{"id":1239,"date":"2013-08-14T19:11:28","date_gmt":"2013-08-14T19:11:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1239"},"modified":"2013-08-14T19:11:28","modified_gmt":"2013-08-14T19:11:28","slug":"resumo-monografias-3a-turma-do-curso-de-analises-clinicas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-analises-clinicas\/resumo-monografias-3a-turma-do-curso-de-analises-clinicas\/","title":{"rendered":"Resumo Monografias &#8211; 3\u00aa Turma do curso de An\u00e1lises Cl\u00ednicas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Policitemia Vera.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Alan Silveira Lemos<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A policitemia vera ou policitemia proliferativa prim\u00e1ria \u00e9 caracterizada por hemoglobina, hemat\u00f3crito e contagem de c\u00e9lulas vermelhas elevados, uma massa celular vermelha aumentada, satura\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio normal, esplenomegalia geralmente significante e habitualmente contagem total de leuc\u00f3citos e plaquetas aumentadas no sangue perif\u00e9rico refletem um estado mieloproliferativo neopl\u00e1sico cr\u00f4nico envolvendo todas as s\u00e9ries na medula \u00f3ssea onde os espa\u00e7os gordurosos est\u00e3o bastante reduzidos nos cortes de bi\u00f3psia e a hiperplasia das tr\u00eas linhagens pode atingir 100% de celularidade. \u00c9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica de evolu\u00e7\u00e3o lenta. A causa da policitemia vera \u00e9 desconhecida. Ocorre principalmente em homens de meia idade. A eleva\u00e7\u00e3o da massa eritrocit\u00e1ria se deve ao aumento de produ\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o ao alongamento da vida m\u00e9dia das c\u00e9lulas. A sintomatologia \u00e9 em grande parte atribu\u00edda ao aumento do volume sangu\u00edneo com conseq\u00fcente diminui\u00e7\u00e3o do fluxo devido ao aumento da viscosidade do sangue. No in\u00edcio da doen\u00e7a, as manifesta\u00e7\u00f5es s\u00e3o de cansa\u00e7o, irritabilidade e zumbidos. S\u00e3o comuns as queixas de prurido ap\u00f3s o banho quente. A ocorr\u00eancia de trombose \u00e9 freq\u00fcente e parece estar relacionada \u00e0 doen\u00e7a vascular em associa\u00e7\u00e3o ao aumento da viscosidade do sangue, decr\u00e9scimo do fluxo sangu\u00edneo e aumento das plaquetas. Pode ocorrer tamb\u00e9m epistaxes, equimoses e sangramento da gengiva devido ao sangramento anormal ocasionado por uma defici\u00eancia de coagula\u00e7\u00e3o. O rosto apresenta um rubor caracter\u00edstico, os pacientes podem apresentar as extremidades cian\u00f3ticas e a queixa de sensibilidade ao frio \u00e9 comum devido ao retardamento da circula\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica. A terap\u00eautica \u00e9 direcionada para redu\u00e7\u00e3o do volume sangu\u00edneo, redu\u00e7\u00e3o da viscosidade sangu\u00ednea e diminui\u00e7\u00e3o das plaquetas. Os m\u00e9todos mais usados no tratamento s\u00e3o flebotomia, f\u00f3sforo radioativo (32P) e agentes quimioter\u00e1picos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: lemosalan@bol.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Agentes oxidativos em indiv\u00edduos com defici\u00eancia de G-6-PD.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Ana Carolina Cuttin Siqueira Melo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A defici\u00eancia de glicose-6-fosfato desidrogenase (G-6-PD) \u00e9 uma anemia heredit\u00e1ria comum que atinge mais de 400 milh\u00f5es de pessoas no mundo. A defici\u00eancia desta enzima manifesta-se essencialmente nos eritr\u00f3citos. A G-6-PD catalisa o primeiro passo da via da pentose fosfato, produzindo nicotidamida adenosina dinucleot\u00eddeo (NADPH), que \u00e9 crucial para a prote\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas contra o stress oxidativo, portanto a G-6-PD \u00e9 necess\u00e1ria para proteger a hemoglobina contra a oxida\u00e7\u00e3o. Muitas drogas, agentes diversos, alimentos e doen\u00e7as podem induzir hem\u00f3lise em pacientes deficientes de G-6-PD. A defici\u00eancia de G-6-PD \u00e9 caracterizada por hem\u00f3lise por alterar o metabolismo da glicose no interior das hem\u00e1cias, sendo prevalente nas regi\u00f5es tropicais e subtropicais. \u00c9 uma doen\u00e7a ligada ao cromossomo X, portanto, s\u00f3 mulheres podem transmitir a doen\u00e7a. S\u00e3o vari\u00e1veis os efeitos da defici\u00eancia de G-6-PD, dependendo n\u00e3o s\u00f3 do grau de express\u00e3o do defeito como tamb\u00e9m da variante enzim\u00e1tica e da ra\u00e7a da pessoa afetada. V\u00e1rios testes laboratoriais podem ser realizados podem ser realizados para detectar a defici\u00eancia de G-6-PD. As formas de tratamento para a doen\u00e7a s\u00e3o poucas, mas, basicamente, s\u00e3o semelhantes aquelas das outras anemias hemol\u00edticas. Al\u00e9m disso, como forma de preven\u00e7\u00e3o, os pacientes afetados devem evitar os agentes que induzem hem\u00f3lise como feij\u00e3o Fava, medicamentos diversos, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: olmelo@uol.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: L\u00fapus Eritematoso Sist\u00eamico.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Ana L\u00facia Rosa de Faria<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O L\u00fapus Eritematoso Sist\u00eamico \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica com remiss\u00f5es e recidivas, a qual ainda n\u00e3o foi poss\u00edvel descobrir a cura, devido a sua complexidade. Mas as modernas t\u00e9cnicas de diagn\u00f3stico imunol\u00f3gico s\u00e3o ferramentas indispens\u00e1veis para a elucida\u00e7\u00e3o e monitoramento da doen\u00e7a, a qual pode ser controlada atrav\u00e9s dos tratamentos existentes, para que as pessoas sofredoras desta doen\u00e7a, possam ter uma melhor qualidade de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: bruxinha.analu@ig.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Estudo comparativo entre m\u00e9todos laboratoriais em dosagens de bilirrubinas s\u00e9ricas de pacientes rec\u00e9m-nascidos do Hospital das Cl\u00ednicas de Ribeir\u00e3o Preto &#8211; SP.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Bruno Dias Batista<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A icter\u00edcia neonatal \u00e9 caracterizada pela colora\u00e7\u00e3o amarela da pele dos rec\u00e9m-nascidos em conseq\u00fc\u00eancia de eleva\u00e7\u00e3o da bilirrubinemia acima de 5-7 mg\/dl. Dois ter\u00e7os dos rec\u00e9m-nascidos desenvolvem icter\u00edcia na primeira semana de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 vida extra-uterina. Uma s\u00e9rie de situa\u00e7\u00f5es, dentre as quais a prematuridade, pode fazer com que esses n\u00edveis cres\u00e7am exageradamente, extravasando para v\u00e1rios tecidos, inclusive o sistema nervoso central. A presen\u00e7a de grandes quantidade de bilirrubina por tempo prolongado pode lesar permanentemente estruturas como o globo p\u00e1lido, n\u00facleos subtal\u00e2micos, hipocampo e n\u00facleo \u00f3culo-motor, entre outras, dando origem ao chamado kernicterus. N\u00e3o existe consenso entre os especialistas com rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis de bilirrubinemia que poderiam lesar o prematuro. Parece prudente evitar que essas crian\u00e7as sejam expostas a n\u00edveis muito mais altos que os fisiol\u00f3gicos. N\u00edveis inferiores a 10 mg\/dl parecem oferecer certa seguran\u00e7a, embora saibamos que outros fatores certamente colaboram no aparecimento do kernicterus em pr\u00e9-termos. A incompatibilidade de resultados das dosagtens realizadas pelos diferentes m\u00e9todos, em diferentes laborat\u00f3rios, objetivou este estudo comparativo. Foram realizadas an\u00e1lises por seis procedimentos distintos, incluindo tr\u00eas metodologias diversas. O total de amostragem foi soro coletado de 85 pacientes rec\u00e9m-nascidos acompanhados no ber\u00e7\u00e1rio do HCRP-CAMPUS, no per\u00edodo de quatro meses. Apenas 14 amostras foram poss\u00edveis a realiza\u00e7\u00e3o por todos os m\u00e9todos, devido \u00e0 dificuldade de obten\u00e7\u00e3o do volume de soro dificultando a an\u00e1lise estat\u00edstica. Os m\u00e9todos do HCRP-CAMPUS, apresentaram-se significativos (P&lt;0,0001), comprovando a grande diferen\u00e7a entre os resultados. Conclui-se a necessidade de m\u00e9todos mais precisos para an\u00e1lise da bilirrubina neonatal, pela necessidade imperiosa do acompanhamento m\u00e9dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: brunodiass@terra.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Sinopse obtida na literatura cient\u00edfica para an\u00e1lises laboratoriais na Insufici\u00eancia Renal Cr\u00f4nica.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Carla Borges Ferreira Picinato<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Segundo a literatura cient\u00edfica, as tr\u00eas fun\u00e7\u00f5es principais dos rins s\u00e3o: a excre\u00e7\u00e3o de res\u00edduos, a manuten\u00e7\u00e3o do volume do fluido extracelular e a s\u00edntese hormonal. A Insufici\u00eancia Renal Cr\u00f4nica consiste no decl\u00ednio lento e progressivo do funcionamento renal em grau suficiente para causar reten\u00e7\u00e3o de res\u00edduos nitrogenados no organismo. No presente trabalho foi descrito os mais importantes e usuais exames laboratoriais para diagn\u00f3stico e acompanhamento da doen\u00e7a. No soro: s\u00f3dio (Na), pot\u00e1ssio (K), c\u00e1lcio (Ca), f\u00f3sforo (P), ur\u00e9ia e creatinina; no sangue total: o hemograma, e na urina: a taxa de filtra\u00e7\u00e3o glomerular. Sendo que a ur\u00e9ia, a creatinina e o fosfato apresentam-se aumentados, o pot\u00e1ssio encontra-se normal ou moderadamente elevado, o s\u00f3dio ligeiramente diminu\u00eddo e ocorre hipocalcemia. O hemograma apresenta anemia e o Clearence de creatinina encontra-se diminu\u00eddo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: cbfpici@ig.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Atualiza\u00e7\u00e3o detec\u00e7\u00e3o laboratorial de Neisseria Gonorrhoeae..<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Carla Roberta de Melo Tizzo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A fim de que as infec\u00e7\u00f5es de abuso sexual possam se iniciadas com base no diagn\u00f3stico laboratorial da gonorr\u00e9ia, \u00e9 importante que as cepas de Neisseria gonorrhaeae sejam identificadas, e relatadas com exatid\u00e3o. V\u00e1rias esp\u00e9cies de Neisseria, al\u00e9m de outros diplococos Gram negativos e at\u00e9 mesmo cocobacilos dois a dois podem ser confundidos com Neisseria gonorrhaeae, a n\u00e3o ser que as culturas laboratoriais e os testes diferenciais sejam bwm feitos. Devido \u00e0s implica\u00e7\u00f5es das s\u00e9rias conseq\u00fc\u00eancias sociais e m\u00e9dicas que o caso possa resultar, \u00e9 necess\u00e1rio um exame presuntivo e um diagn\u00f3stico definitivo da gonorr\u00e9ia. Nos casos de identifica\u00e7\u00e3o presuntiva \u00e9 importante que o cl\u00ednico entenda que os testes adicionais sejam solicitados para a confirma\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico provis\u00f3rio antes que as a\u00e7\u00f5es m\u00e9dicas sejam tomadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 64 \u2013 3431 5045<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Incid\u00eancia de anticorpos antitoxoplasma em uma popula\u00e7\u00e3o atendida em um laborat\u00f3rio de Petr\u00f3polis &#8211; RJ.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Denis Baffi Silveira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A toxoplasmose \u00e9 uma zoonose causada pelo protozo\u00e1rio Toxoplasma gondii. \u00c9 um parasita de vida intracelular obrigat\u00f3ria. A transmiss\u00e3o aos humanos normalmente ocorre por ingest\u00e3o de oocistos em alimentos crus ou mal cozidos, ou \u00e1gua n\u00e3o-pot\u00e1vel, contato com animais infectados e por via transplacent\u00e1ria. Os hospedeiros intermedi\u00e1rios definitivos do Toxoplasma gondii s\u00e3o os gatos e outros felinos. Os hospedeiros intermedi\u00e1rios s\u00e3o os homens, os animais mam\u00edferos n\u00e3o felinos e outros. Estima-se que 50% da popula\u00e7\u00e3o j\u00e1 tenham sido infectados com o toxoplasma, mas somente uma pequena percentagem desenvolveu a doen\u00e7a. A maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira tem anticorpos contra a toxoplasmose. De algum modo, 70 a 80% das pessoas principalmente gestantes, podem estar imunizadas contra a infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: denis_baffi_silveira@yahoo.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Pesquisa de hemoglobinopatias e talassemias na popula\u00e7\u00e3o de Barreiras &#8211; BA.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Edna Maria Mascarenhas Oliveira.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Forma estudadas amostras de sangue de pacientes de ambos os sexos e idades variadas. O objetivo foi avaliar a presen\u00e7a de hemoglobinopatias e talassemias em pacientes do laborat\u00f3rio LABEM, em Barreiras no oeste da Bahia, cuja popula\u00e7\u00e3o \u00e9 extremamente heterog\u00eanea, ou seja, existem pessoas provenientes das mais diversas regi\u00f5es do Brasil, em especial regi\u00e3o Sul, bem como de outros pa\u00edses como Jap\u00e3o. O intuito \u00e9 conhecer o gen\u00f3tipo da popula\u00e7\u00e3o e com isto apresentar a comunidade m\u00e9dica, a incid\u00eancia das hemoglobinopatias e talassemias como fator causal ou n\u00e3o de anemias; a import\u00e2ncia de conhece-las e diagnostica-las precocemente, j\u00e1 que elas podem determinar importantes manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas. Foram enviadas 75 amostras de sangue total, colhidas com EDTA 5% para o CDA Laborat\u00f3rio de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto \u2013 SP, onde foram submetidas \u00e0 pesquisa de talassemias e hemoglobinopatias, que inclui os seguintes testes: eletroforese (alcalina), dosagem de hemoglobina fetal, dosagem de Hb A2, reticul\u00f3citos, Hb H, corp\u00fasculos de Heinz e eletroforese (\u00e1cida) quando necess\u00e1ria. Com os resultados obtidos conclu\u00ed que das 75 amostras analisadas, 41% s\u00e3o portadores de hemoglobinas anormais sendo: 21% talassemia alfa, 9,3% heterozigoto de hemoglobina S, 8% talassemia beta menor e 2,7% heterozigoto Hb C. Estes resultados mostram a import\u00e2ncia de se pesquisar a presen\u00e7a ou n\u00e3o de hemoglobinopatias e talassemias na popula\u00e7\u00e3o para um acompanhamento e tratamento adequado de cada caso, bem como a import\u00e2ncia do aconselhamento gen\u00e9tico com o intuito de prevenir o nascimento de novos homozigotos. Lembrando que com os novos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos na \u00e1rea laboratorial pode-se fazer exames espec\u00edficos naqueles pacientes com anemia cr\u00f4nica que n\u00e3o respondem ao tratamento com ferro e compostos ferrosos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 77 \u2013 3611 3705<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Considera\u00e7\u00f5es gerais dos v\u00edrus HIV e da AIDS e suas manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: \u00c9rica Fabiana Camolesi<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A AIDS teve seus primeiros casos relatados na d\u00e9cada de 1980 e foi a partir desta \u00e9poca que come\u00e7aram a surgir estudos sobre o agente causador, o v\u00edrus HIV, e sobre a doen\u00e7a em si. Os estudos come\u00e7aram a ter mais \u00eanfase devido ao fato que a partir da descoberta, o n\u00famero de casos aumentou de forma absurda. A falta de informa\u00e7\u00e3o foi um dos fatores que contribu\u00edram para este aumento de casos, por\u00e9m, nos dias atuais, o objetivo das campanhas e entidades particulares \u00e9 de levar ao m\u00e1ximo de informa\u00e7\u00f5es poss\u00edveis at\u00e9 os locais menos privilegiados com rela\u00e7\u00e3o a informa\u00e7\u00f5es e at\u00e9 mesmo com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e sociais. Mesmo nos dias atuais ainda existe a falta de informa\u00e7\u00e3o. As mais importantes s\u00e3o: modos de transmiss\u00e3o, tratamento e conviv\u00eancia com portadores da doen\u00e7a. Esta doen\u00e7a ataca o sistema imunol\u00f3gico humano uma vez que o v\u00edrus atinge as c\u00e9lulas de defesa do organismo e assim surgem as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, pois organismos patog\u00eanicos oportunistas se aproveitam dessas condi\u00e7\u00f5es e causam doen\u00e7as. At\u00e9 os dias atuais a AIDS ainda causa muito medo na popula\u00e7\u00e3o pois muitas pessoas ficam receosas de fazer o exame e se depararem com um resultado positivo, mesmo sabendo que o exame pode ser negativo. A partir de pesquisas pode-se desenvolver drogas para minimizar os efeitos causados pela doen\u00e7a. Espera-se que daqui a alguns anos o projeto de uma vacina anti-HIV se concretize e ajude ainda mais a diminuir os casos de infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus HIV. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o ainda existe uma certa inseguran\u00e7a perante a AIDS, mesmo com todas as informa\u00e7\u00f5es, estudos, pesquisas e biotecnologias o medo e o preconceito ainda fazem parte do cotidiano da popula\u00e7\u00e3o quando se trata dessa imunodefici\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: ericacamolesi@ig.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Pesquisa de bacilo \u00e1lcool-\u00e1cido resistente (BAAR) como aux\u00edlio diagn\u00f3stico da Hansen\u00edase em munic\u00edpio goiano.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: F\u00e1bio Hiroshi Lima Kimura<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A hansen\u00edase \u00e9 uma doen\u00e7a granulomatosa cr\u00f4nica causada pela Micobacterium leprae que atinge principalmente pele e nervos perif\u00e9ricos. Tal doen\u00e7a constitui um importante problema de sa\u00fade p\u00fablica em v\u00e1rios pa\u00edses do mundo, principalmente nos em desenvolvimento. O Brasil possui o segundo maior n\u00famero de casos e sua distribui\u00e7\u00e3o \u00e9 variada ao longo de todo territ\u00f3rio nacional. No presente trabalho levantou-se dados bacilosc\u00f3picos atrav\u00e9s da pesquisa de bacilo \u00e1lcool-\u00e1cido resistente (BAAR) no munic\u00edpio de Cristalina \u2013 GO, evidenciando-se a t\u00e9cnica como aux\u00edlio diagn\u00f3stico da hansen\u00edase no munic\u00edpio, onde esse se mostrou de grande valia na utiliza\u00e7\u00e3o nas pol\u00edticas de erradica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, n\u00e3o somente no diagn\u00f3stico como no aux\u00edlio da classifica\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: kimurafabio@hotmail.com<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Preval\u00eancia de enteroparasitoses em pacientes ambulatoriais do Hospital Municipal S\u00f3lon Batista amaral, S\u00e3o Jo\u00e3o da Para\u00fana &#8211; GO.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: H\u00e9lio Ant\u00f4nio de Almeida<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> As doen\u00e7as parasit\u00e1rias ainda s\u00e3o respons\u00e1veis por v\u00e1rios preju\u00edzos para a sa\u00fade das pessoas, principalmente as popula\u00e7\u00f5es mais carentes. Mesmo com o desenvolvimento do muno atual, com os avan\u00e7os na \u00e1rea diagn\u00f3stica e terap\u00eautica, o n\u00famero de infectados \u00e9 alto e o de \u00f3bitos bastante consider\u00e1vel. As enteroparasitoses, menos envolvidas em casos de \u00f3bitos, contaminam e prejudicam muitos indiv\u00edduos de todas as faixas et\u00e1rias e ambos os sexos. Em fun\u00e7\u00e3o da alta preval\u00eancia e incid\u00eancia desses parasitos, esse estudo visou determinara freq\u00fc\u00eancia de enteroparasitoses, entre elas helmintos e protozo\u00e1rios, na popula\u00e7\u00e3o encaminhada para diagn\u00f3stico coproparasitol\u00f3gico no laborat\u00f3rio do Hospital Municipal S\u00f3lon Batista Amaral de S\u00e3o Jo\u00e3o da Para\u00fana \u2013 GO. Das 499 fezes examinadas foi observado que 153 (30,66%) apresentam ovos, cistos ou larvas de parasitas. Dentre os helmintos o Ancylostomidae foi o que apresentou a freq\u00fc\u00eancia mais alta e dos protozo\u00e1rios a Entamoeba coli foi a mais freq\u00fcente, sendo que as crian\u00e7as obtiveram uma percentagem de contamina\u00e7\u00e3o maior. Esses resultados refletem problemas de saneamento b\u00e1sico, prec\u00e1rias condi\u00e7\u00f5es de higiene, falta de instru\u00e7\u00e3o e esclarecimento sobre essas doen\u00e7as para a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 64 \u2013 3560 1393<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Diagn\u00f3stico cl\u00ednico, laboratorial e tratamento do Diabetes Mellitus.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Ivanilda Martins dos Anjos<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O Diabetes Mellitus \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica que est\u00e1 sendo reconhecida no mundo inteiro devido suas complica\u00e7\u00f5es. \u00c9 considerada problema de sa\u00fade p\u00fablica prevalente, em ascend\u00eancia onerosa do ponto de vista social e econ\u00f4mico e com potencial reconhecido para preven\u00e7\u00e3o. O Diabetes Mellitus \u00e9 uma enfermidade bastante silenciosa, quando os sintomas come\u00e7am aparecer as suas complica\u00e7\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o bem avan\u00e7adas. Os \u00f3rg\u00e3os afetados s\u00e3o: os olhos, rins, nervos perif\u00e9ricos, sistemas cardiovasculares, pele e tecidos. Ela \u00e9 considerada como uma doen\u00e7a que mais mata no mundo inteiro, afetando popula\u00e7\u00f5es de pa\u00edses em todos os est\u00e1gios de desenvolvimento. A sua import\u00e2ncia nas \u00faltimas d\u00e9cadas vem crescendo em decorr\u00eancia de v\u00e1rios fatores, como, maiores taxas de urbaniza\u00e7\u00e3o, industrializa\u00e7\u00e3o, o sedentarismo, obesidade, aumento da expectativa de vida e a maior sobrevida dos diab\u00e9ticos. No diabetes tipo 1 que acomete principalmente crian\u00e7as e adolescentes e que acompanham durante toda a vida \u00e9 obrigat\u00f3rio o controle diariamente. No tipo 2 que afeta adultos, o sedentarismo, a obesidade, s\u00e3o apontados como as principais causas, apesar dos fatores gen\u00e9ticos tamb\u00e9m serem determinantes. Os meios de comunica\u00e7\u00f5es t\u00eam procurado alertar a popula\u00e7\u00e3o sobre os sintomas e riscos, orientando as pessoas para que elas possam adotar medidas preventivas. A educa\u00e7\u00e3o alimentar, a maneira de viver s\u00e3o fatores importantes no trabalho preventivo e no controle da doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 62 \u2013 3364 1175<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Equil\u00edbrio \u00c1cido-B\u00e1sico.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Jacqueline Aparecida Cintra<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A an\u00e1lise dos gases sangu\u00edneos e o estudo do equil\u00edbrio \u00e1cido-base do sangue, como reflexo daquele do organismo, s\u00e3o importantes na avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica dos estados que se acompanham de acidose, alcalose, hipoxemia, hiperventila\u00e7\u00e3o ou hipoventila\u00e7\u00e3o. De maneira geral, dist\u00farbios dessas regula\u00e7\u00f5es podem ocorrer em doen\u00e7as metab\u00f3licas renais, pulmonares e em dist\u00farbios hemodin\u00e2micos agudos. Em s\u00edntese, os dist\u00farbios do pH plasm\u00e1tico s\u00e3o os seguintes: na acidose metab\u00f3lica, ocorre defici\u00eancia eventual de HCO3-, resultando em diminui\u00e7\u00e3o do pH plasm\u00e1tico e do teor de CO2. Na acidose respirat\u00f3ria, verifica-se um excesso prim\u00e1rio de H2CO3, que provoca redu\u00e7\u00e3o do pH plasm\u00e1tico; todavia, o teor CO2 apresenta-se aumentado, devido a tentativa do rim de compensar o processo. Na alcalose metab\u00f3lica, ocorre o excesso eventual de bicarbonato, resultando em aumento do pH plasm\u00e1tico e do teor de CO2. Na alcalose respirat\u00f3ria, verifica-se uma defici\u00eancia prim\u00e1ria de \u00e1cido carb\u00f4nico, que produz aumento do pH plasm\u00e1tico; todavia, o teor de CO2 est\u00e1 diminu\u00eddo devido \u00e0 tentativa do rim de efetuar uma compensa\u00e7\u00e3o. Em geral, o pH urin\u00e1rio reflete o estado do pH plasm\u00e1tico, excerto na alcalose hipocal\u00eamica, onde o pH urin\u00e1rio \u00e9 \u00e1cido, a despeito da alcalose plasm\u00e1tica. A pCO2 pode ser utilizada em associa\u00e7\u00e3o com pH para indicar a presen\u00e7a de altera\u00e7\u00f5es \u00e1cido-base. Trata-se do sistema popularizado por Astrup e Siggaard-Anderson. A pCO2 segue a mesma dire\u00e7\u00e3o do teor de CO2 nas s\u00edndromes \u00e1cido-base cl\u00e1ssicas. Na acidose metab\u00f3lica, a pCO2, encontra-se diminu\u00edda, visto que ocorre ac\u00famulo de \u00e1cidos diferentes do H2CO3, sendo o CO2 eliminado dos pulm\u00f5es na tentativa de diminuir a acidez dos l\u00edquidos corporais. Na alcalose metab\u00f3lica, a pCO2 est\u00e1 aumentada quando os pulm\u00f5es compensam o processo atrav\u00e9s de hipoventila\u00e7\u00e3o; nos casos leves ou agudos, a pCO2 permanece normal. Na alcalose respirat\u00f3ria, a pCO2 est\u00e1 diminu\u00edda, visto que a ventila\u00e7\u00e3o aumentada elimina uma maior quantidade ce CO2. Na acidose respirat\u00f3ria, a pCO2 est\u00e1 aumentada devido \u00e0 reten\u00e7\u00e3o de CO2 em conseq\u00fc\u00eancia da ventila\u00e7\u00e3o diminu\u00edda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: jacksbio@bol.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Os marcadores bioqu\u00edmicos no Infarto Agudo do Mioc\u00e1rdio.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Avalia\u00e7\u00e3o automatizada do horm\u00f4nio tireoestimulante (TSH) por meio de eletroquimioluminesc\u00eancia (ECL) e enzimaimunoensaio por micropart\u00edculas (MEIA).<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Kelly Andres Bonfim de Oliveira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> As disfun\u00e7\u00f5es da Tire\u00f3ide baseiam-se nos sintomas associados \u00e0 sua atividade excessiva ou deficiente. Os testes que avaliam a fun\u00e7\u00e3o da tire\u00f3ide s\u00e3o os que determinam diretamente sua fun\u00e7\u00e3o pela medida de tiroxina (T4) e triiodotironina (T3) (Horm\u00f4nios Tireoideanos) ou indiretamente avaliando a fun\u00e7\u00e3o do eixo hipot\u00e1lamo \u2013 hip\u00f3fise, ou seja, a dosagem do Horm\u00f4nio Tireoestimulante (TSH). A dosagem de TSH determina a disfun\u00e7\u00e3o tireoideana. Se a unidade hipot\u00e1lamo hipofis\u00e1ria funciona normalmente as concentra\u00e7\u00f5es de TSH estar\u00e3o inversamente relacionadas \u00e0 fun\u00e7\u00e3o tireoideana. O desenvolvimento de metodologias para a dosagem do TSH, para o uso rotineiro em laborat\u00f3rios cl\u00ednicos evoluiu rapidamente nos \u00faltimos anos e est\u00e3o amplamente dispon\u00edveis. Os valores de TSH obtidos pelas diversas metodologias e equipamentos podem diferir um dos outros em graus vari\u00e1veis, tornando dif\u00edcil o estabelecimento de valores de normalidade \u00fanicos. Al\u00e9m disso, poder\u00e1 haver varia\u00e7\u00f5es na faixa de normalidade quando se compara diferentes popula\u00e7\u00f5es. O presente trabalho teve como objetivo a compara\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de TSH em indiv\u00edduos clinicamente normais por duas metodologias numa popula\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para serem relacionados aos valores de normalidade apresentados pela literatura e conhecer as varia\u00e7\u00f5es entre esses m\u00e9todos. Os valores observados mostraram que a concord\u00e2ncia verificada entre os dois equipamentos \u00e9 de 98%, sendo esta considerada alta e que os valores de TSH encontrados na literatura s\u00e3o adequados para a popula\u00e7\u00e3o analisadas desde que consideradas as refer\u00eancias espec\u00edficas para cada m\u00e9todo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 19 \u2013 3672 3020<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Diabetes Mellitus.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Laura Maria Lopes Cansado<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Os horm\u00f4nios constituem importante via de integra\u00e7\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas no homem; os horm\u00f4nios encarregam-se da regula\u00e7\u00e3o da atividade metab\u00f3lica de c\u00e9lulas possuidoras de receptores espec\u00edficos na membrana ou intracelularmente, denominadas c\u00e9lulas-alvo. Os horm\u00f4nios s\u00e3o mensageiros qu\u00edmicos de natureza prot\u00e9ica ou esteroidal, sintetizados e secretados por gl\u00e2ndulas de secre\u00e7\u00e3o interna, que em conjunto formam o sistema end\u00f3crino. O termo horm\u00f4nio (palavra grega, hormon = eu ativoi) foi sugerido em 1902 e utilizado pela primeira vez por Bayliss e Starling, em 1905, para associar a secre\u00e7\u00e3o end\u00f3crina com a manuten\u00e7\u00e3o da const\u00e2ncia do meio interno. Os efeitos hormonais podem ser agrupados em: a) Morfog\u00eanicos que incluem a influ\u00eancia hormonal sobre os processos de crescimento e desenvolvimento; b) Tr\u00f3ficos que se referem \u00e0 regula\u00e7\u00e3o da movimenta\u00e7\u00e3o de nutrientes (carboidratos, lip\u00eddios, prote\u00ednas, sais minerais, vitaminas, \u00e1gua) a fim de manter condi\u00e7\u00f5es ambientais normais para a atividade metab\u00f3lica celular; c) comportamentais que por meio de integra\u00e7\u00e3o funcional neuroend\u00f3crina induzem \u00e0s varia\u00e7\u00f5es do padr\u00e3o comportamental. A a\u00e7\u00e3o hormonal visa principalmente alterar a fun\u00e7\u00e3o dos genes, a permeabilidade membranal e a atividade de sistemas enzim\u00e1ticos, promovendo varia\u00e7\u00e3o na velocidade de s\u00edntese prot\u00e9ica. A secre\u00e7\u00e3o hormonal \u00e9 regulada principalmente por mecanismos de retroalimenta\u00e7\u00e3o negativa, em que o n\u00edvel hormonal na corrente sangu\u00ednea desempenha papel relevante, pois, quando a concentra\u00e7\u00e3o no sangue est\u00e1 elevada, ocorre imediata inibi\u00e7\u00e3o da secre\u00e7\u00e3o e, quando est\u00e1 baixa, h\u00e1 estimula\u00e7\u00e3o da secre\u00e7\u00e3o hormonal. Disfun\u00e7\u00f5es no mecanismo de controle podem induzir a altera\u00e7\u00f5es morfog\u00eanicas, tr\u00f3ficas e comportamentais em decorr\u00eancia de excesso (hiperfun\u00e7\u00e3o) ou falta (hipofun\u00e7\u00e3o) de horm\u00f4nios secretados pelas gl\u00e2ndulas de secre\u00e7\u00e3o interna. O aparecimento do Diabetes Mellitus aparece no organismo humano, relacionado ao descontrole dos horm\u00f4nios pancre\u00e1ticos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 17 \u2013 3621 2235<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Diabetes Mellitus: um mal invis\u00edvel.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Leandro Ara\u00fajo Tezim<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade estima que existam hoje no mundo mais de 171 milh\u00f5es de portadores do diabetes mellitus e prev\u00ea que em menos de 30 anos esse seja mais que o dobro. O Brasil est\u00e1 na lista dos 10 pa\u00edses com mais diab\u00e9ticos no mundo, ultrapassando n\u00famero maior que 7 milh\u00f5es de brasileiros diab\u00e9ticos hoje. O diabetes \u00e9 a quarta causa b\u00e1sica de morte no pa\u00eds e a primeira respons\u00e1vel pela cegueira e amputa\u00e7\u00f5es de membros inferiores. Sendo esta doen\u00e7a problema de sa\u00fade p\u00fablica em \u00e2mbito mundial e nacional, \u00e9 mais do que necess\u00e1rio que sejam divulgadas informa\u00e7\u00f5es referentes \u00e0 preven\u00e7\u00e3o, controle e tratamento da doen\u00e7a a fim de se reduzir as estat\u00edsticas t\u00e3o negativas relacionadas ao diabetes. Neste sentido, este trabalho pretende apresentar-se como mais uma fonte de informa\u00e7\u00f5es sobre a doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: leandrotezim@ig.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: As a\u00e7\u00f5es do veneno de cobra no organismo do ser humano.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Milena Samartino<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Os acidentes of\u00eddicos no Brasil representam em m\u00e9dia 20.000 casos\/ano. Sendo sua maioria nas regi\u00f5es Sudeste e Sul, as mais populosas e que contam com melhor organiza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de sa\u00fade e sistema de informa\u00e7\u00e3o. O veneno of\u00eddico \u00e9 uma adapta\u00e7\u00e3o evolutiva das serpentes onde cada esp\u00e9cie possui sua pe\u00e7onha espec\u00edfica. N\u00e3o h\u00e1 uma f\u00f3rmula que defina o veneno of\u00eddico, pois este \u00e9 um conjunto de in\u00fameras enzimas que ter\u00e3o a\u00e7\u00f5es distintas como: a\u00e7\u00e3o proteol\u00edtica, coagulante, neurot\u00f3xica e nefrot\u00f3xica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 34 \u2013 9974 6850<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Marcadores tumorais e o c\u00e2ncer.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Nat\u00e1lia Satim V. Hummel<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> Os chamados Marcadores Tumorais correspondem a uma gama variada de fatores s\u00e9ricos, nucleares e citoplasm\u00e1ticos, possuindo as caracter\u00edsticas peculiares a cada um. Eles podem ser auxiliares no diagn\u00f3stico e progn\u00f3stico das neoplasias. O conhecimento exato das suas caracter\u00edsticas pode determinar o seu uso correto, pois podem estar presentes em situa\u00e7\u00f5es n\u00e3o neopl\u00e1sicas tamb\u00e9m. O bom senso e o quadro cl\u00ednico do paciente formam juntamente com o uso correto de marcadores um importante subs\u00eddio para o m\u00e9dico que trabalha com o tratamento do c\u00e2ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: satimhummel@yahoo.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Anemia Ferropriva.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Neiva Aparecida Garcia Santana<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> A anemia por defici\u00eancia de ferro \u00e9 a causa mais comum de defici\u00eancia nutricional em qualquer faixa et\u00e1ria. \u00c9 um problema de sa\u00fade p\u00fablica n\u00e3o somente no Brasil, mas no mundo todo. Apesar de suas causas, de preven\u00e7\u00e3o e de tratamento serem bem conhecidos, ainda \u00e9 altamente prevalente, tanto em pa\u00edses desenvolvidos como em desenvolvimento, sendo estimado que aproximadamente 1,2 bilh\u00e3o tenha anemia por defici\u00eancia de ferro. Neste estudo pretendo mostrar uma revis\u00e3o liter\u00e1ria abordando a principal car\u00eancia nutricional em nosso meio: a falta de ferro, que resulta em anemia, dando \u00eanfase as suas causas, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, diagn\u00f3stico e tratamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 66 \u2013 3423 5344<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: A transfus\u00e3o sangu\u00ednea e seus substitutos.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Nivia Maria Martins Pinheiro Souza<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> Embora o tratamento transfusional seja muito utilizado, sabe-se que jamais ser\u00e1 isento de riscos. Desta forma, existem tratamentos alternativos que podem salvar muitas vidas sem riscos posteriores. Estima-se que 20% das transfus\u00f5es sangu\u00edneas resultam em algum efeito adverso para o receptor. Portanto, a rela\u00e7\u00e3o risco\/benef\u00edcio deve sempre ser analisada em cada caso no momento da indica\u00e7\u00e3o da transfus\u00e3o. A transfus\u00e3o de hem\u00e1cias deve ser realizada, de forma geral, para tratar ou prevenir uma iminente e inadequada libera\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio aos tecidos, com conseq\u00fcente hip\u00f3xia tecidual. De maneira ideal, a decis\u00e3o da realiza\u00e7\u00e3o da transfus\u00e3o de hem\u00e1cias deve ser baseada em v\u00e1rios fatores cl\u00ednicos, como: idade do paciente, velocidade da instala\u00e7\u00e3o da anemia de co-fatores fisiol\u00f3gicos que afetam a fun\u00e7\u00e3o cardio-pulmonar e a circula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 11 \u2013 6524 1843<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Diagn\u00f3stico em diabetes gestacional.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Olinda Maria de Queiroz<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> A gravidez modifica o metabolismo de hidrocarbonatos e v\u00e1rios fatores contribuem para isso. S\u00e3o fatores que aumentam, uns a s\u00edntese dos glic\u00eddios, outros a resist\u00eancia \u00e0 a\u00e7\u00e3o perif\u00e9rica da insulina, o que resulta na eleva\u00e7\u00e3o da glicemia, mais evidente depois do primeiro trimestre. Na gesta\u00e7\u00e3o normal, a resposta a essas altera\u00e7\u00f5es consiste no crescimento da produ\u00e7\u00e3o da insulina. A diab\u00e9tica \u00e9 incapaz de produzir o horm\u00f4nio \u00e0 altura das exig\u00eancias, tendo seu quadro metab\u00f3lico progressivamente agravado. O \u201cstress\u201d diabetog\u00eanico, devido ao aumento de n\u00edveis hormonais, exige o aumento da dose de insulina nas pacientes com diabetes anterior \u00e0 gesta\u00e7\u00e3o; este stress pode levar ao diabetes gestacional em mulheres que previamente eram clinicamente normais, mas cuja reserva pancre\u00e1tica era insuficiente. A hiperglicemia materna leva \u00e0 hiperglicemia fetal e \u00e0 hiperinsulinemia fetal. Estas altera\u00e7\u00f5es s\u00e3o respons\u00e1veis pela maior parte da morbidade e mortalidade perinatais, caracter\u00edsticas da diabetes mal-controlada da gestante. As conseq\u00fc\u00eancias destes transtornos do metabolismo materno s\u00e3o: morte s\u00fabita no 3\u00ba trimestre da gravidez; macrossomia fetal; malforma\u00e7\u00f5es cong\u00eanitas; afec\u00e7\u00f5es do per\u00edodo neonatal (s\u00edndrome da insufici\u00eancia respirat\u00f3ria, hipoglicemia e hiperbilirrubinemia); polidr\u00e2minio; trabalho de parto prematuro; doen\u00e7as hipertensiva espec\u00edfica da gesta\u00e7\u00e3o. A ccetoacidose materna \u00e9 causa freq\u00fcente de morte fetal intra-uterina. Podemos descrever a evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica do diabetes durante a gravidez separando em tr\u00eas per\u00edodos: no primeiro trimestre o consumo de glicose pelo concepto reduz as necessidades de insulina, sendo freq\u00fcentes os epis\u00f3dios de hipoglicemia. No segundo trimestre. Come\u00e7am a atuar os fatores hiperglicemiantes e contra-insul\u00ednios, elevando-se rapidamente a glicemia e, com isso, as necessidades de insulina. No terceiro trimestre, continuam aumentando as necessidades de insulina at\u00e9 as \u00faltimas semanas, quando come\u00e7a o envelhecimento placent\u00e1rio e reduz-se a produ\u00e7\u00e3o dos fatores hiperglicemiantes. A ocorr\u00eancia de hipoglicemia indica a proximidade do parto. Cuidados de Enfermagem, incentivar o paciente a seguir a dieta prescrita; orientar o paciente quanto \u00e0 sua doen\u00e7a, o tratamento e os cuidados que devem ter consigo mesmo e a import\u00e2ncia da insulinoterapia; administrar insulina conforme prescri\u00e7\u00e3o, observando os seguintes cuidados: observar via de administra\u00e7\u00e3o, dosagem e hor\u00e1rio rigorosamente; identificar o frasco corretamente antes de aspirar \u00e0 medica\u00e7\u00e3o; usar seringa apropriada para dosagem; fazer rod\u00edzio no local da aplica\u00e7\u00e3o; observar rea\u00e7\u00f5es ap\u00f3s administra\u00e7\u00e3o de insulina e qualquer altera\u00e7\u00e3o no estado do paciente, chamar a enfermeira; manter o frasco de insulina sob refrigera\u00e7\u00e3o; observar a evolu\u00e7\u00e3o dos sintomas e anotar; administrar hipoglicemiantes orais, seguindo prescri\u00e7\u00e3o; fazer testes de controle, glicoceto e\/ou dextrostix; observar e comunicar sintomas de hiperglicemia ou hipoglicemia; por ocasi\u00e3o da alta, orientar o paciente quanto: auto-aplica\u00e7\u00e3o de insulina; dieta balanceada e fracionada; realiza\u00e7\u00e3o de testes para controle.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 34 \u2013 3454 1434<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Enzimas marcadoras em cardiologia.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Ov\u00eddio Augusto de Vito<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> A avalia\u00e7\u00e3o dos marcadores card\u00edacos constitui uma ferramenta importante que deve ser utilizada no aux\u00edlio diagn\u00f3stico ao m\u00e9dico durante a ocorr\u00eancia de dist\u00farbios card\u00edacos. No entanto, \u00e9 relevante ressaltar que um perfil cardiol\u00f3gico deve ser estabelecido, j\u00e1 que n\u00e3o existe um marcador bioqu\u00edmico que tenha a combina\u00e7\u00e3o ideal de sensibilidade precoce e especificidade card\u00edaca para ser usado isoladamente durante a ocorr\u00eancia de altera\u00e7\u00f5es card\u00edacas, principalmente o infarto do mioc\u00e1rdio. Recomenda-se a utiliza\u00e7\u00e3o de diversos testes, que em conjunto formar\u00e3o combina\u00e7\u00f5es que permitam a triagem bem sucedida no diagn\u00f3stico e o acompanhamento dos dist\u00farbios card\u00edacos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 62 \u2013 3353 1000<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Leucemia Linf\u00f3ide Aguda \u201cA cura pelo sorriso\u201d.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Raquel Furtado Costa<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> A Leucemia Linf\u00f3ide Aguda \u00e9 uma das doen\u00e7as malignas que mais afeta crian\u00e7as e adolescentes menores de 15 anos, representando 75% dos casos e o pico de incid\u00eancia ocorre aos 3 ou 4 anos de idade. Acontece em uma propor\u00e7\u00e3o um pouco maior nos meninos, e pode ocorrer com maior freq\u00fc\u00eancia em pacientes portadores de outras doen\u00e7as como S\u00edndrome de Down ou algumas imunodefici\u00eancias, mas na maioria das vezes h\u00e1 uma explica\u00e7\u00e3o casual direta. As LLA s\u00e3o subclassificadas em L1, L2 e L3, analisando as caracter\u00edsticas das c\u00e9lulas cancerosas, os blastos. Assim, para a confirma\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico realizam-se exames espec\u00edficos como mielograma, bi\u00f3psia de medula \u00f3ssea, onde estar\u00e1 identificada e confirmada a doen\u00e7a. A doen\u00e7a mostra sinais e sintomas que por muitas vezes podem ser confundidos, como falta de apetite, palidez, fraqueza, cansa\u00e7o, irritabilidade, quadros que v\u00e3o alterando-se com a progress\u00e3o da doen\u00e7a na medula, como a palidez bem acentuada, sangramentos, febre, dores \u00f3sseas e musculares intensas. Mesmo utilizando-se dos melhores medicamentos e tratamentos existe sempre a possibilidade de recidiva, e nesses casos utiliza-se o uso de outras quimioterapias mais potentes ou at\u00e9 mesmo um transplante de medula \u00f3ssea. Mas com o avan\u00e7o da medicina, farmacologia e procedimentos, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel chegar a cura com \u00f3tima qualidade de vida, e isso ocorre gra\u00e7as a trabalhos humanit\u00e1rios como o do GRAACC e IOP, onde a cura vem acompanhada de sorrisos e n\u00fameros positivos, 80% de cura para leucemias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: tiatal@bol.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Tuberculose: um mal de ontem e de hoje.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Rodrigo Murai Minholi<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> Por mais que j\u00e1 existam tratamento e cura da tuberculose ou ainda que sejam apresentados com freq\u00fc\u00eancia avan\u00e7os e descobertas cient\u00edfico-tecnol\u00f3gicas acerca da doen\u00e7a, a tuberculose ainda hoje se configura como um problema de sa\u00fade p\u00fablica mundial. Isto porque, principalmente em pa\u00edses em desenvolvimento, milh\u00f5es de pessoas morrem anualmente v\u00edtimas dessa doen\u00e7a. Como doen\u00e7a infecto-contagiosa, fatores sociais s\u00e3o pe\u00e7as-chave tanto no processo de combate quanto na dissemina\u00e7\u00e3o da tuberculose. Por isso a enfermidade que um dia foi conhecida como \u201cdoen\u00e7a dos poetas\u201d, mais recentemente tem recebido a adequada denomina\u00e7\u00e3o de \u201cmal social\u201d. Na lista de pa\u00edses com maiores \u00edndices de tuberculose em suas popula\u00e7\u00f5es, o Brasil ocupa o 15\u00ba lugar. Tal fato se deve \u00e0 interven\u00e7\u00e3o estatal tardia no controle \u00e0 doen\u00e7a \u2013 iniciada na d\u00e9cada de 30, \u00e0 precariedade dos servi\u00e7os de sa\u00fade p\u00fablica, \u00e0 de informa\u00e7\u00f5es a respeito da tuberculose, em que ser\u00e3o abordadas caracter\u00edsticas espec\u00edficas da doen\u00e7a que possam ser \u00fateis tanto a especialistas quanto \u00e0 popula\u00e7\u00e3o em geral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: 18 \u2013 3772 2772<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Horm\u00f4nios.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Rog\u00e9rio Tiveron Toffoli<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> Os horm\u00f4nios s\u00e3o subst\u00e2ncias qu\u00edmicas que circulam pelo organismo via corrente sangu\u00ednea para atuarem em locais anatomicamente distantes, onde estimulam v\u00e1rios processos. A gl\u00e2ndula end\u00f3crina (do grego endos, dentro, e Krynos, secre\u00e7\u00e3o) \u00e9 chamada assim porque lan\u00e7am sua secre\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, seus horm\u00f4nios diretamente no sangue, por onde eles atingem todas as c\u00e9lulas do corpo. Cada horm\u00f4nio atua apenas sobre alguns tipos de c\u00e9lulas, denominado c\u00e9lula-alvo. As c\u00e9lulas-alvo de um horm\u00f4nio possuem, na membrana ou no citoplasma, prote\u00ednas chamadas de receptores hormonais, capazes de se combinar especificamente com as mol\u00e9culas do horm\u00f4nio. Os horm\u00f4nios s\u00e3o classificados quanto \u00e0 natureza qu\u00edmica em: prot\u00e9icos e ester\u00f3ides. As principais gl\u00e2ndulas do nosso organismo s\u00e3o gl\u00e2ndula hip\u00f3fise, gl\u00e2ndula tire\u00f3ide, gl\u00e2ndula supra-renais, p\u00e2ncreas, gl\u00e2ndula paratire\u00f3ides, ov\u00e1rios, test\u00edculos, gl\u00e2ndula pineal e a gl\u00e2ndula timo. Os horm\u00f4nios possuem dois mecanismos de a\u00e7\u00e3o: ativa\u00e7\u00e3o do sistema AMP c\u00edclico das c\u00e9lulas, que ativam as fun\u00e7\u00f5es celulares e a ativa\u00e7\u00e3o dos genes das c\u00e9lulas, que provocam a produ\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas intracelulares, que desencadeiam fun\u00e7\u00f5es celulares espec\u00edficas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: rogeriotoffoli@ig.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Avalia\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica da Hansen\u00edase no munic\u00edpio de Barra do Gar\u00e7as \u2013 MT no ano de 2005.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Sidnei Juliani<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> A hansen\u00edase \u00e9 um doen\u00e7a infecciosa causada pelo bacilo de Hansen que se manifesta lentamente e afeta principalmente pele, nervos e m\u00fasculos. Durante muito tempo, o tratamento exigia a interna\u00e7\u00e3o do paciente, por\u00e9m, em 1941, surgiu \u00e0 primeira droga para combate-la conhecida como sulfona, e mais tarde, em 19891, o esquema de tratamento chamado poliquimioterapia. Na d\u00e9cada de 90, a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, com os pa\u00edses membros, prop\u00f4s a elimina\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a como um problema de sa\u00fade p\u00fablica, de forma que em 2000 chegasse \u00e0 marca de um doente para cada 10 mil habitantes. Por\u00e9m como n\u00e3o foi atingida a proposta, prorrogou-se at\u00e9 2005 para atingir a meta. Este estudo visou avaliar a situa\u00e7\u00e3o da hansen\u00edase em Barra do Gar\u00e7as-MT at\u00e9 dezembro de 2005, data colocada como meta para reduzir \u00e0 marca de um doente para 10 mil habitantes, n\u00famero este que n\u00e3o foi alcan\u00e7ado. Mostramos, ent\u00e3o, com essa pesquisa que muito trabalho ainda necessita ser feito para o controle e total erradica\u00e7\u00e3o da Hansen\u00edase.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: sid-juli@ibest.com.br<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>T\u00edtulo: Marcadores tumorais.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Talge Murad<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> Ao decorrer desta monografia, revisamos o conceito sobre tumor ou neoplasia que \u00e9 um grupo de doen\u00e7as associadas ao desenvolvimento, crescimento e propaga\u00e7\u00e3o desordenada das c\u00e9lulas devido a uma altera\u00e7\u00e3o na express\u00e3o g\u00eanica. O c\u00e2ncer \u00e9 a transforma\u00e7\u00e3o maligna associada a certas caracter\u00edsticas comuns a todas c\u00e9lulas tumorais onde ocorre a perda do controle regulat\u00f3rio interno e externo, perda do controle do crescimento celular e perda das suas fun\u00e7\u00f5es nos tecidos saud\u00e1veis, infiltra\u00e7\u00f5es nos tecidos adjacentes, forma\u00e7\u00e3o de met\u00e1stases por vias hematog\u00eanicas ou linf\u00e1ticas. Todas estas altera\u00e7\u00f5es s\u00e3o conseq\u00fc\u00eancias diretas de fatores etiol\u00f3gicos como: biol\u00f3gicos, qu\u00edmicos, f\u00edsicos, oncogenes. Os marcadores tumorais s\u00e3o subst\u00e2ncias produzidas principalmente por tumores e liberadas na circula\u00e7\u00e3o, cuja dosagem quantitativa, pode dar ind\u00edcios da situa\u00e7\u00e3o do tumor. N\u00e3o faz o diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer, mas \u00e9 um indicativo da progress\u00e3o do tumor. Os marcadores tumorais produzidos por c\u00e2ncer incluem as enzimas e isoenzimas, horm\u00f4nios, ant\u00edgenos oncofetais, glicoprote\u00ednas, mol\u00e9culas do sistema imunol\u00f3gico, produtos de oncogenes e transforma\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas. Os marcadores tumorais s\u00e3o utilizados para monitorar o tratamento do c\u00e2ncer, onde s\u00e3o regularmente dosados durante o tratamento com o objetivo de avaliar se o mesmo est\u00e1 funcionando, na avalia\u00e7\u00e3o da resposta terap\u00eautica ou na detec\u00e7\u00e3o precoce de recidiva. Os marcadores s\u00e3o \u00fateis na triagem em casos espec\u00edficos, como em grupos de alto risco, associados a exames complementares, diagn\u00f3stico diferencial, avalia\u00e7\u00e3o de progn\u00f3stico. Os marcadores conhecidos at\u00e9 hoje, n\u00e3o s\u00e3o sens\u00edveis o suficiente para detectar muito precocemente o aparecimento de algumas c\u00e9lulas cancerosas, e nem altamente espec\u00edficos para n\u00e3o serem detectados em doen\u00e7as benignas em indiv\u00edduos saud\u00e1veis. Atualmente com o avan\u00e7o conseguido com os marcadores j\u00e1 podemos garantir uma sobrevida melhor aos pacientes com c\u00e2ncer. Avaliando a volta dos n\u00edveis do marcador tumoral a n\u00edveis normais, indica a completa remo\u00e7\u00e3o ou remiss\u00e3o do tumor com o tratamento. Uma queda inicial no n\u00edvel dos marcadores tumorais com o subseq\u00fcente aumento indica tumor residual ou met\u00e1stase. Um aumento nos n\u00edveis do marcador tumoral ap\u00f3s per\u00edodo de normaliza\u00e7\u00e3o indica recorr\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: talgemurad@uol.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: Policitemia Vera. Autor: Alan Silveira Lemos Resumo: A policitemia vera ou policitemia proliferativa prim\u00e1ria \u00e9 caracterizada por hemoglobina, hemat\u00f3crito e contagem de c\u00e9lulas vermelhas elevados, uma massa celular vermelha aumentada, satura\u00e7\u00e3o de oxig\u00eanio normal, esplenomegalia geralmente significante e habitualmente [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":1178,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","_joinchat":[],"footnotes":""},"class_list":["post-1239","page","type-page","status-publish","hentry"],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"post-thumbnail":false,"business-hub-blog":false,"business-hub-work":false},"uagb_author_info":{"display_name":"real","author_link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/author\/real\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"T\u00edtulo: Policitemia Vera. 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