{"id":1369,"date":"2013-08-15T17:12:17","date_gmt":"2013-08-15T17:12:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1369"},"modified":"2013-08-15T17:12:17","modified_gmt":"2013-08-15T17:12:17","slug":"resumo-das-monografias-2a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/resumo-das-monografias-2a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias &#8211; 2\u00aa Turma de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Lato Sensu em Hematologia Laboratorial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AVALIA\u00c7\u00c3O DE HEMOGLOBINAS ANORMAIS EM NEONATOS POR DIFERENTES METODOLOGIAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Adriana Barbosa de Oliveira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As hemoglobinopatias, dist\u00farbios heredit\u00e1rios da hemoglobina humana, s\u00e3o doen\u00e7as geneticamente determinadas e apresentam morbidade significativa em todo o mundo. Milh\u00f5es de pessoas trazem em seu patrim\u00f4nio gen\u00e9tico hemoglobinas anormais em v\u00e1rias combina\u00e7\u00f5es, com conseq\u00fc\u00eancias que variam de quase impercept\u00edveis \u00e0s letais. Constitui a patologia gen\u00e9tica de maior preval\u00eancia no mundo. Estima-se em nosso pa\u00eds a presen\u00e7a de 6.000.000 de portadores heterozigotos para pelo menos um gene de hemoglobinopatia, sendo mais da metade, portadores de hemoglobina S. A alta preval\u00eancia associada \u00e0 gravidade de manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas nos homozigotos torna as hemoglobinopatias um problema de sa\u00fade p\u00fablica, principalmente em regi\u00f5es onde a mortalidade infantil, por fator s\u00f3cio-econ\u00f4mico, foi reduzida. A preven\u00e7\u00e3o das hemoglobinopatias deve proporcionar o conhecimento da doen\u00e7a. Acesso facilitado aos servi\u00e7os de diagn\u00f3stico e tratamento, bem como a\u00e7\u00f5es educativas dirigidas \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. O diagn\u00f3stico precoce objetiva o aumento dos cuidados e possibilita maior controle da mortalidade. Com o objetivo de estabelecer a cria\u00e7\u00e3o de programas especializados, voltados aos diagn\u00f3stico laboratorial, atendimento m\u00e9dico, psico-social e preven\u00e7\u00e3o, iniciou-se a an\u00e1lise de hemoglobinopatias em uma popula\u00e7\u00e3o de rec\u00e9m-nascidos em S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, SP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 224 0994<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>DIAGN\u00d3STICO DE ANEMIA FERROPRIVA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Adriana Luciene Marques <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente estudo procurou mostrar a import\u00e2ncia das dosagens de ferritina e ferro s\u00e9ricos em pacientes com VCM e HCM diminu\u00eddos, para distinguir a anemia ferropriva das demais anemias microc\u00edticas hipocr\u00f4micas (anemia de uma doen\u00e7a cr\u00f4nica ou talassemia). Dos 94 pacientes analisados 10 (10,6%) apresentaram todos os valores dentro da normalidade, n\u00e3o sendo, portanto, portadores de anemia. Foram observados 38 pacientes (38,3%) com valores de HCM e VCM diminu\u00eddos (anemia microc\u00edtica hipocr\u00f4mica), por\u00e9m com valores de ferritina e ferro s\u00e9rico normais. Portanto, estes pacientes, n\u00e3o s\u00e3o portadores de anemia ferropriva, devendo os mesmos serem submetidos a outras an\u00e1lises laboratoriais para diagnosticar a causa desta anemia. A anemia ferropriva foi diagnosticada em 28 pacientes (29,8%) dentre os quais, 13 pacientes (13,8%) apresentaram diminui\u00e7\u00e3o dos valores de ferro, ferritina, VCM e HCM. Os 25 pacientes restantes (16,0%) apresentaram ferro s\u00e9rico normal, com diminui\u00e7\u00e3o de ferritina, VCM e HCM. Estes pacientes mostraram ser a dosagem de ferritina s\u00e9rica, o teste mais sens\u00edvel para detectar a defici\u00eancia de ferro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 16 \u2013 636 8078<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>LEUCEMIA MIEL\u00d3IDE AGUDA (LMA) <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Adriano Machado de Souza<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A leucemia miel\u00f3ide aguda \u00e9 a doen\u00e7a decorrente da prolifera\u00e7\u00e3o de um clone de c\u00e9lulas miel\u00f3ides indiferenciadas, o qual apresenta defeito de matura\u00e7\u00e3o. A transforma\u00e7\u00e3o neopl\u00e1sica \u00e9 facilitada por anormalidades gen\u00e9ticas subjacentes que refletem altera\u00e7\u00f5es cromoss\u00f4micas e podem ocorrer sem causa aparente, ou secund\u00e1ria a exposi\u00e7\u00e3o a subst\u00e2ncias t\u00f3xicas ou a dist\u00farbios hematopoi\u00e9ticos. A leucemia miel\u00f3ide aguda divide-se em diversos subtipos citomorfol\u00f3gicos com caracter\u00edsticas cl\u00ednicas, citogen\u00e9ticas e moleculares peculiares com progn\u00f3sticos diferentes. A LMA ocorre mais freq\u00fcentemente em adultos; em crian\u00e7as com at\u00e9 10 anos de idade sua freq\u00fc\u00eancia \u00e9 pequena correspondendo a 10% das leucemias agudas. Sua freq\u00fc\u00eancia aumenta com a idade at\u00e9 acima dos 45 anos corresponde a 90% das leucemias agudas. As manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas correlacionam-se com a queda dos elementos figurados do sangue, perif\u00e9ricos e s\u00e3o representadas por cansa\u00e7o f\u00e1cil, fraqueza, febre e manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas caracterizadas por equimoses e pet\u00e9quias, epistaxes, gengivorragia e metrorragias, al\u00e9m de importante comprometimento do estado geral. O objetivo do tratamento da LMA \u00e9 o de obter e manter a remiss\u00e3o completa da mol\u00e9stia. O tempo de sobrevida correlaciona-se com o per\u00edodo de tempo no qual os pacientes se mant\u00eam em remiss\u00e3o completa. Pacientes n\u00e3o tratados ou que n\u00e3o entram em remiss\u00e3o completa morrem em m\u00e9dia entre dois a quatro meses, a partir do diagn\u00f3stico. H\u00e1 drogas altamente espec\u00edficas capazes de levar \u00e0 remiss\u00e3o da doen\u00e7a em 50 a 90% dos pacientes. Apesar do elevado potencial de morbidade, os resultados obtidos com o transplante de medula \u00f3ssea alog\u00eanico s\u00e3o os melhores que a quimioterapia convencional. O transplante de medula s\u00f3 poder\u00e1 ser feito em pacientes com idade inferior a 55 anos e HLA compat\u00edvel. Recentemente, tem sido desenvolvido com sucesso o transplante de medula de sangue de cord\u00e3o umbilical, que poder\u00e1 no futuro suprir a falta de doadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 35 \u2013 271 1266<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIAS POR CAR\u00caNCIA DE VITAMINA B12, FOLATO OU FERRO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Alexandre Pinto da Fonseca<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Ao estudarmos as anemias, em primeiro lugar \u00e9 necess\u00e1rio sabermos as caracter\u00edsticas gerais do sangue normal. O sangue pode ser definido como um tecido especial que circula dentro de um compartimento fechado (veias, v\u00eanulas, art\u00e9rias, arter\u00edolas). Quimicamente \u00e9 formado por uma massa heterog\u00eanea que consiste em 2 fases. Uma fase l\u00edquida que \u00e9 o plasma, constitu\u00eddo por \u00e1gua, sais minerais, prote\u00ednas, vitaminas, glic\u00eddeos e lip\u00eddeos que mant\u00e9m em suspens\u00e3o os elementos figurados (leuc\u00f3citos, eritr\u00f3citos e plaquetas) tamb\u00e9m chamados de HEMAT\u00d3CITOS. Dentro das caracter\u00edsticas gerais do sangue citamos os eritr\u00f3citos que s\u00e3o importantes marcadores nas anemias, constitu\u00eddos por uma membrana, \u00e1gua, hemoglobina, \u00edons (pot\u00e1ssio principalmente), enzimas e glicose. Sua fun\u00e7\u00e3o principal \u00e9 transporte de Hb. A diminui\u00e7\u00e3o da Hb, hemorragias agudas, a redu\u00e7\u00e3o das hemaceas ou menor produ\u00e7\u00e3o destas pela medula \u00f3ssea podem resultar em anemias por car\u00eancia de ferro, ou aquelas decorrentes de defici\u00eancia de folato ou de vitamina B12 \u2013 denominadas megalobl\u00e1sticas. As anemias resultantes de car\u00eancia de vitamina B12, de folato ou de ferro s\u00e3o os tipos mais comuns de anemias observadas no homem, especialmente nos pa\u00edses em desenvolvimento. Como a vitamina B12, o folato e o ferro s\u00e3o integrantes normais da dieta, as anemias por defici\u00eancia de um destes nutrientes s\u00e3o conhecidas por anemias nutriciais ou car\u00eanciais. Nesta revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica irei descrever mais detalhadamente as causas, classifica\u00e7\u00e3o e diagn\u00f3stico laboratorial e o tratamento dessas anemias t\u00e3o comuns em nosso meio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 19 \u2013 461 4752<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIAS: COM \u00caNFASE EM TALASSEMIAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: A\u00edlton de Paula e Silva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O tema anemia \u00e9 muito amplo e merece avalia\u00e7\u00f5es particularizadas, atrav\u00e9s dos m\u00faltiplos meios de investiga\u00e7\u00e3o. Eles implicam em muitos casos em servi\u00e7os altamente especializados. Por\u00e9m, um dado cl\u00ednico satisfat\u00f3rio associado a um exame hematol\u00f3gico de rotina, desde que seja exato e comporte dados essenciais, podem permitir a um grande n\u00famero de casos, a orienta\u00e7\u00e3o para classifica\u00e7\u00e3o de anemia. A presente monografia tem como objetivo apresentar breve avalia\u00e7\u00e3o das anemias, sua classifica\u00e7\u00e3o segundo crit\u00e9rio morfol\u00f3gicos e fisiopatol\u00f3gicos correlacionados a avalia\u00e7\u00e3o laboratorial; com \u00eanfase \u00e0s talassemias. Estudos recentes t\u00eam ajudado a esclarecer a fisiopatologia de muitas variedades de talassemias, a definir a heterogeneidade gen\u00e9tica destes dist\u00farbios e a provar a natureza exata dos defeitos talass\u00eamicos. Esta revis\u00e3o trata de alguns aspectos cl\u00ednico-laboratorial das hemoglobinopatias de import\u00e2ncia corrente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 668 1540<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MIELOMA M\u00daLTIPLO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Amilton Resende Sticca<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O mieloma m\u00faltiplo \u00e9 uma neoplasia causada pela prolifera\u00e7\u00e3o de plasm\u00f3citos neopl\u00e1sicos em n\u00f3dulos, difusamente por toda medula \u00f3ssea e em outros \u00f3rg\u00e3os. Foi inicialmente estudado pelo Doutor Henry Bence Jones que encontrou na urina de um paciente acometido de \u201cMollities ossium\u201d (ossos moles), uma subst\u00e2ncia de aspecto semi-s\u00f3lido com caracter\u00edsitcas t\u00e9rmicas peculiares que hoje sabemos ser uma prote\u00edna e que leva o nome daquele cientista. \u00c9 basicamente uma doen\u00e7a da medula \u00f3ssea com oste\u00f3lise secund\u00e1ria, ocasionando manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e laboratoriais decorrentes de altera\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas e fisiol\u00f3gicas na evolu\u00e7\u00e3o da neoplasia. Acomete principalmente pessoas idosas e as dores e\/ou fraturas patol\u00f3gicas s\u00e3o aos primeiros sintomas respons\u00e1veis pela procura de atendimento m\u00e9dico. O aperfei\u00e7oamento de t\u00e9cnicas tanto laboratoriais quanto radiol\u00f3gicas permite que a doen\u00e7a seja facilmente diagnosticada . A sobrevida do paciente depende, entretanto, da precocidade do seu diagn\u00f3stico e resposta aos medicamentos, apesar disso, o tempo de sobrevida \u00e9 baixo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 19 \u2013 656 2977<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PLAQUETAS: HEMOSTASIA PRIM\u00c1RIA E A RELA\u00c7\u00c3O COM A DOEN\u00c7A DE VON WILLEBRAND <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Andr\u00e9 Luiz Gomes Coutinho<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A anormalidade da hemostasia prim\u00e1ria na doen\u00e7a de von Willebrand \u00e9 o resultado de um efeito vascular prim\u00e1rio ou uma irregularidade intr\u00ednsica das plaquetas. Apresentam suporte significativo, as plaquetas, embora normais, n\u00e3o aderem ao col\u00e1geno por causa da defici\u00eancia ou defeito do von Willebrand, que se caracteriza em sua forma mais comum o tipo 1 em um quadro de hemorragia mucocut\u00e2neo branda, um tempo de sangramento prolongado, defici\u00eancia do vWF, e redu\u00e7\u00e3o proporcional do fator VIIIc. O dist\u00farbio n\u00e3o \u00e9 homog\u00eaneo, mesmo quando todos os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos s\u00e3o rigidamente aplicados. O reconhecimento de um n\u00famero de variantes, nos quais, mesmos os achados diagn\u00f3sticos de m\u00faltiplos padr\u00f5es gen\u00e9ticos, sugere que o dist\u00farbio \u00e9 uma s\u00edndrome que pode englobar v\u00e1rias outras desordens correlatas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 61 \u2013 741 6187<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIA MEGALOBL\u00c1STICA POR DEFICI\u00caNCIA DE VITAMINA B12 E \u00c1CIDO F\u00d3LICO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Andr\u00e9ia Cristina Bert\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As anemias megalobl\u00e1sticas s\u00e3o causadas por v\u00e1rios defeitos na s\u00edntese de DNA, podendo este defeito, ser provocado por defici\u00eancia de cobalamina, defici\u00eancia de folato, f\u00e1rmacos e outras causas que incluem raras defici\u00eancias enzim\u00e1ticas e dist\u00farbios inexplicados caracterizadas pelo alargamento de todas as c\u00e9lulas de prolifera\u00e7\u00e3o r\u00e1pida do corpo, incluindo as c\u00e9lulas da medula. Laboratorialmente, a caracter\u00edstica bem vis\u00edvel \u00e9 o VCM, que se encontra aumentado em torno de 120 a 140 fl, e, tamb\u00e9m o esfrega\u00e7o, onde a presen\u00e7a de macro-oval\u00f3citos e neutr\u00f3filos hipersegmentados levam ao diagn\u00f3stico das anemias megalobl\u00e1sticas. A defici\u00eancia de cobalamina e folatos s\u00e3o as causas mais comuns dessa anemia onde, tanto uma quanto a outra participam da s\u00edntese de DNA, por isso, na aus\u00eancia de uma ou de ambas a produ\u00e7\u00e3o de timina fica afetada e consequentemente os cromossomos n\u00e3o se duplicam, n\u00e3o havendo divis\u00e3o celular. A falta de cobalamina pode levar \u00e0 problemas neurol\u00f3gicos e psiqui\u00e1tricos, al\u00e9m da anemia megalobl\u00e1stica. Os sintomas comuns s\u00e3o: fraqueza, palpita\u00e7\u00f5es, palidez entre outros. O diagn\u00f3stico diferencial para estabelecer qual das vitaminas est\u00e1 causando a anemia \u00e9 muito importante e deve ser realizado o mais cedo poss\u00edvel, pois esta aus\u00eancia \u00e9 facilmente reparada quando tratada com terapia adequada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 43 \u2013 253 1190<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ESTUDO DOS CASOS DE ANEMIA NORMOCR\u00d4MICA E NORMOC\u00cdTICA DOS PACIENTES DA HEMODI\u00c1LISE <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Ang\u00e9lica de Almeida Dutra Carvalho <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente trabalho tem como objetivo avaliar a Anemia Normocr\u00f4mica\/Normoc\u00edtica em pacientes renais cr\u00f4nicos analisando suas morfologias eritrocit\u00e1rias e tamb\u00e9m a contagem de seus respectivos reticul\u00f3citos. O material utilizado para a an\u00e1lise foi o sangue arterial dos 79 pacientes que comp\u00f5em a Hemodi\u00e1lise com idade entre 14 e 81 anos, do sexo feminino e masculino, residentes em Fernand\u00f3polis e regi\u00e3o, com tempo de di\u00e1lise aproximadamente entre 16 anos e um m\u00eas, com a cor branca como predominante, com n\u00edvel social baixo e a grande maioria com casos de hereditariedade; durante os meses de agosto, setembro, outubro e novembro de 2000. Em estudo, a doen\u00e7a renal demonstrou Anemia Normocr\u00f4mica e Normoc\u00edtica apresentando: eritr\u00f3citos, hemoglobina e hemat\u00f3crito diminu\u00eddos; VCM e HCM normais. Havendo assim algumas exce\u00e7\u00f5es com pacientes apresentando eritr\u00f3citos, hemoglobina e hemat\u00f3crito diminu\u00eddas; VCM e HCM diminu\u00eddos ou aumentados, Mediante os resultados obtidos dos 79 pacientes da Hemodi\u00e1lise de Fernand\u00f3polis atrav\u00e9s da an\u00e1lise do eritrograma e a contagem dos reticul\u00f3citos revelou que os pacientes respondem ao tratamento terap\u00eautico administrado, com raras exce\u00e7\u00f5es. A m\u00e9dia obtida durante os meses de agosto, setembro, outubro e novembro das dosagens de eritr\u00f3citos, hemoglobina e hemat\u00f3crito e c\u00e1lculo dos \u00edndices hematim\u00e9tricos observam que n\u00e3o houve varia\u00e7\u00e3o e para a contagem de reticul\u00f3citos uma resposta terap\u00eautica desejada. O desvio padr\u00e3o de cada dosagem nos mostra que n\u00e3o houve nenhuma amostra que excedeu a m\u00e9dia em 2 (desvio padr\u00e3o). Observamos que 86% apresentaram anisocitose com alta freq\u00fc\u00eancia a macrocitose e com baixa freq\u00fc\u00eancia o dimorfismo e a normocitose, 71% mostraram anisocromia com alta freq\u00fc\u00eancia a hipocromia e com baixa freq\u00fc\u00eancia normocr\u00f4mica, e 42% apresentaram poiquilocitose com alta freq\u00fc\u00eancia os equin\u00f3citos e com baixa freq\u00fc\u00eancia os elipt\u00f3citos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 462 5682<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIA EM CRIAN\u00c7AS DE 4 A 7 ANOS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Carlos Ot\u00e1vio Maciel da Motta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O presente trabalho consiste em analisar a ocorr\u00eancia da anemia que ocorre na cidade de C\u00e1ceres, localizada na regi\u00e3o Centro Norte de Mato Grosso, apresentando clima tropical \u00e0 margem esquerda do rio Paraguai. C\u00e1ceres conta com o total de 120 mil habitantes, moradores entre a zona urbana e rural. Nessa especializa\u00e7\u00e3o fizemos orienta\u00e7\u00f5es sobre o quadro da anemia em crian\u00e7as junto aos familiares dessa regi\u00e3o, com isto avan\u00e7amos no relacionamento \u201cBiom\u00e9dico\u201d, \u201cM\u00e9dicos\u201d e \u201cfamiliares\u201d, tornando a pesquisa direcionada ao humanismo para simplificarmos o trabalho de rotina no Laborat\u00f3rio de An\u00e1lises. Das 45 crian\u00e7as analisadas obteve-se alguns dados cl\u00ednicos enviados pelo pedido m\u00e9dico, e foram realizados exames laboratoriais: esfrega\u00e7os em l\u00e2minas, hemat\u00f3crito, hemoglobina, eritr\u00f3citos, dosagem de ferro s\u00e9rico e exame de fezes. Observou-se paralelamente nos pesquisados as quest\u00f5es ambientais (saneamento b\u00e1sico) e econ\u00f4micos (fonte de renda salarial), como um fator imprescind\u00edvel para a sa\u00fade, j\u00e1 que est\u00e3o inclusos aqui a higiene e alimenta\u00e7\u00e3o. Quanto ao relacionamento laborat\u00f3rio e familiares, foi apresentado aos pais das crian\u00e7as em estudos, o laborat\u00f3rio como um todo, pois se trata dos procedimentos da coleta invasiva onde o uso de agulhas e seringas n\u00e3o s\u00e3o traum\u00e1ticas, quanto a um bom procedimento profissional no trabalho di\u00e1rio de laborat\u00f3rio. Vale ressaltar que este trabalho foi realizado por m\u00e9todos e t\u00e9cnicas manuais. Assim foi feita uma seq\u00fc\u00eancia de procedimentos de t\u00e9cnicas manuais as quais citaremos todos os materiais dessa pesquisa, no decorrer deste trabalho. Finalizando, esta pesquisa teve como objetivo principal avaliar o quadro das anemias nas crian\u00e7as com faixa et\u00e1ria com 4 a 7 anos, onde a inter-rela\u00e7\u00e3o profissional laborat\u00f3rio e o social nos revelam o verdadeiro quadro de anemias no dia a dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 65 \u2013 223 1167<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AVALIA\u00c7\u00c3O LABORATORIAL DAS DOEN\u00c7AS FALCIFORMES <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: C\u00e1ssia Rita Pereira Blum<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As doen\u00e7as falciformes constituem um grupo de doen\u00e7as cr\u00f4nicas degenerativas, auto incapacitante que ainda n\u00e3o tem cura. A hemoglobina S \u00e9 muito difundida no continente africano e nos pa\u00edses que tiveram a influ\u00eancia \u00e9tnica do negro. O falc\u00eamico tem uma qualidade de vida muito baixa e em geral suas condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio econ\u00f4mico e cultural tamb\u00e9m indicam car\u00eancia em v\u00e1rios aspectos. A doen\u00e7a ocorre por causa de uma muta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica que ocorreu h\u00e1 cerca de 100 mil anos no continente africano. Sendo assim, as c\u00e9lulas do sangue (hem\u00e1ceas), se falcizam e assumem a forma de foice, por isso, perdem sua capacidade de maleabilidade no fluxo sang\u00fc\u00edneo. O diagn\u00f3stico laboratorial \u00e9 feito por t\u00e9cnicas de eletroforese alcalina em pH 8,0 e \u00e1cida em pH 6,0. Outros testes que apenas mostram a presen\u00e7a de Hb S, sem identificar o seu gen\u00f3tipo, s\u00e3o os testes de falciza\u00e7\u00e3o e solubilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 976 2273<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>HEMOFILIA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autores: Claudia Regina S. Mazoni Domingues de Aquino<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Jos\u00e9 Francisco Guimar\u00e3es de Aquino<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Hemofilia \u00e9 uma doen\u00e7a hemorr\u00e1gica, heredit\u00e1ria, relacionada ao cromossomo sexual X, caracterizada pela defici\u00eancia da atividade coagulante do fator VIII (hemofilia A) ou do fator IX (hemofilia B). Outras coagulopatias heredit\u00e1rias menos freq\u00fcentes s\u00e3o: defici\u00eancia de fatores I (fibrinog\u00eanio), II, V, VII, X, XI e XIII, al\u00e9m de doen\u00e7a de von Willebrand. Clinicamente, as hemofilias A e B s\u00e3o literalmente semelhante. Assim, ambas s\u00e3o classificadas como: Grave: fator VIII ou IX inferior a 1% do normal; Moderada: fator VIII ou IX entre 1 a 5% do normal; Leve: fator VIII ou IX entre 5 a 25% do normal. A apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica nas hemofilias \u00e9 heterog\u00eanea e inclui sangramentos espont\u00e2neos ou como resultado de uma les\u00e3o ou trauma, podendo ocorrer em qualquer parte do corpo. Contudo, alguns locais s\u00e3o mais afetados, como as articula\u00e7\u00f5es. Os epis\u00f3dios hemorr\u00e1gicos mais comuns s\u00e3o: equimose, hematoma, hemartrose, hemat\u00faria e hemorragia oral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 16 \u2013 818 1332<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>LEUCEMIA MIEL\u00d3IDE CR\u00d4NICA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Daniela Mendes Borges<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A monografia a seguir trata de uma forma resumida da Leucemia Miel\u00f3ide Cr\u00f4nica (L.M.C.); uma doen\u00e7a de car\u00e1ter proliferativo, ou seja, neopl\u00e1sico e geralmente de evolu\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica que acaba por apresentar uma fase terminal tormentosa, quase sempre com caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e hematol\u00f3gicas de leucemia aguda. Essa forma de leucemia \u00e9 predominante em adultos, sendo rara em crian\u00e7as. A maioria dos pacientes s\u00e3o sintom\u00e1ticos quando se estabelece o diagn\u00f3stico. Os sintomas mais comuns s\u00e3o: febre baixa, anorexia, perda de peso, cansa\u00e7o, dificuldade respirat\u00f3ria, dores abdominais e hemorragia. O cromossomo Philadelphia est\u00e1 presente em cerca de 95% dos casos, n\u00e3o somente nas c\u00e9lulas precursoras dos neutr\u00f3filos, mas tamb\u00e9m nos eritroblastos, megacari\u00f3citos e linf\u00f3citos B. Admite-se que o clone de c\u00e9lulas malignas tenha origem na c\u00e9lula primitiva pluripotencial. O hemograma freq\u00fcentemente mostra anemia normoc\u00edtica e normocr\u00f4mica, leuc\u00f3citos elevados entre 50 e 400 mil\/mm3, e plaquetas normais ou aumentadas. A maior parte dos leuc\u00f3citos s\u00e3o constitu\u00eddos por neutr\u00f3filos nas fases de promiel\u00f3citos, miel\u00f3citos, metamiel\u00f3citos, bastonetes e segmentados, geralmente em propor\u00e7\u00e3o desordenada, caracterizando o desvio \u00e0 esquerda n\u00e3o escalonado. O diagn\u00f3stico laboratorial pode ser complementado atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o do mielograma, da rea\u00e7\u00e3o citoqu\u00edmica da fosfatase alcalina nos neutr\u00f3filos e a citogen\u00e9tica para verificar a presen\u00e7a do cromossomo Philadelphia. O tratamento da L.M.C. consiste na utiliza\u00e7\u00e3o de drogas quimioter\u00e1picas com objetivo de eliminar as c\u00e9lulas leuc\u00eamicas e a grande esperan\u00e7a de cura gira em torno do transplante de medula \u00f3ssea de doador HLA compat\u00edvel.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A HIDROXIUR\u00c9IA NO TRATAMENTO DE ANEMIA FALCIFORME <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Diana Motoyama de Almeida<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Estudos mostram que em certos pacientes o efeito global da hydroxiur\u00e9ia (HU) nos n\u00edveis de Hb \u00e9 uma fun\u00e7\u00e3o da diferen\u00e7a entre a diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas sang\u00fc\u00edneas vermelhas (devido ao efeito mielosupressivo) e o aumento no tempo de vida destas mesmas c\u00e9lulas. Na maioria dos pacientes que responderam \u00e0 HU houve um efeito preferencial no aumento do tempo de vida das c\u00e9lulas sang\u00fc\u00edneas vermelhas, melhorando o curso cl\u00ednico da doen\u00e7a, de acordo com o estudo de Samir K. Ballas e colegas (1999). Alguns estudos tentam explicar a melhora cl\u00ednica significativa de pacientes com anemia falciforme em tratamento com HU antes mesmo de um aumento nos n\u00edveis de Hb F. Entre as propostas est\u00e3o a poss\u00edvel forma\u00e7\u00e3o de metahemoglobinas e oxihemoglobina n\u00edtrica (nitric oxide-hemoglobin) que poderia explicar parcialmente os efeitos ben\u00e9ficos observados em alguns pacientes. Al\u00e9m disso, a HU talvez provoque uma diminui\u00e7\u00e3o na intera\u00e7\u00e3o entre as c\u00e9lulas sangu\u00edneas vermelhas com o endot\u00e9lio vascular atrav\u00e9s da diminui\u00e7\u00e3o da mol\u00e9cula de ades\u00e3o vascular-1 sol\u00favel (sVCAM-1) e da atividade neutrof\u00edlica, fato que poderia ajudar a atenuar a fase de propaga\u00e7\u00e3o das crises vaso-oclusivas. A presente monografia traz um relato sobre a fisiopatologia da anemia falciforme e processo fisiol\u00f3gico do uso da hidroxiur\u00e9ia no tratamento desta doen\u00e7a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 19 \u2013 241 5005<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ESTUDO COMPARATIVO DA CONTAGEM DE LEUC\u00d3CITOS EM CONTADOR AUTOMATIZADO EM RELA\u00c7\u00c3O AO TEMPO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Everson Stabile<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente estudo comp\u00f5em-se de 25 amostras e destina-se \u00e0 verifica\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis varia\u00e7\u00f5es do n\u00famero de leuc\u00f3citos em Contador Automatizado em rela\u00e7\u00e3o ao tempo de processamento das amostras. Obteve-se uma m\u00e9dia de coeficiente de varia\u00e7\u00e3o de 0,33. Conclui-se, ent\u00e3o, frente aos resultados obtidos, que, uma amostra preservada dentro dos requisitos de controle de qualidade, n\u00e3o sofrer\u00e1 varia\u00e7\u00e3o na contagem de leuc\u00f3citos dentro de 24 horas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 18 \u2013 642 1993<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIA MEGALOBL\u00c1STICA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Fl\u00e1vio C\u00e9sar Lopes Bacha <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Anemia Megalobl\u00e1stica \u00e9 um grupo de dist\u00farbios originados principalmente pela defici\u00eancia de cobalamina e folato. A vitamina B12 e o \u00e1cido f\u00f3lico interv\u00e9m no metabolismo de quase todas as c\u00e9lulas do organismo. Sua a\u00e7\u00e3o \u00e9 important\u00edssima na s\u00edntese do DNA e das prote\u00ednas e sua car\u00eancia afeta, portanto, todas as c\u00e9lulas do organismo. Destas, as que t\u00eam prolifera\u00e7\u00e3o com mitoses freq\u00fcentes e, portanto, maior s\u00edntese de prote\u00ednas e de DNA, s\u00e3o as que mais sofrem as conseq\u00fc\u00eancias da car\u00eancia de folatos e da vitamina B12. \u00c9 o caso do ret\u00edculo hemopoi\u00e9tico. Assim, \u00e9 que a car\u00eancia de vitamina B12 e de folatos ocasiona altera\u00e7\u00f5es dos elementos figurados do sangue. Essa car\u00eancia provoca tamb\u00e9m sintomas digestivos como diarr\u00e9ia e anorexia, sintomas oculares como diminui\u00e7\u00e3o da acuidade visual, altera\u00e7\u00f5es no sistema nervoso como degenera\u00e7\u00e3o da bainha de mielina dos nervos na defici\u00eancia de B12, altera\u00e7\u00f5es da pele e de seus f\u00e2neros, atrofia das papilas linguais al\u00e9m dos sintomas gerais da anemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 35 \u2013 271 1266<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ATUALIZA\u00c7\u00c3O DOS CONHECIMENTOS EM HEMOSTASIA E COAGULA\u00c7\u00c3O <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Fl\u00e1vio de Sousa Paiva <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Este trabalho foi realizado para abordar os aspectos fisiol\u00f3gicos e funcionais dos elementos envolvidos na Hemostasia e Coagula\u00e7\u00e3o. Ao consultar as literaturas hematol\u00f3gicas adquirimos conhecimentos, ficamos fascinados pelo processo da coagula\u00e7\u00e3o e registramos em forma de palavras seq\u00fcenciais a s\u00edntese da coagula\u00e7\u00e3o. Tal procedimento servir\u00e1 de apoio t\u00e9cnico aos servi\u00e7os de an\u00e1lises hematol\u00f3gicas, entendendo e proporcionando aos nossos pacientes uma melhor avalia\u00e7\u00e3o e conseq\u00fcentemente melhor divulga\u00e7\u00e3o de resultados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 62 \u2013 461 1230<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIA FALCIFORME <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Gustavo Burjaili Barcelos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A hemoglobina \u00e9 uma prote\u00edna globular que tem como principal fun\u00e7\u00e3o o transporte de oxig\u00eanio. Em um eritr\u00f3cito normal a mol\u00e9cula de hemoglobina predominante \u00e9 a hemoglobina A (Hb A), seguida pela Hb A2 em menor concentra\u00e7\u00e3o e por resqu\u00edcios de hemoglobina fetal. A Hemoglobina S (Hb S), apresenta a substitui\u00e7\u00e3o do \u00e1cido glut\u00e2mico por valina na posi\u00e7\u00e3o 6 da cadeia beta, o que a torna diferente da Hb A, classificando-a como uma hemoglobina anormal. Na Hb S a troca do \u00e1cido glut\u00e2mico pela valina permite a produ\u00e7\u00e3o de uma cicliza\u00e7\u00e3o valina-valina na extremidade n-terminal da cadeia beta, produzindo uma estrutura de liga\u00e7\u00e3o sobre a superf\u00edcie da cadeia beta, que quando desoxigenada pode ligar-se a uma mol\u00e9cula adjacente de hemoglobina provocando a forma\u00e7\u00e3o de monofilamentos. Esses monofilamentos podem se associar formando microt\u00fabulos, denominados tact\u00f3ides, os quais provocam a deforma\u00e7\u00e3o dos eritr\u00f3citos dando a ela a forma afoi\u00e7ada, e esse fen\u00f4meno leva \u00e0 falciza\u00e7\u00e3o. O in\u00edcio, a intensidade e os resultados cl\u00ednicos da falciza\u00e7\u00e3o s\u00e3o afetados por v\u00e1rios fatores. Entre esses fatores destacamos como de maior import\u00e2ncia: a porcentagem de hemoglobina fetal, a tens\u00e3o de oxig\u00eanio, tipos de c\u00e9lulas, pH e viscosidade sangu\u00ednea e a fragilidade das c\u00e9lulas afoi\u00e7adas. A anemia falciforme \u00e9 determinada por um gene semidominante onde a presen\u00e7a de um \u00fanico gene no heterozigoto implica em anomalia globular sem express\u00e3o cl\u00ednica, enquanto que o estado homozigoto determina a exterioriza\u00e7\u00e3o completa desta patologia. A anemia falciforme \u00e9 uma hemoglobinopatia predominante na ra\u00e7a negra, por\u00e9m tem uma distribui\u00e7\u00e3o variada podendo ser encontrada tamb\u00e9m em latinos e americanos. A presen\u00e7a de uma hemoglobina anormal denominada Hb S \u00e9 a principal caracter\u00edstica desta patologia. As altera\u00e7\u00f5es estruturais que essa hemoglobina provoca no eritr\u00f3cito fazem com que este seja retirado precocemente da circula\u00e7\u00e3o o que caracteriza um quadro de anemia hemol\u00edtica cr\u00f4nica. As crises drepanoc\u00edticas s\u00e3o s\u00edndromes que se desenvolvem rapidamente em indiv\u00edduos com anemia falciforme. Essas crises s\u00e3o imprevis\u00edveis e geralmente desencadeadas por desidrata\u00e7\u00e3o e infec\u00e7\u00f5es. A classifica\u00e7\u00e3o dessas crises \u00e9 realizada de acordo com seu mecanismo de atua\u00e7\u00e3o; as principais crises s\u00e3o: as crises de oclus\u00e3o vascular, de seq\u00fcestra\u00e7\u00e3o espl\u00eanica e apl\u00e1stica. Os indiv\u00edduos com tra\u00e7o drepanoc\u00edtico geralmente s\u00e3o assintom\u00e1ticos. J\u00e1 os indiv\u00edduos portadores de anemia falciforme s\u00e3o testemunhas da adapta\u00e7\u00e3o do corpo \u00e0 grave anemia cr\u00f4nica. Os principais sintomas da doen\u00e7a est\u00e3o relacionados aos locais de localiza\u00e7\u00e3o e a intensidade das crises drepanoc\u00edticas. Esses sintomas estendem-se desde \u00falceras em membros inferiores e anormalidades \u00f3sseas, at\u00e9 o acometimento grave de alguns \u00f3rg\u00e3os, como o ba\u00e7o e f\u00edgado, e sistemas org\u00eanicos como o cardiopulmonar, o geniturin\u00e1rio e o sistema nervoso central. O diagn\u00f3stico laboratorial de portadores de anemia falciforme se faz atrav\u00e9s do hemograma e da eletroforese de hemoglobina, sendo necess\u00e1rio uma confirma\u00e7\u00e3o desta hemoglobina pelo teste de solubilidade e\/ou pela prova de falciza\u00e7\u00e3o. A preval\u00eancia da Hb S na popula\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 heterog\u00eanea devido \u00e0 introdu\u00e7\u00e3o de escravos africanos em regi\u00f5es espec\u00edficas durante a coloniza\u00e7\u00e3o, e aos processos de miscigena\u00e7\u00e3o que ocorreram com intensidades vari\u00e1veis nas diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 421 3523<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIA FERROPRIVA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Ildamara Can\u00f4a<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Anemia ferropriva \u00e9 uma anemia carencial de ferro. A car\u00eancia de ferro atualmente \u00e9 a car\u00eancia nutricional de maior preval\u00eancia no mundo, atingindo aproximadamente 1 bilh\u00e3o de indiv\u00edduos. Entre os principais sintomas que acometem as pessoas com anemia, destacam-se os seguintes: des\u00e2nimo, fadiga, dispn\u00e9ia, angina, dor de cabe\u00e7a, n\u00e1usea, dist\u00farbio menstrual e perda da libido. Os sinais f\u00edsicos mais importantes s\u00e3o: palidez, taquicardia, varia\u00e7\u00e3o na pulsa\u00e7\u00e3o e insufici\u00eancia card\u00edaca congestiva. Estudos realizados nos EUA e pela OMS revelam que a anemia ferropriva \u00e9 a principal causa de dist\u00farbios de sa\u00fade e perda da capacidade de trabalho, levando consequentemente ao d\u00e9ficit econ\u00f4mico. Entre os grupos mais afetados est\u00e3o as crian\u00e7as, adolescentes, mulheres em idade f\u00e9rtil e gestantes. In\u00fameros fatores contribuem para essa elevada preval\u00eancia da defici\u00eancia de ferro: aumento das necessidades org\u00e2nicas nos per\u00edodos de crescimento acelerado, diminui\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o de ferro (qualitativa e quantitativa), e elevada preval\u00eancia de parasitismo intestinal. Entre os fatores causais de anemia ferropriva destaca-se a ingest\u00e3o inadequada de ferro o que vem a confirmar que a principal etiologia da car\u00eancia de ferro em nosso meio \u00e9 alimentar. As conseq\u00fc\u00eancias desencadeadas pela defici\u00eancia de ferro s\u00e3o principalmente d\u00e9ficit no ganho de peso, altera\u00e7\u00f5es na imunidade, diminui\u00e7\u00e3o na capacidade de trabalho f\u00edsico, diminui\u00e7\u00e3o na performance f\u00edsica de atletas, altera\u00e7\u00f5es na termorregula\u00e7\u00e3o, atraso no desenvolvimento neuro-psicomotor, diminui\u00e7\u00e3o na capacidade de concentra\u00e7\u00e3o e nas fun\u00e7\u00f5es cognitivas. O diagn\u00f3stico da anemia ferropriva \u00e9 realizado atrav\u00e9s do hemograma onde podemos observar anemia microc\u00edtica-hipocr\u00f4mica, anisocitose e moderada pecilocitose com presen\u00e7a de elipt\u00f3citos. O diagn\u00f3stico tamb\u00e9m \u00e9 feito atrav\u00e9s das dosagens de ferro e ferritina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 18 \u2013 284 1458 \/ 284 1271<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIAS RELACIONADAS A AFEC\u00c7\u00d5ES N\u00c3O HEMATOL\u00d3GICAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Johnny Fouad Matta <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo<\/strong>: Anemias desencadeadas por afec\u00e7\u00f5es n\u00e3o hematol\u00f3gicas possuem causas diversas, entre elas nefropatias, hepatopatias, neoplasias, endocrinopatrias e outras. Estas patologias levam a processos an\u00eamicos resultantes de fatores extracorpusculares que reduzem o tempo de vida dos eritr\u00f3citos e\/ou diminuem a eritropoiese onde sua melhora est\u00e1 diretamente relacionada com a resolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a prim\u00e1ria. Estas altera\u00e7\u00f5es funcionais podem originar hem\u00e1ceas do tipo normoc\u00edticas e normocr\u00f4micas, macroc\u00edticas e normocr\u00f4micas, hipocr\u00f4micas e microc\u00edtica, caracterizando assim diversos tipos de anemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 67 \u2013 784 3501 \/ 921 2583<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR ANEMIAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Jos\u00e9 Angel Mastache Astorgano <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Define-se como anemia o estado em que o n\u00edvel de hemoglobina no sangue \u00e9 inferior ao esperado. Este n\u00edvel esperado de hemoglobina \u00e9 determinado atrav\u00e9s de estudos populacionais em indiv\u00edduos considerados normais, como doadores de sangue, escolares, etc&#8230; . Obt\u00e9m-se assim uma m\u00e9dia aritm\u00e9tica, que passa a ser o valor de refer\u00eancia, e os valores normais, estar\u00e3o situados no intervalo compreendido acima. Estes valores normais apresentam varia\u00e7\u00f5es dependentes da cidade, do sexo e da altitude da localidade onde vive o indiv\u00edduo, entre outros par\u00e2metros. Assim, ao nascimento a crian\u00e7a exibe uma concentra\u00e7\u00e3o de hemoglobina de 18 a 20 gramas, lentamente cai para 10 a 11 gramas com um ano de idade; aumenta gradativamente de 12 a 13 gramas dos tr\u00eas aos sete anos e atinge os valores de adulto aos 13 anos de idade. Nesta faixa et\u00e1ria, ou seja, na adolesc\u00eancia aparecem as diferen\u00e7as advindas do sexo: os homens passam a apresentar maior concentra\u00e7\u00e3o de hemoglobina em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres, a merc\u00ea da emergente a\u00e7\u00e3o dos horm\u00f4nios androg\u00eanicos passarem a decair.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 24 \u2013 453 4314<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>INFLU\u00caNCIA DA ALIMENTA\u00c7\u00c3O NAS ALTERA\u00c7\u00d5ES MORFOTINTORIAIS ENCONTRADAS NA POPULA\u00c7\u00c3O DE CAND\u00d3I \u2013 PR <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Jos\u00e9 Henrique Vallin<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Os pacientes que se submeteram ao hemograma, durante um per\u00edodo de 11 meses, perfaziam em m\u00e9dia, um sal\u00e1rio m\u00ednimo ao m\u00eas, n\u00e3o se alimentando corretamente, onde conseq\u00fcentemente n\u00e3o forneciam um aporte de substratos necess\u00e1rios a uma boa eritropoiese. A alimenta\u00e7\u00e3o deficiente em \u00e1cido f\u00f3lico e vitamina B12, prejudica a s\u00edntese de duplica\u00e7\u00e3o do DNA das c\u00e9lulas tronco pluripotente, afetando tamb\u00e9m a s\u00edntese de globinas. A car\u00eancia destas vitaminas aliada \u00e0 defici\u00eancia de ferro para a matura\u00e7\u00e3o celular causa altera\u00e7\u00f5es de ordem morfol\u00f3gica e tintorial. A defici\u00eancia de ferro \u00e9 caracterizada pela queda de hemoglobina, com c\u00e9lulas vermelhas inicialmente microc\u00edticas e posteriormente hipocr\u00f4micas com crescente palidez central, e progressiva anisocitose e poiquilocitose, caracterizam a anemia por defici\u00eancia de ferro. Os \u00edndices de gl\u00f3bulos vermelhos VCM, HCM e CHCM tornam-se diminu\u00eddos. At\u00e9 que o tratamento com ferro seja iniciado, a contagem de reticul\u00f3citos \u00e9 baixa e n\u00e3o h\u00e1 policromasia perif\u00e9rica. A eritropoiese na medula \u00f3ssea \u00e9 hiperpl\u00e1stica, mas com citologia anormal, sendo os eritroblastos pequenos, pobremente hemoglobinizados e geralmente com contornos irregulares e denteados. O \u00e1cido f\u00f3lico e a vitamina B12 entram na bioqu\u00edmica b\u00e1sica da s\u00edntese de DNA na fase S do ciclo celular, devido principalmente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de timidilato que normalmente \u00e9 dependente de B12 e de folato como cofatores na sua s\u00edntese. As divis\u00f5es nucleares s\u00e3o, portanto, retardadas e o padr\u00e3o da disposi\u00e7\u00e3o da cromatina nuclear e a sincroniza\u00e7\u00e3o n\u00facleo-citoplasm\u00e1tica em desenvolvimento \u00e9 afetada. Os achados do sangue perif\u00e9rico incluem anemia mais ou menos grave com eritr\u00f3citos normocr\u00f4micos, mas muito macroc\u00edticos, com volume celular m\u00e9dio (VCM) geralmente aumentado. A hemoglobina corpuscular m\u00e9dia (HCM) est\u00e1 aumentada acima de 32 pg, mas a concentra\u00e7\u00e3o de hemoglobina corpuscular m\u00e9dia (CHCM) \u00e9 normal n\u00e3o acima de 36%. A anisocitose e poiquilocitose aparecem cedo no curso da anemia e tornam-se cada vez mais graves, sendo particularmente caracter\u00edsticos os grandes oval\u00f3citos, embora outras formas incluindo a poiquilocitose em l\u00e1grima tamb\u00e9m possam ser vistas. Os gl\u00f3bulos vermelhos podem ocasionalmente mostrar pontilhado bas\u00f3filo e fragmentos nucleares de Howell-Jolly, mas tamb\u00e9m podem estar diminu\u00eddos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 19 \u2013 9604 2340<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>LEUCEMIA AGUDA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Autor: Jos\u00e9 Luiz Alves Menino <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A leucemia \u00e9 uma doen\u00e7a maligna dos gl\u00f3bulos brancos (leuc\u00f3citos) de origem, na maioria das vezes, n\u00e3o conhecida. Ela tem como principal caracter\u00edstica o ac\u00famulo de c\u00e9lulas jovens (bl\u00e1sticas) anormais na medula \u00f3ssea que substituem as c\u00e9lulas sang\u00fc\u00edneas normais. A medula \u00e9 o local de forma\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas sang\u00fc\u00edneas, ocupa a cavidade dos ossos (principalmente esterno e bacia). Nela s\u00e3o encontradas as c\u00e9lulas m\u00e3es ou precursoras que originam os elementos figurados do sangue: gl\u00f3bulos brancos, gl\u00f3bulos vermelhos (hem\u00e1cias ou eritr\u00f3citos) e plaquetas. Os principais sintomas da leucemia decorrem do ac\u00famulo dessas c\u00e9lulas na medula \u00f3ssea, prejudicando ou impedindo a produ\u00e7\u00e3o dos gl\u00f3bulos vermelhos (causando anemia), dos gl\u00f3bulos brancos (causando infec\u00e7\u00f5es) e das plaquetas (causando hemorragias). Depois de instalada, a doen\u00e7a progride rapidamente, exigindo com isso que o tratamento seja iniciado logo ap\u00f3s o diagn\u00f3stico e a classifica\u00e7\u00e3o da leucemia. O tipo de leucemia mais freq\u00fcente na crian\u00e7a \u00e9 a leucemia linf\u00f3ide aguda (ou linfobl\u00e1stica). A leucemia miel\u00f3ide aguda \u00e9 mais freq\u00fcente no adulto. Esta \u00faltima tem v\u00e1rios subtipos: mielobl\u00e1stica (menos e mais diferenciada), promieloc\u00edtica, mielomonoc\u00edtica, monoc\u00edtica, eritroc\u00edtica e megacarioc\u00edtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 11 \u2013 434 5509<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TALASSEMIAS E DIAGN\u00d3STICO LABORATORIAL <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Karla Cristina de Miranda Cotrim Rassi <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Este trabalho divide-se em duas partes: uma revis\u00e3o geral sobre talassemias e o seu diagn\u00f3stico laboratorial. Na revis\u00e3o geral, \u00e9 apresentada a evolu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica das talassemias, sua fisiopatologia, classifica\u00e7\u00e3o, formas cl\u00ednicas e a incid\u00eancia. No diagn\u00f3stico laboratorial, \u00e9 comentado os exames existentes, desde os mais usados, rotineiramente, como tamb\u00e9m nos que podem ser usados para a pesquisa no campo de estudos avan\u00e7ados, juntamente com os crit\u00e9rios diagn\u00f3sticos e as estrat\u00e9gias de investiga\u00e7\u00e3o dessa enfermidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 62 \u2013 461 2562<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AVALIA\u00c7\u00c3O HEMATOL\u00d3GICA EM FUNCION\u00c1RIOS DA IND\u00daSTRIA QU\u00cdMICA E ALIMENT\u00cdCIA DA CIDADE DE SANTO ANDR\u00c9, SP <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Autora: Leila Cristina P. Robles<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Analisaram 1.500 funcion\u00e1rios da ind\u00fastria aliment\u00edcia de Santo Andr\u00e9, estes divididos em v\u00e1rios setores; todos os funcion\u00e1rios eram adultos e com mais de um ano de empresa, sendo destes funcion\u00e1rios 885 do sexo feminino e 615 do sexo masculino. A avalia\u00e7\u00e3o dos resultados mostrou que dos 1.500 pacientes analisados, 10,13% apresentaram eosinofilia; 2,4% microcitose; 0,7% macrocitose; 0,6% hipocromia; 0,8% leucocitose; 1,26% leucopenia e 3,06% hemoglobina abaixo de 12g\/dl. Ap\u00f3s an\u00e1lise destes resultados conclu\u00edmos que: as altera\u00e7\u00f5es obtidas n\u00e3o apresentaram signific\u00e2ncia na popula\u00e7\u00e3o analisada, pois a anormalidade espec\u00edfica como leucopenia, anemia e leucocitose tiveram valores de preval\u00eancia aceit\u00e1veis (abaixo de 5% da popula\u00e7\u00e3o) estes funcion\u00e1rios que se exp\u00f5em a algum agente t\u00f3xico, altas e baixas temperaturas. Entretanto o funcion\u00e1rio que se exp\u00f5e a agentes t\u00f3xicos com risco ocupacional deveriam ser monitorizados regularmente pela vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria e pelos agentes de seguran\u00e7a no trabalho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 11 \u2013 450 4748<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>MIELOMA M\u00daLTIPLO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Lozanira Nic\u00e9ia de Palma<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O mieloma m\u00faltiplo (MM) \u00e9 uma neoplasia das c\u00e9lulas plasmocit\u00e1rias, pela prolifera\u00e7\u00e3o de plasm\u00f3citos anormais, que dominam as les\u00f5es tumorais e m\u00faltiplas. A doen\u00e7a se deve a altera\u00e7\u00f5es das c\u00e9lulas primordiais da hematopoiese Na maioria dos pacientes com mieloma m\u00faltiplo a an\u00e1lise eletrofor\u00e9tica de prote\u00ednas s\u00e9ricas revela n\u00edveis aumentados de uma das classes de imunoglobulinas no sangue e\/ou cadeias leves na urina, a prote\u00edna de Bence-Jones. O envolvimento renal \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o comum e algumas vezes sombria do Mieloma M\u00faltiplo, sendo que a insufici\u00eancia renal franca ocorre em metade dos pacientes com essa afec\u00e7\u00e3o, onde a causa principal da disfun\u00e7\u00e3o renal relaciona-se com a protein\u00faria de Bence-Jones (de cadeia leve). A amiloidose prim\u00e1ria ou associada a imun\u00f3citos tamb\u00e9m \u00e9 uma express\u00e3o de discrasia plasmocit\u00e1ria. Esta forma de amiloidose resulta de uma prolifera\u00e7\u00e3o monoclonal de plasm\u00f3citos com produ\u00e7\u00e3o excessiva de cadeias leves livres que depositam como subst\u00e2ncia amil\u00f3ide. A maioria dos pacientes apresentam anemia normoc\u00edtica e normocr\u00f4mica, algumas vezes acompanhada por leucopenia moderada. As manifesta\u00e7\u00f5es da s\u00edndrome de hiperviscosidade incluem hemorragias retinianas, sangramento prolongado e altera\u00e7\u00f5es neurol\u00f3gicas. A hiperglobulinemia leva a forma\u00e7\u00e3o de \u201croleaux\u201d no esfrega\u00e7o sang\u00fc\u00edneo e o aumento da velocidade de hemossedimenta\u00e7\u00e3o (VHS); a hipercalcemia \u00e9 freq\u00fcente no MM. O progn\u00f3stico dessa doen\u00e7a depende do est\u00e1dio de avan\u00e7o por ocasi\u00e3o do diagn\u00f3stico. Neste trabalho foi relatado o caso de um paciente com Mieloma M\u00faltiplo com um progn\u00f3stico ruim sendo caracterizado mieloma 3b. O paciente tinha les\u00f5es l\u00edticas no cr\u00e2nio e il\u00edaco, no raio X do t\u00f3rax observou les\u00f5es intersticiais, e fraturas patol\u00f3gicas em arco costal. Os efeitos t\u00f3xicos das cadeias leves nas c\u00e9lulas tubulares dos rins, bem como obstru\u00e7\u00f5es dos t\u00fabulos pela disposi\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas anormais levaram a insufici\u00eancia renal, pois apresenta ur\u00e9ia e creatinina alterados. O c\u00e1lcio est\u00e1 diretamente elevado devido \u00e0s les\u00f5es \u00f3sseas. No hemograma ocorreu grande diminui\u00e7\u00e3o da hemoglobina e hemat\u00f3critos, onde foi observada anemia normoc\u00edtica e normocr\u00f4mica com presen\u00e7a de hem\u00e1cias empilhadas (roleaux) devido a hiperglobulinemia. Em um dos hemogramas realizados foi encontrado 2% de plasm\u00f3cito. Na eletroforese de prote\u00edna este paciente teve eleva\u00e7\u00e3o monoclonal na g globulina desde o in\u00edcio, com um total iniciante de 16,6 mg\/l onde o valor normal \u00e9 de 0,8 mg\/l. Na bi\u00f3psia da medula \u00f3ssea foi encontrada grande porcentagem de plasm\u00f3citos. O paciente est\u00e1 em tratamento quimioter\u00e1pico, n\u00e3o passa muito bem devido as dores no corpo e fraqueza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 14 \u2013 9706 4981<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PREVAL\u00caNCIA DE HEMOGLOBINOPATIAS E TALASSEMIAS EM PACIENTES DO LABORAT\u00d3RIO SALUTI EM GOI\u00c2NIA \u2013 GO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong> Autor: Lucas Junqueira Rezende <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Os dist\u00farbios heredit\u00e1rios da hemoglobina est\u00e3o presentes na popula\u00e7\u00e3o mundial e particularmente, na brasileira. Este estudo teve como objetivo fazer an\u00e1lise prospectiva de resultados de 140 amostras de sangue, que foram submetidas \u00e0 eletroforese de hemoglobina, de pacientes do Laborat\u00f3rio Saluti em Goi\u00e2nia \u2013 GO. Os resultados encontrados mostraram que 52,1% das amostras foram de hemoglobinas normais; 30,7% de talassemia alfa; 7,9% de portador de tra\u00e7o falc\u00eamico; 3,6% de associa\u00e7\u00e3o talassemia alfa e tra\u00e7o falciforme; 1,4% de associa\u00e7\u00e3o de beta\/tra\u00e7o falc\u00eamico; 1,4% de associa\u00e7\u00e3o beta\/alfa talassemia; 1,4% de heterozigoto para hemoglobina C; 0,7% de associa\u00e7\u00e3o de alfa talassemia\/heterozigoto para hemoglobina C e 0,7% de associa\u00e7\u00e3o de beta talassemia e heterozigoto para hemoglobina C. Conclui-se a import\u00e2ncia de trabalho de levantamento populacional para detec\u00e7\u00e3o de anemias heredit\u00e1rias, pois representam um alerta para as autoridades de sa\u00fade p\u00fablica, pela sua morbidade e, em alguns casos, de mortalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 62 \u2013 212 2973<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>SISTEMA HLA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Magda Batista Mergulh\u00e3o <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Esta monografia foi realizada com base em um rastreamento bibliogr\u00e1fico abrangente, sobre o sistema HLA. Seu conte\u00fado foi obtido atrav\u00e9s de an\u00e1lise de livros, artigos e publica\u00e7\u00f5es. Esse trabalho teve in\u00edcio pela descoberta deste sistema, sua composi\u00e7\u00e3o e import\u00e2ncia. Como pode ser visto n\u00e3o \u00e9 um sistema unicamente humano, da\u00ed o relato de suas principais caracter\u00edsticas para os humanos bem como seu processamento a n\u00edvel celular (demonstrado pelos linf\u00f3citos). Tamb\u00e9m foi demonstrado o polimorfismo do sistema HLA, seu significado cl\u00ednico e associa\u00e7\u00f5es com doen\u00e7as. Finalmente foram demonstrados m\u00e9todos para tipagem do HLA, bem como suas import\u00e2ncias e diferen\u00e7as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 226 5046<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>EOSIN\u00d3FILOS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: M\u00e1rcia Adriana Fraga<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Eosin\u00f3filos s\u00e3o c\u00e9lulas leucocit\u00e1rias que circulam normalmente no sangue perif\u00e9rico de um organismo sadio. \u00c9 formado na c\u00e9lula tronco pluripotente como todas as demais, onde passam por todos os processos de matura\u00e7\u00e3o, sendo cada fase com suas caracter\u00edsticas pr\u00f3prias mieloblasto eosin\u00f3filo, promiel\u00f3citos eosinof\u00edlico, miel\u00f3cito eosinof\u00edlico, metamiel\u00f3cito eosinof\u00edlico e eosin\u00f3filo com n\u00facleo segmentado, e \u00e9 lan\u00e7ado na corrente sang\u00fc\u00ednea. Seu tempo de vida dura de 10 horas a 4 dias, e sua morte ocorre num processo natural. Podemos encontrar altera\u00e7\u00f5es dos eosin\u00f3filos, tanto aumento como diminui\u00e7\u00e3o do seu n\u00famero. Eosinofilia \u2013 \u00e9 o aumento no n\u00famero dos eosin\u00f3filos, ultrapassando o limite de refer\u00eancia com ampla toler\u00e2ncia em 700\/ul, podendo ser: parasit\u00e1ria ou al\u00e9rgica, em torno de 95% dos casos; patol\u00f3gica, fisiol\u00f3gica, medicamentosa, qu\u00edmica; sem causa aparente, onde o indiv\u00edduo vive normalmente com a eosinofilia, podendo ser heredit\u00e1ria ou n\u00e3o, etc. Eosinopenia \u2013 \u00e9 a diminui\u00e7\u00e3o no n\u00famero dos eosin\u00f3filos, na forma absoluta, que ocorre em quase todas as mol\u00e9stias infecciosas agudas; in\u00edcio de intoxica\u00e7\u00e3o, interven\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas graves; altera\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas, ap\u00f3s medica\u00e7\u00e3o, etc.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 521 1568<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TALASSEMIA BETA MENOR: ESTUDO DE CASO NA CIDADE DE LINS \u2013 SP <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: M\u00e1rcio Andr\u00e9 Becari<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O desenvolvimento deste trabalho foi mostrar aos profissionais que atuam em laborat\u00f3rios de an\u00e1lises cl\u00ednicas, mais especificamente na \u00e1rea de hematologia que n\u00e3o se faz necess\u00e1rio grandes investimentos para diagnosticar ou perceber a presen\u00e7a de talassemia ou algum outro dist\u00farbio hematol\u00f3gico relacionado. A \u00eanfase \u00e9 demonstrar a presen\u00e7a da talassemia beta menor procurando suas altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas mais comuns e, tamb\u00e9m, relatar as dificuldades encontradas no decorrer do estudo. O uso correto da eletroforese de hemoglobina faz a diferen\u00e7a entre a percep\u00e7\u00e3o da altera\u00e7\u00e3o hematol\u00f3gica e a sua devida classifica\u00e7\u00e3o. As altera\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas das hem\u00e1cias podem indicar, mas n\u00e3o podem confirmar a talassemia Beta Menor. Os resultados e conclus\u00f5es apresentados apontam a necessidade de uma maior \u00eanfase na an\u00e1lise morfol\u00f3gica dos eritr\u00f3citos no esfrega\u00e7o sang\u00fc\u00edneo, sugerindo conforme tais altera\u00e7\u00f5es, a presen\u00e7a de poiquil\u00f3citos e assim, indicando fortes ind\u00edcios de poss\u00edveis pacientes talass\u00eamicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 14 \u2013 522 6432<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIAS HEMOL\u00cdTICAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Martinho da Palma e Mello J\u00fanior<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Como j\u00e1 sabe a anemia se conceitua como diminui\u00e7\u00e3o da taxa de hemoglobina, e tr\u00eas s\u00e3o os mecanismos para causar anemia: perda hemorr\u00e1gica, diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o eritrocit\u00e1ria e destrui\u00e7\u00e3o aumentada dos eritr\u00f3citos (que constitui o grupo das Anemias hemol\u00edticas). O conceito b\u00e1sico de anemias hemol\u00edticas \u00e9 a destrui\u00e7\u00e3o excessiva de eritr\u00f3citos, ap\u00f3s terem participado do \u201cpool\u201d de circula\u00e7\u00e3o durante alguns dias. A destrui\u00e7\u00e3o aumentada dos eritr\u00f3citos se deve a dois fatores: defeito na forma\u00e7\u00e3o ou estrutura dos eritr\u00f3citos, conhecida como anemias hemol\u00edticas heredit\u00e1rias, e agress\u00e3o aos eritr\u00f3citos normais, conhecida como anemias hemol\u00edticas adquiridas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 67 \u2013 6683 9218<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PREVAL\u00caNCIA DE HEMOGLOBINOPATIAS E ANEMIAS NUTRICIONAIS EM AMOSTRAS DE SANGUE DE CRIAN\u00c7AS DO MUNIC\u00cdPIO DE QUIRIN\u00d3POLIS \u2013 GOI\u00c1S <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Odir Sagim Junior<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foram examinadas 800 amostras de sangue de escolares, sem distin\u00e7\u00e3o de sexo e ra\u00e7a com idade entre 1 e 12 anos. Para efeito de compara\u00e7\u00e3o foram examinadas 72 amostras de sangue de pessoas da ra\u00e7a negra sem distin\u00e7\u00e3o de sexo e idade. O objetivo deste trabalho foi verificar a preval\u00eancia de hemoglobinopatias e anemia nutricional, pois compreende um grupo heterog\u00eaneo de altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e nutricionais, disseminadas pelo mundo todo, que tem grande import\u00e2ncia no desenvolvimento f\u00edsico, intelectual e na qualidade de vida de seus portadores. Este tem import\u00e2ncia social devido ao aspecto preventivo relativo \u00e0 propaga\u00e7\u00e3o e preven\u00e7\u00e3o destas doen\u00e7as. A anemia nutricional esteve presente em 33,5% (268) das 800 crian\u00e7as examinadas sendo que 30,9% (247) apresentaram grau discreto de anemia, 2% (16) com grau moderado de anemia e 0,6% (5) com grau grave de anemia. As hemoglobinopatias correspondem a 3,98% (32) das 800 crian\u00e7as examinadas. A HbAS corresponde a 2,38% (19) a HbAC corresponde a 1,5% (12) e a do tipo Hb Ab2 0,1% (1). A a-Talassemia pesquisada separadamente esteve presente em 17% (34) das 200 crian\u00e7as examinadas de ambos os sexos sem distin\u00e7\u00e3o racial. Nas 72 amostras da ra\u00e7a negra foram encontradas 13,88% (10) de Hb AS, 1,38% (1) de HbAC e 40,28% (29) de talassemia alfa. N\u00e3o foi detectada na popula\u00e7\u00e3o avaliada de 872 pessoas a eleva\u00e7\u00e3o de HbA2, indicativa de talassemia beta menor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 62 \u2013 651 1222<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMIA FALCIFORME <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Omitair Jos\u00e9 de Deus Junior<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Este trabalho \u00e9 constitu\u00eddo de uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, onde foi tra\u00e7ado amplo aspecto das rela\u00e7\u00f5es de causas e efeitos da Hemoglobinopatia, especificamente a Hb S, sobre a popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 62 \u2013 461 1453<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>HEMOTERAPIA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TRANSFUS\u00c3O DE SANGUE E SEUS COMPONENTES <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Paula Andrea Gabrielli Fregonezi<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Ap\u00f3s o t\u00e9rmino deste estudo bibliogr\u00e1fico conclui-se que transfus\u00e3o de sangue \u00e9 importante como medida terap\u00eautica e o progresso t\u00e9cnico permitiu a r\u00e1pida expans\u00e3o dos Bancos de Sangue, por\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio que para a terapia de transfus\u00e3o sejam avaliados os benef\u00edcios esperados contra os perigos em potencial. Os produtos do sangue (componentes e derivados) devem unicamente ser transfundidos quando definitivamente indicados, e deve ser analisada cada necessidade individual dos pacientes antes de se ordenar \u00e0 transfus\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 19 \u2013 583 1938 \/ 583 1600<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>PREVAL\u00caNCIA DE HEMOGLOBINOPATIAS EM UM GRUPO DE ALUNOS DE BIOMEDICINA DA UNIVERSIDADE CAT\u00d3LICA DE GOI\u00c1S <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Paulo Roberto de Melo Reis<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foram analisadas 93 amostras de sangue de um grupo de alunos do curso de Biomedicina da Universidade Cat\u00f3lica de Goi\u00e1s, com idade entre 18 e 25 anos e de ambos os sexos. O objetivo do trabalho foi avaliar a preval\u00eancia de hemoglobinopatias e talassemias. As amostras foram obtidas por pun\u00e7\u00e3o venosa e submetidas a an\u00e1lises laboratoriais, empregando os seguintes procedimentos: eritrograma, estudo citol\u00f3gico, teste de resist\u00eancia globular, eletroforese pH alcalino e \u00e1cido. Os resultados obtidos mostraram que 14% dos indiv\u00edduos estudados apresentaram altera\u00e7\u00f5es da hemoglobina, sendo que desses, 1,5% apresentaram talassemia alfa, 5,4% portadores de hemoglobina AC e tamb\u00e9m de hemoglobina AS e 7,7% associa\u00e7\u00e3o entre talassemia alfa e portador de Hemoglobina AS. Diante dos resultados, est\u00e1 evidenciado a necessidade de programas com maior abrang\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o, para um estudo da epidemiologia das hemoglobinopatias no estado de Goi\u00e1s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 62 \u2013 212 2973<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AS ANEMIAS FERROP\u00caNICAS AINDA S\u00c3O A MAIORIA DAS ANEMIAS? <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Rosana Mallet e Ribeiro de Carvalho Motta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O presente trabalho parte da premissa que a maioria das anemias ocorre por car\u00eancia de ferro. Foram pesquisados 100 pacientes do munic\u00edpio de Ariranha \u2013 SP que procuraram a U.B.S. por sintomas relacionados a anemia. Ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o dos exames e do uso do medicamento Sulfato Ferroso da FURP constatou-se que a maioria (80%) dos casos de anemia foi revertida, o que comprovou a car\u00eancia de ferro sofrida por esta popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 523 1833<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ANEMAIS CARENCIAIS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Rosana Rossi de Oliveira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foi realizada uma avalia\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica para compor o tema anemias carenciais, com especial aten\u00e7\u00e3o para as causas das defici\u00eancias de vitamina B12 e folatos, e de ferro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 18 \u2013 652 4398<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TALASSEMIAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Silvia Helena Orsolon de Miranda <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A talassemia, tamb\u00e9m denominada anemia de Cooley ou anemia do Mediterr\u00e2neo, \u00e9 um tipo de anemia heredit\u00e1ria, na qual as c\u00e9lulas s\u00e3o incapazes de sintetizar as quantidades adequadas de cadeias polipept\u00eddicas que ser\u00e3o necess\u00e1rias para a forma\u00e7\u00e3o da por\u00e7\u00e3o globina da hemoglobina. Sendo assim, a s\u00edntese dessa hemoglobina \u00e9 diminu\u00edda fazendo com que o sistema hemopoi\u00e9tico produza grande quantidade de eritr\u00f3citos novos, com pouca hemoglobina, pequenos e com membrana fragilizada pela deposi\u00e7\u00e3o da globina despareada. Todas essas deforma\u00e7\u00f5es induzem \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o extravascular precoce dos eritr\u00f3citos afetados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 11 \u2013 251 2985<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TALASSEMIA <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Silvia Maria Manzato Laranjo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foram analisadas setenta amostras de sangue de pacientes com anemia a esclarecer, submetidas \u00e0s avalia\u00e7\u00f5es do hemograma, eletroforese de hemoglobina, e pesquisa espec\u00edfica para talassemias. Os resultados mostraram que: 51,88% s\u00e3o portadores de talassemia alfa; 2,85% s\u00e3o portadores de talassemia beta; 4,28% s\u00e3o portadores de associa\u00e7\u00e3o de talassemia alfa\/beta; 19,57% s\u00e3o portadores de anemia ferropriva e 21,42% s\u00e3o portadores de anemias, mas apresentam c\u00e9lulas caracter\u00edsticas de talassemia. Baseando-se nos objetivos propostos da pesquisa realizada, bem como na revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, obteve-se que a incid\u00eancia desta patologia ocorre a qualquer idade, tanto no sexo masculino como no feminino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 17 \u2013 631 3047 \/ 631 1409<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TESTE DE COMPATIBILIDADE <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Vera L\u00facia Osti Caires<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A medicina transfusional moderna \u00e9 uma ci\u00eancia rapidamente progressiva. Os recentes avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos certamente afetar\u00e3o a futura pr\u00e1tica do banco de sangue. Os desenvolvimentos recentes incluem o emprego de substitutos eritrocit\u00e1rios, como o P-PolyHb, uma solu\u00e7\u00e3o de hemoglobina modificada. O P-PolyHb pode fornecer capacidade de transportar oxig\u00eanio e pode ser administrado sem a necessidade de prova cruzada. Pode ser utilizado imediatamente no local de um acidente ou na sala de emerg\u00eancia O uso continuado e o desenvolvimento de anticorpos monoclonais est\u00e3o apresentando um impacto decisivo sobre a terap\u00eautica transfusional e o cuidado do paciente. O progresso no conhecimento das subst\u00e2ncias de grupo sang\u00fc\u00edneo pode resultar na modifica\u00e7\u00e3o bioqu\u00edmica de todos os grupos sang\u00fc\u00edneos n\u00e3o-O para um \u201csangue doador fenotipicamente universal\u201d. Isto poderia solucionar o problema das disparidades em suprimentos de determinados grupos sang\u00fc\u00edneos. O uso de ensaios de ader\u00eancia em fase s\u00f3lida para testes pr\u00e9-transfusionais, ao inv\u00e9s de testes padronizados de hemaglutina\u00e7\u00e3o, oferece v\u00e1rias vantagens. Os ensaios em fase s\u00f3lida oferecem sensibilidade aumentada sem perda de especificidade, sendo que os ensaios podem ser lidos de forma automatizada e podem ser rapidamente realizados. Nosso conhecimento dos testes de compatibilidade est\u00e1 num estado de desenvolvimento cont\u00ednuo e desafios nos procedimentos t\u00e9cnicos. Com todas as novas condutas para testes pr\u00e9-transfusionais, n\u00e3o devemos perder de vista a principal finalidade da terapia transfus\u00e3o: fornecer o benef\u00edcio m\u00e1ximo para o paciente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 14 \u2013 4671236 \/ 467 1122<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>TALASSEMIAS <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autora: Wilma Holowacz Alves Menino <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Dados arqueol\u00f3gicos baseados em mudan\u00e7as esquel\u00e9ticas indicam que a origem das talassemias deve ter ocorrido h\u00e1 mais de 50 mil anos no sul da It\u00e1lia e na Gr\u00e9cia, ambas na regi\u00e3o banhada pelo mar Mediterr\u00e2neo. As talassemias s\u00e3o classificadas em dois grandes grupos, alfa e beta, indicando respectivamente a diminui\u00e7\u00e3o da s\u00edntese de globinas alfa e beta. Caracter\u00edsticas cl\u00ednicas bem definidas demonstraram dois sub-grupos denominados por talassemia menor e talassemia maior. Com o uso de t\u00e9cnicas laboratoriais espec\u00edficas tem sido poss\u00edvel caracterizar as talassemias em tipos alfa (m\u00ednima, menor, doen\u00e7a de Hb H e s\u00edndrome hidr\u00f3pica), e tipos beta (menor, interm\u00e9dia e maior)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informa\u00e7\u00f5es adicionais com o autor: 11 \u2013 434 5509<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>AVALIA\u00c7\u00c3O DE HEMOGLOBINAS ANORMAIS EM NEONATOS POR DIFERENTES METODOLOGIAS Autora: Adriana Barbosa de Oliveira Resumo: As hemoglobinopatias, dist\u00farbios heredit\u00e1rios da hemoglobina humana, s\u00e3o doen\u00e7as geneticamente determinadas e apresentam morbidade significativa em todo o mundo. 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