{"id":1245,"date":"2013-08-14T19:15:08","date_gmt":"2013-08-14T19:15:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1245"},"modified":"2013-08-14T19:15:08","modified_gmt":"2013-08-14T19:15:08","slug":"resumo-monografias-4a-turma-do-curso-de-analises-clinicas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-analises-clinicas\/resumo-monografias-4a-turma-do-curso-de-analises-clinicas\/","title":{"rendered":"Resumo Monografias &#8211; 4\u00aa Turma do curso de An\u00e1lises Cl\u00ednicas"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Mieloma M\u00faltiplo <\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Amilton Resende Sticca<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O mieloma m\u00faltiplo \u00e9 uma neoplasia causada pela prolifera\u00e7\u00e3o de plasm\u00f3citos neopl\u00e1sicos em n\u00f3dulos, difusamente por toda medula \u00f3ssea e em outros \u00f3rg\u00e3os. Foi inicialmente estudado pelo Doutor Henry Bence Jones que encontrou na urina de um paciente acometido de \u201cMollities ossium\u201d (ossos moles), uma subst\u00e2ncia de aspecto semi-s\u00f3lido com caracter\u00edsitcas t\u00e9rmicas peculiares que hoje sabemos ser uma prote\u00edna e que leva o nome daquele cientista. \u00c9 basicamente uma doen\u00e7a da medula \u00f3ssea com oste\u00f3lise secund\u00e1ria, ocasionando manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e laboratoriais decorrentes de altera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas e fisiol\u00f3gicas na evolu\u00e7\u00e3o da neoplasia. Acomete principalmente pessoas idosas e as dores e\/ou fraturas patol\u00f3gicas s\u00e3o aos primeiros sintomas respons\u00e1veis pela procura de atendimento m\u00e9dico. O aperfei\u00e7oamento de t\u00e9cnicas tanto laboratoriais quanto radiol\u00f3gicas permite que a doen\u00e7a seja facilmente diagnosticada . A sobrevida do paciente depende, entretanto, da precocidade do seu diagn\u00f3stico e resposta aos medicamentos, apesar disso, o tempo de sobrevida \u00e9 baixo.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Dengue, com base de dados imunocromatogr\u00e1ficos no per\u00edodo de junho a julho de 2007 em um laborat\u00f3rio de an\u00e1lises cl\u00ednicas de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto \u2013 SP.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Andr\u00e9 Tadeu Gubolin Amadio<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Levando em considera\u00e7\u00e3o que o n\u00famero de pacientes de julho \u00e9 superior a junho, quando comparado ambos verificamos que a taxa de IgG de 26 a 50 anos diminui relativamente de 80% no m\u00eas de junho para 45% no m\u00eas de julho. Sugestivo de diminui\u00e7\u00e3o de casos de dengue hemorr\u00e1gica tardia nessa faixa et\u00e1ria por esse per\u00edodo determinado. Tamb\u00e9m se observa que, a negatividade para ambas imunoglobulinas na faixa et\u00e1ria acima de 51 anos, houve um significativo aumento de 20% em junho para 51%. De 1 \u00e0 15 anos houve uma pequena diminui\u00e7\u00e3o da taxa de IgM, 66% de junho para 52% de julho, sugestivas se que houve uma diminui\u00e7\u00e3o dessa faixa et\u00e1ria de infec\u00e7\u00e3o por dengue prim\u00e1ria. Por fim observa-se na faixa et\u00e1ria de 16 \u00e0 25 anos alta diminui\u00e7\u00e3o de casos positivos para ambas imunoglobulinas IgG e IgM , sendo 62% em junho reduzindo- se para 36% em julho. Os dados levantados nesse trabalho observam-se valores espec\u00edficos em um per\u00edodo onde ocorreu um suposto surto tempor\u00e1rio chamando-se aten\u00e7\u00e3o, pois o per\u00edodo de pico da dengue \u00e9 na \u00e9poca do ver\u00e3o. A maioria dos pacientes analisados reside em bairros onde a \u201cpreven\u00e7\u00e3o contra a dengue\u201d e prec\u00e1ria sendo esse um dado importante tamb\u00e9m, confirmando ainda mais tudo pesquisado sobre este assunto at\u00e9 hoje.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Preval\u00eancia de Gi\u00e1rdia l\u00e2mblia na cidade de Buritama, estado de S\u00e3o Paulo.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Catierine Hirsch Werle<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A Giardia est\u00e1 distribu\u00edda mundialmente. No Brasil sua preval\u00eancia varia de 4 a 30%, dependendo das condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas e de saneamento da popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 considerada como a principal causa de surtos de diarr\u00e9ia com origem na contamina\u00e7\u00e3o de \u00e1gua dos reservat\u00f3rios. Com objetivo de avaliar a preval\u00eancia do parasitismo por Giardia lamblia na cidade de Buritama, localizada no interior do estado de S\u00e3o Paulo, foram analisadas 93 amostras de fezes, colhidas aleatoriamente da popula\u00e7\u00e3o com faixa et\u00e1ria de zero a 78 anos, e realizados exames proto-parasitol\u00f3gicos. A popula\u00e7\u00e3o escolhida era assintom\u00e1tica, e estava realizando exames de rotina. As amostras foram colhidas no per\u00edodo de 19 de setembro a 23 de outubro do ano de 2007, e o exame realizado no laborat\u00f3rio Bio analise, localizado na cidade de Buritama. A preval\u00eancia encontrada foi de 6,5% ; Foram identificados relativa preval\u00eancia entre crian\u00e7as de zero a 10 anos.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Horm\u00f4nios tireoideanos: receptores nucleares e mecanismos de a\u00e7\u00e3o molecular.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Chenia Martins Pinto<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Os horm\u00f4nios tireoidianos est\u00e3o envolvidos em v\u00e1rios efeitos regulat\u00f3rios em diversos \u00f3rg\u00e3os e s\u00e3o necess\u00e1rios para a diferencia\u00e7\u00e3o, crescimento e metabolismo de diversos tecidos de vertebrados. A forma\u00e7\u00e3o desses horm\u00f4nios depende essencialmente de iodo, cujo metabolismo est\u00e1 relacionado com a gl\u00e2ndula tire\u00f3ide, \u00f3rg\u00e3o que pode acumular iodo em elevadas quantidades e incorpor\u00e1-lo. A secre\u00e7\u00e3o tireoidiana \u00e9 estimulada pelo horm\u00f4nio estimulante da tire\u00f3ide e a homeostase obedece regula\u00e7\u00e3o por feedback negativo exercida pelo pr\u00f3prio horm\u00f4nio tireoidiano na forma livre. Os horm\u00f4nios tireoidianos s\u00e3o transportados no sangue atrav\u00e9s de tr\u00eas prote\u00ednas espec\u00edficas denominadas TBG, transtiretina e albumina. A a\u00e7\u00e3o hormonal depende de estruturas situadas no n\u00facleo celular, reconhecidas como receptores nucleares e de prote\u00ednas que atuam como co-repressoras e co-ativadoras da transcri\u00e7\u00e3o g\u00eanica. Os receptores s\u00e3o fatores transcricionais que regulam a express\u00e3o g\u00eanica atrav\u00e9s da intera\u00e7\u00e3o com seq\u00fc\u00eancias espec\u00edficas do DNA, os elementos responsivos ao horm\u00f4nio. A intera\u00e7\u00e3o do receptor do horm\u00f4nio tireoidiano com o receptor RXR, na aus\u00eancia do ligante, pode formar heterod\u00edmeros, homod\u00edmeros ou mon\u00f4meros.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Interfer\u00eancia de rea\u00e7\u00f5es cruzadas no diagn\u00f3stico da toxoplasmose.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Clarissa Zanoni Kera Arantes<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O grande n\u00famero de casos positivos para pesquisa de anticorpos da classe IGM para toxoplasmose e mononucleose num curto per\u00edodo abriu a discuss\u00e3o sobre a possibilidade de uma poss\u00edvel rea\u00e7\u00e3o cruzada para esses resultados, uma vez que, a avalia\u00e7\u00e3o do quadro cl\u00ednico juntamente com outros exames, n\u00e3o era patognom\u00f4nico de uma ou outra doen\u00e7a. Frente a uma positividade de anticorpos da classe IGM para toxoplasmose que passou de uma m\u00e9dia de 3,7% para 16% e as evid\u00eancias de rea\u00e7\u00e3o cruzada com mononucleose (75% dos pacientes testados para as duas patologias), foram realizados exames complementares que confirmaram a infec\u00e7\u00e3o para toxoplasmose.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Import\u00e2ncia da pesquisa de dimorfismo eritrocit\u00e1rio na investiga\u00e7\u00e3o da origem da hemat\u00faria.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Claudia Rie Kono<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Hemat\u00faria \u00e9 uma anormalidade urin\u00e1ria muito freq\u00fcente na pr\u00e1tica cl\u00ednica e nem sempre s\u00e3o sinais de doen\u00e7a. O diagn\u00f3stico de causa conhecida fica facilitado quando o paciente apresenta sintomas de patologia espec\u00edfica. Quando h\u00e1 presen\u00e7a de hemat\u00faria associada a outras altera\u00e7\u00f5es urin\u00e1rias, em especial a protein\u00faria, merece uma investiga\u00e7\u00e3o metodicamente, passo a passo, sempre dando aten\u00e7\u00e3o primeiramente ao hist\u00f3rico do paciente, exame f\u00edsico e etiologia. Em seguida, valorizar a sedimentoscopia urin\u00e1ria cuidadosamente, de maneira a obter informa\u00e7\u00f5es que permita estabelecer a causa da hemat\u00faria, definindo de origem glomerular ou n\u00e3o \u2013 glomerular atrav\u00e9s da pesquisa de dimorfismo eritrocit\u00e1rio. Esta etapa \u00e9 fundamental na avalia\u00e7\u00e3o do paciente, pois elimina as possibilidades de uma indica\u00e7\u00e3o para exames mais complexos e invasivos.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Imunologia na reprodu\u00e7\u00e3o.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Cristiane Maria Villar Silva<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A Imunologia na Reprodu\u00e7\u00e3o vem sendo muito estudada e pesquisada pois parte da premissa que o feto se comporta como um transplante no ventre materno. Ele carrega consigo c\u00e9lulas maternas e paternas o que provocaria uma rejei\u00e7\u00e3o vinda da m\u00e3e. O Sistema Imunol\u00f3gico, para a pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia humana, possui um mecanismo denominado toler\u00e2ncia imunol\u00f3gica o que permite que o feto consiga sobreviver sem danos durante os nove meses de gesta\u00e7\u00e3o, mas para isso v\u00e1rias c\u00e9lulas s\u00e3o recrutadas para tornar poss\u00edvel essa sobreviv\u00eancia. Essa revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica mostra como funciona o Sistema imunol\u00f3gico durante a gravidez e nos permite ver que v\u00e1rios estudos est\u00e3o sendo feitos para que ocorra uma diminui\u00e7\u00e3o nos abortos recorrentes e no problema da infertilidade e fertiliza\u00e7\u00e3o in vitro.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Presen\u00e7a de oxalato de c\u00e1lcio, resultante de c\u00e1lculos renais nos habitantes de Buritama, estado de S\u00e3o Paulo.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Daniela de Castro Rosa Miranda<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A concentra\u00e7\u00e3o de oxalato de c\u00e1lcio pode variar dentro das diversas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e estilo de vida das pessoas. S\u00e3o numerosos os estudos de correla\u00e7\u00e3o entre a presen\u00e7a de cristaluria e a forma\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculos renais. A analise dos c\u00e1lculos renais excretados \u00e9 importante no tratamento do paciente. Aproximadamente 75% deles contem oxalato de c\u00e1lcio, sendo poss\u00edvel evitar a forma\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculos se detectados antecipadamente. Com o objetivo de detectar a presen\u00e7a de oxalato de c\u00e1lcio resultante de calculo renal na cidade de Buritama &#8211; SP, foram analisadas no total 86 amostras de urina, dentre estas 09 amostras de meninos e l3 amostras de meninas, entre 0 \u00e0 15 anos, 34 amostras de mulheres e 30 amostras de homens, entre 16 \u00e0 50 anos. As amostras escolhidas foram de pessoas que realizavam exames de rotina, foram escolhidas amostras positivas, ou seja, todas com presen\u00e7a de oxalato de c\u00e1lcio e colhida a primeira urina da manh\u00e3. Analisadas no per\u00edodo de 01\/10\/2007 a 01\/11\/2007. Os exames foram realizados no laborat\u00f3rio Bio Analise, localizado na cidade de Buritama estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Eosinofilia relativa em funcion\u00e1rios do curtume de Andradina \u2013 SP.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Denise Spegiorin Fontanetti<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A contagem diferencial dos leuc\u00f3citos \u00e9 extremamente importante para avaliar amostras de pacientes com alguma altera\u00e7\u00e3o no sangue. O objetivo desse trabalho foi avaliar o leucograma dos funcion\u00e1rios do Curtume de Andradina, na cidade de Andradina, interior do estado de S\u00e3o Paulo, e ressaltar a incid\u00eancia de parasitoses mediante a contagem de eosin\u00f3filos em exames peri\u00f3dicos desses funcion\u00e1rios. Analisando o laudo de 40 funcion\u00e1rios, por meio da contagem diferencial dos leuc\u00f3citos desses funcion\u00e1rios, todos com idade adulta, 20% apresentaram aumento no n\u00famero de eosin\u00f3filos e 5% apresentaram valores normais lim\u00edtrofes. Os resultados obtidos demonstraram que a preval\u00eancia de eosinofilia em pessoas que trabalham nesse local \u00e9 discretamente alta. Esses resultados mostram a import\u00e2ncia de se realizar exames peri\u00f3dicos nesses indiv\u00edduos para detec\u00e7\u00e3o de alguma anormalidade.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Hipotireoidismo<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: \u00c9rika Caroline Carvalho<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O hipotireoidismo \u00e9 uma s\u00edndrome cl\u00ednica relativamente comum que resulta em uma defici\u00eancia do horm\u00f4nio tireoideano. Os sintomas come\u00e7am paulatinamente, no in\u00edcio com aumento do peso, hipersensibilidade ao frio, pele seca, infiltra\u00e7\u00e3o pseudoedematosa do rosto e dos membros, cabelo seco e fino, bradicardia e irregularidades do ciclo menstrual. Em caso de hipotireoidismo, os n\u00edveis de T4 apresentam-se baixos e os n\u00edveis de TSH elevados. O tratamento consiste na reposi\u00e7\u00e3o oral de horm\u00f4nio espec\u00edfico (Levotiroxina \u2013 T4), uma vez ao dia, preferencialmente pela manh\u00e3 em jejum. Foram analisados dez indiv\u00edduos, que apresentavam sintomas que podem ser ocasionados pelo hipotireoidismo, com o objetivo de verificar os resultados de seus exames com os valores de refer\u00eancia, podendo assim comparar os n\u00edveis de T4 e TSH. Quatro desses indiv\u00edduos apresentaram n\u00edveis elevados de TSH e n\u00edveis diminu\u00eddos de T4 livre.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Anemia ferropriva em gestantes: uma revis\u00e3o.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Fabiola Gon\u00e7alves de Andrade<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b>: A anemia ferropriva representa a defici\u00eancia nutricional de maior preval\u00eancia em todo o mundo. \u00c9 tamb\u00e9m chamada de anemia por defici\u00eancia de ferro. As mulheres e as crian\u00e7as s\u00e3o os grupos biol\u00f3gicos mais vulner\u00e1veis. A anemia \u00e9 um fator de tal import\u00e2ncia que, mesmo isoladamente, aumenta significativamente o risco grav\u00eddico. A anemia ferropriva \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o na qual a concentra\u00e7\u00e3o sang\u00fc\u00ednea de hemoglobina se encontra abaixo dos valores da normalidade. Ela ocorre em gestantes quando o conte\u00fado de hemoglobina no sangue circulante est\u00e1 abaixo de 11g\/dL, sendo resultado principalmente da defici\u00eancia de ferro no organismo, refletindo diretamente na eritropoiese. A anemia por defici\u00eancia de ferro durante a gravidez est\u00e1 relacionada ao aumento da morbidade e mortalidade da gestante e do feto. Considerada a dificuldade de conseguir ingest\u00e3o adequada de ferro atrav\u00e9s da dieta alimentar habitual, a suplementa\u00e7\u00e3o vem sendo recomendada. A suplementa\u00e7\u00e3o com ferro deve ser distribu\u00edda a todas as gestantes na assist\u00eancia prim\u00e1ria \u00e0 sa\u00fade, mas v\u00e1rios fatores devem ser observados como a absor\u00e7\u00e3o e os efeitos colaterais da administra\u00e7\u00e3o de ferro. O sulfato ferroso \u00e9 o medicamento de escolha devido ao seu baixo custo e alta biodisponibilidade.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Freq\u00fc\u00eancia de fungos dermat\u00f3fitos em Onicomicoses.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Fernanda Cristov\u00e3o Catt\u00e2neo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> As micoses superficiais de pele s\u00e3o infec\u00e7\u00f5es causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos. O objetivo desse trabalho foi isolar e identificar esp\u00e9cies de dermat\u00f3fitos envolvidas em onicomicose.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Hansen\u00edase: caracter\u00edsticas gerais.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Fernanda Marques Batista Vieira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A Hansen\u00edase com agente etiol\u00f3gico Mycobacterium leprae \u00e9 uma doen\u00e7a infecto-contagiosa, de evolu\u00e7\u00e3o lenta, \u00e9 transmitida de forma inter-humana, as vias respirat\u00f3rias superiores s\u00e3o os principais locais de elimina\u00e7\u00e3o e penetra\u00e7\u00e3o dos bacilos. A partir da Hansen\u00edase Indeterminada, os pacientes sem tratamento evoluem para a forma polar tubercul\u00f3ide, se tiverem boa resist\u00eancia ao Mycobacterium leprae ou para a forma Virchowiana se n\u00e3o tiverem boa resist\u00eancia. O diagnostico da Hansen\u00edase \u00e9 realizado pela somat\u00f3ria de exames cl\u00ednicos e laboratoriais e como tratamento sugere-se um esquema de poli-quimioterapia padr\u00e3o (PQT) dependo de sua classifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Febre amarela \u2013 a cl\u00e1ssica febre hemorr\u00e1gica<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Filomena Vitor da Silva<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A febre amarela \u00e9 uma febre hemorr\u00e1gica cl\u00e1ssica causada por um v\u00edrus de RNA, o Flaviv\u00edrus. \u00c9 encontrada sob duas formas de transmiss\u00e3o: Sivestre: \u00e9 um ciclo complexo e ainda n\u00e3o completamente compreendido. Alguns macacos e mosquito (Haemagogus) de h\u00e1bitos silvestres possuem o v\u00edrus. O mosquito \u00e9 o vetor silvestre que ao se infectar permanece como transmissor para sempre. O macaco \u00e9 hospedeiro, ao se infectar se imuniza ou morre. Como os recursos est\u00e3o cada vez mais escassos, o homem precisa penetrar ainda mais nas matas para retirar mat\u00e9ria-prima para o seu sustento. Sem a devida prote\u00e7\u00e3o proporcionada pela vacina, se picado pelo mosquito desenvolver\u00e1 a doen\u00e7a e ser\u00e1 um hospedeiro acidental, transmitindo a doen\u00e7a a outras pessoas. Urbana: na forma urbana o vetor da doen\u00e7a \u00e9 o mosquito Aedes aegypti. Ao picar o hospedeiro acidental o mosquito se contamina, tornando-se o vetor urbano que ao picar outras pessoas transmitir\u00e1 a doen\u00e7a se estas estiverem sem a devida imuniza\u00e7\u00e3o. Embora a forma urbana j\u00e1 tenha sido erradicada, novos casos s\u00e3o registrados todos os anos, oriundos da forma silvestre. Os sintomas da febre amarela s\u00e3o: febre alta, dores no corpo, n\u00e1useas, v\u00f4mitos, dentre outros. O diagn\u00f3stico espec\u00edfico \u00e9 demorado, por isso, na d\u00favida de contamina\u00e7\u00e3o, exames constantes devem ser realizados como tamb\u00e9m a administra\u00e7\u00e3o de medicamentos. Atendimento m\u00e9dico precoce e diagn\u00f3stico preciso s\u00e3o eficazes para o estadiamento da doen\u00e7a, assim como eliminar o risco de \u00f3bito. As conseq\u00fc\u00eancias da febre amarela s\u00e3o insufici\u00eancia hep\u00e1tica e renal que devem ser tratadas com urg\u00eancia em unidades de terapia intensiva. A preven\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com a vacina D17, produzida a partir do v\u00edrus atenuado. Seu efeito perdura por 10 anos sendo necess\u00e1rio nova imuniza\u00e7\u00e3o ap\u00f3s esse per\u00edodo. O controle da doen\u00e7a se faz tamb\u00e9m com a elimina\u00e7\u00e3o do vetor urbano, o Aedes aegypti. Tal preven\u00e7\u00e3o acabaria n\u00e3o s\u00f3 com o risco da febre amarela como tamb\u00e9m com a dengue, visto que o mosquito transmissor \u00e9 o mesmo nas duas doen\u00e7as.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Marcadores laboratoriais para doen\u00e7a cardiovascular<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Gabriela Arantes Martins<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A doen\u00e7a cardiovascular ocorre em conseq\u00fc\u00eancia de uma s\u00e9rie complexa de eventos que come\u00e7a com desequil\u00edbrio homeost\u00e1tico causado por intera\u00e7\u00f5es anormais do ambiente com altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas. Atualmente, entende-se o processo ateroscler\u00f3tico n\u00e3o apenas como decorr\u00eancia do ac\u00famulo de l\u00edpides nas paredes dos vasos, mas tamb\u00e9m como conseq\u00fc\u00eancia da disfun\u00e7\u00e3o endotelial e da ativa\u00e7\u00e3o do sistema inflamat\u00f3rio. A associa\u00e7\u00e3o da aterosclerose com inflama\u00e7\u00e3o nos leva a procurar marcadores envolvidos no processo inflamat\u00f3rio que possam predizer o risco de doen\u00e7a arterial coronariana (DAC). Um marcador pode refletir a fisiopatologia subjacente \u00e0 doen\u00e7a, predizer eventos futuros, indicar a presen\u00e7a da afec\u00e7\u00e3o ou danos a um \u00f3rg\u00e3o, al\u00e9m de avaliar o progresso do tratamento. Evid\u00eancia recente indica que os n\u00edveis sangu\u00edneos da prote\u00edna C reativa (PCR) podem predizer doen\u00e7a cardiovascular futura. Tal fato pode ser justificado por n\u00e3o existirem ainda exames laboratoriais, de f\u00e1cil aplicabilidade e baixo custo, que determinem com exatid\u00e3o n\u00edveis apropriados para o uso cl\u00ednico. Entretanto, muitos destes biomarcadores s\u00e3o importantes na fisiopatologia da aterosclerose e servem como ferramentas fundamentais para a pesquisa.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas no perfil lip\u00eddico e glic\u00eamico em pacientes HIV que fazem uso de anti-retrovirais<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Greice Rodrigues Bittencourt<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Analisando os dados dos pacientes aqui representados com m\u00e9dia de idade de 39 anos, uso de antiretrovirais por mais de 2 anos, metabolismo lip\u00eddico alterado em 40%, uso do tabagismo em 55% e falta de atividade f\u00edsica, verifica-se que h\u00e1 maior predisposi\u00e7\u00e3o desses pacientes a infartos e aterosclerose. Alguns estudos v\u00eaem propondo mudan\u00e7as na terap\u00eautica dos pacientes retirando os IPs ou substituindo-os por outros da mesma classe. Mais \u00e9 preciso analisar o benef\u00edcio dessa mudan\u00e7a com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 resposta imunol\u00f3gica do paciente, pois estes esquemas terap\u00eauticos t\u00eam sido muito eficazes na redu\u00e7\u00e3o da mortalidade dos portadores de HIV. A administra\u00e7\u00e3o de estatinas com objetivo de controlar a n\u00edveis de colesterol e de fibratos para controle de hipertrigliceridemia j\u00e1 foram propostos, por\u00e9m alguns desses medicamentos podem apresentar intera\u00e7\u00f5es medicamentosas principalmente com IPs aumentando sua toxicidade. Diversas abordagens s\u00e3o empregadas para o tratamento da lipodistrofia como mudan\u00e7as no estilo de vida, dieta pobre em gorduras saturadas e colesterol, atividade f\u00edsica e parar de fumar contribuem para diminuir as altera\u00e7\u00f5es lipodistr\u00f3ficas e metab\u00f3licas. H\u00e1 estudos que comprovaram que realiza\u00e7\u00e3o de atividade f\u00edsica regularmente contribui para diminui\u00e7\u00e3o de lipodistrofia e os resultados foram satisfat\u00f3rios. Assim seria importante que houvesse uma parceria produtiva entre infectologista, endocrinologista, cardiologista e profissionais que realizam programas de atividade f\u00edsica para que os portadores de HIV tivessem uma melhora na qualidade de vida, auto estima e bem estar.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Parasitoses em alunos da escola estadual Dr. Pedro Ludovico Teixeira de Santa Tereza de Goi\u00e1s \u2013 GO<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: John Nunes de Souza<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Os parasitos intestinais representam um grave problema de sa\u00fade publica em pa\u00edses em desenvolvimento e afetam principalmente popula\u00e7\u00f5es de baixo n\u00edvel socioecon\u00f4mico, onde as condi\u00e7\u00f5es de higiene e saneamento b\u00e1sico s\u00e3o prec\u00e1rias. Considerando que as crian\u00e7as s\u00e3o as mais atingidas, avaliamos nesse trabalho, a preval\u00eancia de enteroparasitos nos alunos da Escola Estadual Dr. Pedro Ludovico Teixeira situado no munic\u00edpio de Santa Tereza de Goi\u00e1s \u2013 GO, no per\u00edodo de Abril a Junho de 2007. Das 102 amostras analisadas, 60 amostras (59%) apresentaram resultados positivos e 42 (41%) demonstraram resultados negativos. Dentre os positivos, 65% das amostras eram monoparasitadas, 28% biparasitadas e 7% poliparasitadas. Entre os Helmintos houve maior preval\u00eancia de Enterobius vermiculares 17%, seguido de Hymenolepis nana 12%. Em rela\u00e7\u00e3o aos protozo\u00e1rios teve maior incid\u00eancia Giardia lamblia com 53%. Diante do alto \u00edndice de parasitos encontrado neste trabalho destacamos a import\u00e2ncia da cria\u00e7\u00e3o de projetos para combater e prevenir as formas de contagio destes parasitos intestinais.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Hepatite C<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Joseane Ferezin Esteves<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A hepatite C tem como agente etiol\u00f3gico um v\u00edrus RNA, per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o de 15 a 150 dias, transmiss\u00e3o parenteral por sangue e hemoderivados, sexual e vertical da m\u00e3e para o filho. Estas duas \u00faltimas formas de transmiss\u00e3o s\u00e3o espor\u00e1dicas. Seu reservat\u00f3rio \u00e9 o homem, atualmente \u00e9 o grande respons\u00e1vel pelas hepatites p\u00f3s-transfusionais e em usu\u00e1rios de drogas. Tem um risco de cronificar em 85% dos casos. Muitas vezes o quadro agudo n\u00e3o chega a se manifestar clinicamente. Nesta \u00faltima d\u00e9cada, entretanto, houve avan\u00e7os significativos no entendimento de sua epidemiologia, modo de transmiss\u00e3o, diagn\u00f3stico e terap\u00eautica.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Infec\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio em crian\u00e7as e adolescentes \u00e0 luz da evid\u00eancia cl\u00ednica<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: K\u00eanio Ferreira Valadares<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> As infec\u00e7\u00f5es do trato urin\u00e1rio s\u00e3o uma das causas mais comuns na cl\u00ednica m\u00e9dica. S\u00e3o causadas por uma variedade de bact\u00e9rias gram-negativas. A E. coli \u00e9 o agente mais comum associado a infec\u00e7\u00f5es urin\u00e1rias em todos os grupos de pacientes. Recentemente, o S. saprofyticus foi reconhecido como causa de infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria em crian\u00e7as e adolescentes e em mulheres jovens. Este estudo consta de um levantamento bibliogr\u00e1fico, de artigos dos \u00faltimos dez anos e de revis\u00e3o n\u00e3o-sistematizada da literatura cient\u00edfica utilizando os bancos de dados. Foram selecionados estudos de coorte e qualidade, consenso e ensaios com base em aspectos metodol\u00f3gicos.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Um estudo sobre insufici\u00eancia renal<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Loren Alves de Paulo Ribeiro<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A insufici\u00eancia renal \u00e9 uma s\u00edndrome cl\u00ednica caracterizada pelo decl\u00ednio da fun\u00e7\u00e3o renal com ac\u00famulo de metab\u00f3litos e eletr\u00f3litos, \u00e9 a diminui\u00e7\u00e3o ou a cessa\u00e7\u00e3o da filtra\u00e7\u00e3o glomerular que pode ser subdividida em insufici\u00eancia renal aguda (IRA) e insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica (IRC). Na IRA os rins param de trabalhar por completo ou quase, de forma abrupta, por horas ou dias. Os sintomas de IRA dependem da causa e do grau de comprometimento da fun\u00e7\u00e3o renal, sendo frequentemente inespec\u00edficos e mascarados pela doen\u00e7a de base, por\u00e9m \u00e9 importante observar o aparecimento de sinais como olig\u00faria ou an\u00faria, fraqueza, edema, altera\u00e7\u00e3o na cor e odor da urina, ardor ao urinar, dor lombar, anemia (palidez anormal), dentre outros. O diagn\u00f3stico se faz com a realiza\u00e7\u00e3o de exames de sangue onde observa-se o aumento da ur\u00e9ia, creatinina, \u00e1cido \u00farico e anemia. Na urina avalia-se a osmolalidade, s\u00f3dio, creatinina, ur\u00e9ia e sedimento. Exames de imagem e bi\u00f3psia renal podem ser necess\u00e1rios em alguns casos espec\u00edficos. O tratamento cl\u00ednico deve evitar hiper-hidrata\u00e7\u00e3o, prevenir processos infecciosos e evitar antibioticoterapia desnecess\u00e1ria. A hemodi\u00e1lise \u00e9 a modalidade de purifica\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea extracorp\u00f3rea mais empregada e deve ser iniciada o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. Na IRC h\u00e1 uma perda progressiva e irrevers\u00edvel da fun\u00e7\u00e3o renal, causando uma s\u00e9rie de dist\u00farbios no organismo. As manifesta\u00e7\u00f5es clinicas independem da les\u00e3o ou doen\u00e7a inicial pois refletem a incapacidade geral dos rins em realizar suas fun\u00e7\u00f5es. Os sintomas s\u00e3o muitos e parecidos com os de IRA, podendo ser desde uremia por v\u00e1rios meses e rins pequenos visto em radiografias como tamb\u00e9m anemia, hiperfosfatemia e hipocalcemia. Ocorrem tamb\u00e9m dist\u00farbios cardiovasculares, hipertens\u00e3o arterial e pericardite bem como dist\u00farbios hematol\u00f3gicos. A IRC \u00e9 diagnosticada quando a velocidade de filtra\u00e7\u00e3o glomerular est\u00e1 significativamente reduzida. Quando a avalia\u00e7\u00e3o do sedimento urin\u00e1rio apresenta densidade baixa e muitas vezes cilindros lip\u00eddicos e aumento de eritr\u00f3citos e leuc\u00f3citos com variados graus de protein\u00faria. O hemograma revela anemia normocr\u00f4mica, normoc\u00edtica, neutropenia, plaquetopenia. N\u00edveis elevados de ur\u00e9ia, creatinina, \u00e1cido \u00farico, pot\u00e1ssio e magn\u00e9sio com c\u00e1lcio diminu\u00eddos. Raio X de t\u00f3rax pode mostrar cardiomegalia, edema pulmonar intersticial ou alveolar. O tratamento se faz com controle da hipertens\u00e3o arterial, restri\u00e7\u00e3o de sal, \u00e1lcool, cautela na ingesta abusiva de pot\u00e1ssio e ingesta moderada de s\u00f3dio, hemodi\u00e1lise e transplante renal.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Infec\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio infantil, um problema de nefrologia pedi\u00e1trica.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Luciane Cristina Bombonato<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Infec\u00e7\u00e3o do trato urin\u00e1rio (ITU) \u00e9 considerada como a presen\u00e7a de bact\u00e9rias multiplicando-se em locais normalmente est\u00e9reis (aus\u00eancia de microrganismos) do trato urin\u00e1rio, podendo se manifestar de formas variadas, ora com sintomas riscos e facilmente sugestivos em crian\u00e7as acima de 5-6 anos, mas muitas vezes com poucos sintomas (oligossintomaticas) ou sintomas pouco espec\u00edfico do trato urin\u00e1rio-crian\u00e7as de 0-5 anos o que dificulta o diagn\u00f3stico. O fato de ser mais comum nas meninas deve-se ao tamanho da uretra, que \u00e9 significativamente menor que a dos meninos, o que facilita a ascend\u00eancia de bact\u00e9rias da regi\u00e3o genital para o trato urin\u00e1rio utilizando com meio de propaga\u00e7\u00e3o o canal uretral. A incid\u00eancia da ITU infantil \u00e9 cerca de tr\u00eas femininos para um masculino, exceto durante o primeiro m\u00eas e vida quando predomina no sexo masculino. Esta enfermidade prevalece nos primeiros anos de vida, atingindo seu pico m\u00e1ximo por volta dos 3-4 anos de idade, podendo se estender at\u00e9 o d\u00e9cimo primeiro ano de vida.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Benef\u00edcios do exerc\u00edcio f\u00edsico e dieta hipocal\u00f3rica em diab\u00e9ticos.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: M\u00e1rcia de F\u00e1tima Ferraretto Pavan<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Diabetes mellitus \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica e est\u00e1 associada a complica\u00e7\u00f5es que comprometem a produtividade, qualidade de vida e sobrevida dos indiv\u00edduos, al\u00e9m da mortalidade prematura, como nos custos envolvidos no controle do tratamento. O Diabetes \u00e9 classificado como tipo1 e 2, al\u00e9m do diabetes gestacional (que aparece durante a gravidez e geralmente desaparece quando a gravidez acaba). H\u00e1 v\u00e1rias publica\u00e7\u00f5es que tratam desse assunto, onde pesquisas relatam melhoria na qualidade de vida aos pacientes diab\u00e9ticos. Este trabalho teve como objetivo demonstrar a import\u00e2ncia de seguir uma dieta s\u00e3 acompanhada de exerc\u00edcio f\u00edsico, resultando num eficiente meio d e controlar a glicose em pacientes diab\u00e9ticos, melhorando a qualidade de vida e promovendo o bem estar psicol\u00f3gico. Recomendados pelos profissionais de sa\u00fade \u00e9 um excelente meio que auxilia no tratamento.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Padroniza\u00e7\u00e3o hematol\u00f3gica e leucocit\u00e1ria de bovinos da ra\u00e7a Guzer\u00e1 em Uberaba \u2013 MG<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Patr\u00edcia Ara\u00fajo Fernandes<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Com objetivo de definir padr\u00f5es hematol\u00f3gicos e leucocit\u00e1rios dos bovinos da ra\u00e7a Guzer\u00e1 e correlaciona \u2013 los \u00e0 habilidade de adapta\u00e7\u00e3o desses animais ao tr\u00f3picos, foram analisadas 68 vacas sendo que 56 eram adultas com faixa et\u00e1ria entre 3 a 10 anos e 12 eram idosas com varia\u00e7\u00e3o de 11 a 14 anos. Esses animais s\u00e3o provenientes de Cantagalo \u2013 RJ e foram trazidos para a Fazenda Escola da UNIUBE para que fossem avaliados cientificamente. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 s\u00e9rie vermelha pode-se observar que as hem\u00e1cias (milh\u00f5es\/mm3) dos animais adultos variaram de 5,57 a 14,95 sendo a m\u00e9dia de 8,328 (\u00b1 1,66), enquanto que nos animais idosos variaram de 5,93 a 12,58 com a m\u00e9dia de 8,042 (\u00b1 1,96). O hemat\u00f3crito (%) dos animais adultos variou de 33 a 45 sendo a m\u00e9dia de 37,5 (\u00b13,23). Nos animais idosos variou de 31 a 43 sendo a m\u00e9dia de 36,4 (\u00b13,2). A hemoglobina (g%) dos animais adultos variou de 10,1 a 15,5 com m\u00e9dia de 12,3 (\u00b11,16) e a dos animais idosos variou de 10,1 a 13,4 com m\u00e9dia de 11,6 (\u00b10,9). A prote\u00edna plasm\u00e1tica (g\/dL) dos animais adultos variou de 7,0 a 9,0 sendo a m\u00e9dia 8,24 (\u00b10,42) e a dos animais idosos variou de 7,4 a 9,4 sendo a m\u00e9dia 8,18 (\u00b10,53). Os leuc\u00f3citos totais (mm3) dos animais adultos variaram de 7300 a 23700 sendo a m\u00e9dia de 11996 (\u00b1 2806,1). Nos animais idosos variaram de 5900 a 16600 sendo a m\u00e9dia de 11350 (\u00b13107,6). Na contagem diferencial dos leuc\u00f3citos, em porcentagem, observou-se que os bastonetes, neutr\u00f3filos segmentados, linf\u00f3citos, mon\u00f3citos e eosin\u00f3filos dos animais adultos variaram de 0 a 2 (0,23 \u00b10,54), 12 a 45 (26,8 \u00b17,5), 39 a 78 (62,8 \u00b19,78), 0 a 8 (2,96 \u00b11,8) e de 0 a 20 (7,93 \u00b14,69), respectivamente. E nos animais idosos variaram de 1 a 2 (0,2 \u00b1 0,67), 14 a 48 (29,8 \u00b1 8,31), 39 a 81 (58,8 \u00b110,4), 0 a 6 (2,08 \u00b11,78) e de 2 a 24 (8,75 \u00b17,36), respectivamente. Esses os resultados permitem concluir que valores de hem\u00e1cias, hemoglobina e hemat\u00f3crito elevados na ra\u00e7a Guzer\u00e1, podem estar associados a maior capacidade de oxigena\u00e7\u00e3o e facilidade de adaptar em regi\u00f5es tropicais, A maior quantidade de leuc\u00f3citos encontrada na ra\u00e7a Guzer\u00e1 pode estar associado a maior resist\u00eancia \u00e0 doen\u00e7as e que os altos n\u00edveis de eosin\u00f3filos podem estar associados a sua resist\u00eancia \u00e0s infec\u00e7\u00f5es parasit\u00e1rias.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Suspeita de febre amarela de paciente interado no Hospital Santa Luzia em Bras\u00edlia \u2013 DF com (forma maligna)<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: R\u00e9gis Torres Silva<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A febre amarela \u00e9 uma doen\u00e7a end\u00eamica que atinge toda a regi\u00e3o norte e centro-oeste do pa\u00eds e parte pr\u00e9-amaz\u00f4nica do estado do maranh\u00e3o. No Brasil a febre amarela apareceu pela primeira vez em Pernambuco no ano de 1685. A realiza\u00e7\u00e3o de grandes campanhas de preven\u00e7\u00e3o levou ao controle da epidemia. Desde o final de 2007 os estados da regi\u00e3o centro-oeste em especial Goi\u00e1s est\u00e3o sob alerta sanit\u00e1rio devido \u00e0 morte de macacos, sendo que em 40 macacos encontrados mortos no estado de Goi\u00e1s foi detectado o v\u00edrus causador da febre amarela, no Distrito Federal 03 macacos foram encontrados mortos no Parque Nacional de Bras\u00edlia, mas n\u00e3o se tem ainda resultado confirmat\u00f3rio de infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus da Febre Amarela. Goi\u00e1s encontra-se na regi\u00e3o end\u00eamica brasileira para febre amarela silvestre (FAS), pela manuten\u00e7\u00e3o do v\u00edrus amar\u00edlico entre os hospedeiros naturais. Este trabalho tem o intuito de relatar um caso de morte por febre amarela na forma maligna com evolu\u00e7\u00e3o fulminante ocorrido em Bras\u00edlia em janeiro de 2008 de um paciente jovem n\u00e3o imunizado que esteve em zona de mata no estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Avalia\u00e7\u00e3o de parasitoses intestinais em alunos de escola p\u00fablica do munic\u00edpio de Nova Granada \u2013 SP<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Rodrigo Lupino Linhares de Castro<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O presente trabalho mostrou freq\u00fc\u00eancias diferentes de parasitoses intestinais entre alunos de escola p\u00fablica de 1\u00ba e 2\u00ba Graus quanto ao seu local de moradia, n\u00edvel socioecon\u00f4mico e grau de escolaridade dos pais. Pesquisou-se 104 indiv\u00edduos, sendo 32 moradores da zona rural e 72 moradores da zona urbana. Na zona rural a freq\u00fc\u00eancia das parasitoses foi significativamente maior em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 zona urbana. Indicadores do n\u00edvel s\u00f3cio-econ\u00f4mico, de escolaridade, de saneamento b\u00e1sico, como determinantes de parasitose intestinal, evidenciaram que as maiores freq\u00fc\u00eancias de parasitoses ocorreram tanto entre as crian\u00e7as de baixa renda quanto entre as que tinham pais com n\u00edvel de escolaridade mais baixo. Os resultados foram significativos para se planejar um m\u00e9todo de estudo e conscientiza\u00e7\u00e3o na preven\u00e7\u00e3o das parasitoses, dando \u00eanfase no mecanismo de transmiss\u00e3o de cada doen\u00e7a.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Anemia ferropriva<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autora: Tatiane Buratto da Silva<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Resumo:<\/b> Ap\u00f3s o levantamento bibliogr\u00e1fico a autora concluiu que a defici\u00eancia de ferro \u00e9 a forma mais comum de defici\u00eancia nutricional tanto nos pa\u00edses em desenvolvimento quanto nos desenvolvidos. A defici\u00eancia de ferro \u00e9 particularmente comum em crian\u00e7as e gestantes. De acordo com os dados obtidos, prevaleceu como fatores de causa da defici\u00eancia de ferro o seu consumo deficiente, sangramento gastrointestinal, e fluxo menstrual excessivo.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Preval\u00eancia de anticorpos anti HAV total em pacientes que realizaram a sorologia no Labclin Laborat\u00f3rio de An\u00e1lises Cl\u00ednicas de Indaiatuba.<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Vanessa Martins Moreno<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><br \/>\n<\/b><b>Resumo:<\/b> A hepatite \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o causada por um v\u00edrus RNA sendo da fam\u00edlia Picornav\u00edrus, cuja transmiss\u00e3o \u00e9 por via fecal-oral, \u00e9 a causa mais freq\u00fcente da hepatite viral no mundo. Costuma ter evolu\u00e7\u00e3o benigna podendo ser assintom\u00e1tico ou forma fulminante, por\u00e9m rara. \u00c9 uma inflama\u00e7\u00e3o do f\u00edgad tamb\u00e9m conhecida como amarel\u00e3o ou derrame de bile. Este estudo tem por objetivo mostrar que a hepatite A \u00e9 mesmo uma doen\u00e7a silenciosa e que \u00e9 comum aos sintomas de outras infec\u00e7\u00f5es (febre, n\u00e1useas, enj\u00f4o, mal estar) o que dificulta identificar a doen\u00e7a, mostrando que 89% dos pacientes que realizaram sorologia para hepatite A apresentaram anti HAV total reagente, sem terem sido vacinados.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Altera\u00e7\u00f5es citol\u00f3gicas dos granul\u00f3citos por uso de drogas<\/b><b><\/p>\n<p><\/b><b>Autor: Wellington Coelho de Almeida<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Esse trabalho visa o reconhecimento de determinadas drogas usadas em paciente que desenvolveram um quadro de agranulocitose t\u00f3xica ou imunol\u00f3gica. Deixando os granul\u00f3citos sem suas fun\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas de fagocitose das Bact\u00e9rias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: Mieloma M\u00faltiplo Autor: Amilton Resende Sticca Resumo: O mieloma m\u00faltiplo \u00e9 uma neoplasia causada pela prolifera\u00e7\u00e3o de plasm\u00f3citos neopl\u00e1sicos em n\u00f3dulos, difusamente por toda medula \u00f3ssea e em outros \u00f3rg\u00e3os. 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