{"id":1324,"date":"2013-08-15T16:30:51","date_gmt":"2013-08-15T16:30:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1324"},"modified":"2013-08-15T16:30:51","modified_gmt":"2013-08-15T16:30:51","slug":"resumo-das-monografias-2a-turma-do-curso-de-hematologia-e-banco-de-sangue","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-hematologia-e-banco-de-sangue\/resumo-das-monografias-2a-turma-do-curso-de-hematologia-e-banco-de-sangue\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias &#8211; 2\u00aa Turma do curso de Hematologia e Banco de Sangue"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia em clientes do Laborat\u00f3rio Santa Rosa em Cuiab\u00e1 \u2013 MT.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Adenize da Silva Delatore<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Define-se anemia quando h\u00e1 diminui\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de hemoglobina seguida ou n\u00e3o da diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de eritr\u00f3citos. A principal fun\u00e7\u00e3o dos eritr\u00f3citos \u00e9 o transporte de oxig\u00eanio dos pulm\u00f5es para as c\u00e9lulas do organismo e de di\u00f3xido de carbono destes para ser eliminado. O hemograma \u00e9 o principal exame a ser realizado quando h\u00e1 uma suspeita de anemia. Neste trabalho \u00e9 apresentada anemia microc\u00edtica hipocr\u00f4mica, normoc\u00edtica normocr\u00f4mica e macroc\u00edtica, dando maior \u00eanfase \u00e0 anemia microc\u00edtica hipocr\u00f4mica. Com o objetivo de verificar a presen\u00e7a de anemia nos clientes do laborat\u00f3rio Santa Rosa em Cuiab\u00e1 \u2013 MT foram analisadas 100 amostras de sangue no per\u00edodo de 10 dias, sendo selecionadas as dez primeiras amostras de cada dia. Para o diagnostico laboratorial as amostras foram processadas no aparelho CELL-DYM 3500 da marca Abbott. Das 100 amostras estudadas, 32 apresentaram anemia. Deste universo de 32 a preval\u00eancia de anemia foi a microc\u00edtica &#8211; hipocr\u00f4mica apresentando 56,2% e 40,6% classificados como anemia normoc\u00edtica e normocr\u00f4mica.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Leucemia Linf\u00f3ide Aguda na Inf\u00e2ncia: O estudo da sobrevida, mortalidade e fatores progn\u00f3sticos em diferentes protocolos.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Ana Paula Pinto Baptista e Gustavo Ribeiro Neves<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Objetivos: Avaliar a sobrevida global (SG)e livre de eventos (SLE), mortalidade precoce e fatores progn\u00f3sticos de crian\u00e7as e adolescentes com leucemia linf\u00f3ide aguda (LLA) diagnosticadas no Servi\u00e7o de Onco-hematologia do Hospital Sarina Rolim Caracante. M\u00e9todos: Estudo de coorte retrospectiva, realizado atrav\u00e9s de revis\u00e3o de prontu\u00e1rios de 170 crian\u00e7as e adolescentes portadores de LLA tratadas na institui\u00e7\u00e3o no per\u00edodo entre janeiro 1992 a dezembro 2004. As SG e SLE foram analisadas atrav\u00e9s da t\u00e9cnica de Kaplan-M\u00e9ier e o teste de log-rank foi utilizado para avaliar a diferen\u00e7a entre as vari\u00e1veis. O teste qui-quadrado foi utilizado na an\u00e1lise univariada: o modelo de regress\u00e3o log\u00edstica de Cox na an\u00e1lise multivariada para identifica\u00e7\u00e3o de fatores progn\u00f3sticos independentes. Resultados: Entre os 139 pacientes inclu\u00eddos no estudo, 48 (34%) foram tratados de acordo com o protocolo LLA-PROP90; 43 (32%) LLA-PROPII97; 48 (34%) LLA-GBTLI99. A taxa de mortalidade precoce foi de 10% para todo o grupo sem diferen\u00e7a entre os regimes terap\u00eauticos. A SG e SLE em 54 anos foram de 66% e 63%, respectivamente. Em rela\u00e7\u00e3o aos protocolos LLA-PROP90, LLA-PROPII97 e LLA-GBTLI99 a SLE em 5 anos foi 60%, 61% e 66% respectivamente (p=0,9). O grupo considerado de baixo risco pelos crit\u00e9rios do NCI apresentou SG e SLE 5 anos de 81% e 75%; no grupo de alto risco, 35% e 34% (p&lt;0,005). Conclus\u00f5es: A SG em 5 anos para todo o grupo foi 64%; SLE 63%. N\u00e3o houve diferen\u00e7a de SLE de acordo com 3 diferentes protocolos empregados. A SG e SLE dos pacientes de baixo risco s\u00e3o similares \u00e0 da literatura, entretanto nos pacientes de alto risco as sobrevidas encontradas ficaram abaixo do esperado. Os fatores progn\u00f3sticos foram a idade maior de 10 anos ou menor de 1 ano e leucometria inicial superior a 50.000.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Tipos de Diagn\u00f3stico em Linfomas de Hodgkin e n\u00e3o Hodgkin<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Anaclaire Miari<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Os Linfomas de Hodgkin e n\u00e3o Hodgkin apresentam algumas caracter\u00edsticas cl\u00ednicas semelhantes, mas divergem na c\u00e9lula de origem, forma de apresenta\u00e7\u00e3o, de tratamento e nos resultados do tratamento sendo assim, suas formas de diagn\u00f3stico tamb\u00e9m se diferenciam.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Seguran\u00e7a Transfusional<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Brasilina Rodrigues Pereira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo<\/strong>: A seguran\u00e7a transfusional exige uma complexidade de processos que atuem em toda a cadeia transfusional. N\u00e3o se define essa somente baseando-se na an\u00e1lise sorol\u00f3gica do sangue doado, vai muito mais al\u00e9m. Ela utiliza-se de instrumentos como: a hemovigil\u00e2ncia; os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos quanto a realiza\u00e7\u00e3o de exames sorol\u00f3gicos cada vez mais espec\u00edficos, que diminuam a janela imunol\u00f3gica; a utiliza\u00e7\u00e3o criteriosa de hemocomponentes espec\u00edficos para cada tipo de patologia e paciente; utiliza\u00e7\u00e3o de meios de inativa\u00e7\u00e3o bacteriana em concentrados de plaquetas; uso de filtros de leuc\u00f3citos de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o em todos os concentrados de hem\u00e1cias e plaquetas; uso de controles internos e externos para aprimoramento das t\u00e9cnicas utilizadas e incentivar o programa de educa\u00e7\u00e3o continuada contribuindo para uma melhor capacita\u00e7\u00e3o pessoal; uso de concentrados de plaquetas por af\u00e9rese para pacientes hematol\u00f3gicos e outros politransfundidos; uso de fenotipagem para pacientes portadores de doen\u00e7a falciforme; cria\u00e7\u00e3o de um cadastro de doadores volunt\u00e1rios e fidelizados; cria\u00e7\u00e3o dos comit\u00eas transfusionais; conscientiza\u00e7\u00e3o das demais especialidades m\u00e9dicas com a divulga\u00e7\u00e3o dos protocolos cl\u00ednicos hemoter\u00e1picos e incentivo com aloca\u00e7\u00e3o de recursos na capta\u00e7\u00e3o de doadores de sangue sob uma perspectiva de responsabilidade comunit\u00e1ria e n\u00e3o mais individual. Isso, tudo visa a minimiza\u00e7\u00e3o do risco transfusional, para que a atividade hemoter\u00e1pica futuramente possa apresentar-se com baixos \u00edndices de incidentes e acidentes transfusionais. Os pacientes que forem submetidos a pr\u00e1tica hemoter\u00e1pica sintam seguran\u00e7a durante todo o procedimento e recebam os benef\u00edcios sem a preocupa\u00e7\u00e3o quanto \u00e0s conseq\u00fc\u00eancias futuras inerentes ao uso de hemocomponentes. A seguran\u00e7a transfusional, assim como todo o conhecimento da medicina \u00e9 um objetivo que constantemente deve ser procurado, e que jamais ter\u00e1 um limite, pois o conhecimento \u00e9 algo crescente e mut\u00e1vel.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia Falciforme \u2013 Import\u00e2ncia dos programas de triagem e aconselhamento gen\u00e9tico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Bruno Tolentino Caixeta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Objetivo: A anemia falciforme \u00e9 uma doen\u00e7a gen\u00e9tica com maior preval\u00eancia no Brasil, caracterizada como quadro hemol\u00edtico vari\u00e1vel que evolui cronicamente causando danos emocionais e f\u00edsicos \u00e0s pessoas acometidas, condi\u00e7\u00f5es estas que estimularam a realiza\u00e7\u00e3o deste artigo de revis\u00e3o. Fonte de Dados: Foi realizada uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica no banco de dados MEDILINE. Foram encontrados cerca de 300 referencias sobre o assunto, sendo selecionados 30 artigos, os quais, aliados a cap\u00edtulos de um livro, compuseram esta revis\u00e3o. S\u00edntese de dados: Nesse artigo, al\u00e9m de informa\u00e7\u00f5es gerais sobre a respeito da doen\u00e7a falciforme, s\u00e3o abordados assuntos relacionados a import\u00e2ncia dos programas de triagem para o gene da hemoglobina variante, causadora da anemia falciforme e a necessidade de uma orienta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica aos seus portadores. Conclus\u00f5es: Esta \u00e9 uma revis\u00e3o que visa fornecer \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e seus gerenciadores a necessidade de implanta\u00e7\u00e3o e monitoramento de programas que contribuam para melhorar as pol\u00edticas existentes na qualidade de vida e que auxiliem no tratamento desses indiv\u00edduos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A macrocitose em portadores de HIV se deve \u00e0 defici\u00eancia de Vitamina B12?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: C\u00e1ssia Liliane Pavarina<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Nesse artigo investigamos a concentra\u00e7\u00e3o da vitamina B12 e a suposta preval\u00eancia da macrocitose nos esfrega\u00e7os sangu\u00edneos em pacientes portadores do HIV, correlacionado com o uso atual da terapia antiretroviral conjugada. O presente estudo mostrou que a macrocitose observada nesses indiv\u00edduos n\u00e3o est\u00e1 diretamente relacionada com a defici\u00eancia da vitamina e sim com a terapia utilizada para a diminui\u00e7\u00e3o da sintomatologia. Sabemos, por exemplo, que os nucleot\u00eddeos inibidores da transcriptase reversa influenciam na s\u00edntese da globina, ou seja, interferem na estrutura da mol\u00e9cula da hemoglobina, resultando em uma divis\u00e3o celular comprometida. Talvez a reposi\u00e7\u00e3o da vitamina B12 como de tantas outras possa ser \u00fatil na diminui\u00e7\u00e3o da imunodepress\u00e3o que acomete as c\u00e9lulas de defesa do organismo desses pacientes o que levaria um aumento da sobrevida, enquanto n\u00e3o \u00e9 encontrada a cura definitiva para a AIDS.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Detec\u00e7\u00e3o do tra\u00e7o falciforme em doadores de sangue do Hospital Ara\u00fajo Jorge da Associa\u00e7\u00e3o de Combate ao C\u00e2ncer em Goi\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Catarina Pinto de Faria<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Numa popula\u00e7\u00e3o de 31.827 doadores de sangue no Hospital Ara\u00fajo Jorge da Associa\u00e7\u00e3o de Combate ao C\u00e2ncer em Goi\u00e1s, na cidade de Goi\u00e2nia, se demonstrou que o tra\u00e7o falc\u00eamico est\u00e1 presente em 1,19% dos casos. Que o grau de concord\u00e2ncia entre o teste da solubilidade e a presen\u00e7a da hemoglobina S na eletroforese foi de 100%, correspondendo a 99,7% \u00e0 forma AS e 0,3% \u00e0 forma SC. Que o sexo masculino representou 67% dos portadores do tra\u00e7o falc\u00eamico, contra 33% de mulheres, mas que este resultado deve ser interpretado com ressalva, pois se trata de doadores volunt\u00e1rios de sangue, muitas vezes estimulados por familiares internados com c\u00e2ncer no Hospital Ara\u00fajo Jorge e n\u00e3o de uma popula\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria abrangendo indistintamente ambos os sexos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A luz no sistema ABO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Celso Henrique Vieira Bontempo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente estudo foi realizado no Hospital Municipal Chaud Salles na cidade de Cristalina-GO, Brasil, e teve o objetivo de efetuar a tipagem sang\u00fc\u00ednea, explicar sobre a import\u00e2ncia de conhecer seu grupo sang\u00fc\u00edneo, informar que a transfus\u00e3o correta quanto ao grupo sang\u00fc\u00edneo evita a ocorr\u00eancia de rea\u00e7\u00f5es de incompatibilidade sang\u00fc\u00ednea que causam hem\u00f3lise, podendo at\u00e9 mesmo causar a morte do receptor e analisar os dados levantados dos 660 pacientes analisados. Objetivo: Obter a preval\u00eancia dos tipos sangu\u00edneos entre os pacientes do Hospital Municipal de Cristalina-GO. M\u00e9todo: Foi realizada coleta de dados no Laborat\u00f3rio de An\u00e1lise Clinicas do Hospital Chaud Salles correspondente aos 660 pacientes que realizaram coleta entre janeiro de 2007 a dezembro de 2007. Resultados: Dentre os 660 analisados, 383 (58%) eram do tipo O, 178 (27%) eram A, 79 (12%) eram B e 20 (3%) eram AB. Conclus\u00e3o: O grupo sang\u00fc\u00edneo O foi o mais prevalente. As freq\u00fc\u00eancias encontradas foram semelhantes \u00e0s obtidas por outros estudos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A import\u00e2ncia da investiga\u00e7\u00e3o de plaquetopenias por microscopia \u00f3ptica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Daniela Moreira Luz<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As plaquetopenias devem ser criteriosamente avaliadas, uma vez que, associam-se com uma cl\u00ednica de grau variado e de importante relev\u00e2ncia. S\u00e3o decorrentes de diversos fatores, por isso muitas vezes este resultado culmina com a solicita\u00e7\u00e3o de novas exames para o esclarecimento do caso. A confiabilidade de um resultado de plaquetopenia representa numa boa e correta conduta m\u00e9dica frente a este caso. A microscopia \u00f3ptica em casos diversos ainda se torna a melhor ferramenta para o descarte de uma plaquetopenia acusada pelo aparelho automatizado. O relato de caso apresentado aponta esta situa\u00e7\u00e3o e vale ressaltar que, a suspeita de pseudoplaquetopenias deve sempre existir na aus\u00eancia de cl\u00ednica do paciente.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: C\u00e9lulas Tronco<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Davi Henrique Evangelista<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Um dos principais objetivos do estudo das c\u00e9lulas \u2013 tronco embrion\u00e1rias \u00e9 a coleta de informa\u00e7\u00f5es sobre os eventos complexos que ocorrem durante o desenvolvimento do embri\u00e3o humano. Talvez a maior esperan\u00e7a do uso das c\u00e9lulas-tronco resida na gera\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas capazes de serem usadas como terapia substitutiva de c\u00e9lulas danificadas por doen\u00e7as em lugar dos transplantes. As c\u00e9lulas-tronco diferenciadas podem ser usadas em doen\u00e7as como o mal de Parkinson, doen\u00e7a de Alzheimer, doen\u00e7as e traumatismos da medula espinhal, acidentes vasculares cerebrais e um sem n\u00famero de outras doen\u00e7as severas e incapacitantes. No tratamento de doen\u00e7as card\u00edacas as c\u00e9lulas-tronco tinham o potencial de regenerar as art\u00e9rias e aumentar a vasculariza\u00e7\u00e3o das \u00e1reas mioc\u00e1rdicas comprometidas e isqu\u00eamicas. Posteriormente, o estudo dos pacientes tratados demonstrou que al\u00e9m dos vasos, as c\u00e9lulas tronco utilizadas haviam regenerado o pr\u00f3prio m\u00fasculo card\u00edaco fibrosado em conseq\u00fc\u00eancia de infartos pr\u00e9vios. Outras equipes estudam o emprego das c\u00e9lulas tronco na regenera\u00e7\u00e3o do p\u00e2ncreas, em pacientes diab\u00e9ticos. Outros grupos buscam determinar a efic\u00e1cia do emprego das c\u00e9lulas-tronco na regenera\u00e7\u00e3o de tecido cerebral e da medula espinhal comprometidos por diversos processos patol\u00f3gicos, cong\u00eanitos ou adquiridos. Os estudos com a regenera\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas cerebrais visam buscar a cura ou, pelo menos, a melhora de pacientes portadores de doen\u00e7as graves, como a doen\u00e7a de Alzheimer ou a doen\u00e7a de Parkinson, al\u00e9m de outras degenera\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas menos freq\u00fcentes. O mais importante a se ressaltar nesse momento \u00e9 que a permiss\u00e3o para pesquisas com c\u00e9lulas-tronco embrion\u00e1rias n\u00e3o significa a obten\u00e7\u00e3o de tratamentos milagrosos a curto-prazo. O que surgiu de novo nos \u00faltimos tempos \u00e9 a esperan\u00e7a de que esse tipo de pesquisa possa apresentar novidades nos tratamentos de doen\u00e7as at\u00e9 agora incur\u00e1veis com os m\u00e9todos convencionais, como diabetes, doen\u00e7a de Parkinson, doen\u00e7a de Alzheimer, les\u00f5es decorrentes de acidentes e um leque de doen\u00e7as heredit\u00e1rias em geral n\u00e3o trat\u00e1veis.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Leishmania Tegumentar Americana<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Denise Aparecida Moreira Gollner Lopes<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A Leishmaniose Tegumentar Americana \u00e9 considerada um grande problema de sa\u00fade p\u00fablica, representa uma doen\u00e7a com importante espectro cl\u00ednico e diversidade epidemiol\u00f3gica. A transmiss\u00e3o da doen\u00e7a vem sendo descrita em v\u00e1rios munic\u00edpios de todas as unidades federadas. A import\u00e2ncia desta doen\u00e7a reside n\u00e3o somente na sua alta incid\u00eancia e ampla distribui\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m por ser uma das afec\u00e7\u00f5es dermatol\u00f3gicas que pode produzir no paciente, e tamb\u00e9m pelo envolvimento psicol\u00f3gico, reflexos no campo social e econ\u00f4mico, por ser considerada em sua maioria uma doen\u00e7a ocupacional. Este artigo apresenta aspectos da fisiopatogenia, do diagn\u00f3stico cl\u00ednico e laboratorial, do tratamento e da vigil\u00e2ncia e controle.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Um caso de tripla altera\u00e7\u00e3o de hemoglobina em paciente an\u00eamico<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Denise dos Santos Pegoraro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As hemoglobinopatias s\u00e3o doen\u00e7as que afetam os genes reguladores ou estruturais das hemoglobinas levando as talassemias ou \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de hemoglobinas variantes, respectivamente. A talassemia alfa ocorrem com uma diminui\u00e7\u00e3o da s\u00edntese da globina alfa e dessa forma \u00e0 precipita\u00e7\u00e3o da globina beta remanescente, gerando a hemoglobina H. A hemoglobina C faz parte de um grupo de hemoglobinas inst\u00e1veis, esta leva \u00e0 um quadro de anemia que pode ser de grau leve \u00e0 grave. Existe tamb\u00e9m o grupo das hemoglobinas inst\u00e1veis, geralmente s\u00e3o acompanhadas de eritrocitose e t\u00eam alta afinidade pelo oxig\u00eanio, dentre estas encontra-se a hemoglobina Malmo. Este caso relata uma associa\u00e7\u00e3o entre Talassemia alfa, hemoglobina C e hemoglobina Malmo em paciente pedi\u00e1drico.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Talassemia alfa \u2013 precocidade diagn\u00f3stica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Emily Francini Silva do Carmo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Existe, atualmente, grande preocupa\u00e7\u00e3o com a precocidade diagn\u00f3stica das anemias heredit\u00e1rias, pois sabe-se que, a presen\u00e7a de hemoglobinas anormais podem causar conseq\u00fc\u00eancias variando de impercept\u00edveis a letais. Neste trabalho \u00e9 apresentada uma das anemias heredit\u00e1rias, as talassemias, dando maior \u00eanfase a talassemia do tipo alfa. Com o objetivo de verificar a presen\u00e7a de talassemia alfa em amostras de sangue de indiv\u00edduos com anemias a esclarecer ou com hist\u00f3rico familiar de hemoglobinopatias, encaminhadas ao Centro de Refer\u00eancia em Hemoglobinopatias de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto-SP, foram analisadas 240 amostras de sangue no per\u00edodo de 5 dias. Para o diagn\u00f3stico laboratorial as mostras foram submetidas a procedimentos eletrofor\u00e9ticos. Deste total analisado, 53(22,08%) amostras de sangue apresentaram a presen\u00e7a da hemoglobina H, sendo que em tr\u00eas casos a hemoglobina A2 mostrou-se aumentada, e em um outro caso isolado a hemoglobina AS aparece associada a alfa talassemia. Os resultados obtidos demonstram que, a implanta\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas de diagn\u00f3sticos como a eletroforese em laborat\u00f3rios de rotina s\u00e3o muito importantes para uma melhoria no diagn\u00f3stico das anemias heredit\u00e1rias, e por conseq\u00fc\u00eancia das talassemias do tipo alfa, que demonstraram ser comum.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Associa\u00e7\u00e3o da P\u00farpura Trombocitop\u00eanica Idiop\u00e1tica ao eritema multiforme.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Gabriela Tavares de Rezende<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> P\u00farpura trombocitop\u00eanica idiop\u00e1tica (PTI) \u00e9 uma desordem autoimune caracterizada por uma baixa contagem de plaquetas. O Eritema Multiforme (EM) \u00e9 uma s\u00edndrome aguda, epis\u00f3dica e autolimitada, caracterizada por les\u00f5es cut\u00e2neas. Neste estudo \u00e9 relatado um caso onde o EM manifestou-se durante o tratamento para PTI. No periodo de retirada do corticoide a paciente manifestou les\u00f5es eritematosas polim\u00f3rficas. As les\u00f5es desapareceram ap\u00f3s a corticoterapia mas a paciente tornou-se dependente da medica\u00e7\u00e3o para manter as plaquetas altas. Foi submetida a esplenectomia e encontra-se em remiss\u00e3o, sem uso de corticoides, mantendo a contagem plaquet\u00e1ria alta. A paciente manifestou uma plaquetopenia e les\u00f5es erit\u00eamatosas sem uma causa definida, sendo caracterizado como patologias idiop\u00e1ticas de prov\u00e1vel origem autoimune.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia em doen\u00e7as renais cr\u00f4nicas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Gracielle Inglesa da Silva Holanda<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A anemia \u00e9 a anormalidade mais freq\u00fcentemente encontrada na insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica, sendo respons\u00e1vel por grande parte das altera\u00e7\u00f5es presentes no paciente ur\u00eamico, como insufici\u00eancia card\u00edaca, hipertrofia ventricular, angina, fraqueza, redu\u00e7\u00e3o da atividade cognitiva entre outras. \u00c9 causada pela diminui\u00e7\u00e3o da quantidade de eritropoietina end\u00f3gena, tendo-se observado significativa melhora dessas anormalidades com a introdu\u00e7\u00e3o do uso cl\u00ednico da eritropoietina recombinante humana (Epo-rHu), em pacientes cronicamente hemodialisados. Outras condi\u00e7\u00f5es, como inadequa\u00e7\u00e3o da prescri\u00e7\u00e3o dial\u00edtica, hiperparatireoidismo, doen\u00e7as inflamat\u00f3rias cr\u00f4nicas e outras, podem contribuir para a pobre resposta \u00e0 Epo-rHu.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Mieloma M\u00faltiplo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Ivaneida Ferreira dos Santos Delgadillo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O Mieloma M\u00faltiplo \u00e9 uma neoplasia plasmoc\u00edtica disseminada na medula \u00f3ssea. \u00c9 uma prolifera\u00e7\u00e3o clonal lenta: possivelmente decorrem muitos anos desde o evento oncog\u00eanico inicial at\u00e9 a apari\u00e7\u00e3o dos sinais de disproteinemia, de insufici\u00eancia renal ou das altera\u00e7\u00f5es \u00f3sseas e metab\u00f3licas caracter\u00edsticas. Apesar de ser diagnosticado atrav\u00e9s do mielograma, estudos comprovam que uma criteriosa avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e exames auxiliares aceleram o diagn\u00f3stico final da doen\u00e7a.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Leucemia Miel\u00f3ide Aguda<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Izis Pazzetto Ferreira Do Val<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Leucemia \u00e9 uma prolifera\u00e7\u00e3o generalizada ou ac\u00famulo de c\u00e9lulas leucopoi\u00e9ticas, podendo acometer as linhagens (miel\u00f3ides, eritroc\u00edticas, granuloc\u00edticas e plaquet\u00e1rias) ou linf\u00f3ide. A leucemia \u00e9 tradicionalmente dividida em dois tipos: aguda e cr\u00f4nica. Pacientes com leucemia aguda, se n\u00e3o induzidas \u00e0 remiss\u00e3o, normalmente s\u00e3o fatais dentro de tr\u00eas meses. Nas leucemias cr\u00f4nicas os pacientes sobrevivem por mais de um ano ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o dos sintomas se n\u00e3o ocorrer remiss\u00e3o.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Diagn\u00f3stico da Talassemia Beta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong>Autor: Jana\u00edna Tessaro Moreira<\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A talassemia beta menor, anemia gen\u00e9tica, no laborat\u00f3rio de rotina \u00e9 detectada como uma anemia microc\u00edticas hipocromica que confunde-se com anemia ferrop\u00eanica. O objetivo deste trabalho foi levantar a freq\u00fc\u00eancia desta doen\u00e7a em amostras de pacientes com suspeita de hemoglobinopatias. Resultados de eletroforese de hemoglobinas com hemoglobina A2 aumentadas apontaram a presen\u00e7a de talassemia beta menor (forma menos grave da doen\u00e7a) em 20 (8,3%) indiv\u00edduos entre os 240 casos analisados. Todos os portadores tamb\u00e9m apresentaram VCM e HCM reduzido e RDW aumentado.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Determina\u00e7\u00e3o do ferro em pacientes de hemodi\u00e1lise<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Jos\u00e9 Pedro Forghieri Ruete<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Os pacientes com Insufici\u00eancia Renal Cr\u00f4nica que participam da hemodi\u00e1lise da Santa Casa de Adamantina tem um protocolo terap\u00eautico em rela\u00e7\u00e3o a reposi\u00e7\u00e3o de ferro que at\u00e9 o momento vem demonstrando ser eficiente neste aspecto espec\u00edfico. Quanto a determina\u00e7\u00e3o do ferro, a metodologia aplicada pelo laborat\u00f3rio tem sido aprovada por controles internos e externos sendo isto pr\u00e1tica rotineira no laborat\u00f3rio da Santa Casa de Adamantina.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Hepatite C: um grave problema de sa\u00fade p\u00fablica no Brasil.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Juliana Machado Monteiro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A OMS estima que cerca de 3% da popula\u00e7\u00e3o mundial, 170 milh\u00f5es de pessoas, sejam portadores de hepatite C cr\u00f4nica. \u00c9 atualmente a principal causa de transplante hep\u00e1tico nos pa\u00edses desenvolvidos e respons\u00e1vel por 60% das hepatopatias cr\u00f4nicas.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Estudo comparativo entre reagentes comerciais montados a partir de sangue de doadores conhecidos e volunt\u00e1rios na tipagem sangu\u00ednea.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Juracy Barbosa dos Santos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A presente pesquisa procura expor um estudo comparativo entre tipagens sangu\u00edneas direta e reversa utilizando kits comerciais e kits montados a partir de sangue doado por volunt\u00e1rios conhecidos, visando resultados fidedignos diante de um menor custo operacional e a simplifica\u00e7\u00e3o do procedimento. Verificando a viabilidade de se usar sangue humano coletado de doadores volunt\u00e1rios conhecidos como reagente alternativo para uma tipagem segura e confi\u00e1vel em laborat\u00f3rio de an\u00e1lises cl\u00ednicas. Podendo assim, tamb\u00e9m verificar o \u00edndice de predomin\u00e2ncia dos tipos sangu\u00edneos coletados em uma popula\u00e7\u00e3o ao acaso.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A desidrogenase l\u00e1tica no diagn\u00f3stico de anemias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Larissa Jatob\u00e1 de Melo Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Sendo a enzima desidrogenase l\u00e1tica um marcador de les\u00e3o celular, e sabendo-se que entre suas cinco isoenzimas presentes no organismo h\u00e1 uma fra\u00e7\u00e3o eritrocit\u00e1ria, o uso da dosagem de DHL pode ser muito \u00fatil no diagn\u00f3stico de anemias, principalmente megalobl\u00e1stica e hemol\u00edticas. Portanto, neste trabalho veremos as vantagens da incorpora\u00e7\u00e3o da dosagem de DHL \u00e0 rotina diagn\u00f3stica de processos an\u00eamicos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Altera\u00e7\u00f5es eritrocit\u00e1rias na talassemia beta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Luiz Henrique Batista Pazzeto<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As altera\u00e7\u00f5es eritrocit\u00e1rias s\u00e3o evidentes na talassemia beta, sendo de grau discreto a acentuado de acordo com a classifica\u00e7\u00e3o da talassemia. Contudo os eritr\u00f3citos sofrem mudan\u00e7as na forma e no tamanho, devido \u00e0s modifica\u00e7\u00f5es nas prote\u00ednas de membrana causadas pelo desequil\u00edbrio das globinas alfa e beta, decorrente da les\u00e3o nos genes da globina beta.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Imunofenotipagem das Leucemias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><strong>Autor: Marcelo Gustavo de Pier<\/strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A caracteriza\u00e7\u00e3o imunofenot\u00edpica tem sido o m\u00e9todo preferencial para a determina\u00e7\u00e3o da linhagem celular e an\u00e1lise da matura\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas nas neoplasias hematol\u00f3gicas. O desenvolvimento de ampla gama de anticorpos monoclonais e das potencialidades do cit\u00f4metro de fluxo t\u00eam impulsionado esta \u00e1rea nos \u00faltimos 20 anos. A an\u00e1lise multiparam\u00e9trica atrav\u00e9s da citometria de fluxo \u00e9 um m\u00e9todo r\u00e1pido, objetivo e quantitativa para determina\u00e7\u00e3o delinhagem celular. Al\u00e9m de determinar a linhagem nos grandes grupos, miel\u00f3ide, c\u00e9lulas B, T e NK, a caracteriza\u00e7\u00e3o imunol\u00f3gica contribui sobremaneira para a classifica\u00e7\u00e3o em subgrupos mais espec\u00edficos como a Leucemia Miel\u00f3ide Aguda (LMA) com diferencia\u00e7\u00e3o miel\u00f3ide m\u00ednima (M0 da FAB), LMA sem matura\u00e7\u00e3o, leucemia eritrobl\u00e1stica aguda, leucemia megacariobl\u00e1stica aguda e leucemias bifenot\u00edpicas. Cada CD pode ser representado por v\u00e1rios anticorpos monoclonais que reconhecem o mesmo ant\u00edgeno, mas n\u00e3o necessariamente o mesmo ep\u00edtopo, produzidos por diferentes clones de c\u00e9lulas. Isto explica os comportamentos diferentes entre resultados obtidos com o uso de monoclonais diversos. O diagn\u00f3stico \u00e9 definido conjuntamente com dados cl\u00ednicos, morfol\u00f3gicos e citoqu\u00edmicos, citogen\u00e9ticos e moleculares, baseados no padr\u00e3o t\u00edpico de express\u00e3o antig\u00eanica nos diferentes dist\u00farbios caracterizados clinicamente. As LLA de linhagem B s\u00e3o quase sempre CD19, CD79a, CD10, HLA-DR e TdT positivas. A express\u00e3o de CD20 e CD22 s\u00e3o vari\u00e1veis. As Leucemias Miel\u00f3ides Agudas s\u00e3o definidas pela express\u00e3o de dois ou mais dos marcadores anti-MPO, CD117, CD13 e\/ou CD33. O marcador miel\u00f3ide mais espec\u00edfico \u00e9 o anti-MPO seguido do CD117 (c-kit). A imunofenotipagem \u00e9 cr\u00edtica para o diagn\u00f3stico diferencial entre LMA m\u00ednimamente diferenciada e LLA.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas na anemia de doen\u00e7a cr\u00f4nica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: M\u00e1rcia Cristina da Costa Barbosa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A anemia de doen\u00e7a cr\u00f4nica se caracteriza pelo desenvolvimento de anemia em pacientes que apresentam doen\u00e7as infecciosas cr\u00f4nicas, inflamat\u00f3rias ou neopl\u00e1sicas. Esta anemia corresponde \u00e0 anemia normocr\u00f4mica e normoc\u00edtica leve ou moderada cuja patog\u00eanese se d\u00e1 pela redu\u00e7\u00e3o da sobrevida das hem\u00e1cias e defici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de eritropoetina. Numerosos fatores contribuem para o controle da produ\u00e7\u00e3o de hem\u00e1cias dos quais os mais importantes s\u00e3o fatores de crescimento que agem sobre as c\u00e9lulas precursoras e estimulam o desenvolvimento e matura\u00e7\u00e3o como eritropoetina e citocinas. O objetivo deste trabalho \u00e9 mostrar o processo de defici\u00eancia ocorrida na eritropoiese que leva \u00e0s altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Hemat\u00f3crito elevado do doador de sangue<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Maria Cristina Fernandes Braatz<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A qualidade e a seguran\u00e7a da transfus\u00e3o sangu\u00ednea \u00e9 preocupa\u00e7\u00e3o constante dos Servi\u00e7os de Hemoterapia. O esfor\u00e7o para reduzir cada vez mais os riscos relacionados \u00e0 transfus\u00e3o de sangue, principalmente no que se refere \u00e0 transmiss\u00e3o de doen\u00e7as, tem impulsionado a cria\u00e7\u00e3o de Protocolos voltados ao preenchimento das lacunas deixadas pela legisla\u00e7\u00e3o que rege o assunto, e que, consequentemente, qualificam melhor os procedimentos de cada Servi\u00e7o. Entre as referidas lacunas encontradas na legisla\u00e7\u00e3o, em espec\u00edfico a Resolu\u00e7\u00e3o RDC 153, de 14 de junho de 2004<sup>11<\/sup>, h\u00e1 de se apontar o \u201chemat\u00f3crito\u201d, um dos crit\u00e9rios que visa \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do doador de sangue, que hoje tem o valor m\u00ednimo para doa\u00e7\u00e3o fixado (38% para as mulheres e 39% para os homens), mas n\u00e3o o valor m\u00e1ximo. D\u00e1-se o nome de eritrocitose ao valor elevado do hemat\u00f3crito, que pode estar relacionado a altera\u00e7\u00f5es na sa\u00fade do doador, e que podem causar interfer\u00eancias na produ\u00e7\u00e3o de hemocomponentes, os quais n\u00e3o atender\u00e3o aos par\u00e2metros que determina a RDC 153<sup>12<\/sup>, causando despadroniza\u00e7\u00e3o nos hemocomponentes. Neste estudo foram observados os valores dos hemat\u00f3critos de 3.752 doadores de sangue, sendo 30% mulheres e 70% homens, que passaram pela Cl\u00ednica de Hematologia e Hemoterapia do Lago Sul, na cidade de Bras\u00edlia, no per\u00edodo de janeiro de 2008 a junho de 2008. Diante dos resultados obtidos, foi demonstrada a necessidade de se fixar o valor m\u00e1ximo de hemat\u00f3crito para doadores de sangue, atrav\u00e9s do protocolo da triagem cl\u00ednica, foi evidenciada a import\u00e2ncia de orientar o doador de sangue a realizar exames complementares quando houver ind\u00edcios de altera\u00e7\u00e3o na sua sa\u00fade, e conclu\u00eddo que o valor m\u00e1ximo de hemat\u00f3crito permitido para doa\u00e7\u00e3o de sangue na Cl\u00ednica de Hematologia e Hemoterapia do Lago Sul deve ser 52% para homens e 50% para mulheres.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Rea\u00e7\u00f5es transfusionais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Maria Janu\u00e1ria N.L. Pereira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A hemoterapia moderna se desenvolveu baseada no preceito racional de tranfundir-se somente o componente que o paciente necessita, baseado em avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e\/ou laboratorial, n\u00e3o havendo indica\u00e7\u00f5es de sangue total. A maioria das padroniza\u00e7\u00f5es de indica\u00e7\u00e3o de hemocomponentes est\u00e1 baseada em evid\u00eancias determinadas atrav\u00e9s de an\u00e1lise de grupos de pacientes, nunca devendo ser emp\u00edricas ou baseadas somente na experi\u00eancia do profissional m\u00e9dico envolvido. As indica\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas para transfus\u00f5es s\u00e3o restaurar ou manter a capacidade de transporte de oxig\u00eanio, o volume sangu\u00edneo e a hemostasia, portanto, \u00e9 necess\u00e1rio uma correta indica\u00e7\u00e3o transfusional, para se evitar qualquer tipo de rea\u00e7\u00e3o que possa vir a prejudicar imediato ou tardiamente, o receptor.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Altera\u00e7\u00f5es citogen\u00e9ticas em Leucemia Miel\u00f3ide Aguda<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Maria Jos\u00e9 Perri Dorado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A Leucemia Miel\u00f3ide Aguda (LMA) \u00e9 um transtorno clonal, e a descri\u00e7\u00e3o de diversas altera\u00e7\u00f5es cromoss\u00f4micas recorrentes, sustenta a hip\u00f3tese de que a leucemia \u00e9 uma doen\u00e7a gen\u00e9tica. Com o r\u00e1pido avan\u00e7o da citogen\u00e9tica, a classifica\u00e7\u00e3o da LMA est\u00e1 mudando, de acordo com as diversas anomalias gen\u00e9ticas. O estudo dessas altera\u00e7\u00f5es cromoss\u00f4micas est\u00e1 auxiliando no melhor diagn\u00f3stico, progn\u00f3stico e monitora\u00e7\u00e3o de transplante de M.O.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Preval\u00eancia do Fator V de Leiden em pessoas que buscam an\u00e1lises laboratoriais.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: M\u00f4nica de Souza Pimenta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O fator V de Leiden \u00e9 uma muta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica que predisp\u00f5e seus portadores ao tromboembolismo venoso, sendo que uma pequena modifica\u00e7\u00e3o no seu gene aumenta sua a\u00e7\u00e3o por n\u00e3o sofrer bloqueio natural da prote\u00edna C, o que facilita a forma\u00e7\u00e3o de trombos. O objetivo do estudo foi investigar a distribui\u00e7\u00e3o dos alelos na popula\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo que buscam por an\u00e1lises laboratoriais. Este estudo foi realizado no Centro de Genoma do Laborat\u00f3rio Salom\u00e3o e Zoppi da cidade de S\u00e3o Paulo, abrangendo amostras dos anos de 2006 e 2007. No ano de 2006, de um total de 319 amostras, observou-se que 94,67% dos pacientes eram homozigotos selvagens, 5, 33% eram heterozigotos e n\u00e3o houveram pacientes homozigotos mutados. J\u00e1 no ano de 2007, de um total de 347 amostras, 94,52% dos pacientes eram homozigotos selvagens, 4,9% eram heterozigotos e 0,58% homozigotos mutados. O processo de hemostasia est\u00e1 sujeito a desequil\u00edbrios causados tanto por defeitos gen\u00e9ticos quanto por adquiridos. Sendo assim, a investiga\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a do fator V de Leiden em pessoas que desenvolvem eventos tromb\u00f3ticos se faz necess\u00e1rio para ter um diagn\u00f3stico diferencial baseado em causas gen\u00e9ticas, com a avalia\u00e7\u00e3o do risco familiar e conseq\u00fcente acompanhamento preventivo e profilaxia.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Doadores Universais: uma controv\u00e9rsia em discuss\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Paola Pan\u00fancio Dias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Cientistas em v\u00e1rias partes do mundo como a Universidade de Copenhague e o Conselho Nacional de Pesquisa Cient\u00edfica da Fran\u00e7a, pesquisaram uma forma de transformar os grupos sangu\u00edneos em doadores universais. Esta t\u00e9cnica consiste em eliminar mol\u00e9culas de a\u00e7\u00facar presentes na superf\u00edcies de gl\u00f3bulos vermelhos, mantendo o ant\u00edgeno H convertendo-o assim em tipo sangu\u00edneo \u201cO\u201d. Contudo, diante de todas as discuss\u00f5es e evid\u00eancias no atual momento, ainda \u00e9 ineficaz o uso dessa teoria em transfus\u00f5es sangu\u00edneas.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia Ferropriva \u2013 Metabolismo do Ferro.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Paula de Aquino Panzza<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A anemia ferropriva corresponde \u00e0 anemia mais comum por dist\u00farbio do metabolismo do ferro ocorrendo um desequil\u00edbrio entre as demandas fisiol\u00f3gicas de ferro e o n\u00edvel de ingest\u00e3o diet\u00e9tica. Corresponde a uma desordem nutricional mais prevalente em todo mundo. Lactantes, crian\u00e7as e adolescentes podem ser incapazes de manter o balan\u00e7o normal de ferro, devido a maior demanda imposto pelo crescimento do corpo e da ingest\u00e3o muito menor de ferro na dieta. Os sintomas cl\u00ednicos da defici\u00eancia de ferro n\u00e3o s\u00e3o facilmente identific\u00e1veis e, em muitas vezes, a anemia n\u00e3o \u00e9 diagnosticada. Estes sinais incluem palidez, anorexia, apatia, irritabilidade, diminui\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o e defici\u00eancia psicomotoras.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia de Doen\u00e7a Cr\u00f4nica.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Priscilla Tognetti de Lima<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Anemia de Doen\u00e7a Cr\u00f4nica (ADC) \u00e9 definida pela presen\u00e7a de uma doen\u00e7a cr\u00f4nica, infecciosa (f\u00fangicas, bacterianas e virais), inflamat\u00f3ria ou neopl\u00e1sica, anemia e hipoferremia apesar de abundante quantidade de ferro nos macr\u00f3fagos. Sua gravidade est\u00e1 muitas vezes relacionada ao grau de infec\u00e7\u00e3o. Caracteristicamente, ADC corresponde \u00e0 anemia normocr\u00f4mica\/normoc\u00edtica. Os tr\u00eas principais mecanismos patol\u00f3gicos envolvidos na ADC s\u00e3o: diminui\u00e7\u00e3o da sobrevida das hem\u00e1cias, resposta inadequada da medula \u00e0 hem\u00f3lise e dist\u00farbio da mobiliza\u00e7\u00e3o do ferro de dep\u00f3sito do sistema monoc\u00edtico fagocit\u00e1rio. O papel central dos mon\u00f3citos e dos macr\u00f3fagos e o aumento da produ\u00e7\u00e3o de citocinas mediadoras da resposta imune ou inflamat\u00f3ria, tais como: TNF <span style=\"font-family: Symbol;\">a<\/span>, INF <span style=\"font-family: Symbol;\">g<\/span> e IL-1 est\u00e3o implicados nos tr\u00eas processos envolvidos no desenvolvimento da ADC. O prop\u00f3sito desse artigo \u00e9 revisar os recentes avan\u00e7os no entendimento dos aspectos fisiopatol\u00f3gicos, diagn\u00f3stico e terap\u00eauticos desta s\u00edndrome.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia Ferropriva em crian\u00e7as tendidas pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade no Munic\u00edpio de Santa Cruz das Palmeiras.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Renata Bosso<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Um dos grandes desafios na Sa\u00fade P\u00fablica \u00e9 o combate \u00e0 anemia ferropriva em crian\u00e7as. Considerando-se a escassez de estudos representativos nas cidades do interior do estado de S\u00e3o Paulo, este estudo teve como objetivo analisar a preval\u00eancia de anemia ferropriva em crian\u00e7as de 6 a 36 meses de idade atendidas pelo Sistema \u00danico de Sa\u00fade por meio do Laborat\u00f3rio Labmed no per\u00edodo de agosto de 2007 a fevereiro de 2008. A anemia ferropriva \u00e9 defici\u00eancia de micronutriente mais prevalente no mundo. A hemoglobina e o hemat\u00f3crito foram determinados em amostra de sangue colhida por hemoglobina e o hemat\u00f3crito foram determinados em amostra de sangue colhida por pun\u00e7\u00e3o venosa e analisada no aparelho ABX Micros 60. Dois pontos de corte foram adotados para classificar a anemia, ambos estabelecidos pela OMS: Hb &lt; 11,5g\/dL para crian\u00e7as a partir de 6 meses e Hb &lt; 9,5 g\/dL como anemia grave. A preval\u00eancia de anemia foi 47,5% (Hb &lt; 11,5 g\/dL). Entre crian\u00e7as com anemia o percentual de anemia grave (Hb &lt; 9,5d\/dL) foi de 12,5%. A preval\u00eancia de anemia foi coincidente com outros estudos analisados.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Preval\u00eancia da distribui\u00e7\u00e3o do sistema ABO entre doadores de sangue do Hemocentro Regional de Jata\u00ed \u2013 Goi\u00e1s.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Ricardo Alli Benegas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Introdu\u00e7\u00e3o: Foi no s\u00e9culo XX que a transfus\u00e3o de sangue, adquiriu bases mais cient\u00edficas. Em 1900 foram descritos os grupos sangu\u00edneos A, B e O por Landsteiner e em 1902 o grupo AB por De Costello e Starli. A descri\u00e7\u00e3o do sistema Rh foi posterior (1940), por Landsteiner e Wiener. A transfus\u00e3o incorreta quanto ao grupo sang\u00fc\u00edneo resulta em rea\u00e7\u00f5es de incompatibilidade sang\u00fc\u00ednea que causam hem\u00f3lise, podendo at\u00e9 mesmo causar a morte do receptor. Objetivo: Obter a preval\u00eancia dos tipos sangu\u00edneos entre os doadores de sangue do Hemocentro Regional de Jata\u00ed-Goi\u00e1s. M\u00e9todo: Foi realizada coleta de dados no Banco de Sangue do Hemocentro Regional de Jata\u00ed,correspondente aos 5.435 doadores de sangue que realizaram doa\u00e7\u00e3o entre maio de 2005 a maio de 2008.Foi realizada tipagem sang\u00fc\u00ednea dos doadores. Os dados coletados foram analisados utilizando-se o programa Data SUS (Hemovida). Resultados: Dentre os 5.435 doadores, 2.943 (54,15%) eram do tipo sang\u00fc\u00edneo O, 1.783 (32,80%) eram A, 545 (10,03%) eram B e 164 (3,02%) eram AB. Conclus\u00e3o: O grupo sang\u00fc\u00edneo O foi o mais prevalente. As freq\u00fc\u00eancias encontradas foram semelhantes \u00e0s obtidas por outros estudos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Preval\u00eancia de tra\u00e7o falciforme em doadores de sangue na cidade de Goi\u00e2nia &#8211; GO.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Rita de C\u00e1ssia Thom\u00e9 Arradi<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O tra\u00e7o falciforme \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o das pessoas portadoras da hemoglobina \u201cAS\u201d, ou seja, possuem caracter\u00edsticas gen\u00e9ticas que n\u00e3o apresentam restri\u00e7\u00f5es ao metabolismo (heterozigoto falc\u00eamico), um portador assintom\u00e1tico que na maioria das vezes tem um perfil hematol\u00f3gico normal. O presente estudo teve como objetivo determinar a preval\u00eancia do tra\u00e7o falciforme \u201cAS\u201d em doadores de sangue na cidade de Goi\u00e2nia, Capital de Goi\u00e1s, no per\u00edodo de janeiro a dezembro de 2007, onde foram analisados 52.404 amostras de sangue total (EDTA), na Central Goiana de Sorologia, provenientes de 5 bancos de sangue particulares desta mesma Capital. As amostras foram submetidas ao teste da mancha, um teste de triagem para hemoglobina \u201cS\u201d (\u201cSS\u201d, \u201cAS\u201d ou \u201cSC\u201d). Aquelas que apresentaram positividade para hemoglobina \u201cS\u201d, foram realizados teste de confirma\u00e7\u00e3o em eletroforese qualitativa em acetato de celulose pH 8,0 &#8211; 9,0, o que nos mostra uma preval\u00eancia de 1,33% de hemoglobina \u201cAS\u201d (694 positivas) ou tra\u00e7o falciforme na nossa popula\u00e7\u00e3o (apenas um caso de hemoglobina \u201cSC\u201d). Apesar de baixa a freq\u00fc\u00eancia de hemoglobina \u201cAS\u201d na popula\u00e7\u00e3o avaliada, a sua triagem em doadores \u00e9 importante, pois nos permite o uso adequado do sangue a ser transfundido.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Compara\u00e7\u00e3o entre a identifica\u00e7\u00e3o da Hb H, pelos m\u00e9todos de precipita\u00e7\u00e3o e eletroforese.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Roberta Elisandra Ferreira Silva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A identifica\u00e7\u00e3o da hemoglobina H \u00e9 extremamente importante para avaliar amostras de pacientes portadores de talassemia alfa. Este trabalho se prop\u00f5e comparar resultados de exames realizados pelo m\u00e9todo de precipita\u00e7\u00e3o com o m\u00e9todo de eletroforese. Foi realizado um estudo prospectivo e comparados os resultados, a partir de amostras de sangue total colhidas em EDTA de pacientes com hemoglobina de 7,0g\/dl a 11,0 g\/dl do Laborat\u00f3rio de An\u00e1lises e Cl\u00ednicas Santa Luc\u00edlia em Uberaba MG, com objetivo de identificar o melhor m\u00e9todo \u00e1 ser utilizado. Dentre as 80 amostras realizadas pelo m\u00e9todo de precipita\u00e7\u00e3o da Hb H em lamina, 77 foram confirmadas pelo m\u00e9todo de eletroforese. A an\u00e1lise dos m\u00e9todos conduz afirmar que o m\u00e9todo de eletroforese \u00e9 mais confi\u00e1vel para determinar a Hb H.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Preval\u00eancia de hemoglobina S detectada atrav\u00e9s da triagem neonatal.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Roberto Franco Vilela<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As hemoglobinopatias s\u00e3o doen\u00e7as que se caracterizam pelo car\u00e1ter autoss\u00f4mico recessivo causado por defeito na forma\u00e7\u00e3o da estrutura da hemoglobina ou s\u00edntese da mesma. Dentre as hemoglobinopatias destaca-se a anemia falciforme. Segundo o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade no Brasil a doen\u00e7a acomete cerca de 0,3% dos nascidos vivos de algumas regi\u00f5es com maior preval\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o negra. Em 1985 foi realizado estudo onde 50,8% doa participantes apresentavam hemoglobina anormal HbAS, 89 (33,5%) beta talassemia heterozigota, 32 (12%) HbAC e 4 (1,5%) alfa talassemia. Este estudo objetivou conhecer a preval\u00eancia das hemoglobinas S em exames de amostras de sangue umbilical ou atrav\u00e9s da triagem neonatal, por meio de revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica nas bases de dados Lilacs e Scielo. Encontraram-se cinco estudos sobre a preval\u00eancia de hemoglobinas anormais em amostras de sangue, realizados entre o ano de 2002 e 2006. Em Porto Alegre das 1.615 amostras sangu\u00edneas coletadas atrav\u00e9s da Triagem neonatal de beb\u00eas, 41 apresentaram resultados alterados. Em estudo realizado em Natal foram analisadas 1.940 amostras de sangue de cord\u00e3o umbilical onde se encontrou uma preval\u00eancia de 1,5% dos rec\u00e9m-nascidos para tra\u00e7o falciforme e 0,05% para anemia falciforme. Em Fortaleza dos 389 rec\u00e9m-nascidos, 16 (4,1%) apresentaram HbS, sendo que destes 15 foram sugestivas de tra\u00e7o falciforme (HbAS), o que representa 3,8% do total e 0,2% com diagn\u00f3stico sugestivo de anemia falciforme (HbSS). No Rio Grande do Sul a Triagem neonatal de 117.320 rec\u00e9m-nascidos, dos 1.629 (1,4%) com hemoglobinas alteradas 1.342 apresentaram tra\u00e7o falciforme (HbAC) e um diagn\u00f3stico para anemia falciforme (HbSS). A import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico precoce da anemia est\u00e1 relacionada ao fato desta patologia ser respons\u00e1vel pelo desenvolvimento de complica\u00e7\u00f5es e pela alta morbimortalidade dos portadores, bem como pela baixa expectativa de vida. O diagn\u00f3stico precoce e a orienta\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, quanto \u00e0 import\u00e2ncia da realiza\u00e7\u00e3o da triagem neonatal em rec\u00e9m-nascidos, constituem fatores importantes na preven\u00e7\u00e3o do desenvolvimento de complica\u00e7\u00f5es advindas da doen\u00e7a.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Diagn\u00f3stico Laboratorial da Dengue.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Rodolfo Patussi Correa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A identifica\u00e7\u00e3o precoce dos casos de dengue, \u00e9 de vital import\u00e2ncia para a tomada de decis\u00f5es e a implementa\u00e7\u00e3o de medidas de maneira oportuna, visando principalmente ao controle da doen\u00e7a. A organiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os de sa\u00fade, tanto na \u00e1rea de vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica quanto na presta\u00e7\u00e3o de assist\u00eancia m\u00e9dica e laboratorial, \u00e9 essencial para reduzir a letalidade das formas graves e conhecer o comportamento da dengue, sobretudo em per\u00edodos de epidemia. A classifica\u00e7\u00e3o da dengue, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, \u00e9 retrospectiva e depende de crit\u00e9rios cl\u00ednicos e laboratoriais, que nem sempre est\u00e3o dispon\u00edveis precocemente, sobretudo para os casos de dengue cl\u00e1ssica com complica\u00e7\u00f5es. A atua\u00e7\u00e3o do laborat\u00f3rio cl\u00ednico, atrav\u00e9s de exames inespec\u00edficos, como o hemograma, \u00e9 um ponto-chave para esta identifica\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Doen\u00e7a hemol\u00edtica do rec\u00e9m-nascido.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Rosane Arimat\u00e9a Braun<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A doen\u00e7a hemol\u00edtica do rec\u00e9m-nascido \u00e9 decorrente \u00e0 a\u00e7\u00e3o dos anticorpos maternos que possuem capacidade de atravessar a barreira placent\u00e1ria que recobriram os eritr\u00f3citos fetais causando hem\u00f3lise de gravidade vari\u00e1vel. A DHPN pode ocorrer por dois mecanismos imunol\u00f3gicos: Aloimuniza\u00e7\u00e3o materna, incompatibilidade com ant\u00edgenos de grupos sangu\u00edneos do feto (\u00e9 o que o presente artigo estar\u00e1 enfocando) ou incompatibilidade ABO entre ant\u00edgenos ABO fetais e anticorpos naturais e regulares maternos. As incompatibilidades por ABO e Rh, principalmente pelo ant\u00edgenos Rh (D), 95% dos casos s\u00e3o mais comuns. Embora a incid\u00eancia causada pelo ant\u00edgeno anti D tenha diminu\u00eddo pela introdu\u00e7\u00e3o da Imunoglobulina anti Rh como profilaxia, evitando a imuniza\u00e7\u00e3o ativa induzida pelo ant\u00edgeno eritrocit\u00e1rio.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A a\u00e7\u00e3o plaquet\u00e1ria na resposta imunol\u00f3gica e seu envolvimento em mecanismos inflamat\u00f3rios cr\u00f4nicos.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Samanta Rinaldi<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As plaquetas ou tromb\u00f3citos s\u00e3o fragmentos celulares, presentes no sangue com origem a partir dos megacari\u00f3citos, c\u00e9lulas da medula \u00f3ssea. A principal fun\u00e7\u00e3o das plaquetas est\u00e1 relacionada \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos, auxiliando de forma indireta na defesa do organismo. Na regi\u00e3o de um ferimento, as plaquetas liberam a enzima tromboplastina-quinase, que desencadeia a coagula\u00e7\u00e3o, por\u00e9m novos estudos mostram que elas podem estar diretamente envolvidas nos mecanismos inflamat\u00f3rios cr\u00f4nicos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Transplante de Medula \u00d3ssea.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Sara Moura Mendes<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Transplante de medula \u00f3ssea \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o de quimioterapia em altas doses, associadas ou n\u00e3o \u00e0 radioterapia (regime de condicionamento), seguido da infus\u00e3o de c\u00e9lulas tronco no paciente para que ele recupere a aplasia e produza as c\u00e9lulas tronco hematopoi\u00e9ticas. Existem os transplantes aut\u00f3logos e alog\u00eanicos. Para a sele\u00e7\u00e3o de doadores, muitos cuidados devem ser tomados para que haja o sucesso do mesmo, evitando complica\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Infec\u00e7\u00e3o sorol\u00f3gica de ant\u00edgeno RhD parcial DFR em doador.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Tha\u00eds Ara\u00fajo Cano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O ant\u00edgeno Rh D \u00e9 o mais imunog\u00eanico do Sistema Rh e possui grande significado cl\u00ednico na transfus\u00e3o sangu\u00ednea e na doen\u00e7a hemol\u00edtica perinatal. Esse ant\u00edgeno apresenta formas variadas de express\u00e3o na membrana eritrocit\u00e1ria caracterizando a presen\u00e7a dos ant\u00edgenos Rh D parcial e ou Rh D fraco, cuja detec\u00e7\u00e3o \u00e9 de interesse na rotina transfusional. O presente estudo relata identifica\u00e7\u00e3o de ant\u00edgeno Rh D parcial tipo DFR em doador atrav\u00e9s de m\u00e9todos sorol\u00f3gicos, bem como a import\u00e2ncia dos mesmos na determina\u00e7\u00e3o do fen\u00f3tipo Rh D.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: Anemia em clientes do Laborat\u00f3rio Santa Rosa em Cuiab\u00e1 \u2013 MT. Autor: Adenize da Silva Delatore Resumo: Define-se anemia quando h\u00e1 diminui\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de hemoglobina seguida ou n\u00e3o da diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de eritr\u00f3citos. 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