Título: Policitemia Vera.
Autor: Alan Silveira Lemos
Resumo: A policitemia vera ou
policitemia proliferativa primária é
caracterizada por hemoglobina, hematócrito
e contagem de células vermelhas elevados,
uma massa celular vermelha aumentada, saturação
de oxigênio normal, esplenomegalia geralmente
significante e habitualmente contagem total de leucócitos
e plaquetas aumentadas no sangue periférico
refletem um estado mieloproliferativo neoplásico
crônico envolvendo todas as séries
na medula óssea onde os espaços gordurosos
estão bastante reduzidos nos cortes de biópsia
e a hiperplasia das três linhagens pode atingir
100% de celularidade. É uma doença
crônica de evolução lenta. A
causa da policitemia vera é desconhecida.
Ocorre principalmente em homens de meia idade. A
elevação da massa eritrocitária
se deve ao aumento de produção, e
não ao alongamento da vida média das
células. A sintomatologia é em grande
parte atribuída ao aumento do volume sanguíneo
com conseqüente diminuição do
fluxo devido ao aumento da viscosidade do sangue.
No início da doença, as manifestações
são de cansaço, irritabilidade e zumbidos.
São comuns as queixas de prurido após
o banho quente. A ocorrência de trombose é
freqüente e parece estar relacionada à
doença vascular em associação
ao aumento da viscosidade do sangue, decréscimo
do fluxo sanguíneo e aumento das plaquetas.
Pode ocorrer também epistaxes, equimoses
e sangramento da gengiva devido ao sangramento anormal
ocasionado por uma deficiência de coagulação.
O rosto apresenta um rubor característico,
os pacientes podem apresentar as extremidades cianóticas
e a queixa de sensibilidade ao frio é comum
devido ao retardamento da circulação
periférica. A terapêutica é
direcionada para redução do volume
sanguíneo, redução da viscosidade
sanguínea e diminuição das
plaquetas. Os métodos mais usados no tratamento
são flebotomia, fósforo radioativo
(32P) e agentes quimioterápicos.
Maiores informações com o autor:
lemosalan@bol.com.br
Título: Agentes oxidativos em indivíduos
com deficiência de G-6-PD.
Autor: Ana Carolina Cuttin Siqueira Melo
Resumo: A deficiência de
glicose-6-fosfato desidrogenase (G-6-PD) é
uma anemia hereditária comum que atinge mais
de 400 milhões de pessoas no mundo. A deficiência
desta enzima manifesta-se essencialmente nos eritrócitos.
A G-6-PD catalisa o primeiro passo da via da pentose
fosfato, produzindo nicotidamida adenosina dinucleotídeo
(NADPH), que é crucial para a proteção
das células contra o stress oxidativo, portanto
a G-6-PD é necessária para proteger
a hemoglobina contra a oxidação. Muitas
drogas, agentes diversos, alimentos e doenças
podem induzir hemólise em pacientes deficientes
de G-6-PD. A deficiência de G-6-PD é
caracterizada por hemólise por alterar o
metabolismo da glicose no interior das hemácias,
sendo prevalente nas regiões tropicais e
subtropicais. É uma doença ligada
ao cromossomo X, portanto, só mulheres podem
transmitir a doença. São variáveis
os efeitos da deficiência de G-6-PD, dependendo
não só do grau de expressão
do defeito como também da variante enzimática
e da raça da pessoa afetada. Vários
testes laboratoriais podem ser realizados podem
ser realizados para detectar a deficiência
de G-6-PD. As formas de tratamento para a doença
são poucas, mas, basicamente, são
semelhantes aquelas das outras anemias hemolíticas.
Além disso, como forma de prevenção,
os pacientes afetados devem evitar os agentes que
induzem hemólise como feijão Fava,
medicamentos diversos, entre outros.
Maiores informações com o autor:
olmelo@uol.com.br
Título: Lúpus Eritematoso
Sistêmico.
Autor: Ana Lúcia Rosa de Faria
Resumo: O Lúpus Eritematoso
Sistêmico é uma doença crônica
com remissões e recidivas, a qual ainda não
foi possível descobrir a cura, devido a sua
complexidade. Mas as modernas técnicas de
diagnóstico imunológico são
ferramentas indispensáveis para a elucidação
e monitoramento da doença, a qual pode ser
controlada através dos tratamentos existentes,
para que as pessoas sofredoras desta doença,
possam ter uma melhor qualidade de vida.
Maiores informações com o autor:
bruxinha.analu@ig.com.br
Título: Estudo comparativo entre
métodos laboratoriais em dosagens de bilirrubinas
séricas de pacientes recém-nascidos
do Hospital das Clínicas de Ribeirão
Preto - SP.
Autor: Bruno Dias Batista
Resumo: A icterícia neonatal
é caracterizada pela coloração
amarela da pele dos recém-nascidos em conseqüência
de elevação da bilirrubinemia acima
de 5-7 mg/dl. Dois terços dos recém-nascidos
desenvolvem icterícia na primeira semana
de adaptação à vida extra-uterina.
Uma série de situações, dentre
as quais a prematuridade, pode fazer com que esses
níveis cresçam exageradamente, extravasando
para vários tecidos, inclusive o sistema
nervoso central. A presença de grandes quantidade
de bilirrubina por tempo prolongado pode lesar permanentemente
estruturas como o globo pálido, núcleos
subtalâmicos, hipocampo e núcleo óculo-motor,
entre outras, dando origem ao chamado kernicterus.
Não existe consenso entre os especialistas
com relação aos níveis de bilirrubinemia
que poderiam lesar o prematuro. Parece prudente
evitar que essas crianças sejam expostas
a níveis muito mais altos que os fisiológicos.
Níveis inferiores a 10 mg/dl parecem oferecer
certa segurança, embora saibamos que outros
fatores certamente colaboram no aparecimento do
kernicterus em pré-termos. A incompatibilidade
de resultados das dosagtens realizadas pelos diferentes
métodos, em diferentes laboratórios,
objetivou este estudo comparativo. Foram realizadas
análises por seis procedimentos distintos,
incluindo três metodologias diversas. O total
de amostragem foi soro coletado de 85 pacientes
recém-nascidos acompanhados no berçário
do HCRP-CAMPUS, no período de quatro meses.
Apenas 14 amostras foram possíveis a realização
por todos os métodos, devido à dificuldade
de obtenção do volume de soro dificultando
a análise estatística. Os métodos
do HCRP-CAMPUS, apresentaram-se significativos (P<0,0001),
comprovando a grande diferença entre os resultados.
Conclui-se a necessidade de métodos mais
precisos para análise da bilirrubina neonatal,
pela necessidade imperiosa do acompanhamento médico.
Maiores informações com o autor:
brunodiass@terra.com.br
Título: Sinopse obtida na literatura
científica para análises laboratoriais
na Insuficiência Renal Crônica.
Autor: Carla Borges Ferreira Picinato
Resumo: Segundo a literatura científica,
as três funções principais dos
rins são: a excreção de resíduos,
a manutenção do volume do fluido extracelular
e a síntese hormonal. A Insuficiência
Renal Crônica consiste no declínio
lento e progressivo do funcionamento renal em grau
suficiente para causar retenção de
resíduos nitrogenados no organismo. No presente
trabalho foi descrito os mais importantes e usuais
exames laboratoriais para diagnóstico e acompanhamento
da doença. No soro: sódio (Na), potássio
(K), cálcio (Ca), fósforo (P), uréia
e creatinina; no sangue total: o hemograma, e na
urina: a taxa de filtração glomerular.
Sendo que a uréia, a creatinina e o fosfato
apresentam-se aumentados, o potássio encontra-se
normal ou moderadamente elevado, o sódio
ligeiramente diminuído e ocorre hipocalcemia.
O hemograma apresenta anemia e o Clearence de creatinina
encontra-se diminuído.
Maiores informações com o autor:
cbfpici@ig.com.br
Título: Atualização
detecção laboratorial de Neisseria
Gonorrhoeae..
Autor: Carla Roberta de Melo Tizzo
Resumo: A fim de que as infecções
de abuso sexual possam se iniciadas com base no
diagnóstico laboratorial da gonorréia,
é importante que as cepas de Neisseria gonorrhaeae
sejam identificadas, e relatadas com exatidão.
Várias espécies de Neisseria, além
de outros diplococos Gram negativos e até
mesmo cocobacilos dois a dois podem ser confundidos
com Neisseria gonorrhaeae, a não ser que
as culturas laboratoriais e os testes diferenciais
sejam bwm feitos. Devido às implicações
das sérias conseqüências sociais
e médicas que o caso possa resultar, é
necessário um exame presuntivo e um diagnóstico
definitivo da gonorréia. Nos casos de identificação
presuntiva é importante que o clínico
entenda que os testes adicionais sejam solicitados
para a confirmação do diagnóstico
provisório antes que as ações
médicas sejam tomadas.
Maiores informações com o autor:
64 – 3431 5045
Título: Incidência de anticorpos
antitoxoplasma em uma população atendida
em um laboratório de Petrópolis -
RJ.
Autor: Denis Baffi Silveira
Resumo: A toxoplasmose é
uma zoonose causada pelo protozoário Toxoplasma
gondii. É um parasita de vida intracelular
obrigatória. A transmissão aos humanos
normalmente ocorre por ingestão de oocistos
em alimentos crus ou mal cozidos, ou água
não-potável, contato com animais infectados
e por via transplacentária. Os hospedeiros
intermediários definitivos do Toxoplasma
gondii são os gatos e outros felinos. Os
hospedeiros intermediários são os
homens, os animais mamíferos não felinos
e outros. Estima-se que 50% da população
já tenham sido infectados com o toxoplasma,
mas somente uma pequena percentagem desenvolveu
a doença. A maioria da população
brasileira tem anticorpos contra a toxoplasmose.
De algum modo, 70 a 80% das pessoas principalmente
gestantes, podem estar imunizadas contra a infecção.
Maiores informações com o autor:
denis_baffi_silveira@yahoo.com.br
Título: Pesquisa de hemoglobinopatias
e talassemias na população de Barreiras
- BA.
Autor: Edna Maria Mascarenhas Oliveira.
Resumo: Forma estudadas amostras
de sangue de pacientes de ambos os sexos e idades
variadas. O objetivo foi avaliar a presença
de hemoglobinopatias e talassemias em pacientes
do laboratório LABEM, em Barreiras no oeste
da Bahia, cuja população é
extremamente heterogênea, ou seja, existem
pessoas provenientes das mais diversas regiões
do Brasil, em especial região Sul, bem como
de outros países como Japão. O intuito
é conhecer o genótipo da população
e com isto apresentar a comunidade médica,
a incidência das hemoglobinopatias e talassemias
como fator causal ou não de anemias; a importância
de conhece-las e diagnostica-las precocemente, já
que elas podem determinar importantes manifestações
clínicas. Foram enviadas 75 amostras de sangue
total, colhidas com EDTA 5% para o CDA Laboratório
de São José do Rio Preto – SP,
onde foram submetidas à pesquisa de talassemias
e hemoglobinopatias, que inclui os seguintes testes:
eletroforese (alcalina), dosagem de hemoglobina
fetal, dosagem de Hb A2, reticulócitos, Hb
H, corpúsculos de Heinz e eletroforese (ácida)
quando necessária. Com os resultados obtidos
concluí que das 75 amostras analisadas, 41%
são portadores de hemoglobinas anormais sendo:
21% talassemia alfa, 9,3% heterozigoto de hemoglobina
S, 8% talassemia beta menor e 2,7% heterozigoto
Hb C. Estes resultados mostram a importância
de se pesquisar a presença ou não
de hemoglobinopatias e talassemias na população
para um acompanhamento e tratamento adequado de
cada caso, bem como a importância do aconselhamento
genético com o intuito de prevenir o nascimento
de novos homozigotos. Lembrando que com os novos
avanços tecnológicos na área
laboratorial pode-se fazer exames específicos
naqueles pacientes com anemia crônica que
não respondem ao tratamento com ferro e compostos
ferrosos.
Maiores informações com o autor:
77 – 3611 3705
Título: Considerações
gerais dos vírus HIV e da AIDS e suas manifestações
clínicas.
Autor: Érica Fabiana Camolesi
Resumo: A AIDS teve seus primeiros
casos relatados na década de 1980 e foi a
partir desta época que começaram a
surgir estudos sobre o agente causador, o vírus
HIV, e sobre a doença em si. Os estudos começaram
a ter mais ênfase devido ao fato que a partir
da descoberta, o número de casos aumentou
de forma absurda. A falta de informação
foi um dos fatores que contribuíram para
este aumento de casos, porém, nos dias atuais,
o objetivo das campanhas e entidades particulares
é de levar ao máximo de informações
possíveis até os locais menos privilegiados
com relação a informações
e até mesmo com relação à
condições econômicas e sociais.
Mesmo nos dias atuais ainda existe a falta de informação.
As mais importantes são: modos de transmissão,
tratamento e convivência com portadores da
doença. Esta doença ataca o sistema
imunológico humano uma vez que o vírus
atinge as células de defesa do organismo
e assim surgem as manifestações clínicas,
pois organismos patogênicos oportunistas se
aproveitam dessas condições e causam
doenças. Até os dias atuais a AIDS
ainda causa muito medo na população
pois muitas pessoas ficam receosas de fazer o exame
e se depararem com um resultado positivo, mesmo
sabendo que o exame pode ser negativo. A partir
de pesquisas pode-se desenvolver drogas para minimizar
os efeitos causados pela doença. Espera-se
que daqui a alguns anos o projeto de uma vacina
anti-HIV se concretize e ajude ainda mais a diminuir
os casos de infecção pelo vírus
HIV. Com relação à população
ainda existe uma certa insegurança perante
a AIDS, mesmo com todas as informações,
estudos, pesquisas e biotecnologias o medo e o preconceito
ainda fazem parte do cotidiano da população
quando se trata dessa imunodeficiência.
Maiores informações com o autor:
ericacamolesi@ig.com.br
Título: Pesquisa de bacilo álcool-ácido
resistente (BAAR) como auxílio diagnóstico
da Hanseníase em município goiano.
Autor: Fábio Hiroshi Lima Kimura
Resumo: A hanseníase é
uma doença granulomatosa crônica causada
pela Micobacterium leprae que atinge principalmente
pele e nervos periféricos. Tal doença
constitui um importante problema de saúde
pública em vários países do
mundo, principalmente nos em desenvolvimento. O
Brasil possui o segundo maior número de casos
e sua distribuição é variada
ao longo de todo território nacional. No
presente trabalho levantou-se dados baciloscópicos
através da pesquisa de bacilo álcool-ácido
resistente (BAAR) no município de Cristalina
– GO, evidenciando-se a técnica como
auxílio diagnóstico da hanseníase
no município, onde esse se mostrou de grande
valia na utilização nas políticas
de erradicação da doença, não
somente no diagnóstico como no auxílio
da classificação clínica da
doença.
Maiores informações com o autor:
kimurafabio@hotmail.com
Título: Prevalência de enteroparasitoses
em pacientes ambulatoriais do Hospital Municipal
Sólon Batista amaral, São João
da Paraúna - GO.
Autor: Hélio Antônio de Almeida
Resumo: As doenças parasitárias
ainda são responsáveis por vários
prejuízos para a saúde das pessoas,
principalmente as populações mais
carentes. Mesmo com o desenvolvimento do muno atual,
com os avanços na área diagnóstica
e terapêutica, o número de infectados
é alto e o de óbitos bastante considerável.
As enteroparasitoses, menos envolvidas em casos
de óbitos, contaminam e prejudicam muitos
indivíduos de todas as faixas etárias
e ambos os sexos. Em função da alta
prevalência e incidência desses parasitos,
esse estudo visou determinara freqüência
de enteroparasitoses, entre elas helmintos e protozoários,
na população encaminhada para diagnóstico
coproparasitológico no laboratório
do Hospital Municipal Sólon Batista Amaral
de São João da Paraúna –
GO. Das 499 fezes examinadas foi observado que 153
(30,66%) apresentam ovos, cistos ou larvas de parasitas.
Dentre os helmintos o Ancylostomidae foi o que apresentou
a freqüência mais alta e dos protozoários
a Entamoeba coli foi a mais freqüente, sendo
que as crianças obtiveram uma percentagem
de contaminação maior. Esses resultados
refletem problemas de saneamento básico,
precárias condições de higiene,
falta de instrução e esclarecimento
sobre essas doenças para a população.
Maiores informações com o autor:
64 – 3560 1393
Título: Diagnóstico clínico,
laboratorial e tratamento do Diabetes Mellitus.
Autor: Ivanilda Martins dos Anjos
Resumo: O Diabetes Mellitus é
uma doença crônica que está
sendo reconhecida no mundo inteiro devido suas complicações.
É considerada problema de saúde pública
prevalente, em ascendência onerosa do ponto
de vista social e econômico e com potencial
reconhecido para prevenção. O Diabetes
Mellitus é uma enfermidade bastante silenciosa,
quando os sintomas começam aparecer as suas
complicações já estão
bem avançadas. Os órgãos afetados
são: os olhos, rins, nervos periféricos,
sistemas cardiovasculares, pele e tecidos. Ela é
considerada como uma doença que mais mata
no mundo inteiro, afetando populações
de países em todos os estágios de
desenvolvimento. A sua importância nas últimas
décadas vem crescendo em decorrência
de vários fatores, como, maiores taxas de
urbanização, industrialização,
o sedentarismo, obesidade, aumento da expectativa
de vida e a maior sobrevida dos diabéticos.
No diabetes tipo 1 que acomete principalmente crianças
e adolescentes e que acompanham durante toda a vida
é obrigatório o controle diariamente.
No tipo 2 que afeta adultos, o sedentarismo, a obesidade,
são apontados como as principais causas,
apesar dos fatores genéticos também
serem determinantes. Os meios de comunicações
têm procurado alertar a população
sobre os sintomas e riscos, orientando as pessoas
para que elas possam adotar medidas preventivas.
A educação alimentar, a maneira de
viver são fatores importantes no trabalho
preventivo e no controle da doença.
Maiores informações com o autor:
62 – 3364 1175
Título: Equilíbrio Ácido-Básico.
Autor: Jacqueline Aparecida Cintra
Resumo: A análise dos gases
sanguíneos e o estudo do equilíbrio
ácido-base do sangue, como reflexo daquele
do organismo, são importantes na avaliação
clínica dos estados que se acompanham de
acidose, alcalose, hipoxemia, hiperventilação
ou hipoventilação. De maneira geral,
distúrbios dessas regulações
podem ocorrer em doenças metabólicas
renais, pulmonares e em distúrbios hemodinâmicos
agudos. Em síntese, os distúrbios
do pH plasmático são os seguintes:
na acidose metabólica, ocorre deficiência
eventual de HCO3-, resultando em diminuição
do pH plasmático e do teor de CO2. Na acidose
respiratória, verifica-se um excesso primário
de H2CO3, que provoca redução do pH
plasmático; todavia, o teor CO2 apresenta-se
aumentado, devido a tentativa do rim de compensar
o processo. Na alcalose metabólica, ocorre
o excesso eventual de bicarbonato, resultando em
aumento do pH plasmático e do teor de CO2.
Na alcalose respiratória, verifica-se uma
deficiência primária de ácido
carbônico, que produz aumento do pH plasmático;
todavia, o teor de CO2 está diminuído
devido à tentativa do rim de efetuar uma
compensação. Em geral, o pH urinário
reflete o estado do pH plasmático, excerto
na alcalose hipocalêmica, onde o pH urinário
é ácido, a despeito da alcalose plasmática.
A pCO2 pode ser utilizada em associação
com pH para indicar a presença de alterações
ácido-base. Trata-se do sistema popularizado
por Astrup e Siggaard-Anderson. A pCO2 segue a mesma
direção do teor de CO2 nas síndromes
ácido-base clássicas. Na acidose metabólica,
a pCO2, encontra-se diminuída, visto que
ocorre acúmulo de ácidos diferentes
do H2CO3, sendo o CO2 eliminado dos pulmões
na tentativa de diminuir a acidez dos líquidos
corporais. Na alcalose metabólica, a pCO2
está aumentada quando os pulmões compensam
o processo através de hipoventilação;
nos casos leves ou agudos, a pCO2 permanece normal.
Na alcalose respiratória, a pCO2 está
diminuída, visto que a ventilação
aumentada elimina uma maior quantidade ce CO2. Na
acidose respiratória, a pCO2 está
aumentada devido à retenção
de CO2 em conseqüência da ventilação
diminuída.
Maiores informações com o autor:
jacksbio@bol.com.br
Título: Os marcadores bioquímicos
no Infarto Agudo do Miocárdio.
Autor: Karina Ferreira Ocon Corrêa
Resumo: A avaliação
dos marcadores cardíacos constitui uma ferramenta
importante que deve ser utilizada no auxílio-diagnóstico
ao médico durante a ocorrência de distúrbios
cardíacos. No entanto, é relevante
ressaltar que um perfil cardiológico deve
ser estabelecido, já que não existe
um marcador bioquímico que tenha a combinação
ideal de sensibilidade precoce e especificidade
cardíaca para ser usado isoladamente durante
a ocorrência de alterações cardíacas,
principalmente o infarto do miocárdio. Recomenda-se
a utilização de diversos testes, que
em conjunto formarão combinações
que permitam a triagem bem sucedida no diagnóstico
e o acompanhamento dos distúrbios cardíacos.
Maiores informações com o autor:
rogerioocon@terra.com.br
Título: Avaliação automatizada
do hormônio tireoestimulante (TSH) por meio
de eletroquimioluminescência (ECL) e enzimaimunoensaio
por micropartículas (MEIA).
Autor: Kelly Andres Bonfim de Oliveira
Resumo: As disfunções
da Tireóide baseiam-se nos sintomas associados
à sua atividade excessiva ou deficiente.
Os testes que avaliam a função da
tireóide são os que determinam diretamente
sua função pela medida de tiroxina
(T4) e triiodotironina (T3) (Hormônios Tireoideanos)
ou indiretamente avaliando a função
do eixo hipotálamo – hipófise,
ou seja, a dosagem do Hormônio Tireoestimulante
(TSH). A dosagem de TSH determina a disfunção
tireoideana. Se a unidade hipotálamo hipofisária
funciona normalmente as concentrações
de TSH estarão inversamente relacionadas
à função tireoideana. O desenvolvimento
de metodologias para a dosagem do TSH, para o uso
rotineiro em laboratórios clínicos
evoluiu rapidamente nos últimos anos e estão
amplamente disponíveis. Os valores de TSH
obtidos pelas diversas metodologias e equipamentos
podem diferir um dos outros em graus variáveis,
tornando difícil o estabelecimento de valores
de normalidade únicos. Além disso,
poderá haver variações na faixa
de normalidade quando se compara diferentes populações.
O presente trabalho teve como objetivo a comparação
dos níveis de TSH em indivíduos clinicamente
normais por duas metodologias numa população
específica para serem relacionados aos valores
de normalidade apresentados pela literatura e conhecer
as variações entre esses métodos.
Os valores observados mostraram que a concordância
verificada entre os dois equipamentos é de
98%, sendo esta considerada alta e que os valores
de TSH encontrados na literatura são adequados
para a população analisadas desde
que consideradas as referências específicas
para cada método.
Maiores informações com o autor:
19 – 3672 3020
Título: Diabetes Mellitus.
Autor: Laura Maria Lopes Cansado
Resumo: Os hormônios constituem
importante via de integração das funções
orgânicas no homem; os hormônios encarregam-se
da regulação da atividade metabólica
de células possuidoras de receptores específicos
na membrana ou intracelularmente, denominadas células-alvo.
Os hormônios são mensageiros químicos
de natureza protéica ou esteroidal, sintetizados
e secretados por glândulas de secreção
interna, que em conjunto formam o sistema endócrino.
O termo hormônio (palavra grega, hormon =
eu ativoi) foi sugerido em 1902 e utilizado pela
primeira vez por Bayliss e Starling, em 1905, para
associar a secreção endócrina
com a manutenção da constância
do meio interno. Os efeitos hormonais podem ser
agrupados em: a) Morfogênicos que incluem
a influência hormonal sobre os processos de
crescimento e desenvolvimento; b) Tróficos
que se referem à regulação
da movimentação de nutrientes (carboidratos,
lipídios, proteínas, sais minerais,
vitaminas, água) a fim de manter condições
ambientais normais para a atividade metabólica
celular; c) comportamentais que por meio de integração
funcional neuroendócrina induzem às
variações do padrão comportamental.
A ação hormonal visa principalmente
alterar a função dos genes, a permeabilidade
membranal e a atividade de sistemas enzimáticos,
promovendo variação na velocidade
de síntese protéica. A secreção
hormonal é regulada principalmente por mecanismos
de retroalimentação negativa, em que
o nível hormonal na corrente sanguínea
desempenha papel relevante, pois, quando a concentração
no sangue está elevada, ocorre imediata inibição
da secreção e, quando está
baixa, há estimulação da secreção
hormonal. Disfunções no mecanismo
de controle podem induzir a alterações
morfogênicas, tróficas e comportamentais
em decorrência de excesso (hiperfunção)
ou falta (hipofunção) de hormônios
secretados pelas glândulas de secreção
interna. O aparecimento do Diabetes Mellitus aparece
no organismo humano, relacionado ao descontrole
dos hormônios pancreáticos.
Maiores informações com o autor:
17 – 3621 2235
Título: Diabetes Mellitus: um mal
invisível.
Autor: Leandro Araújo Tezim
Resumo: A Organização Mundial
da Saúde estima que existam hoje no mundo
mais de 171 milhões de portadores do diabetes
mellitus e prevê que em menos de 30 anos esse
seja mais que o dobro. O Brasil está na lista
dos 10 países com mais diabéticos
no mundo, ultrapassando número maior que
7 milhões de brasileiros diabéticos
hoje. O diabetes é a quarta causa básica
de morte no país e a primeira responsável
pela cegueira e amputações de membros
inferiores. Sendo esta doença problema de
saúde pública em âmbito mundial
e nacional, é mais do que necessário
que sejam divulgadas informações referentes
à prevenção, controle e tratamento
da doença a fim de se reduzir as estatísticas
tão negativas relacionadas ao diabetes. Neste
sentido, este trabalho pretende apresentar-se como
mais uma fonte de informações sobre
a doença.
Maiores informações com o autor:
leandrotezim@ig.com.br
Título: As ações do
veneno de cobra no organismo do ser humano.
Autor: Milena Samartino
Resumo: Os acidentes ofídicos
no Brasil representam em média 20.000 casos/ano.
Sendo sua maioria nas regiões Sudeste e Sul,
as mais populosas e que contam com melhor organização
de serviços de saúde e sistema de
informação. O veneno ofídico
é uma adaptação evolutiva das
serpentes onde cada espécie possui sua peçonha
específica. Não há uma fórmula
que defina o veneno ofídico, pois este é
um conjunto de inúmeras enzimas que terão
ações distintas como: ação
proteolítica, coagulante, neurotóxica
e nefrotóxica.
Maiores informações com o autor:
34 – 9974 6850
Título: Marcadores tumorais e o câncer.
Autor: Natália Satim V. Hummel
Resumo: Os chamados Marcadores Tumorais
correspondem a uma gama variada de fatores séricos,
nucleares e citoplasmáticos, possuindo as
características peculiares a cada um. Eles
podem ser auxiliares no diagnóstico e prognóstico
das neoplasias. O conhecimento exato das suas características
pode determinar o seu uso correto, pois podem estar
presentes em situações não
neoplásicas também. O bom senso e
o quadro clínico do paciente formam juntamente
com o uso correto de marcadores um importante subsídio
para o médico que trabalha com o tratamento
do câncer.
Maiores informações com o autor:
satimhummel@yahoo.com.br
Título: Anemia Ferropriva.
Autor: Neiva Aparecida Garcia Santana
Resumo: A anemia por deficiência
de ferro é a causa mais comum de deficiência
nutricional em qualquer faixa etária. É
um problema de saúde pública não
somente no Brasil, mas no mundo todo. Apesar de
suas causas, de prevenção e de tratamento
serem bem conhecidos, ainda é altamente prevalente,
tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento,
sendo estimado que aproximadamente 1,2 bilhão
tenha anemia por deficiência de ferro. Neste
estudo pretendo mostrar uma revisão literária
abordando a principal carência nutricional
em nosso meio: a falta de ferro, que resulta em
anemia, dando ênfase as suas causas, manifestações
clínicas, diagnóstico e tratamento.
Maiores informações com o autor:
66 – 3423 5344
Título: A transfusão sanguínea
e seus substitutos.
Autor: Nivia Maria Martins Pinheiro Souza
Resumo: Embora o tratamento transfusional
seja muito utilizado, sabe-se que jamais será
isento de riscos. Desta forma, existem tratamentos
alternativos que podem salvar muitas vidas sem riscos
posteriores. Estima-se que 20% das transfusões
sanguíneas resultam em algum efeito adverso
para o receptor. Portanto, a relação
risco/benefício deve sempre ser analisada
em cada caso no momento da indicação
da transfusão. A transfusão de hemácias
deve ser realizada, de forma geral, para tratar
ou prevenir uma iminente e inadequada liberação
de oxigênio aos tecidos, com conseqüente
hipóxia tecidual. De maneira ideal, a decisão
da realização da transfusão
de hemácias deve ser baseada em vários
fatores clínicos, como: idade do paciente,
velocidade da instalação da anemia
de co-fatores fisiológicos que afetam a função
cardio-pulmonar e a circulação.
Maiores informações com o autor:
11 – 6524 1843
Título: Diagnóstico em diabetes
gestacional.
Autor: Olinda Maria de Queiroz
Resumo: A gravidez modifica o metabolismo
de hidrocarbonatos e vários fatores contribuem
para isso. São fatores que aumentam, uns
a síntese dos glicídios, outros a
resistência à ação periférica
da insulina, o que resulta na elevação
da glicemia, mais evidente depois do primeiro trimestre.
Na gestação normal, a resposta a essas
alterações consiste no crescimento
da produção da insulina. A diabética
é incapaz de produzir o hormônio à
altura das exigências, tendo seu quadro metabólico
progressivamente agravado. O “stress”
diabetogênico, devido ao aumento de níveis
hormonais, exige o aumento da dose de insulina nas
pacientes com diabetes anterior à gestação;
este stress pode levar ao diabetes gestacional em
mulheres que previamente eram clinicamente normais,
mas cuja reserva pancreática era insuficiente.
A hiperglicemia materna leva à hiperglicemia
fetal e à hiperinsulinemia fetal. Estas alterações
são responsáveis pela maior parte
da morbidade e mortalidade perinatais, características
da diabetes mal-controlada da gestante. As conseqüências
destes transtornos do metabolismo materno são:
morte súbita no 3º trimestre da gravidez;
macrossomia fetal; malformações congênitas;
afecções do período neonatal
(síndrome da insuficiência respiratória,
hipoglicemia e hiperbilirrubinemia); polidrâminio;
trabalho de parto prematuro; doenças hipertensiva
específica da gestação. A ccetoacidose
materna é causa freqüente de morte fetal
intra-uterina. Podemos descrever a evolução
clínica do diabetes durante a gravidez separando
em três períodos: no primeiro trimestre
o consumo de glicose pelo concepto reduz as necessidades
de insulina, sendo freqüentes os episódios
de hipoglicemia. No segundo trimestre. Começam
a atuar os fatores hiperglicemiantes e contra-insulínios,
elevando-se rapidamente a glicemia e, com isso,
as necessidades de insulina. No terceiro trimestre,
continuam aumentando as necessidades de insulina
até as últimas semanas, quando começa
o envelhecimento placentário e reduz-se a
produção dos fatores hiperglicemiantes.
A ocorrência de hipoglicemia indica a proximidade
do parto. Cuidados de Enfermagem, incentivar o paciente
a seguir a dieta prescrita; orientar o paciente
quanto à sua doença, o tratamento
e os cuidados que devem ter consigo mesmo e a importância
da insulinoterapia; administrar insulina conforme
prescrição, observando os seguintes
cuidados: observar via de administração,
dosagem e horário rigorosamente; identificar
o frasco corretamente antes de aspirar à
medicação; usar seringa apropriada
para dosagem; fazer rodízio no local da aplicação;
observar reações após administração
de insulina e qualquer alteração no
estado do paciente, chamar a enfermeira; manter
o frasco de insulina sob refrigeração;
observar a evolução dos sintomas e
anotar; administrar hipoglicemiantes orais, seguindo
prescrição; fazer testes de controle,
glicoceto e/ou dextrostix; observar e comunicar
sintomas de hiperglicemia ou hipoglicemia; por ocasião
da alta, orientar o paciente quanto: auto-aplicação
de insulina; dieta balanceada e fracionada; realização
de testes para controle.
Maiores informações com o autor:
34 – 3454 1434
Título: Enzimas marcadoras em cardiologia.
Autor: Ovídio Augusto de Vito
Resumo: A avaliação dos marcadores
cardíacos constitui uma ferramenta importante
que deve ser utilizada no auxílio diagnóstico
ao médico durante a ocorrência de distúrbios
cardíacos. No entanto, é relevante
ressaltar que um perfil cardiológico deve
ser estabelecido, já que não existe
um marcador bioquímico que tenha a combinação
ideal de sensibilidade precoce e especificidade
cardíaca para ser usado isoladamente durante
a ocorrência de alterações cardíacas,
principalmente o infarto do miocárdio. Recomenda-se
a utilização de diversos testes, que
em conjunto formarão combinações
que permitam a triagem bem sucedida no diagnóstico
e o acompanhamento dos distúrbios cardíacos.
Maiores informações com o autor:
62 – 3353 1000
Título: Leucemia Linfóide
Aguda “A cura pelo sorriso”.
Autor: Raquel Furtado Costa
Resumo: A Leucemia Linfóide Aguda
é uma das doenças malignas que mais
afeta crianças e adolescentes menores de
15 anos, representando 75% dos casos e o pico de
incidência ocorre aos 3 ou 4 anos de idade.
Acontece em uma proporção um pouco
maior nos meninos, e pode ocorrer com maior freqüência
em pacientes portadores de outras doenças
como Síndrome de Down ou algumas imunodeficiências,
mas na maioria das vezes há uma explicação
casual direta. As LLA são subclassificadas
em L1, L2 e L3, analisando as características
das células cancerosas, os blastos. Assim,
para a confirmação do diagnóstico
realizam-se exames específicos como mielograma,
biópsia de medula óssea, onde estará
identificada e confirmada a doença. A doença
mostra sinais e sintomas que por muitas vezes podem
ser confundidos, como falta de apetite, palidez,
fraqueza, cansaço, irritabilidade, quadros
que vão alterando-se com a progressão
da doença na medula, como a palidez bem acentuada,
sangramentos, febre, dores ósseas e musculares
intensas. Mesmo utilizando-se dos melhores medicamentos
e tratamentos existe sempre a possibilidade de recidiva,
e nesses casos utiliza-se o uso de outras quimioterapias
mais potentes ou até mesmo um transplante
de medula óssea. Mas com o avanço
da medicina, farmacologia e procedimentos, já
é possível chegar a cura com ótima
qualidade de vida, e isso ocorre graças a
trabalhos humanitários como o do GRAACC e
IOP, onde a cura vem acompanhada de sorrisos e números
positivos, 80% de cura para leucemias.
Maiores informações com o autor:
tiatal@bol.com.br
Título: Tuberculose: um mal de ontem
e de hoje.
Autor: Rodrigo Murai Minholi
Resumo: Por mais que já existam
tratamento e cura da tuberculose ou ainda que sejam
apresentados com freqüência avanços
e descobertas científico-tecnológicas
acerca da doença, a tuberculose ainda hoje
se configura como um problema de saúde pública
mundial. Isto porque, principalmente em países
em desenvolvimento, milhões de pessoas morrem
anualmente vítimas dessa doença. Como
doença infecto-contagiosa, fatores sociais
são peças-chave tanto no processo
de combate quanto na disseminação
da tuberculose. Por isso a enfermidade que um dia
foi conhecida como “doença dos poetas”,
mais recentemente tem recebido a adequada denominação
de “mal social”. Na lista de países
com maiores índices de tuberculose em suas
populações, o Brasil ocupa o 15º
lugar. Tal fato se deve à intervenção
estatal tardia no controle à doença
– iniciada na década de 30, à
precariedade dos serviços de saúde
pública, à de informações
a respeito da tuberculose, em que serão abordadas
características específicas da doença
que possam ser úteis tanto a especialistas
quanto à população em geral.
Maiores informações com o autor:
18 – 3772 2772
Título: Hormônios.
Autor: Rogério Tiveron Toffoli
Resumo: Os hormônios são substâncias
químicas que circulam pelo organismo via
corrente sanguínea para atuarem em locais
anatomicamente distantes, onde estimulam vários
processos. A glândula endócrina (do
grego endos, dentro, e Krynos, secreção)
é chamada assim porque lançam sua
secreção, isto é, seus hormônios
diretamente no sangue, por onde eles atingem todas
as células do corpo. Cada hormônio
atua apenas sobre alguns tipos de células,
denominado célula-alvo. As células-alvo
de um hormônio possuem, na membrana ou no
citoplasma, proteínas chamadas de receptores
hormonais, capazes de se combinar especificamente
com as moléculas do hormônio. Os hormônios
são classificados quanto à natureza
química em: protéicos e esteróides.
As principais glândulas do nosso organismo
são glândula hipófise, glândula
tireóide, glândula supra-renais, pâncreas,
glândula paratireóides, ovários,
testículos, glândula pineal e a glândula
timo. Os hormônios possuem dois mecanismos
de ação: ativação do
sistema AMP cíclico das células, que
ativam as funções celulares e a ativação
dos genes das células, que provocam a produção
de proteínas intracelulares, que desencadeiam
funções celulares específicas.
Maiores informações com o autor:
rogeriotoffoli@ig.com.br
Título: Avaliação epidemiológica
da Hanseníase no município de Barra
do Garças – MT no ano de 2005.
Autor: Sidnei Juliani
Resumo: A hanseníase é um
doença infecciosa causada pelo bacilo de
Hansen que se manifesta lentamente e afeta principalmente
pele, nervos e músculos. Durante muito tempo,
o tratamento exigia a internação do
paciente, porém, em 1941, surgiu à
primeira droga para combate-la conhecida como sulfona,
e mais tarde, em 19891, o esquema de tratamento
chamado poliquimioterapia. Na década de 90,
a Organização Mundial de Saúde,
com os países membros, propôs a eliminação
da doença como um problema de saúde
pública, de forma que em 2000 chegasse à
marca de um doente para cada 10 mil habitantes.
Porém como não foi atingida a proposta,
prorrogou-se até 2005 para atingir a meta.
Este estudo visou avaliar a situação
da hanseníase em Barra do Garças-MT
até dezembro de 2005, data colocada como
meta para reduzir à marca de um doente para
10 mil habitantes, número este que não
foi alcançado. Mostramos, então, com
essa pesquisa que muito trabalho ainda necessita
ser feito para o controle e total erradicação
da Hanseníase.
Maiores informações com o autor:
sid-juli@ibest.com.br
Título: Marcadores tumorais.
Autor: Talge Murad
Resumo: Ao decorrer desta monografia, revisamos
o conceito sobre tumor ou neoplasia que é
um grupo de doenças associadas ao desenvolvimento,
crescimento e propagação desordenada
das células devido a uma alteração
na expressão gênica. O câncer
é a transformação maligna associada
a certas características comuns a todas células
tumorais onde ocorre a perda do controle regulatório
interno e externo, perda do controle do crescimento
celular e perda das suas funções nos
tecidos saudáveis, infiltrações
nos tecidos adjacentes, formação de
metástases por vias hematogênicas ou
linfáticas. Todas estas alterações
são conseqüências diretas de fatores
etiológicos como: biológicos, químicos,
físicos, oncogenes. Os marcadores tumorais
são substâncias produzidas principalmente
por tumores e liberadas na circulação,
cuja dosagem quantitativa, pode dar indícios
da situação do tumor. Não faz
o diagnóstico de câncer, mas é
um indicativo da progressão do tumor. Os
marcadores tumorais produzidos por câncer
incluem as enzimas e isoenzimas, hormônios,
antígenos oncofetais, glicoproteínas,
moléculas do sistema imunológico,
produtos de oncogenes e transformações
genéticas. Os marcadores tumorais são
utilizados para monitorar o tratamento do câncer,
onde são regularmente dosados durante o tratamento
com o objetivo de avaliar se o mesmo está
funcionando, na avaliação da resposta
terapêutica ou na detecção precoce
de recidiva. Os marcadores são úteis
na triagem em casos específicos, como em
grupos de alto risco, associados a exames complementares,
diagnóstico diferencial, avaliação
de prognóstico. Os marcadores conhecidos
até hoje, não são sensíveis
o suficiente para detectar muito precocemente o
aparecimento de algumas células cancerosas,
e nem altamente específicos para não
serem detectados em doenças benignas em indivíduos
saudáveis. Atualmente com o avanço
conseguido com os marcadores já podemos garantir
uma sobrevida melhor aos pacientes com câncer.
Avaliando a volta dos níveis do marcador
tumoral a níveis normais, indica a completa
remoção ou remissão do tumor
com o tratamento. Uma queda inicial no nível
dos marcadores tumorais com o subseqüente aumento
indica tumor residual ou metástase. Um aumento
nos níveis do marcador tumoral após
período de normalização indica
recorrência.
Maiores informações com o autor:
talgemurad@uol.com.br