{"id":1303,"date":"2013-08-15T15:29:22","date_gmt":"2013-08-15T15:29:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1303"},"modified":"2013-08-15T15:29:22","modified_gmt":"2013-08-15T15:29:22","slug":"resumo-das-monografias-2a-turma-do-curso-de-biologia-molecular","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-biologia-molecular\/resumo-das-monografias-2a-turma-do-curso-de-biologia-molecular\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias \u2013 2\u00aa Turma do curso de Biologia Molecular"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Status secretor inferido da fenotipagem eritrocit\u00e1ria do sistema Lewis comparado \u00e0 genotipagem FUT2.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Ana L\u00edvia Silva Galbiatti<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Os genes fucosiltransferase 2 e 3 (FUT2 e FUT3) regulam a express\u00e3o dos ant\u00edgenos ABH em secre\u00e7\u00f5es corporais e tamb\u00e9m controlam o estado secretor do indiv\u00edduo. A intera\u00e7\u00e3o entre eles resulta na express\u00e3o dos fen\u00f3tipos eritrocit\u00e1rios do sistema Lewis. Os secretores positivos s\u00e3o fenotipados como Le(a-b+) e os secretores negativos, como Le(a+b-). O objetivo desse trabalho foi verificar a concord\u00e2ncia entre a express\u00e3o dos fen\u00f3tipos Le(a+b-) e Le(a-b+) e o status secretor definido pela genotipagem FUT2. Foram coletadas 70 amostras de sangue de indiv\u00edduos adultos, o DNA gen\u00f4mico foi extra\u00eddo por um m\u00e9todo salino, a genotipagem FUT2 foi realizada pelo m\u00e9todo PCR-SSP e para fenotipagem eritrocit\u00e1ria foi utilizado o m\u00e9todo gel centrifuga\u00e7\u00e3o. Dos 70 indiv\u00edduos analisados 14,3% apresentaram o fen\u00f3tipo eritrocit\u00e1rio Le(a+b-), 61,4% o fen\u00f3tipo Le(a-b+) e 24,3%, o fen\u00f3tipo Le(a-b-). Com base nos resultados da genotipagem FUT2, 68,6% (48\/70) foram classificados como secretores positivos (GG + GA) e 31,4% (22\/70), como secretores negativos (AA). Houve concord\u00e2ncia absoluta do fen\u00f3tipo Le(a+b-) com o status secretor negativo definido pela genotipagem FUT2 (AA). Por outro lado, ocorreu alto \u00edndice de discord\u00e2ncia (9,43%) entre o fen\u00f3tipo Le(a-b+) e o status secretor positivo definido pela genotipagem FUT2 (GG\/GA). Os resultados sugerem que a fenotipagem Lewis n\u00e3o representa, isoladamente, um meio confi\u00e1vel para inferir o status secretor que um indiv\u00edduo expressa, o qual deve ser paralelamente identificado com o uso de m\u00e9todos moleculares.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Express\u00e3o da mol\u00e9cula HLA de classe I, n\u00e3o cl\u00e1ssica, HLA-G, em les\u00f5es malignas de laringe associada \u00e0 infec\u00e7\u00e3o pelo papilomav\u00edrus humano (HPV).<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Ana L\u00facia Colachiti<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A presen\u00e7a do HPV foi encontrada em 12% das les\u00f5es de laringe, com presen\u00e7a dos tipos de HPV de baixo risco (HPV6\/11) e alto risco HPV 16, 18, 31 e 33. O aumento da express\u00e3o de HLA-G n\u00e3o parece estar associado \u00e0 infec\u00e7\u00e3o elos tipos de HPV 6, 11, 16, 18, 31 e 33, sugerindo que a express\u00e3o da mol\u00e9cula de HLA-n\u00e3o cl\u00e1ssica HLA-G em certos tumores \u00e9 capaz de alterar padr\u00f5es da resposta imunol\u00f3gica, contribuindo para a carcinog\u00eanese e progress\u00e3o tumoral. O aumento da express\u00e3o de HLA-G foi associado com o grau de diferencia\u00e7\u00e3o dos carcinomas lar\u00edngeos, sugerindo que essa mol\u00e9cula poderia ser considerada um bom marcador da carcinog\u00eanese lar\u00edngea.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Linfoma de Burkitt e v\u00edrus de Epstein-Barr: a utiliza\u00e7\u00e3o da rea\u00e7\u00e3o em cadeia da polimerase e da hibridiza\u00e7\u00e3o <i>in situ<\/i> como ferramentas no diagn\u00f3stico.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Ana Paula Avenia Silvestre<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b>: O Linfoma de Burkitt \u00e9 uma neoplasia de c\u00e9lulas B maduras altamente agressiva que acomete mais a faixa et\u00e1ria pedi\u00e1trica, sendo end\u00eamico em regi\u00f5es africanas. Tem como causas principais a transloca\u00e7\u00e3o entre os cromossomos 8 e 14 promovendo a superexpress\u00e3o do gene cmyc, muta\u00e7\u00f5es no gene supressor de tumor p53 e a infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus oncog\u00eanico Epstein-Barr. A detec\u00e7\u00e3o de tais eventos \u00e9 crucial para a caracteriza\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. Sendo assim, A PCR e a Hibridiza\u00e7\u00e3o <i>in situ<\/i> s\u00e3o as t\u00e9cnicas moleculares mais utilizadas para o estudo diagn\u00f3stico do linfoma. Diante disso o presente trabalho prop\u00f5e uma revis\u00e3o sobre as caracter\u00edsticas gen\u00e9ticas envolvidas no processo, bem como as ferramentas utilizadas para o diagn\u00f3stico preciso da doen\u00e7a.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Her2 como alvo molecular contra o c\u00e2ncer de mama: uma revis\u00e3o da literatura.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Andr\u00e9 Naz\u00e1rio de Oliveira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Her2 \u00e9 um dos quatro membros da fam\u00edlia dos Fatores de Crescimento Epid\u00e9rmico (EGF), quando expresso de forma inadequada \u00e9 respons\u00e1vel por 25 a 30% dos casos de c\u00e2ncer de mama em mulheres. O c\u00e2ncer de mama Her2 positivo tem sido amplamente estudado por apresentar caracter\u00edsticas peculiares como a malignidade e falta de resposta ao tratamento, aumentando assim a preval\u00eancia de met\u00e1stases e conseq\u00fcentemente levando o indiv\u00edduo a morte. Novos tratamentos com base na terapia contra alvos moleculares t\u00eam sido os grandes respons\u00e1veis pelo desenvolvimento e estudos cl\u00ednicos de novas drogas inibidoras espec\u00edficas do receptor do EGF. Em nossa revis\u00e3o, destacamos o Trastuzumab e Lapatinib como potenciais drogas no combate ao c\u00e2ncer de mama.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Diagn\u00f3stico laboratorial da infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus da Hepatite C \u2013 Revis\u00e3o da Literatura.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Cl\u00e1udia Regina Favali Scavassa<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Diante da grande import\u00e2ncia da infec\u00e7\u00e3o causada pelo v\u00edrus da hepatite C e da complexidade dos testes laboratoriais para o diagn\u00f3stico dessa infec\u00e7\u00e3o, sendo que os m\u00e9todos sorol\u00f3gicos, dispon\u00edveis desde 1989, n\u00e3o s\u00e3o conclusivos para a confirma\u00e7\u00e3o da mesma, necessitando para este fim, de testes de biologia molecular, este presente estudo visa apresentar uma compila\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es de modo resumido, simplificado e sistematizado, para contribuir no conhecimento dos profissionais de sa\u00fade diretamente envolvidos, considerando a alta preval\u00eancia mundial de 3% de pessoas infectadas pelo VHC, cuja exposi\u00e7\u00e3o ao v\u00edrus resulta em at\u00e9 85% de hepatite cr\u00f4nica. Esta afec\u00e7\u00e3o \u00e9 uma doen\u00e7a insidiosa e sub-cl\u00ednica, podendo progredir para cirrose e carcinoma hepatocelular, sendo considerada um grave problema de sa\u00fade p\u00fablica. Atualmente o diagn\u00f3stico laboratorial \u00e9 altamente sens\u00edvel e espec\u00edfico e baseia-se em m\u00e9todos sero-imunol\u00f3gicos para pesquisa de anticorpos, utilizando-se da t\u00e9cnica de ELISA, como triagem, e Imuno-blot (RIBA), como teste suplementar ou confirmat\u00f3rio da presen\u00e7a de anticorpos espec\u00edficos do VHC. Por\u00e9m esses m\u00e9todos servem apenas como marcadores do contato com o v\u00edrus. J\u00e1 os testes de biologia molecular, como o PCR qualitativo, que possibilita a detec\u00e7\u00e3o do RNA do v\u00edrus C presentes na infec\u00e7\u00e3o inicial ou nos casos de cronifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 de grande utilidade para confirmar o diagn\u00f3stico e definir o tratamento, principalmente em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas (fase inicial da doen\u00e7a ou em pacientes imunossuprimidos), assim como para acompanhamento da efic\u00e1cia desse tratamento. Existem ainda o m\u00e9todo de PCR quantitativo (carga viral) e o de genotipagem, cujas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o fundamentais para orienta\u00e7\u00e3o da terap\u00eautica a ser institu\u00edda.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Microarray: fundamentos e aplica\u00e7\u00f5es.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Drayna Versone<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A tecnologia Microarray \u00e9 considerada uma poderosa ferramenta para an\u00e1lise quantitativa dos n\u00edveis de express\u00e3o g\u00eanica, permitindo com relativa facilidade sua avalia\u00e7\u00e3o global em organismos, tecidos ou c\u00e9lulas em diferentes situa\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas ou patol\u00f3gicas. A an\u00e1lise por Microarray \u00e9 uma metodologia cara, mas a abund\u00e2ncia dos resultados gerados \u00e9 inquestion\u00e1vel. As informa\u00e7\u00f5es obtidas por esses estudos contribuir\u00e3o progressivamente para o entendimento funcional e regulat\u00f3rio dos perfis de express\u00e3o g\u00eanica em v\u00e1rias doen\u00e7as contribuindo para um melhor progn\u00f3stico ou ainda, a cura.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Fator V Leiden e Trombofilia: uma revis\u00e3o.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Eduardo S\u00e1 de Oliveira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A ocorr\u00eancia de trombose est\u00e1 relacionada a in\u00fameros fatores, tanto pessoais quanto externos. A trombofilia \u00e9 o nome dado ao estado cl\u00ednico em que um paciente apresenta predisposi\u00e7\u00e3o para ocorr\u00eancia de trombose. H\u00e1 muito os m\u00e9dicos observavam que a trombofilia era mais freq\u00fcente em membros de uma mesma fam\u00edlia. A resist\u00eancia ao efeito anticoagulante da prote\u00edna C ativada foi descrita como causa da trombofilia familial em 1993 por Dahlback e colaboradores. Em 1994, os pesquisadores Rogier Bertina, Bobby Koeleman e outros, trabalhando no Centro de Pesquisa de Hemostasia e Trombose do Hospital Universit\u00e1rio de Leiden, na Holanda, identificaram uma muta\u00e7\u00e3o do fator V da coagula\u00e7\u00e3o, capaz de comprometer a fun\u00e7\u00e3o anticoagulante da prote\u00edna C ativada. Nesta muta\u00e7\u00e3o h\u00e1 uma substitui\u00e7\u00e3o G&#8211;&gt;A na posi\u00e7\u00e3o 1691 que produz uma altera\u00e7\u00e3o na prote\u00edna do fator V da coagula\u00e7\u00e3o, que recebeu o nome de FV Q506 ou fator V Leiden. A pesquisa da presen\u00e7a desta altera\u00e7\u00e3o, seja a sai forma homozig\u00f3tica, seja heterozig\u00f3tica, tem grande relev\u00e2ncia cl\u00ednica por sua freq\u00fc\u00eancia relativamente alta e por sua import\u00e2ncia no desenvolvimento de epis\u00f3dios tromboemb\u00f3licos e em casos de abortos, entre outras morbidades, relacionados ou n\u00e3o a outros fatores predisponentes. Este trabalho faz uma pequena revis\u00e3o da import\u00e2ncia diagn\u00f3stica e terap\u00eautica do fator V Leiden na trombofilia.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Recursos laboratoriais para o diagn\u00f3stico da dengue.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Ivanir F\u00e1tima Silva<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b><br \/>\n<\/b><b>Resumo:<\/b> A dengue \u00e9 uma doen\u00e7a febril aguda, de etiologia viral e de evolu\u00e7\u00e3o benigna na forma cl\u00e1ssica, e grave na forma hemorr\u00e1gica. Atualmente, considerada grave problema de sa\u00fade p\u00fablica internacional, especialmente nos pa\u00edses tropicais, onde as condi\u00e7\u00f5es do meio ambiente favorecem o desenvolvimento e a prolifera\u00e7\u00e3o do <i>Aedes aegypti<\/i>; principal mosquito vetor. A comprova\u00e7\u00e3o laboratorial \u00e9 importante ferramenta para um diagn\u00f3stico precoce e r\u00e1pido, permitindo, assim, que as autoridades sanit\u00e1rias sejam alertadas antes que o n\u00famero de casos e a gravidade da doen\u00e7a cres\u00e7am. O presente artigo teve o objetivo de expor as limita\u00e7\u00f5es e vantagens dos recursos laboratoriais para o diagn\u00f3stico da dengue, bem como sensibilizar os formadores de opini\u00e3o para a necessidade de parceria governo\/sociedade, com vistas ao controle da dengue em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: T\u00edtulo de anticorpos anti-A e anti-B em gestantes do Grupo O com e sem sorologia reagente para toxoplasmose.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Jana\u00edna Ferreira Porto<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b>: A Toxoplasmose \u00e9 considerada uma zoonose universal, causada pelo protozo\u00e1rio intracelular <i>Toxoplasma gondii<\/i>. A toxoplasmose cong\u00eanita pode provocar manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas graves e at\u00e9 o \u00f3bito do feto. O toxoplasma pode ser adquirido por via respirat\u00f3ria e oral, com absor\u00e7\u00e3o intestinal. Este fato nos objetivou a pesquisar sobre a titula\u00e7\u00e3o de anticorpos anti-A e anti-B em 154 gestantes com fen\u00f3tipo sangu\u00edneo O com e sem sorologia reagente para toxoplasmose, visto que a produ\u00e7\u00e3o inicial de anti-A e anti-B ocorre pelo contato ent\u00e9rico com os A e B da microflora intestinal. O resultado nos mostrou que os t\u00edtulos de anti-A e de anti-B das gestantes reagentes para toxoplasmose n\u00e3o tiveram diferen\u00e7as estatisticamente significantes dos t\u00edtulos das gestantes n\u00e3o reagentes.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Estudo comparativo entre m\u00e9todos laboratoriais na investiga\u00e7\u00e3o da Hepatite C.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Jo\u00e3o Bosco Bonin<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O presente trabalho tem por objetivo realizar um estudo comparativo entre os m\u00e9todos laboratoriais ELISA e PCR, para detec\u00e7\u00e3o do v\u00edrus da Hepatite C. Dessa forma, ser\u00e1 realizada uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, utilizando abordagem quali-quantitativa, cujos instrumentos de coleta de dados ser\u00e3o as obras de autores que versam sobre a Hepatite C, est\u00fadios de casos j\u00e1 realizados, documentos j\u00e1 publicados pelos \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade, artigos de peri\u00f3dicos e revistas. A identifica\u00e7\u00e3o do v\u00edrus da hepatite C (VHC) em 1989, por t\u00e9cnicas de biologia molecular, constitui um marco na hist\u00f3ria da Virologia. O posterior desenvolvimento de testes sorol\u00f3gicos baseados na pesquisa de anticorpos contra ant\u00edgenos do VHC veio demonstrar que o VHC era respons\u00e1vel pela maioria das hepatites n\u00e3o-A n\u00e3o-B e por alguns casos de cirrose criptog\u00eanica e que estava associado frequentemente ao carcinoma hepatocelular. A partir disso, foram desenvolvidos testes de diagn\u00f3stico de grande sensibilidade e especificidade, para maior conhecimento dos seus mecanismos patog\u00eanicos e caracteriza\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria natural da hepatite C, que pudessem apontar boas op\u00e7\u00f5es de tratamento. Ao mesmo tempo, os estudos realizados permitiram uma melhor no\u00e7\u00e3o das suas caracter\u00edsticas epidemiol\u00f3gicas e das suas principais vias de transmiss\u00e3o. Recomenda-se repetir os exames e\/ou realizar testes moleculares; resultados anti-HCV positivos no ELISA e indeterminados no imunoblot, n\u00e3o excluem a possibilidade de infec\u00e7\u00e3o pelo HCV. Em cerca de um ter\u00e7o desses casos, consegue-se detectar a presen\u00e7a do RNA do HCV pela t\u00e9cnica da PCR.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Les\u00e3o molecular adquirida comum a tr\u00eas doen\u00e7as hematol\u00f3gicas malignas.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Jo\u00e3o Rog\u00e9rio Cardoso de Oliveira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Neste trabalho, reportamos estudos gen\u00e9tico-moleculares em cinco pacientes portadores de doen\u00e7as hematol\u00f3gicas malignas que apresentam em comum transcritos BCR\/ABL. Os diferentes pontos de quebra no gene BCR determinam a s\u00edntese de prote\u00ednas com diferentes pesos moleculares pela fus\u00e3o do gene BCR-ABL, resultando transcritos b3a2(p210), b2a2(p210) ou e1a2(p190). A partir das an\u00e1lises citogen\u00e9ticas e moleculares realizadas, foram observados quatro pacientes portadores de LMC e um paciente com LLA. Quatro possu\u00edam a transloca\u00e7\u00e3o t(9;22). Entre os pacientes: dois apresentaram fus\u00e3o b3a2, dois possu\u00edam fus\u00e3o b2a2, sendo que um paciente apresentou dois transcritos b2a2 e b3a2 no controle ap\u00f3s Glivec\u00ae. Um paciente com LLA apresentava o transcrito e1a2. A presente casu\u00edstica \u00e9 bem ilustrativa da import\u00e2ncia das an\u00e1lises citogen\u00e9ticas e moleculares em LMC e LLA na compreens\u00e3o dos mecanismos de leucemog\u00eanese, bem como oferecem subs\u00eddios importantes para a decis\u00e3o terap\u00eautica e de acompanhamento.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Cintilografia \u00f3ssea: sua efic\u00e1cia no rastreamento de met\u00e1stases no pr\u00e9-operat\u00f3rio e p\u00f3s-operat\u00f3rio do c\u00e2ncer de mama.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: La\u00eds Gomes Machado<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o tumor maligno mais freq\u00fcente entre as mulheres em todo o mundo, sendo a principal causa de morte entre elas. Existem v\u00e1rios fatores que favorecem o desenvolvimento do c\u00e2ncer, sendo eles: predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, h\u00e1bitos alimentares, estilo de vida e condi\u00e7\u00f5es ambientais. Que s\u00e3o classificados como, fatores internos e externos. Em revis\u00e3o liter\u00e1ria comprovou-se muta\u00e7\u00f5es nos genes BRCA 1, BRCA 2. O c\u00e2ncer \u00e9 um tumor caracterizado pelo crescimento descontrolado de c\u00e9lulas anormais, em fun\u00e7\u00e3o de um problema nos genes, que invadem tecidos e \u00f3rg\u00e3os. Podendo se espalhar para outras regi\u00f5es do corpos, formando assim as chamadas met\u00e1stases. O presente estudo abordou de forma global o conceito gen\u00e9tico do c\u00e2ncer de mama, detalhando os principais mecanismos fisiopatol\u00f3gicos envolvidos nesta doen\u00e7a, bem como a import\u00e2ncia dos m\u00e9todos de imagem, em especial a Cintilografia \u00d3ssea, no diagn\u00f3stico, estadiamento e restadiamento de pacientes com suspeita ou diagn\u00f3stico confirmado de doen\u00e7a \u00f3ssea metast\u00e1tica.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Efeito da insulina na express\u00e3o g\u00eanica da obestatina e grelina em ratos.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Leonardo Marin<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b>: Os horm\u00f4nios s\u00e3o pept\u00eddeos que agem endogenamente no organismo estimulando ou inibindo uma resposta em uma c\u00e9lula receptora. Neste estudo a proposta \u00e9 avaliar, atrav\u00e9s de modelos experimentais, a a\u00e7\u00e3o hormonal da insulina sobre as c\u00e9lulas da mucosa ox\u00edntica na secre\u00e7\u00e3o dos pept\u00eddeos obestatina e grelina. Tamb\u00e9m \u00e9 proposta a observa\u00e7\u00e3o da express\u00e3o g\u00eanica desses pept\u00eddeos verificando os seus mecanismos de processamento pr\u00e9 e\/ou p\u00f3s-traducional pelos quais s\u00e3o sintetizados. Finalmente pretendemos relacionar o desequil\u00edbrio entre os efeitos da ingest\u00e3o alimentar e do balan\u00e7o energ\u00e9tico provocados pelo comprometimento das a\u00e7\u00f5es da insulina, como por exemplo, observados no diabetes e na obesidade, com a secre\u00e7\u00e3o de obestatina e grelina agindo como mediadores desse desequil\u00edbrio.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Sistema HLA no Lupus Eritematoso Sist\u00eamico.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Marcell Alysson Batisti Lozovoy<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O lupus eritematoso sist\u00eamico \u00e9 uma doen\u00e7a auto-imune que \u00e9 causada pelo reconhecimento do pr\u00f3prio pelo sistema imune. Esse reconhecimento \u00e9 mediado por c\u00e9lulas e anticorpos defeituosos, formando assim complexos auto-imunes que se depositam em diferentes \u00f3rg\u00e3os. O sistema HLA (<i>human leucocyte antigen<\/i>) \u00e9 um complexo g\u00eanico que gerencia e guarda as informa\u00e7\u00f5es moleculares para reconhecimento tecidual e celular. Estudos indicam que h\u00e1 associa\u00e7\u00e3o entre o sistema HLA com o LES em diferentes grupos \u00e9tnicos e envolvendo diferentes \u00f3rg\u00e3os. Nosso trabalho avaliou a associa\u00e7\u00e3o do HLA com o LES, sua express\u00e3o g\u00eanica e mecanismos da doen\u00e7a que possam estar influenciados pelo HLA. A presen\u00e7a de alguns genes HLA para o LES foi bem evidenciada e conclusiva, indicando aumento na preval\u00eancia da doen\u00e7a.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Biologia Molecular: A evolu\u00e7\u00e3o a caminho da Terapia G\u00eanica.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: M\u00e1rcio Rodrigues<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Este texto tem por finalidade rever de forma simplificada os conceitos b\u00e1sicos da estrutura do DNA, sua fascinante forma de transferir informa\u00e7\u00f5es no complexo interior de suas cadeias helicoidais e convert\u00ea-las em produtos finais que ir\u00e3o atuar em nosso organismo. Tamb\u00e9m visa acompanhar atrav\u00e9s de artigos e textos retirados da internet os processos evolutivos na \u00e1rea de Biologia Molecular, que vem trazendo hoje e para um futuro n\u00e3o t\u00e3o distante promessas e solu\u00e7\u00f5es no diagn\u00f3stico, cura e preven\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias doen\u00e7as, com poss\u00edveis impactos s\u00f3cio-econ\u00f4micos que essas revolu\u00e7\u00f5es podem trazer.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Diagn\u00f3stico molecular do <i>Papiloma V\u00edrus Humano<\/i> (HPV) pelo m\u00e9todo de PCR.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Maria Renata Bottura Ferreira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b>: A hist\u00f3ria do papilomav\u00edrus se inicia pela descoberta em 1933 por Schope e Hurst de les\u00f5es no coelho selvagem, transmitidas por um extrato filtrado e sem nenhuma c\u00e9lula. Os autores deduziam que a doen\u00e7a \u00e9 de origem viral e alguns anos mais tarde, Rous e Kidd mostram que esse v\u00edrus, transmitido ao coelho dom\u00e9stico, provoca c\u00e2nceres cut\u00e2neos quando a pele \u00e9 pincelada previamente com alcatr\u00e3o. Mais de 60 esp\u00e9cies animais ser\u00e3o portadoras de papilomav\u00edrus. Em algumas, a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 associada ao desenvolvimento de tumores, malignos ou benignos. Na esp\u00e9cie humana, se associar\u00e1, no in\u00edcio, ao v\u00edrus chamado papiloma v\u00edrus humano (HPV), a verrugas cut\u00e2neas e vegeta\u00e7\u00f5es ven\u00e9reas ou condilomas acuminados. Pertencem \u00e0 fam\u00edlia <i>Papillomaviridae<\/i>, g\u00eanero <i>Papillomav\u00edrus<\/i>, esp\u00e9cie <i>Human papillomav\u00edrus<\/i> \u2013 HPV, que corresponde a uma das oito esp\u00e9cies inclu\u00eddas no g\u00eanero. Os HPVs s\u00e3o classificados em gen\u00f3tipos, com base na compara\u00e7\u00e3o de seq\u00fc\u00eancias do gene L1. Seu genoma circular, com cerca de 8.000 pares de bases, \u00e9 formado por duas fitas de DNA, com oito genes e uma regi\u00e3o n\u00e3o codificadora, de controle da origem da replica\u00e7\u00e3o e da express\u00e3o dos genes reguladores da transcri\u00e7\u00e3o. Seu genoma pode ficar sob a forma circular (epissomal), dentro do n\u00facleo da c\u00e9lula ou sofrer ruptura na regi\u00e3o de E2 e se integrar ao DNA celular. Essa integra\u00e7\u00e3o tem conseq\u00fc\u00eancias na produ\u00e7\u00e3o de outras prote\u00ednas precoces do v\u00edrus e que s\u00e3o respons\u00e1veis pela transforma\u00e7\u00e3o celular. A rea\u00e7\u00e3o em cadeia da polimerase (PCR) \u00e9 um m\u00e9todo de amplifica\u00e7\u00e3o de DNA. A PCR \u00e9 uma das t\u00e9cnicas mais comuns utilizadas em laborat\u00f3rios de pesquisas m\u00e9dicas e dentro da Biologia Molecular.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico molecular na Fibrose C\u00edstica.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Miguel Antonio Isaac Andr\u00e9<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b>: O presente artigo tem como objetivo demonstrar a import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico molecular na detec\u00e7\u00e3o definitiva da fibrose c\u00edstica. A fibrose c\u00edstica (FC), doen\u00e7a cr\u00f4nica e heredit\u00e1ria (pais para filhos), causada por altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas \u00e9, potencialmente mortal, infringindo aos seus portadores, at\u00e9 poucos anos atr\u00e1s, uma expectativa de vida entre 25 e 30 anos, incidindo, de forma variada, entre 1\/2000 a 1\/10.000 ocorr\u00eancias. Os sinais e sintomas incluem doen\u00e7a cr\u00f4nica pulmonar, insufici\u00eancia cr\u00f4nica pancre\u00e1tica e aumento de eletr\u00f3litos no suor. O diagn\u00f3stico precoce \u00e9, portanto, fundamental. Para sua detec\u00e7\u00e3o utiliza-se o teste do pezinho, a prova do suor e, recentemente, o diagn\u00f3stico molecular, atrav\u00e9s da an\u00e1lise do DNA. Na realiza\u00e7\u00e3o do estudo que se segue, foram analisados estudos desenvolvidos por v\u00e1rios pesquisadores, comprovando a efic\u00e1cia da utiliza\u00e7\u00e3o do diagn\u00f3stico molecular em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 descoberta precoce da fibrose c\u00edstica.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: T\u00e9cnicas moleculares utilizadas no estudo do c\u00e2ncer.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Paulo Francisco Naoum<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS) cerca de 6 milh\u00f5es de pessoas morrem por ano v\u00edtimas de c\u00e2ncer em todo o mundo. Por se tratar de uma doen\u00e7a gen\u00e9tica a que todos est\u00e3o sujeitos, a pesquisa voltada para essa \u00e1rea tem se intensificado nos \u00faltimos anos, desde a publica\u00e7\u00e3o do Projeto Genoma Humano (PGH) at\u00e9 os dias de hoje em que a biologia molecular tem tentado elucidar todos os mecanismos de surgimento e progress\u00e3o tumoral. O presente artigo faz um levantamento bibliogr\u00e1fico das principais t\u00e9cnicas moleculares que v\u00eam sendo utilizadas em laborat\u00f3rios de pesquisa avan\u00e7ada no Brasil e no mundo.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Diagn\u00f3stico molecular de tuberculose.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Patr\u00edcia Barbosa Gon\u00e7alves<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A tuberculose outrora conhecida como \u201cmal do s\u00e9culo\u201d \u00e9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica infectocontagiosa que ainda acomete muitas pessoas no Brasil. Embora seja uma das doen\u00e7as, mais antigas do mundo, ainda representa um tabu quanto ao seu diagn\u00f3stico pois muitas pessoas a possuem e n\u00e3o sabem, com isso, buscam aux\u00edlio m\u00e9dico somente quando a doen\u00e7a est\u00e1 num est\u00e1gio mais avan\u00e7ado, por isso \u00e9 fundamental a precoce identifica\u00e7\u00e3o. O diagn\u00f3stico molecular tem se mostrado excelente, com a apresenta\u00e7\u00e3o de rar\u00edssimos casos de falso-positivos. Com isso, buscou-se demonstrar neste artigo, que o diagn\u00f3stico da tuberculose, em especial durante a fase inicial da doen\u00e7a contribui significativamente para o tratamento e recupera\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade do Pacientes. Para tanto utilizou o m\u00e9todo de pesquisa documental, bibliogr\u00e1fico, onde foram feitas an\u00e1lises com base em estudos de diversos autores a fim de identificar o Diagn\u00f3stico Molecular de Tuberculose, atrav\u00e9s de artigos, revistas, livros, peri\u00f3dicos, al\u00e9m de estudos publicados em banco de dados eletr\u00f4nicos, tais como o Scielo, Bireme, Adolec, Pubmed, dentre outros. A an\u00e1lise dos casos estudados mostrou \u00e0 efic\u00e1cia da utiliza\u00e7\u00e3o do Diagn\u00f3stico Molecular para o tratamento de pacientes portadores da tuberculose. Contudo, o diagn\u00f3stico molecular n\u00e3o implica em desist\u00eancia de outros diagn\u00f3sticos constituindo-se em aporte qualitativo, tanto para o profissional, como para o potencial de a\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, em variados contextos de atua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica: Principais Potyv\u00edrus que afetam a produtividade de <i>Solanum tuberosum<\/i> e metodologias empregadas para o diagn\u00f3stico .<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Raquel Veturiano Barroso<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> Para que se tenha sucesso na produtividade de variedade de batatas faz-se necess\u00e1rio a obten\u00e7\u00e3o de batata-semente com qualidade fitossanit\u00e1ria. Atualmente as principais perdas de produtividade est\u00e3o relacionadas com as infec\u00e7\u00f5es vir\u00f3ticas causadas pelos potyv\u00edrus PVX, PVY, PLRV. O presente estudo teve como objetivo realizar um levantamento bibliogr\u00e1fico dos principais potyvirus e metodologias utilizadas para o diagn\u00f3stico. As principais metodologias utilizadas para diagn\u00f3stico s\u00e3o: diagn\u00f3stico biol\u00f3gico principalmente utilizando a planta indicada <i>Nicotiana tabacum<\/i>, Testes de ELISA e a t\u00e9cnica de immunocapture PCR ou immunocapture RT-PCR.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Mal de Alzheimer: possibilidade de cura atrav\u00e9s das c\u00e9lulas-tronco.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Rebeca Confolonieri<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O Mal de Alzheimer (MA) ou Doen\u00e7a de Alzheimer (DA) \u00e9 uma doen\u00e7a que na maioria dos casos aparece em pessoas com idade superior a sessenta e cinco anos e com maior incid\u00eancia em mulheres, atrofiando o c\u00e9rebro, causando dem\u00eancia. Dentro os estudos realizados na busca da cura, o uso de C\u00e9lulas-tronco tem se tornado um novo campo de pesquisas, j\u00e1 que as mesmas realizadas anteriormente com outros m\u00e9todos n\u00e3o alcan\u00e7aram a cura definitiva, mas sim um diminui\u00e7\u00e3o comedida em seus sintomas. O objetivo do trabalho foi revisar os dados de literaturas para comparar esses outros m\u00e9todos com o uso de c\u00e9lulas-tronco e verificar se a utiliza\u00e7\u00e3o deste novo estudo se torna uma possibilidade real de cura do MA. Baseado na pesquisa realizada, as c\u00e9lulas-tronco podem trazer grandes benef\u00edcios para o tratamento e uma poss\u00edvel cura da DA, por\u00e9m, por quest\u00f5es pol\u00edticas o uso e o financiamento para experimentos com c\u00e9lulas-troco criam dificuldades para os cientistas.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Organismos geneticamente modificados: uma revis\u00e3o.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Rita de C\u00e1ssia Figueiredo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo<\/b>: \u2014<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Eletroforese capilar no sequenciamento de DNA.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Samuel Furlan Gomes Ferreira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A eletroforese \u00e9 o transporte, em solu\u00e7\u00e3o eletrol\u00edtica, de compostos carregados eletricamente sob a influ\u00eancia de um campo el\u00e9trico, no qual a separa\u00e7\u00e3o entre dois solutos ocorre de acordo com diferen\u00e7as entre suas mobilidades eletrofor\u00e9ticas. A eletroforese capilar \u00e9 utilizada quando a raz\u00e3o carga\/raio dos analitos \u00e9 t\u00e3o pr\u00f3xima, que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel separa-los com o uso da eletroforese de zona tradicional. A separa\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada com base na diferen\u00e7a entre o tamanho das mol\u00e9culas dos analitos; sendo assim, a maior ou menor facilidade com que os analitos de diversos tamanhos migram atrav\u00e9s da matriz de gel \u00e9 que produz a separa\u00e7\u00e3o. Comparando o uso da eletroforese capilar com o das outras t\u00e9cnicas, observamos que primeira tem uma capacidade \u00fanica de separar macromol\u00e9culas carregadas eletricamente de interesse tanto em ind\u00fastrias de biotecnologia quanto em pesquisas biol\u00f3gicas, devido a sua rapidez e versatilidade, reduzindo o tempo de migra\u00e7\u00e3o dos fragmentos de DNA, substituindo a l\u00e2mina de gel por centenas de pequenos capilares contendo gel, otimizando o tempo de realiza\u00e7\u00e3o desta t\u00e9cnica. O baixo custo operacional futuramente pode ser uma vantagem para laborat\u00f3rios implantarem em suas rotinas e eletroforese capilar em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 eletroforese em gel de agarose tradicional, devido a sua versatilidade e rapidez, sendo utilizada no Seq\u00fcenciamento do Genoma Humano.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Associa\u00e7\u00e3o de HLA com doen\u00e7as auto-imunes.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Selma Lopes Soares de Melo<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A fim de possibilitar diagn\u00f3sticos precoces e tratamentos mais eficazes, muitos estudos v\u00eam tentando definir marcadores gen\u00e9ticos de doen\u00e7as auto-imunes. Situado no bra\u00e7o curto do cromossomo 6, o sistema HLA se destaca pelo seu polimorfismo e capacidade de conferir susceptibilidade ou resist\u00eancia a v\u00e1rios dist\u00farbios imuno mediados. De acordo com a patologia e, algumas vezes, com o grupo \u00e9tnico-racial estudado, existem varia\u00e7\u00f5es na associa\u00e7\u00e3o HLA x doen\u00e7a. Acredita-se que mol\u00e9culas de histocompatibilidade possam influenciar na idade de surgimento, resposta ao tratamento e no curso cl\u00ednico de algumas enfermidades. Esta revis\u00e3o tem por objetivo abordar a estrutura e fun\u00e7\u00e3o do sistema HLA, seus m\u00e9todos de detec\u00e7\u00e3o, nomenclatura e associa\u00e7\u00e3o com as doen\u00e7as: Diabetes Melito I, Doen\u00e7a de Graves, Tireoidite de Hashimoto, Doen\u00e7a de Addison, Espongilite anquilosante, Artrite reumat\u00f3ide, Doen\u00e7a Cel\u00edaca e hepatite auto-imune.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: Novas t\u00e9cnicas de tratamento aplicadas ao c\u00e2ncer de mama.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Val\u00e9ria Fava Homsi<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o segundo tipo de c\u00e2ncer mais comum entre as mulheres, atingindo milhares de pessoas no mundo, com estimativa que 10 a 11 mil por ano evoluam para \u00f3bito. Al\u00e9m da alta incid\u00eancia, esta doen\u00e7a produz efeitos psicol\u00f3gicos devastadores sobre a percep\u00e7\u00e3o da sexualidade feminina e sua expectativa de vida. Ap\u00f3s uma mastectomia parcial ou radical a mulher sente-se mutilada e a incid\u00eancia de recidiva \u00e9 grande, com progn\u00f3stico ruim e uma evolu\u00e7\u00e3o, que na maioria das vezes, pode levar a \u00f3bito. Todas estas condi\u00e7\u00f5es tornaram necess\u00e1rio o aperfei\u00e7oamento das t\u00e9cnicas tradicionais de tratamento como Cirurgia, Quimioterapia, Radioterapia, Hormonioterapia e em alguns casos o uso associado destas t\u00e9cnicas e desenvolvimento de novas t\u00e9cnicas mais eficazes, com expectativa de cura e diminui\u00e7\u00e3o dos efeitos colaterais. Este trabalho tem por objetivo apresentar as novas t\u00e9cnicas para tratamento do c\u00e2ncer de mama como Terapia G\u00eanica, Terapia com C\u00e9lulas-Tronco, Imunoterapia, Antiangiog\u00eanese, uso de Anticorpos Monoclonais, Alvos Moleculares, analisar as vantagens, desvantagens e expectativas em compara\u00e7\u00e3o aos m\u00e9todos tradicionais. Para isto a metodologia utilizada ter\u00e1 como base uma revis\u00e3o de literatura nos mais recentes trabalhos publicados na \u00e1rea.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\" align=\"center\">\n<hr align=\"center\" noshade=\"noshade\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>T\u00edtulo: A import\u00e2ncia da genotipagem do HIV-1 na terapia anti-retroviral.<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Autor: Vera Mileide Trivellato Grassi<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Resumo:<\/b> A s\u00edndrome da Imunodefici\u00eancia Humana \u00e9 uma doen\u00e7a causada por um v\u00edrus com alto poder de muta\u00e7\u00e3o e essas muta\u00e7\u00f5es afetam o tratamento, pois causam resist\u00eancia aos medicamentos usados, os anti-retrovirais e com o uso do exame da genotipagem podemos identificar o padr\u00e3o da muta\u00e7\u00e3o e indicar um melhor tratamento para o paciente.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: Status secretor inferido da fenotipagem eritrocit\u00e1ria do sistema Lewis comparado \u00e0 genotipagem FUT2. 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