concentrados de hemácias
em CPDA-1. Dez bolsas foram coletadas e fracionadas
no Instituto de Hematologia e Hemoterapia de Curitiba,
submetidas a dosagens de hemoglobina durante um
período de 20 dias. A variação
média da concentração de hemoglobina
foi mínima (0,2g na média entre o
primeiro dia: 22,2g/dl, e o último dia: 22,0g/dl).
Informações adicionais com a autora:
41 – 9112 3355
PESQUISA DOS TIPOS DE ANEMIAS E SUAS PREVALÊNCIAS
NA INFÂNCIA
Autores: Márcio Urbano Delázari
Mônica Pagani Canalis
Resumo: Foram analisadas 100 crianças
da cidade de Bilac, SP, com idades variáveis
entre 7 e 10 anos, com o objetivo de avaliar os
índices hematimétricos e a prevalência
de anemias. A avaliação foi realizada
por meio de análises do sangue venoso, submetido
à contagem de eritrócitos, dosagem
de hemoglobina, hematócrito, e índices:
VCM, HCM e CHCM. Além disso as amostras foram
submetidas à eletroforese de hemoglobinas.
Os resultados das análises mostraram ausência
de anemia em todas as crianças, entretanto
identificou-se seis (6%) com talassemia alfa pela
presença de hemoglobina H na eletroforese,
confirmada pela pesquisa intraeritrocitária
de Hb. H.
Informações adicionais: 18 –
681 1280/ 681 1163
HEMOGLOBINOPATIAS E TALASSEMIAS
Autor: Mário Augusto de Conti
Resumo: O autor realizou extensa
revisão bibliográfica sobre a história
da doença falciforme, da fisiopatologia,
diagnóstico, fatores determinantes da gravidade
clínica, lesões importantes e tratamento.
Realizou também minuciosa avaliação
de publicações importantes sobre as
talassemias em geral, e das suas formas genéticas
e bioquímicas caracterizadas por alfa e beta.
Pesquisou as mais recentes informações
sobre fisiopatologia, prevalência, distribuição
geográfica, clínica, diagnóstico
laboratorial e tratamento.
Informações adicionais com o autor:
16 – 271 9326/ 9818438
MIELOMA MÚLTIPLO INDOLENTE. RELATO
DE UM CASO E REVISÃO DA LITERATURA
Autor: Mário Hueb Abdala
Resumo: O trabalho é o
relato de um caso de uma mulher com 68 anos, branca
que procurou médica alergista devido a prurido
cutâneo discreto. A especialista solicitou
entre vários exames a eletroforese de proteínas,
que resultou do tipo gamopatia monoclonal. Na avaliação
hematológica, a análise clínica
mostrou que a paciente apresentava excelente disposição,
estado geral e nutricional, e sem nenhuma limitação
física em suas atividades habituais. Conclui-se
que o fato de ter sido identificado com precocidade,
a paciente recebeu a orientação médica
e conduta terapêutica adequadas, resultando
até o presente notável eficiência
no controle da doença.
Informações adicionais com o autor:
34 – 235 7073
ENVENENAMENTO POR SERPENTES
Autora: Marli Inês dos Reis
Resumo: Trabalho de excelente
nível sobre ofídios, evolução
da função venenosa, as serpentes perigosas
e não perigosas, a farmacologia dos venenos,
a ação do veneno, ativação
do fator X e atividade semelhante à trombina
de diferentes venenos de serpentes, aplicação
terapêutica, tratamento em caso de acidentes
ofídicos, soros anti – ofídicos,
atividade dos soros, cuidados necessários
com os picados de cobra, providência de emergência
na falta se soro anti – ofídicos, medicação
coadjuvante, transfusão sangüínea
plasma, reação febril e choque anafilático.
Informações adicionais com a autora:
11 – 4796 4762/ 9104 8926
INCIDÊNCIA DE HEMOGLOBINOPATIAS EM
PACIENTES ANÊMICOS
Autora: Patrícia Helena Martins
Costa
Resumo: Foram feitas avaliações
qualitativas e quantitativas por meio de eletroforese
de hemoglobinas, em 51 amostras de sangue de pacientes
com anemia do Hospital Escola (Hospital de Base
de São José do Rio Preto), revelando
que 18,4% apresentavam-se alterados para hemoglobinopatias.
As principais alterações foram caracterizadas
pelos seguintes genótipos de hemoglobinas:
AS (1,7%), AC (4,3%), Talassemia Beta Menor (0,39%),
S/Beta Tal. (1,7%), CC (0,6%), AH (0,8%), SC (2,1%)
e SS (6,6%).
Informações adicionais com a autora:
17 – 231 7049
ESTUDO DOS CASOS DE MACROCITOSE DOS PACIENTES
ATENDIDOS NO LABORATÓRIO PASTEUR DE SÃO
CARLOS
Autora: Patrícia Orlandi
Resumo: As anemias macrocíticas
são caracterizadas por um aumento no tamanho
médio do eritrócito. A célula
tem todas as suas dimensões aumentadas: volume,
diâmetro e espessura. A hemoglobina corpuscular
média (HCM) estará normal, pois a
quantidade de hemoglobina aumentará proporcionalmente
ao tamanho da célula, a macrocitose é
bem detectada pela determinação do
volume corpuscular médio (VCM). Duas vitaminas
são especialmente importantes para a maturação
final dos eritrócitos: a vitamina B12 e o
ácido fólico. A falta dessas duas
vitaminas resulta em diminuição de
DNA e, consequentemente em insuficiência da
maturação e divisão nucleares.
Ademais, as células eritroblásticas
de medula óssea, além de sua incapacidade
de proliferar rapidamente, tornam-se maiores do
que o normal, resultando nos determinados megaloblastos.
Este trabalho propôs traçar o perfil
dos pacientes atendidos no Laboratório Pasteur
de Análises Clínicas da cidade de
São Carlos e classificá-los em 5 grupos:
crianças, alcoólatras, gestantes,
pessoas acima de 50 anos e outras causas. Cada grupo
foi analisado quanto ao sexo, a presença
de macrocitose simultânea e a gravidade da
macrocitose. Os resultados foram obtidos do próprio
laboratório em período de 6 meses,
analisando um total de 141 pacientes (51 masculino
e 89 feminino), com idade de 10 dias a 103 anos.
As crianças representam 15,1% do total de
pacientes analisados, dos quais 59,1% são
do sexo feminino e 40,9% do sexo masculino; 72,7%
apresentaram microcitose juntamente com macrocitose
e 59,1% com anemia macrocítica grave (de
moderada a acentuada). As gestantes totalizaram
10,3% do total e apresentaram anemia de discreta
à moderada em sua totalidade, com prevalência
de macrocitose. Os alcoólatras corresponderam
a 4,2% dos pacientes com prevalência de anemia
macrocítica discreta a moderada. As pessoas
acima de 59 anos de idade representam 36,3% dos
pacientes analisados, e as mulheres apresentaram
prevalência de anemia macrocítica de
grau leve.
Informações adicionais com a autora:
16 – 272 2428
PREVALÊNCIA DE HEMOGLOBINA H EM DOENÇAS
LINFO E MIELOPROLIFERATIVAS
Autoras: Sanir de Melo Gomes
Valéria Daltibari Fraga
Resumo: Foram analisados sangue
de 50 pacientes com doenças linfo e mieloproliferativas,
com idade entre 2 e 77 anos, de ambos os sexos.
As amostras foram submetidas à eletroforese
de hemoglobinas e pesquisa intra – eritrocitária
de Hb H. Todos os pacientes foram cadastrados conforme
o tipo de leucemia, linfomas e mieloma, bem como
os tipos de medicamentos. De uma forma geral 23
pacientes (ou 46%) apresentaram Hb H em diferentes
concentrações. No grupo controle,
composto por pessoas aparentemente sadias, a prevalência
de Hb H foi de 3,9%.
Informações adicionais com as autoras:
17 – 227 7417 / 226 1782
ESTUDOS COMPARATIVOS DOS DIFERENTES MÉTODOS
DE CONTAGEM DOS ERITRÓCITOS DO SANGUE PERIFÉRICO
Autora: Silvia Zucchi Bailão
Resumo: Com o avanço da
tecnologia, o mercado de equipamentos laboratoriais,
oferece contadores eletrônicos, que variam
de três até vinte ou mais parâmetros.
Deste modo foi deixado de lado as contagens manuais,
principalmente a de eritrócitos que é
desaconselhada na forma de rotina. Porém,
alguns laboratórios de pequeno porte não
possuem estes aparelhos. Este trabalho tem como
proposta fazer um estudo comparativo entre os métodos
manual e eletrônico, para observar a existência
ou não de erro na contagem manual. Para fazer
este estudo foi levado em consideração
o volume de análise por dia, pois a contagem
manual de eritrócitos é desgastante.
Conforme os resultados obtidos não foram
verificados erros significativos entre os dois métodos
utilizados durante o experimento.
Informações adicionais com a autora:
16 – 625 3519
AVALIAÇÃO DE ANEMIAS HEMOLÍTICAS
EM CRIANÇAS EM DEMANDA AO LABORATÓRIO
NA CIDADE DE ARAÇATUBA
Autora: Taketiyo Suhara
Resumo: Foram selecionadas 160
amostras de sangue de pacientes que apresentavam
morfologia eritrocitária alterada e submetidas
aos testes para identificação de hemoglobinopatias
e talassemias. Desta avaliação, obteve-se
os seguintes resultados: Hb AA (56,6%); Hb AH (31,2%);
Hb AS (6,2%); Hb AC (1,2%); Hb AA2 aum. (1,9%);
Hb AA2 aum./Hb H (1,9%); Hb ACH (0,06%); Hb S/Beta
Tal. (0,06%); Hb SC (0,06%). Entre as principais
avaliações realizadas destacam-se
os índices hematimétricos que estavam
diminuídos em todas as talassemias beta menor
(Hb AA2 aumentado); em 33% dos portadores de traço
falcêmico; e em 23% dos talassêmicos
alfa.
Informações adicionais com a autora:
18 – 623 6140
ANEMIA FERROPRIVA
Autora: Tatiane Buratto da Silva
Resumo: Após o levantamento
bibliográfico a autora concluiu que a deficiência
de ferro é a forma mais comum de deficiência
nutricional tanto nos países em desenvolvimento
quanto nos desenvolvidos. A deficiência de
ferro é particularmente comum em crianças
e gestantes. De acordo com os dados obtidos, prevaleceu
como fatores de causa da deficiência de ferro
o seu consumo deficiente, sangramento gastrointestinal,
e fluxo menstrual excessivo.
Informações adicionais com a autora:
17 – 557 1268
IMPORTÂNCIA DO TESTE DE ANTIGLOBULINA
DIRETA (TAD), PESQUISA DE ANTICORPOS NO ELUATO DE
HEMÁCIAS DO RECÉM – NATO E TITULAÇÃO
DO ELUATO NO DIAGNÓSTICO DA DOENÇA
HEMOLÍTICA PERI – NATAL POR INCOMPATIBILIDADE
FETO – MATERNA ABO
Autora: Telma Ingrid Borges de Bellis Kühn
Resumo: Foram analisadas 321 gestantes
de fenótipo O cujos filhos foram fenotipados
ao nascerem. Dos 321 nascimentos, 220 possuíam
o mesmo fenótipo ABO da mãe (O). Os
restantes 101 tinham fenótipo ABO discrepante
com o da mãe. Desses 101 casos, 77 apresentaram
pesquisa de anticorpos positiva, realizada com o
eluato obtido de hemácias do RN, e testadas
contra hemácias do tipo A e B, em fase de
antiglobulina humana. O estudo prospectivo consistiu
da análise de amostras de recém –
natos A e/ou B, que apresentaram anticorpo materno
anti-A e/ou anti-B, de classe IgG, ligados aos eritrócitos,
totalizando 77 casos, onde 6 deles foram tecnicamente
desconsiderados. Dos 71 RN estudados, 23 não
desenvolveram icterícia, 28 apresentaram-se
ictéricos com intensidade leve, e 20 desenvolveram
icterícia que necessitaram de fototerapia.
Destes ainda, 57 (ou 80%) tinham fenótipo
A e 14 (20%) o fenótipo B. Com relação
ao TAD, 23 RN foram positivo e 48 negativo.
Informações adicionais com a autora:
11 – 6091 2725