Título: O vírus da Hepatite
C e a atuação do sistema imune na
infecção.
Autor: Angela Yumico Mikawa
Resumo: A Hepatite C é
a principal causa das hepatites por transmissão
parenteral. Constitui um dos mais importantes problemas
de saúde pública da atualidade, devido
à sua alta prevalência de 0,5 a 1,5%
entre doadores de sangue e à grande porcentagem
dos indivíduos, cerca de 85% dos infectados,
evoluírem para a infecção crônica.
A infecção é geralmente assintomática,
podendo levar à cirrose em 20% dos casos
e acarretar o desenvolvimento de carcinoma hepatocelular.
Sabe-se, hoje, que a grande maioria das hepatites
virais, antes identificadas como não-A-não-B,
eram causadas pelo vírus da hepatite C (VHC).
O VHC geralmente resulta em uma intensa resposta
imune, mas é freqüentemente sujeito
a escapes do sistema imune e estabelecimento de
uma infecção persistente. O fato de
o VHC apresentar-se sob forma de quais espécies
acarreta a seleção de mutantes e escape
ao sistema imune. Além disso, várias
proteínas virais também modulam a
sinalização celular através
da interação com diferentes efetores
envolvidos na proliferação celular
e apoptose, ou na via de sinalização
do interferon. Somado a isso, o VHC infecta células
do sistema imune, tais como células B e T
e, dessa forma, afeta a função. Baseado
nestas informações e o interesse de
se conhecer a relação entre a resposta
imune do hospedeiro e mecanismos capazes de eliminar
o vírus, esta monografia teve como objetivo
apresentar algumas das múltiplas estratégias
desenvolvidas pelo VHC para escapar do sistema imune
e causar uma infecção persistente.
Além disso, visa enfocar os principais progressos
no conhecimento da estrutura molecular do VHC e
desenvolvimentos disponíveis para o diagnóstico
e os avanços nas pesquisas envolvendo a relação
entre o VHC e hospedeiro. O conhecimento destas
interações pode fornecer a base para
novas terapias visando prevenir a evolução
da infecção da hepatite C aguda para
a crônica.
Maiores informações com o autor:
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Título: HIV em Gestantes.
Autor: Ana Paula Munhoz
Resumo: Os primeiros relatos do
que veio a chamar – de Síndrome da
Imunodeficiência Adquirida (AIDS) foram publicadas
em 1981, nos Estados Unidos, quando foram notificados
ao Centers for Disease Controls and Prevention (CDC)
vários casos de pneumonia por Pneumocytis
carinii (fungo cuja denominação foi
recentemente mudada para Pneumocystis jiroveci)
e de sarcoma de Kaposi em homossexuais masculinos
previamente saudáveis. A epidemia de aids
no Brasil cursa hoje com mais de 371.000 casos confirmados
da doença e uma estimativa de 600.000 infectados
pelo HIV. Do número total de casos confirmados
de aids, 118.520 são mulheres. Anualmente
3 milhões de mulheres dão à
luz no Brasil. Segundo estudo realizado em 2004,
numa amostra representativa de parturientes de 15
a 49 anos de idade, de todas as regiões do
país, a taxa de prevalência de mulheres
portadoras do HIV no momento do parto é de
0,42%, o que corresponde a uma estimativa de aproximadamente
12.644 mil parturientes infectadas. Diante dessa
situação epidemiológica e da
existência de esquema profilático altamente
eficaz contra a transmissão materno-infantil
do HIV (transmissão vertical), torna-se de
grande importância o conhecimento, o mais
precocemente possível, do estado sorológico
das gestantes, a fim de iniciar a terapêutica
da doença e/ou profilaxia adequada da transmissão
vertical do vírus. No país investe-se
hoje maciçamente no incentivo a realização
do teste anti-HIV no pré-natal. A implantação
dessa prática em meio à população
feminina, durante a gestação, abre
um leque de vantagens, dentre as quais destacam-se:diagnóstico
precoce da infecção pelo HIV, com
possibilidade de início do tratamento, se
for o caso, o que favorece o prognóstico
da doença a curto, médio e longo prazo,
além do corte da cadeia de transmissão,
com as medidas preventivas adequadas; diagnóstico
da infecção em consulta ambulatorial,
multiprofissional, onde a mulher é adequadamente
aconselhada, e tem tempo e espaço para se
colocar diante da nova realidade; possibilidade
de iniciar o protocolo de profilaxia da transmissão
vertical o mais precocemente possível, garantindo
os melhores resultados para a criança. É
importante ressaltar aqui que, nos serviços
públicos, estão disponibilizados os
testes e os medicamentos necessários ao tratamento
dos casos e à profilaxia da transmissão
do vírus para a criança. O investimento
realizado na detecção precoce do vírus
nas gestantes, na tentativa de impedir sua transmissão
para as crianças evita o surgimento de futuros
casos de aids infantil, aprimora as ações
de Vigilância Epidemiológica da infecção
pelo HIV entre as gestantes.
Maiores informações com o autor:
apmunhoz@vivax.com.br
Título: Controle de Qualidade em
Imunologia.
Autor: Betiza de Oliveira Cardoso Matheus
Resumo: A vitalidade dos participantes
na implantação do Controle de Qualidade
é a solução adequada para mostrar
notáveis resultados no sucesso ante os desafios
para a melhoria contínua da qualidade e a
garantia de resultados confiáveis. O pessoal
técnico deve estar familiarizado com o desempenho
dos equipamentos e procedimentos, bem como ter a
completa compreensão do Controle de Qualidade
no sentido de prevenir enganos e tornar o trabalho
completo e confiável. Além disso,
os técnicos devem estar capacitados a reconhecer
os desvios e flutuações que podem
ocorrer nos processos, tornando possível
a identificação e a resolução
de problemas antes de se tornarem incontroláveis.
É importante desenvolver atividades para
promover educação continuada e treinamentos
de todos os envolvidos nos procedimentos de medição.
A educação continuada deve ter meta
o desenvolvimento de atitudes voltadas para a gestão
da qualidade.
Maiores informações com o autor:
betiza@yahoo.com.br
Título: Teste de Quantificação
e Qualificação Viral do HIV I e HIV
II.
Autor: Débora Lopes de Moraes Terra
Resumo: Com a descoberta do vírus
da Aids, o desenvolvimento de um kit-diagnóstico
se tornou prioritário. O HIV tem como material
genético RNA sendo classificado como um retrovírus
por possuir a enzima transcriptase reversa. Esta
enzima promove a síntese da dupla feita de
DNA viral a partir de um molde de RNA. Os testes
de carga viral medem o número de partículas
do HIV presentes no sangue periférico. O
objetivo deste trabalho foi analisar a presença
de anticorpos, anti HIV I e anti HIV II através
de metodologias diferentes.
Maiores informações com o autor:
debterra@bol.com.br
Título: Principais alterações
imunológicas decorrentes da infecção
pelo vírus da imunodeficiência humana
adquirida HIV.
Autor: Deisy da Silva Fernandes
Resumo: A síndrome da imunodeficiência
humana adquirida (SIDA) é uma doença
pandêmica, desencadeada pelo vírus
da imunodeficiência humana (HIV-1 e HIV-2).
A resposta celular é responsável pela
erradicação das células infectadas.
A resposta humoral se dá através da
produção de anticorpos. Os mecanismos
de escape do HIV somados à destruição
das células infectadas desregulam o sistema
imune. As conseqüências da infecção
decorrem da depleção de linfócitos
T CD4, relacionam-se com diretamente a carga viral
e são influenciadas por fatores genéticos.
Realizar levantamento bibliográfico sobre
o tema. O objetivo é realizar uma revisão
da literatura. O tropismo do HIV principalmente
pelos linfócitos T CD4 conduz a deficiência
das respostas celular humoral, permitindo a ocorrência
de infecções oportunistas e doenças
neoplásicas. Por ser a AIDS uma doença
letal que aflige todo o mundo, faz-se necessário
o aprofundamento do estudo e compreensão
de sues mecanismos e das reações do
hospedeiro, em prol da descoberta de tratamentos
mais eficazes e da cura desta infecção.
Maiores informações com o autor:
deisysf@yahoo.com.br
Título: A importância dos marcadores
sorológicos no diagnóstico clínico-laboratorial
do vírus da Hepatite B.
Autor: Eduardo Nobuzi Utimura
Resumo: A hepatite B é
uma doença infecciosa causada pelo vírus
da hepatite B (VHB), levando a inflamações
do fígado. Cerca de 1 a 5% das pessoas infectadas
com o VHB ficam com hepatite crônica, que
pode causar cirrose e câncer do fígado.
Em decorrência da elevada incidência
e da grande importância para a saúde
pública da infecção causada
pelo VHB, esta monografia tem o objetivo de caracterizar
a relevância da interpretação
dos principais marcadores sorológicos utilizados
para detecção. Os demais aspectos
relativos ao vírus, à transmissão,
aos aspectos clínicos, ao tratamento e às
principais medidas de controle igualmente serão
abordados. O diagnóstico de infecção
crônica pelo VHB é realizado quando
há a persistência do marcador HbsAg
por mais de 6 meses no soro, dosado por meio de
testes imunológicos. O aparecimento de anti-HBs
e desaparecimento do HbsAg indicam cura da infecção
pelo HBV. A infecção crônica
ocorre em aproximadamente 90% das crianças
infec tadas ao nascimento em 25 a 50% dos infectados
entre 1 e 5 anos e em menos de 5% daqueles infectados
durante a idade adulta. Outro marcador importante
para o entendimento da infecção crônica
pelo HBV é o HbeAg. O HbeAg é uma
proteína nuclear que indica replicação
e infectividade viral. Sua presença está
geralmente associada com cargas virais elevadas
no soro e doença hepática ativa.
Maiores informações com o autor:
labpontapora@terra.com.br
Título: Linfomas nãoHodgkin.
Autor: Fernanda Cristina Corbi
Resumo: Linfoma não-Hodgkin
(LNH) compreende um grupo de neoplasias com grande
heterogeneidade clínica e biológica
que acomete preferencialmente o tecido linfóide,
mas que pode também, em menor freqüência,
comprometer sítios extra nodais como trato
gastrintestinal, pele, osso, testículos,
tireóide e sistema nervoso central. São
neoplasias que se originam da expansão clonal
de células linfóides que sofreram
lesões genéticas. Estas alterações
podem ocorrer em diferentes estágios durante
a diferenciação da célula linfóide,
originando os diversos tipos de linfomas com características
moleculares, citogenéticas, imunológicas,
morfológicas e clínicas distintas.
Esta neoplasia caracteriza-se pela presença
de massas tumorais que comprometem estruturas nodais
ou extra nodais, podendo ser acompanhadas de fadiga,
febre, emagrecimento e sudorese noturna. O diagnóstico
dos LNH se baseia na biópsia do linfonodo
ou da massa tumoral extranodal, que será
examinada pelo patologista, que classificará
a doença de acordo com critérios morfológicos
e imunohistoquímicos, e eventualmente através
de técnicas citogenéticas e moleculaares.
Em relação ao tratamento, a maioria
dos linfomas é tratada com quimioterapia,
radioterapia, ou ambos, sendo que a imunoterapia
está sendo cada vez mais incorporada ao tratamento.
Além disso, o transplante de células-tronco
hematopoiéticas pode também ser uma
opção de tratamento, dependendo do
estágio da doença, entre outros fatores.
Maiores informações com o autor: fernandacorbi@yahoo.com.br
Título: Uso e interpretação
dos testes sorológicos para o diagnóstico
da Hepatite por vírus C (HCV). Análise
dos resultados obtidos na triagem sorológica
de duas unidades do Hemocentro São Lucas
durante o período de Janeiro de 2000 a Junho
de 2006.
Autor: Francisco Lima Junior
Resumo: Profissionais da saúde,
para evidenciar se o risco de contágio para
HCV no âmbito de trabalho continua crescente
ou não, pois ficou claro que a proporção
de positividade para anti-HCV em profissionais da
saúde caiu significativamente nos gráficos.
O que nos prova uma real conscientização
dos profissionais de saúde em relação
aos cuidados com materiais perfurocortantes.
Maiores informações com o autor:
dr_tchesco@yahoo.com.br
Título: Aplicação da
Citometria de Fluxo.
Autor: Ivanir Fátima Silva
Resumo: O citômetro moderno
resultou dos avanços tecnológicos
em todas as ciências, disponibilizando pesquisa
de antígenos em membranas celulares e componentes
intracitoplasmáticos e nucleares, como organelas,
núcleo, DNA, RNA, citoquinas, hormônios
e conteúdos protéicos. A aplicação
da citometria de fluxo introduziu uma nova era dentro
do laboratório de patologia. O objetivo deste
é demonstrar aos profissionais da área
de hematologia a necessidade de conhecimentos e
atualizações nesta nova técnica
“o estudo dos produtos celulares”.
Maiores informações com o autor:
ivanirfatima@uol.com.br
Título: Índice de casos de
toxoplasmose no laboratório BIOEXATA, no
ano de 2005 em Montes Claros – MG.
Autor: Jaime de Freitas Maia Junior
Resumo: A toxoplasmose é
uma zoonose de felídeos causada pelo Toxoplasma
gondii, um protozoário cocídeo intracelular
“próprio” dos gatos, e pertencente
à família Soncocystidae, na classe
Sporozoa. Infecta principalmente aves e mamíferos
e, notadamente, o ser humano com níveis elevados
de prevalência. Revelada por anticorpos séricos,
esta prevalência é crescente com os
grupos etários, atingindo valores variáveis
para diferentes populações, de até
30, 50 ou mesmo 90% em indivíduos adultos.
O contágio se dá, predominantemente,
pela ingestão de oocistos, eliminados pelas
fezes de gatos ou de outros felídeos, e que
podem permanecer viáveis no solo por longo
tempo, resistindo a variações de temperatura
e à dessecação, o que torna
provável a infecção por inalação
de poeiras contaminadas, ocorre também pelo
consumo de alimentos de origem animal, especialmente
de carnes mal cozidas, contendo cistos (bradizoítas)
do parasita. Quando ingeridos liberam respectivamente
esporozoítas ou taquizoítas. Estes
penetram nas células do hospedeiro reproduzindo-se
rapidamente e, disseminando-se por via hematogênica,
localizam-se nos mais variados órgãos
e tecidos. A transmissão pode ocorrer, ainda,
pelo transplante de órgãos de doador
soropositivo para receptor soronegativo, mas de
maior importância clínica é
a transmissão placentária e a conseqüente
infecção fetal.
Maiores informações com o autor:
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Título: Estudo comparativo entre
métodos laboratoriais na investigação
de HIV.
Autor: João Bosco Bonin
Resumo: O objetivo deste trabalho
foi realizar um estudo comparativo entre dois métodos
laboratoriais para diagnóstico de HIV. Elisa
(Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay) é um
teste imunoenzimático que permite a detecção
de anticorpos específicos no soro. Este teste
é usado no diagnóstico de várias
doenças infecciosas uma vez que vários
agentes patológicos induzem a produção
de anticorpos (imunoglobulinas) por parte dos linfócitos
B do sistema imunológico humoral humano.
Western blot é um método em biologia
molecular/bioquímica para detectar proteínas
em um homogenato (células bem trituradas)
ou um extrato de um tecido biológico. Essa
técnica usa eletroforese em gel para separar
as proteínas denaturadas por massa. As proterínas
são então transferidas do gel para
uma membrana (tipicamente de nitrocelulose), onde
foram usados como sonda anticorpos específicos
à proteína. Como um resultado, os
pesquisadores podem examinar a quantidade de proteína
em uma dada amostra e comparar os níveis
entre diversos grupos.
Maiores informações com o autor:
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Título: A doença Hemolítica
do Recém-nascido por Rh e ABO.
Autor: Joselaine Meire Cazante
Resumo: A doença hemolítica
do recém-nascido e do feto está associada
à ação de anticorpos maternos
que possuem capacidade de atravessar a barreira
placentária e recobrir os eritrócitos
fetais provocando hemólise de gravidade variável.
A DHRN pode ocorrer por dois mecanismos imunológicos,
sendo a aloimunização materna por
incompatibilidade com antígenos de grupos
sanguíneos, como ocorre na incompatibilidade
por Rh, ou incompatibilidade ABO, onde estão
envolvidos os anticorpos naturais e regulares maternos
e os antígenos ABO fetais. A DHRN por Rh
é a clinicamente mais importante por causar
uma doença de gravidade elevada. A DHRN por
ABO grave é um caso raro. Cerca de 95% dos
casos da doença eram provocados por anticorpos
maternos direcionados contra o antígeno Rh(D).
Hoje, isso ainda é comum, embora a incidência
causada por anti-D tenha diminuído pela introdução
da Imunoglobulina anti-Rh (RhIg) como profilaxia
evitando a imunização ativa induzida
pelo antígeno eritrocitário.
Maiores informações com a autora:
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Título: Características da
Tuberculose em pacientes com Síndrome da
Imunodeficiência Adquirida.
Autor: Juliana Cristina da Silva
Resumo: A epidemia da AIDS representa
um fenômeno global, instável, cuja
forma de ocorrência nas diferentes regiões
do mundo depende do comportamento humano individual
e coletivo. Com a depleção seletiva
dos linfócitos a função imune,
responsável pela defesa do organismo, torna-se
debilitada, deixando o indivíduo susceptível
a outras infecções, ditas como oportunistas.
A doença mais comum associada com o HIV,
tanto em países desenvolvidos, como em desenvolvimento,
é a Tuberculose. Neste trabalho foram observadas
algumas características clínicas e
epidemiológicas da tuberculose em pacientes
com a Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida. Foi realizado levantamento de dados segundo
alguns artigos publicados recentemente, analisando
características quanto ao sexo, idade, hábitos
de vida, local de acometimento da tuberculose, prevalência
das micobactérias e ativação
celular em pacientes co-infectados. Observou-se
que indivíduos co-infectados comparados àqueles
que tiveram somente tuberculose pulmonar, necessitam
do desenvolvimento de estratégias separadas
para seu diagnóstico, bem como cuidados e
tratamentos apropriados, e que, essa associação
Tuberculose-HIV interage não somente produzindo
uma combinação de sintomas para ambas
as doenças, mas também exacerbando
outras.
Maiores informações com o autor:
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Título: Análise comparativa
do Elisa e da quimioluminescência na detecção
de anticorpos de classe IgG Anti-Toxoplasma Gondii
.
Autor: Lucas Macedo Ruggeri
Resumo: O objetivo deste trabalho
foi avaliar a sensibilidade, a especificidade e
a eficiência de dois kits comerciais de diferentes
marcas, utilizados rotineiramente n a triagem sorológica
para detecção de anticorpos anti-Toxoplasma
gondii, no Brasil. O kit A é baseado no método
ELISA e o kit B, no método quimioluminescência.
Foram selecionadas 45 amostras de soro reagentes
e 45 não-reagentes, pelo método imunofluorescência
indireta. Essas amostras foram obtidas de indivíduos
de ambos os sexos. A szensibilidade observada foi
de 95,74% para o kit A e 97,83% para o kit B. A
especificidade foi igual a 93,75% para o kit A e
100,00% para o kit B. A eficiência do Kit
A foi igual a 94,74% e do kit B, 98,90%. Esses resultados
sugerem que os novos kits comerciais introduzidos
no mercado devam ser primeiramente validados em
amostras com sorologias reagente e não-reagente
definidas com base em um padrão ouro, antes
de serem utilizados na rotina laboratorial diária.
Maiores informações com o autor:
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Título: Lupus eritematoso sistêmico.
Autor: Lucimara Conrado Arnoni
Resumo: A despeito da eficácia
do sistema imune na proteção do organismo
contra agentes agressores e do atual nível
dos estudos sobre o assunto, as doenças autoimunes,
Ainda que bem elucidadas na sua grande maioria e
mesmo com o atual arsenal terapêutico, nos
trazem apenas expectativas na cura da mesma, representando
sérias preocupações de saúde
em todo o mundo. O Lupus Eritematoso Sistêmico
é o protótipo das doenças autoimunes
sistêmicas, quando há falha ou colapso
dos mecanismos normalmente responsáveis pela
manutenção de auto-tolerância.
O LES é uma doença sistêmica
crônica com remissões e recidivas,
a qual ainda não foi possível descobrir
a cura, devido a sua complexidade. Mas as modernas
técnicas de diagnóstico imunológico
são ferramentas indispensáveis para
a elucidação e monitoramento da doença,
a qual pode ser controlada através dos tratamentos
existentes, para que as pessoas sofredoras desta,
possam ter uma melhor qualidade de vida.
Maiores informações com a autora:
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Título: A Leishmaniose visceral na
cidade de Bauru.
Autor: Maria Isabel de Oliveira Silva
Resumo: A Leishmaniose visceral
ou Calazar é uma doença endêmica
no Brasil, sendo causada pelo gênero Leishmania,
é uma zooantroponese, que atinge principalmente
as crianças. Geralmente a doença tem
início insidioso, podendo, às vezes,
apresentar-se com início abrupto. O calazar
em sua forma clássica caracteriza-se por
hepatoesplenomegalia, febre de longa duração,
epistaxe, palidez, emagrecimento, tosse, diarréia,
distensão abdominal e pancitopenia. O objetivo
deste trabalho é mostrar o surgimento da
Leishmaniose visceral na cidade de Bauru, considerada
atualmente região endêmica.
Maiores informações com o autor:
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Título: Incidência de anticorpos
Anti-HTLV I/II nos doadores de Hemocomponentes do
Hemosul em Campo Grande – MS no ano de 2002.
Autor: Nayara Rosa Barbosa
Resumo: O vírus linfotrópico
de célula T humana tipo I (HTLV-I) e do tipo
II (HTLV-II) pertencem à família Retroviridae,
a qual inclui o vírus da imunodeficiência
humana (HIV). Estes vírus apresentam as mesmas
formas de transmissão e os mesmos fatores
de risco. O HTLV-I causa a leucemia-linfoma de células
T do adulto (LLTA), a paraperesia espástica
tropicalk/mielopatia associada ao HTLV (TSP/HAM),
uveíte associada ao HTLV (HAU) e anormalidades
dermatológicas e imunológicas. O HTLV-II
não se mostrou associado a nenhuma doença
até o momento. O diagnóstico é
feito com testes de triagem (ELISA, aglutinação)
e confirmatórios (Western Blot, PCR). Embora
até o momento a ocorrência de doenças
atribuíveis às infecções
pelo HTLV I/II não tenha expressão
significativa, do ponto de vista populacional, o
estudo dessas infecções pode também
proporcionar um melhor conhecimento da epidemiologia
e da etiopatogenia de outras doenças que
compartilham as mesmas formas de transmissão.
A pesquisa tem como objetivo avaliar a incidência
do vírus HTLV I/II na população
doadora de sangue do Hemosul no estado de Mato Grosso
do Sul. As amostras de soro provenientes de 16.702
doadores de sangue foram triadas através
do ELISA, e a confirmação dos resultados
nas amostras repetidamente positivas foi realizada
através do Western blot. Onze (0,0658%) amostras
foram positivas pelo ELISA, e Sete destas foram
submetidas ao Western blot, com seis (0,0359%) resultados
positivos, um (0,006%) indeterminado e nenhum (0,0%)
negativo. Nenhum indivíduo apresentou anticorpos
anti-HTLV-II. Em conclusão, a incidência
da infecção pelo HTLV-I entre os doadores
de sangue foi baixa, quase que insignificante. No
entanto, outros estudo epidemiológicos, clínicos
e virológicos serão necessários
para a melhor compreensão da história
natural desta infecção.
Maiores informações com o autor:
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Título: Antígenos do sistema
Rh. Avaliação de antígenos
CDE em doadores de sangue do Hemocentro de Goiânia,
GO, definindo sua freqüência entre o
grupo sanguíneo ABO e sistema Rh.
Autor: Rachel de Paula Santos
Resumo: A transfusão de
sangue é uma prática médica
com o objetivo de restabelecer as condições
clínicas de um paciente com perda sanguínea
ou que esteja afetado por uma doença no seu
próprio sangue. Numa transfusão, seleciona-se
componente com tipagem sanguínea ABO/Rh igual
ou compatível com a do paciente. Entretanto,
diferenças antigênicas entre doadores
e pacientes têm resultado problemas clínicos.
O objetivo deste estudo foi detectar a freqüência
de doadores com antígenos do sistema Rh,
devido à importância de receptores
desenvolverem anticorpos para estes antígenos
apresentando reações transfusionais.
Do sistema sanguíneo Rh 87,5% Rh positivos
para 12,4% negativos, sendo que destes 7,5% são
considerados como Rh positivos por serem do grupo
que contém os antígenos CDE e que
podem produzir imunizações. Este estudo
apenas quantificou antígenos CDE, no entanto,
uma determinação fenotípica
deve ser avaliada em um próximo estudo.
Maiores informações com o autor:
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Título: Doenças auto-imunes:
Lúpus.
Autor: Renata Mosconi Moreira Jomaã
Resumo: O objetivo central deste
trabalho é servir como fonte de consulta
rápida sobre as doenças auto-imunes,
mais especificamente sobre: Lúpus, consistindo
em uma revisão bibliográfica atualizada
da literatura a respeito, abordando esta doença
desde sua definição, manifestações
clínicas, quadro clínico, diagnóstico
e tratamento. As afecções autoimunes,
como o lúpus eritematoso sistêmico,
descrito acima, envolvem o sistema imune em vários
níveis. As células B estão
hiperativas, fabricando muitos autoanticorpos, enquanto
as células T supressoras estão com
baixa atividade. Além disso, são encontradas
anormalidades nas citocinas. Miotos fatores estão
implicados na causa desses problemas, incluindo
os vírus, produtos químicos, medicações,
genes, hormônios e fatores ambientais. O lúpus
tem este nome devido às erupções
avermelhadas que se desenvolvem na face durante
a fase final da doença. Diferentemente das
outras doenças auto-imunes já descritas,
o LES não está confinado a um determinado
órgão e, rins e coração.
O plasma sanguíneo desses pacientes contém
auto-anticorpos dirigidos contra componentes protéicos
dos núcleos das células, incluindo
ribonucleoproteínas nuclear, componentes
protéicos dos núcleos das células,
incluindo ribonucleoproteínas nuclear, proteínas
dos centrômeros dos cromossomos e, mais freqüentemente,
a dupla hélice do DNA. As células
destruídas no sangue são fagocitadas
pelos neutrófilos que, na pesquisa citológica
específica para tal fim, é possível
caracterizar a célula L.E. A crescente evolução
do conhecimento da patogênese do lúpus
tem aberto um novo leque de oportunidades para novos
conceitos e posturas, empreendidos no diagnóstico
e classificação da doença,
proporcionando maior uniformização
nas estratégias terapêuticas.
Maiores informações com o autor:
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Título: Anemia hemolítica
auto-imune e aspectos transfusionais.
Autor: Rosecler Inácia de Paula Ferreira
Resumo: Os auto-anticorpos podem
ser produzidos por uma variedade de antígenos-próprios
onde há uma falência nos mecanismos
imunes de discriminação do que é
próprio do não próprio. A presença
dos auto-anticorpos contra antígenos eritrocitários
do próprio paciente pode ser indicativo de
A.I.H.A., porém, antes de sua confirmação
e de alguns estudos sorológicos serem executados,
a presença ou ausência de anemia hemolítica
deverá ser determinada pela história
clínica e achados hematológicos do
paciente. Em geral, a transfusão sempre que
possível deverá ser evitada em pacientes
com A.I.H.A. devido às células doadoras
poderem certamente e rapidamente ser destruídas.
Se a transfusão for essencial, o sangue pode
ser selecionado levando em consideração
a compatibilidade com alguns aloanticorpos que podem
estar presentes no soro do paciente. Nestes casos,
é sensato saber o fenótipo completo
do paciente antes de uma transfusão. Assim,
a proposta deste trabalho foi realizar um estudo
sobre auto-imunidade e anemia hemolítica
imune, permitindo melhorar o conhecimento dos profissionais
da área sobre o assunto, conscientizando-os
do alto risco de problemas transfusionais devido
à presença de auto-anticorpos e orientando-os
para um menor risco de reações transfusionais.
Maiores informações com o autor:
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Título: Importância do diagnóstico
da Toxoplasmose no pré-natal.
Autor: Selma Lopes Soares de Melo
Resumo: A toxoplasmose infecta
milhões de pessoas no mundo inteiro, sendo
que a prevalência da infecção
humana na maioria dos países está
entre 40% e 50%. No Brasil, essa taxa aumenta até
80%, dependendo da área estudada. Na maioria
dos hospedeiros a infecção é
assintomática. A mulher grávida com
sorologia negativa pode contribuir para o incremento
da morbidade, transmitindo o Toxoplasma gondii para
o feto, através da placenta, se adquirir
toxoplasmose aguda durante a gravidez. A forma congênita
pode causar lesões oculares e neurológicas,
levando à seqüelas tardias. Desta forma,
o diagnóstico e tratamento mais precoce possível
é de grande importância por poder evitar
as conseqüências da infecção
fetal.
Maiores informações com o autor:
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