Título: Anemia ferropriva.
Autor: Alexandra Valéria Brunelli
Resumo: A anemia por deficiência
de ferro é tão comum no mundo que
é encontrada, virtualmente, em todos os países,
incluindo os industrializados. Os grupos populacionais
mais vulneráveis a anemia ferropriva de qualquer
natureza incluem, em ordem de prioridade: mulheres
grávidas e lactentes, crianças (0-2
anos), crianças pré-escolares (2-6
anos), mulheres não grávidas em idade
de procriação, idosos, adolescentes
e homens adultos. A anemia ferropriva traz os seguintes
efeitos adversos ou conseqüências como
a diminuição da produtividade no trabalho,
diminuição da capacidade de aprendizado,
retardamento do crescimento, apatia (morbidez),
perda significativa de habilidade cognitiva, baixo
peso ao nascer e mortalidade perinatal. Além
disso, pode ser responsável ou estar associada
a até 50% das mortes de parturiente e ser
a causa primária de uma entre cinco mortes
de parturientes. O presente trabalho tem como apresentar
um estudo exploratório com o objetivo de
proporcionar esclarecimentos sobre a anemia ferropriva.
Título: Anemia na Insuficiência
Renal Crônica.
Autor: Alírio Marques Pereira
Resumo: A anemia nos pacientes
com insuficiência renal crônica ocorre
freqüentemente por vários fatores, sendo
as causas mais comuns a deficiente produção
de eritropoietina e a deficiência de ferro.
A anemia que se desenvolve é do tipo normocítica
e normocrômica, características das
anemias por doenças crônicas. De classificação
etiopatogênica, a anemia se desenvolve por
diminuição na produção
de eritrócitos. As causas principais que
levam a insuficiência renal crônica
são as diabetes, a hipertensão arterial,
inflamações e infecções
nos rins. No acompanhamento do quadro da anemia
é necessária a avaliação
constante das reservas de ferro nesses pacientes.
A avaliação das reservas de ferro
é feita principalmente pela dosagem da ferritina,
mais a dosagem da zincco protoporfirina pode ser
útil no diagnóstico da anemia. A partir
do desenvolvimento da eritropoetina recombinante,
essa tem sido a melhor forma de tratamento da anemia
na insufuciência renal crônica com uso
concomitante da reposição de ferro.
Paciente em hemofiálise há muito tempo,
desenvolve uma melhora da anemia que pode ser devido
ao desenvolvimento de cistos renais produtores de
eritropoetina.
Maiores informações com o autor:
labnacional@brturbo.com.br
Título: Policitemia vera.
Autor: Angélica Kurek
Resumo: A policitemia Vera (PV)
é um aumento das células sanguíneas
(principalmente de glóbulos vermelhos), como
resultado de um aumento da produção
pela medula óssea. Assim, é um distúrbio
da medula óssea do tipo adquirido, o qual
causa um superprodução em todas as
três linhas de células sanguíneas:
glóbulos brancos, glóbulos vermelhos
e plaquetas. Este é um distúrbio raro,
que ocorre com maior freqüência em homens
e quase nunca em pessoas com menos de 40 anos. Sua
causa é desconhecida e a doença é
considerada como uma neoplasia hematológica.
A doença se desenvolve lentamente, em geral
após os 50 ou 60 anos de idade e pode progredir
até converter-se em uma LMA. A viscosidade
do sangue e o aumento de plaquetas resultam em um
alto potencial para a formação de
coágulos, que pode causar derrame ou um ataque
cardíaco. Em alguns pacientes ocorre uma
hemorragia porque, apesar da presença de
um grande número de plaquetas responsáveis
pela coagulação sanguínea,
sua capacidade de coagulação está
deteriorada. Os fatores de risco são desconhecidos,
porém a incidência é maior nas
pessoas de ascendência judaica. Os sintomas
são causados pelo incremento da viscosidade
e da coagulação sanguínea.
O objetivo do tratamento é reduzir a alta
viscosidade do sangue causada pelo incremento da
massa de glóbulos vermelhos e evitar sangramentos
e trombose. Não existem métodos de
prevenção conhecidos.
Maiores informações com o autor:
angélica.kurek@bol.com.br
Título: Anemia megaloblástica
e suas diversas causas.
Autor: Camila Vilela França
Resumo: A anemia megaloblástica
ocorre por defeito na síntese do DNA e tem
como característica peculiar a macrocitose,
resulta da deficiência de vitamina B12 e ácido
fólico. Estes dois nutrientes são
essenciais na alimentação, pois atuam
no metabolismo de quase todas as células
do organismo e sua ação é justamente
na síntese do DNA. Partindo desse princípio,
as células que tem proliferação
com mitoses freqüentes necessitam de maior
síntese de DNA e conseqüentemente de
maior quantidade de vitamina B12 e ácido
fólico. É o caso das células
da linhagem hematopoiética. Porém
em situações diferentes tais como:
mal absorção gástrica ou intestinal,
dieta inadequada, afecções diversas,
medicamentos ou aumento da utilização,
estas células são privadas parcial
ou completamente de vitamina B12 e ácido
fólico, e isso ocasiona a Anemia Megaloblástica.
Maiores informações com o autor:
camilavilela2003@yahoo.com.br
Título: Leucemia Mielóide
Crônica.
Autor: Claudia de Andrada Muraro
Resumo: Este trabalho engloba
uma doença mieloproliferativa maligna, a
leucemia mielóide crônica (LMC), com
principal atenção aos aspectos laboratoriais,
com ênfase no hemograma, aspectos clínicos
e tratamento.
Maiores informações com o autor:
claudiamuraro@yahoo.com.br
Título: Talassemias Alfa e Beta.
Autor: Elcea Lucy Ramos Rosseto Genaro
Resumo: As talassemias são
desordens hereditárias caracterizadas por
ausência ou síntese diminuída
de uma das cadeias de globina a
ou b. Possuem
um amplo espectro clínico variando desde
indivíduos assintomáticos até
com crianças apresentando anemia grave. Classificam-se
de acordo com a cadeia de globina cuja síntese
encontra-se deficiente. A forma mais grave de beta-talassemia,
a beta-talassemia major ou anemia de Cooley, caracteriza-se
por uma grave anemia e por complicações
da sobrecarga de ferro que limitam a vida do indivíduo.
A talassemia intermédia é uma anemia
menos grave que a anterior, não necessitando
de transfusão crônica, via de regra
o paciente até a fase adulta. A talassemia
minor, caracteriza-se por uma morfologia anormal
das hemácias, com discreta ou nenhuma anemia.
Maiores informações com o autor:
laboratoriosabin@uol.com.br
Título: Levantamento retrospectivo
do índice hematimétrico RDW (Red Cell
Distribution Width) alterado e sua inter-relação
com as alterações morfológicas
dos eritrócitos, e demais índices
hematimétricos, em pacientes ambulatoriais
atendidos no laboratório Dirceu Dalpino em
Bauru, São Paulo.
Autor: Francisco José Canhos
Resumo: Estudo retrospectivo realizado
em 260 pacientes ambulatoriais na região
de Bauru, São Paulo que tem por objetivo
avaliar a utilização do RDW alterado
(acima de 15,0%) como coadjuvante no diagnóstico
das alterações morfológicas
dos eritrócitos, fazendo assim um diagnóstico
diferencial e percentual dos tipos de anemias que
incidem nessa região, onde foi constatado
que o índice RDW se tornou uma ferramenta
excelente na interpretação das anemias,
embora a citologia microscópica e um profissional
bem atualizado sejam de vital importância
para o diagnóstico final.
Maiores informações com o autor:
chicocanhos@yahoo.com.br
Título: Malária.
Autor: Jofran da Cruz Barroso
Resumo: A malária, ainda
hoje, consiste numa das principais enfermidades
que assola a humanidade. Permanecendo como a principal
doença infecciosa da atualidade, tendo o
índice de mortalidade maior que a AIDS e
menor apenas que a tuberculose, o que a torna segundo
a Organização Mundial de Saúde,
um grave problema de Saúde Pública.
A malária ainda hoje mata cerca de dois milhões
de pessoas em todo o mundo, principalmente crianças
entre 0 e 5 anos de idade e somente no Brasil cerca
de 500 mil novos casos são registrados todos
os anos na Região Amazônica. Dados
epidemiológicos, altamente influenciados
por diversas variantes como fatores demográficos
(como clima, vegetação e fauna) e
fatores sócio-econômicos. Apesar da
importância que a doença representa
para o bem-estar do homem, nas últimas décadas
o combate à malária não tem
sido prioridade no plano de saúde do governo
da maioria dos países desenvolvidos, onde
o parasito e/ou o vetor foi eliminado, como Europa
e Estados Unidos, impedindo o avanço tecnológico
nas diferentes áreas biomédicas, como
farmacologia, genética e biologia molecular,
afim da exterminação global da doença.
Assim países subdesenvolvidos, como a África,
ficam a “mercês” desta patologia.
Desta forma este trabalho tem como objetivo realizar
um levantamento bibliográfico a fim de demonstrar
de forma sucinta e direta a trajetória da
malária na história da humanidade
desde o seu descobrimento até os dias atuais,
citando avanços na área diagnóstica
e molecular.
Maiores informações com o autor:
jofrandf@ig.com.br
Título: Alterações
hematológicas laboratoriais em um grupo de
pacientes com suspeita de dengue, procedentes do
município de Dourados, MS.
Autor: Luciano Morais Melo
Resumo: O dengue é uma
doença febril aguda, com duração
de cinco a sete dias, sendo uma infecção
de amplo espectro, que varia desde a forma assintomática
até quadros de hemorragia e choque, podendo
evoluir para o óbito em alguns casos. A identificação
precoce dos casos é de vital importância
para a tomada de decisões e implementação
de medidas que visem principalmente o controle da
doença. Epidemias de dengue acometem com
freqüência diversos municípios
brasileiros, principalmente durantes os períodos
das chuvas e nos meses mais quentes do ano. Somente
nos primeiros sete meses do corrente ano, notificou-se
no estado de Mato Grosso do Sul 7.354 casos de dengue,
um aumento em torno de mil por cento em relação
ao mesmo período do ano anterior, de acordo
com a Secretaria Estadual de Saúde. Os municípios
de Dourados, situado no centro-sul do estado, e
de Três Lagoas na região leste, foram
os mais atingidos pela epidemia. No município
de Dourados, com população aproximada
de 190.000 habitantes, apenas nos primeiros sete
meses deste ano foram notificados 2.081 casos de
dengue, sendo confirmados 1.652 como positivos para
a enfermidade, sendo que 1.646 destes apresentaram-se
na forma clássica da doença, e seis
forma mais grave, a febre hemorrágica do
dengue. Neste contexto, durante os períodos
que registraram os maiores índices de notificação
da doença, (o trimestre compreendido entre
março, abril e maio), foram analisadas as
principais alterações hematológicas
laboratoriais de amostras de um grupo de 300 pacientes
atendidos pela rede pública municipal de
saúde de Dourados, todos encaminhados com
suspeita de dengue, após a realização
do exame médico.
Maiores informações com o autor:
lucmorais@yahoo.com.br
Título: Sífilis. Índice
de VDRL Reagente em Parturientes.
Autor: Luiz Antonio Aparecido
Resumo: A sífilis é
uma doença infecciosa crônica, causada
pela bactéria Treponema pallidum, sendo habitualmente
contraída pelo contato sexual com um indivíduo
infectado. Entre as doenças infecciosas,
ela é notável pela sua grande variedade
de manifestações clínicas.
Quando não-tratada, evolui para os estágios
primários, secundário e terciário.
Os estágios iniciais (primário e secundário)
são infecciosos. Ocorre a cicatrização
espontânea das lesões iniciais, seguida
de longo período de latência. Em cerca
de 30% dos pacientes não-tratados, verifica-se
o desenvolvimento de doença tardia do coração,
sistema nervoso central (SNC) e outros órgãos.
Antigamente, a doença era denominada a grande
simuladora. Apesar de hoje em dia, ser menos comum
do que antigamente, ela continua representando um
grande desafio para o médico em virtude das
suas múltiplas manifestações,
bem como sendo de grande interesse para os biólogos,
em virtude do longo e tênue equilíbrio
entre o hospedeiro e a espiroqueta invasora.
Maiores informações com o autor:
luizantonio@ig.com.br
Título: Anemias microcíticas.
Autor: Marciete de Fátima Munis Costa Macedo
Resumo: Diante da exposição
feita até o presente momento acerca dos diversos
tipos de anemia microcítica, assim como de
suas diversas etiologias, fica claro que diante
de um quadro anêmico com tal característica
não deve-se considerar como possibilidade
exclusiva o diagnóstico de anemia carencial
por deficiência de ferro. O paciente deve
ser investigado tanto clínica quanto laboratorialmente,
de maneira mais profunda, evitando desta forma,
diagnósticos errôneos e tratamentos
inificientes.
Maiores informações com o autor:
allinemunis@hotmail.com
Título: Beta Talassemias.
Autor: Márcio Alcino Zeuli
Resumo: As talassemias constituem
um grupo heterogêneo de doenças hereditárias,
caracterizadas por anemia hemolítica ce hipocromia
nas hemácias. Existem vários tipos
de talassemia já que as mutações
podem ocorrer em diferentes tipos de cadeias polipeptídicas,
cada uma delas com manifestações clínicas
e bioquímicas próprias. Nas talassemias
há alteração quantitativa na
produção das cadeias polipeptídicas
da hemoglobina levando a um desequilíbrio,
que é classificado de acordo com a cadeia
afetada. Se a produção de cadeias
a está diminuída
é chamada de Talassemia a
e o desequilíbrio acarretado é na
“sobra” de cadeias b.
Por outro lado, se a produção de cadeias
b é que está
diminuída estamos diante de uma Talassemia
Beta com “sobra” na produção
de cadeias a. Sendo esta
que será descrita nesta monografia. Existem
outros tipos mais raros de talassemias que há
acometimento na produção de mais de
uma cadeia polipeptídicas de hemoglobina,
como o caso de yb Talassemia.
Este desequilíbrio na síntese de cadeias
globínicas que é o responsável
pelas manifestações clínicas
das talassemias que ocorrem geralmente por: deleção
de gen; perda de uma secção do gen;
erros de transcrição.
Maiores informações com o autor:
marciozeuli@ig.com.br
Título: Anemia Ferropriva.
Autor: Maria Abadia da Costa
Resumo: A ferropenia é
uma das carências nutricionais que mais acomete
a população mundial. A principal conseqüência
da ferropenia é o desenvolvimento da anemia
ferropriva. Mesmo sendo reconhecido que o problema
é mundial e que acomete todas as classes
da sociedade, no Brasil não existem dados
que fornecem com exatidão a real situação
do fato. O ferro participa na composição
de várias moléculas no corpo humano,
mais sua maioria se encontra na composição
da molécula de hemoglobina. A diminuição
da concentração da molécula
de hemoglobina é o que caracterizam de forma
geral todas as anemias. Na anemia ferropriva, são
várias as causas que levam a ferropenia.
Muito raramente somente a carência nutricional
causa a deficiência do ferro no organismo.
De certa forma, a reposição do ferro
pode ser tratada de maneira simples, mais deve se
tratar primeiro a causa que levou essa carência.
Maiores informações com o autor:
labnacional@brturbo.com.br
Título: Dengue: Orientações
para um problema cultural.
Autor: Maria Helena Rosa da Matta Clementino
Resumo: A análise do controle
de doenças transmitidas por vetores no Brasil
necessita considerar três aspectos: a urbanização
da população, a transformação
do caráter eminentemente rural dessas doenças
em concomitante transmissão urbana ou peri-urbana
e a descentralização do controle para
municípios. A imensa maioria da população
está vivendo nas cidades. Algumas doenças
passaram a ser transmitidas em áreas peri-urbanas
ou urbanas, graças à emergência
ou re-emergência de seus vetores nessas áreas,
como dengue, leishmaniose visceral e malária.
Há dificuldades para o controle: as atividades
em áreas rurais são operacionalmente
mais efetivas, pois atingem coberturas mais elevadas;
são mais bem aceitas pela população
do que as exercidas em áreas urbanas. A descentralização
do controle para os estados e municípios
está em implementação e há
também dificuldades, pois o controle vetorial
não fazia parte da prática desses
entres federativos. Para um controle mais efetivo,
há necessidade de determinação
política, ações multi-setoriais
e uso racional de inseticida.
Título: Talassemia alfa.
Autor: Mariana Scalcon
Resumo: Nas talassemias existe
um defeito genético nas seqüências
que regulam a transcrição de genes
a ou b,
resultando na deficiência quantitativa, na
síntese da cadeia globínica correspondente.
Isto conduz a um desequilíbrio entre estas
cadeias, que são tóxicos para as hemácias
e induz morte intramedular dos eritroblastos e hemólise
periférica. Devido à alta diversidade
de genótipos (homo e heterozigotos, número
de genes afetados, tipo a
ou b, intensidade da
deficiência de síntese), há
grande heterogeneidade nos preparados clínicos
e laboratoriais. Portanto, as talassemias variam
desde o simples traço talassêmico (assintomático)
até uma talassemia maior (sintomática
e grave). Ocorrem extensamente na África,
países do Mediterrâneo, no Oriente
Médio e sudeste da África. No Brasil
está presente em 4% dos indivíduos
de cor branca, e entre os negros atinge até
15%. A talassemia alfa é a forma das talassemias
mais comum em todas as regiões do mundo.
A síntese das cadeias alfa é controlada
por um conjunto de genes, situados no cromossomo
16. Há uma redução da síntese
de uma ou mais das cadeias resultando em formas
diferentes da doença. Na forma homozigota,
ocorre deleção dos quatro genes alfa,
é a hidropsia fetal, anemia muito grave incompatível
com a vida. Na forma heterozigota pode-se ter a
deleção de um, dois ou três
genes alfa, sendo classificados em portador silencioso,
traço talassêmico e doença de
Hb H respectivamente. Pacientes heterozigotos com
talassemia alfa geralmente não necessitam
de tratamento com ferro, que pode causar acúmulo
na vida adulta e conseqüente toxicidade nos
tecidos. É importante em pacientes heterozigotos
fornecer o aconselhamento genético, para
prevenir o nascimento de descendentes homozigotos.
Título: Alterações
hematológicas e metabólicas em pacientes
renais crônicos submetidos a diálise.
Autor:
Resumo: A insuficiência
renal crônica é definida como resultado
final de múltiplos sintomas e sinais da incapacidade
do rim de manter a homeostase. Ao início
é observado que a patologia permanece de
modo assintomático, após alguns meses
é notado através de exames físicos
e laboratoriais que há redução
da filtração glomerular (cerca de
25%), infecção urinária, além
de hipertensão glomerular. Numa outra fase
da doença, a função renal está
prejudicada em 75%, e o paciente apresentará
noctúria, anemia e uma elevação
de uréia plasmática, assim como de
creatininae ácido úrico, acidose metabólica,
hipercalcemia necessitando de terapia substitutiva
na forma de diálise ou transplante renal.
As principais causas de insuficiência renal
crônica são glomerulonefrite crônica,
seguida de angiosclerona e diabetes mellitus o que
explica a elevação de glicose plasmática.
Também ocorrem distúrbios hidroeletrolíticos
causando desequilíbrio no metabolismo de
sódio, potássio, cálcio, magnésio
e cloreto. Este estudo também tem por fim
avaliar o grau de anemia, os estoques de ferro,
os níveis de ferrtina e transferrina em pacientes
submetidos a diálise em uso de eritropoietina.
Maiores informações com o autor:
brandolis@ibest.com.br
Título: Doença de von Willebrand.
Autor: Michelle Karen Torres
Resumo: A doença de von
Willebrand (DvW) é um distúrbio hereditário
caracterizado por uma lentidão anormal da
coagulação do sangue. Pacientes com
essa doença apresentam hemorragias espontâneas
e prolongadas no nariz e na gengiva. Ocorre aproximadamente
um em cada 1.000 pessoas e incidem na mesma proporção
tanto em homens quanto em mulheres. A doença
de von Willebrand se dá quando um dos fatores
de coagulação, o chamado fator de
von Willwbrand, não funciona corretamente
ou quando este não é produzido em
quantidade suficiente no sangue. Quanto menor o
nível de atividade do fator de von Willebrand
no sangue da pessoa, mais grave é a doença.
Em muitos pacientes com a doença de von Willebrand,
o fator VIII, outro fator de coagulação,
também se apresenta em baixas quantidades.
Pessoas com a doença de von Willebrand precisam
aumentar o nível sanguíneo do fator
de von Willebrand e fator VIII. Algumas pessoas
com a doença de von Willebrand tipo 1, leve
ou moderado, podem ser tratadas com infusão
da substância química DDAVP (acetato
de desmopressina) na forma de injeção
intravenosa ou spray nasal, contendo DDAVP altamente
concentrado. Esta é uma substância
que promove a liberação de fator VIII
e fator de von Willebrand dos locais de armazenamento
no organismo, aumentando os níveis plasmáticos
destes fatores. Pacientes com os tipos 2 e 3 da
doença podem necessitar de reposição
intravenosa de fator de von Willebrand e fator VIII.
O fator VIII é uma proteína muito
importante na coagulação sanguínea.
A deficiência do fator VIII pode resultar
em sangramento intenso. Altos níveis no sangue
podem aumentar o risco de desenvolvimento de um
coágulo. O diagnóstico é feito
em três etapas: 1) identificação
dos pacientes com possível doença
de von Willebrand, baseando-se na história
clínica e em testes de hemostasia de rotina;
2) diagnóstico e definição
do tipo de doença de von Willebrand e 3)
caracterização do subtipo de doença
de von Willebrand.
Maiores informações com o autor:
michellekaren@pop.com.br
Título: Avaliação de
anemias em exames hematológicos de pacientes
em demanda ao laboratório Perfil de Análises
Clínicas.
Autor: Nykelly Mayara de Lima Albuquerque
Resumo: Este trabalho, que envolveu
todos os pacientes que comparecerem ao Laboratório
Perfil de Análises Clínicas na cidade
de Goiânia – GO no período de
maio a julho de 2006, teve como objetivo avaliar
através de exames hematológicos a
prevalência de anemias. Para isso foi avaliado
a distribuição desses pacientes por
faixa etária, gestação, sexo,
tipos de anemia.
Maiores informações com o autor:
kkennynha@ig.com.br
Título: Levantamento de incidência
de leucemias no Hospital de Base do Distrito Federal
- HBDF.
Autor: Olga Gomes dos Santos Nascimento
Resumo: De todas as patologias
que podem acometer o tecido hematopoiético,
talvez a leucemia seja a que mais cause traumas
e complicações ao paciente. O estudo
trata de uma das quatro variantes da leucemia, a
LMA – Leucemia Mielóide Aguda. A abordagem
feita aqui é do ponto de vista biológico
da Leucemia especificamente supracitada. Passando
pela origem e pela formação do tecido
hematopoiético, chegamos às quatro
linhagens da leucemia e sua conseqüente evolução
celular. Importante ressaltar que o objeto desse
estudo é absolutamente de cunho comparativo
e bibliográfico, tendo em vista que foi utilizado
apenas um dos hospitais de toda a rede pública
do Distrito Federal, o Hospital de Base de Brasília
com os seguintes resultados: Apenas 11% de pessoas
submetidas a exames hematológicos apresentaram
leucemia. Dentre os tipos de leucemias observadas
a LMA é mais abundante, enquanto as LL são
menos abundantes. Dos casos de leucemias as LMA
apresentam-se em maior incidência quando comparadas
com as outras. O sexo masculino é o mais
acometido pelas leucemias principalmente o que se
refere a LMA. O sexo feminino apresenta menor incidência
de LMA, porém maior incidência de LMC,
quando comparado com o sexo masculino. A faixa etária
mais acometida de leicemia foi de 20 a 40 anos.
Maiores informações com o autor: cucadf@bol.com.br
Título: Anemia Falciforme.
Autor: Paulo Henrique Tavares Formigoni
Resumo: A Hb S é uma mutação
espontânea qualitativa da Hb A, que ocorreu
na África para preservar os indivíduos
da malária. Quando esta Hb está em
heterozigose, o indivíduo é assintomático;
porém, com o passar do tempo surgiram indivíduos
homozigotos para Hb S. Estes eram portadores de
uma anemia grave, que foi denominada anemia falciforme.
Com a escravidão mo Brasil, os africanos
trouxeram o gene para a Hb S e conseqüentemente
a anemia falciforme. Este trabalho tem como objetivo
a abordagem de algumas particularidades, do diagnóstico
clínico, laboratorial e tratamento desta
hemoglobinopatia, que tem grande incidência
no Brasil.
Maiores informações com o autor: paulo@labcdl.com.br
Título: Leucopenia e Benzeno.
Autor: Rhaissa Gonçalves Souto
Resumo: O presente trabalho constitui-se
em um estudo sobre o nexo causal entre ocorrência
de leucopenia e possível exposição
ao benzeno. Baseia-se na ocorrência de casos
com leucopenia ocorridos a partir de 1985 em vários
estados do país e pela descoberta de pacientes
ou pretensos pacientes na sua grande maioria trabalhadores
oriundos de indústrias siderúrgicas
e possivelmente expostos, em graus variados, ao
benzeno.
Maiores informações com o autor: rhaissasouto@hotmail.com
Título: Miastenia gravis.
Autor: Susane Carvalho Sarkis Marraoui
Resumo: A miastenia gravis é
uma doença autoimune, mediada por autoanticorpos
contra os receptores nicotínicos de acetilcolina
nas junções neuromusculares. As principais
características clínicas desta patologia
são fraqueza muscular intermitente e fatigabilidade.
É encontrada em ambos os sexos e independe
de raça. Afeta indivíduos de todas
as idades, com uma predileção por
mulheres entre 20 e 40 anos e homens entre 60 e
70 anos. Fatores como infecções intercorrentes,
febre e esgotamento físico ou emocional agravam
a debilidade muscular destes pacientes. Este estudo
tem como objetivo conhecer a patogenia, as manifestações
clínicas, o diagnóstico e as opções
terapêuticas na Miastenia gravis.
Maiores informações com o autor: susane_bsb@yahoo.com.br