{"id":1403,"date":"2013-08-15T17:45:58","date_gmt":"2013-08-15T17:45:58","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1403"},"modified":"2013-08-15T17:45:58","modified_gmt":"2013-08-15T17:45:58","slug":"resumo-das-monografias-9a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/resumo-das-monografias-9a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias &#8211; 9\u00aa Turma de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Lato Sensu em Hematologia Laboratorial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia ferropriva.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Alexandra Val\u00e9ria Brunelli<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A anemia por defici\u00eancia de ferro \u00e9 t\u00e3o comum no mundo que \u00e9 encontrada, virtualmente, em todos os pa\u00edses, incluindo os industrializados. Os grupos populacionais mais vulner\u00e1veis a anemia ferropriva de qualquer natureza incluem, em ordem de prioridade: mulheres gr\u00e1vidas e lactentes, crian\u00e7as (0-2 anos), crian\u00e7as pr\u00e9-escolares (2-6 anos), mulheres n\u00e3o gr\u00e1vidas em idade de procria\u00e7\u00e3o, idosos, adolescentes e homens adultos. A anemia ferropriva traz os seguintes efeitos adversos ou conseq\u00fc\u00eancias como a diminui\u00e7\u00e3o da produtividade no trabalho, diminui\u00e7\u00e3o da capacidade de aprendizado, retardamento do crescimento, apatia (morbidez), perda significativa de habilidade cognitiva, baixo peso ao nascer e mortalidade perinatal. Al\u00e9m disso, pode ser respons\u00e1vel ou estar associada a at\u00e9 50% das mortes de parturiente e ser a causa prim\u00e1ria de uma entre cinco mortes de parturientes. O presente trabalho tem como apresentar um estudo explorat\u00f3rio com o objetivo de proporcionar esclarecimentos sobre a anemia ferropriva.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Anemia na Insufici\u00eancia Renal Cr\u00f4nica.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Al\u00edrio Marques Pereira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A anemia nos pacientes com insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica ocorre freq\u00fcentemente por v\u00e1rios fatores, sendo as causas mais comuns a deficiente produ\u00e7\u00e3o de eritropoietina e a defici\u00eancia de ferro. A anemia que se desenvolve \u00e9 do tipo normoc\u00edtica e normocr\u00f4mica, caracter\u00edsticas das anemias por doen\u00e7as cr\u00f4nicas. De classifica\u00e7\u00e3o etiopatog\u00eanica, a anemia se desenvolve por diminui\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de eritr\u00f3citos. As causas principais que levam a insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica s\u00e3o as diabetes, a hipertens\u00e3o arterial, inflama\u00e7\u00f5es e infec\u00e7\u00f5es nos rins. No acompanhamento do quadro da anemia \u00e9 necess\u00e1ria a avalia\u00e7\u00e3o constante das reservas de ferro nesses pacientes. A avalia\u00e7\u00e3o das reservas de ferro \u00e9 feita principalmente pela dosagem da ferritina, mais a dosagem da zincco protoporfirina pode ser \u00fatil no diagn\u00f3stico da anemia. A partir do desenvolvimento da eritropoetina recombinante, essa tem sido a melhor forma de tratamento da anemia na insufuci\u00eancia renal cr\u00f4nica com uso concomitante da reposi\u00e7\u00e3o de ferro. Paciente em hemofi\u00e1lise h\u00e1 muito tempo, desenvolve uma melhora da anemia que pode ser devido ao desenvolvimento de cistos renais produtores de eritropoetina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: labnacional@brturbo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Policitemia vera.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Ang\u00e9lica Kurek<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A policitemia Vera (PV) \u00e9 um aumento das c\u00e9lulas sangu\u00edneas (principalmente de gl\u00f3bulos vermelhos), como resultado de um aumento da produ\u00e7\u00e3o pela medula \u00f3ssea. Assim, \u00e9 um dist\u00farbio da medula \u00f3ssea do tipo adquirido, o qual causa um superprodu\u00e7\u00e3o em todas as tr\u00eas linhas de c\u00e9lulas sangu\u00edneas: gl\u00f3bulos brancos, gl\u00f3bulos vermelhos e plaquetas. Este \u00e9 um dist\u00farbio raro, que ocorre com maior freq\u00fc\u00eancia em homens e quase nunca em pessoas com menos de 40 anos. Sua causa \u00e9 desconhecida e a doen\u00e7a \u00e9 considerada como uma neoplasia hematol\u00f3gica. A doen\u00e7a se desenvolve lentamente, em geral ap\u00f3s os 50 ou 60 anos de idade e pode progredir at\u00e9 converter-se em uma LMA. A viscosidade do sangue e o aumento de plaquetas resultam em um alto potencial para a forma\u00e7\u00e3o de co\u00e1gulos, que pode causar derrame ou um ataque card\u00edaco. Em alguns pacientes ocorre uma hemorragia porque, apesar da presen\u00e7a de um grande n\u00famero de plaquetas respons\u00e1veis pela coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea, sua capacidade de coagula\u00e7\u00e3o est\u00e1 deteriorada. Os fatores de risco s\u00e3o desconhecidos, por\u00e9m a incid\u00eancia \u00e9 maior nas pessoas de ascend\u00eancia judaica. Os sintomas s\u00e3o causados pelo incremento da viscosidade e da coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. O objetivo do tratamento \u00e9 reduzir a alta viscosidade do sangue causada pelo incremento da massa de gl\u00f3bulos vermelhos e evitar sangramentos e trombose. N\u00e3o existem m\u00e9todos de preven\u00e7\u00e3o conhecidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: ang\u00e9lica.kurek@bol.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Anemia megalobl\u00e1stica e suas diversas causas.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Camila Vilela Fran\u00e7a<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A anemia megalobl\u00e1stica ocorre por defeito na s\u00edntese do DNA e tem como caracter\u00edstica peculiar a macrocitose, resulta da defici\u00eancia de vitamina B12 e \u00e1cido f\u00f3lico. Estes dois nutrientes s\u00e3o essenciais na alimenta\u00e7\u00e3o, pois atuam no metabolismo de quase todas as c\u00e9lulas do organismo e sua a\u00e7\u00e3o \u00e9 justamente na s\u00edntese do DNA. Partindo desse princ\u00edpio, as c\u00e9lulas que tem prolifera\u00e7\u00e3o com mitoses freq\u00fcentes necessitam de maior s\u00edntese de DNA e conseq\u00fcentemente de maior quantidade de vitamina B12 e \u00e1cido f\u00f3lico. \u00c9 o caso das c\u00e9lulas da linhagem hematopoi\u00e9tica. Por\u00e9m em situa\u00e7\u00f5es diferentes tais como: mal absor\u00e7\u00e3o g\u00e1strica ou intestinal, dieta inadequada, afec\u00e7\u00f5es diversas, medicamentos ou aumento da utiliza\u00e7\u00e3o, estas c\u00e9lulas s\u00e3o privadas parcial ou completamente de vitamina B12 e \u00e1cido f\u00f3lico, e isso ocasiona a Anemia Megalobl\u00e1stica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: camilavilela2003@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Leucemia Miel\u00f3ide Cr\u00f4nica.<br \/>\nAutor: Claudia de Andrada Muraro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Este trabalho engloba uma doen\u00e7a mieloproliferativa maligna, a leucemia miel\u00f3ide cr\u00f4nica (LMC), com principal aten\u00e7\u00e3o aos aspectos laboratoriais, com \u00eanfase no hemograma, aspectos cl\u00ednicos e tratamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: claudiamuraro@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Talassemias Alfa e Beta.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Elcea Lucy Ramos Rosseto Genaro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As talassemias s\u00e3o desordens heredit\u00e1rias caracterizadas por aus\u00eancia ou s\u00edntese diminu\u00edda de uma das cadeias de globina <span style=\"font-family: Symbol;\">a <\/span>ou <span style=\"font-family: Symbol;\">b<\/span>. Possuem um amplo espectro cl\u00ednico variando desde indiv\u00edduos assintom\u00e1ticos at\u00e9 com crian\u00e7as apresentando anemia grave. Classificam-se de acordo com a cadeia de globina cuja s\u00edntese encontra-se deficiente. A forma mais grave de beta-talassemia, a beta-talassemia major ou anemia de Cooley, caracteriza-se por uma grave anemia e por complica\u00e7\u00f5es da sobrecarga de ferro que limitam a vida do indiv\u00edduo. A talassemia interm\u00e9dia \u00e9 uma anemia menos grave que a anterior, n\u00e3o necessitando de transfus\u00e3o cr\u00f4nica, via de regra o paciente at\u00e9 a fase adulta. A talassemia minor, caracteriza-se por uma morfologia anormal das hem\u00e1cias, com discreta ou nenhuma anemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: laboratoriosabin@uol.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Levantamento retrospectivo do \u00edndice hematim\u00e9trico RDW (Red Cell Distribution Width) alterado e sua inter-rela\u00e7\u00e3o com as altera\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas dos eritr\u00f3citos, e demais \u00edndices hematim\u00e9tricos, em pacientes ambulatoriais atendidos no laborat\u00f3rio Dirceu Dalpino em Bauru, S\u00e3o Paulo.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Francisco Jos\u00e9 Canhos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Estudo retrospectivo realizado em 260 pacientes ambulatoriais na regi\u00e3o de Bauru, S\u00e3o Paulo que tem por objetivo avaliar a utiliza\u00e7\u00e3o do RDW alterado (acima de 15,0%) como coadjuvante no diagn\u00f3stico das altera\u00e7\u00f5es morfol\u00f3gicas dos eritr\u00f3citos, fazendo assim um diagn\u00f3stico diferencial e percentual dos tipos de anemias que incidem nessa regi\u00e3o, onde foi constatado que o \u00edndice RDW se tornou uma ferramenta excelente na interpreta\u00e7\u00e3o das anemias, embora a citologia microsc\u00f3pica e um profissional bem atualizado sejam de vital import\u00e2ncia para o diagn\u00f3stico final.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: chicocanhos@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Mal\u00e1ria.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Jofran da Cruz Barroso<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A mal\u00e1ria, ainda hoje, consiste numa das principais enfermidades que assola a humanidade. Permanecendo como a principal doen\u00e7a infecciosa da atualidade, tendo o \u00edndice de mortalidade maior que a AIDS e menor apenas que a tuberculose, o que a torna segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, um grave problema de Sa\u00fade P\u00fablica. A mal\u00e1ria ainda hoje mata cerca de dois milh\u00f5es de pessoas em todo o mundo, principalmente crian\u00e7as entre 0 e 5 anos de idade e somente no Brasil cerca de 500 mil novos casos s\u00e3o registrados todos os anos na Regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. Dados epidemiol\u00f3gicos, altamente influenciados por diversas variantes como fatores demogr\u00e1ficos (como clima, vegeta\u00e7\u00e3o e fauna) e fatores s\u00f3cio-econ\u00f4micos. Apesar da import\u00e2ncia que a doen\u00e7a representa para o bem-estar do homem, nas \u00faltimas d\u00e9cadas o combate \u00e0 mal\u00e1ria n\u00e3o tem sido prioridade no plano de sa\u00fade do governo da maioria dos pa\u00edses desenvolvidos, onde o parasito e\/ou o vetor foi eliminado, como Europa e Estados Unidos, impedindo o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico nas diferentes \u00e1reas biom\u00e9dicas, como farmacologia, gen\u00e9tica e biologia molecular, afim da extermina\u00e7\u00e3o global da doen\u00e7a. Assim pa\u00edses subdesenvolvidos, como a \u00c1frica, ficam a \u201cmerc\u00eas\u201d desta patologia. Desta forma este trabalho tem como objetivo realizar um levantamento bibliogr\u00e1fico a fim de demonstrar de forma sucinta e direta a trajet\u00f3ria da mal\u00e1ria na hist\u00f3ria da humanidade desde o seu descobrimento at\u00e9 os dias atuais, citando avan\u00e7os na \u00e1rea diagn\u00f3stica e molecular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: jofrandf@ig.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas laboratoriais em um grupo de pacientes com suspeita de dengue, procedentes do munic\u00edpio de Dourados, MS.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Luciano Morais Melo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O dengue \u00e9 uma doen\u00e7a febril aguda, com dura\u00e7\u00e3o de cinco a sete dias, sendo uma infec\u00e7\u00e3o de amplo espectro, que varia desde a forma assintom\u00e1tica at\u00e9 quadros de hemorragia e choque, podendo evoluir para o \u00f3bito em alguns casos. A identifica\u00e7\u00e3o precoce dos casos \u00e9 de vital import\u00e2ncia para a tomada de decis\u00f5es e implementa\u00e7\u00e3o de medidas que visem principalmente o controle da doen\u00e7a. Epidemias de dengue acometem com freq\u00fc\u00eancia diversos munic\u00edpios brasileiros, principalmente durantes os per\u00edodos das chuvas e nos meses mais quentes do ano. Somente nos primeiros sete meses do corrente ano, notificou-se no estado de Mato Grosso do Sul 7.354 casos de dengue, um aumento em torno de mil por cento em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, de acordo com a Secretaria Estadual de Sa\u00fade. Os munic\u00edpios de Dourados, situado no centro-sul do estado, e de Tr\u00eas Lagoas na regi\u00e3o leste, foram os mais atingidos pela epidemia. No munic\u00edpio de Dourados, com popula\u00e7\u00e3o aproximada de 190.000 habitantes, apenas nos primeiros sete meses deste ano foram notificados 2.081 casos de dengue, sendo confirmados 1.652 como positivos para a enfermidade, sendo que 1.646 destes apresentaram-se na forma cl\u00e1ssica da doen\u00e7a, e seis forma mais grave, a febre hemorr\u00e1gica do dengue. Neste contexto, durante os per\u00edodos que registraram os maiores \u00edndices de notifica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, (o trimestre compreendido entre mar\u00e7o, abril e maio), foram analisadas as principais altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas laboratoriais de amostras de um grupo de 300 pacientes atendidos pela rede p\u00fablica municipal de sa\u00fade de Dourados, todos encaminhados com suspeita de dengue, ap\u00f3s a realiza\u00e7\u00e3o do exame m\u00e9dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: lucmorais@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: S\u00edfilis. \u00cdndice de VDRL Reagente em Parturientes.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Luiz Antonio Aparecido<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A s\u00edfilis \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa cr\u00f4nica, causada pela bact\u00e9ria Treponema pallidum, sendo habitualmente contra\u00edda pelo contato sexual com um indiv\u00edduo infectado. Entre as doen\u00e7as infecciosas, ela \u00e9 not\u00e1vel pela sua grande variedade de manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas. Quando n\u00e3o-tratada, evolui para os est\u00e1gios prim\u00e1rios, secund\u00e1rio e terci\u00e1rio. Os est\u00e1gios iniciais (prim\u00e1rio e secund\u00e1rio) s\u00e3o infecciosos. Ocorre a cicatriza\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea das les\u00f5es iniciais, seguida de longo per\u00edodo de lat\u00eancia. Em cerca de 30% dos pacientes n\u00e3o-tratados, verifica-se o desenvolvimento de doen\u00e7a tardia do cora\u00e7\u00e3o, sistema nervoso central (SNC) e outros \u00f3rg\u00e3os. Antigamente, a doen\u00e7a era denominada a grande simuladora. Apesar de hoje em dia, ser menos comum do que antigamente, ela continua representando um grande desafio para o m\u00e9dico em virtude das suas m\u00faltiplas manifesta\u00e7\u00f5es, bem como sendo de grande interesse para os bi\u00f3logos, em virtude do longo e t\u00eanue equil\u00edbrio entre o hospedeiro e a espiroqueta invasora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: luizantonio@ig.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Anemias microc\u00edticas.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Marciete de F\u00e1tima Munis Costa Macedo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Diante da exposi\u00e7\u00e3o feita at\u00e9 o presente momento acerca dos diversos tipos de anemia microc\u00edtica, assim como de suas diversas etiologias, fica claro que diante de um quadro an\u00eamico com tal caracter\u00edstica n\u00e3o deve-se considerar como possibilidade exclusiva o diagn\u00f3stico de anemia carencial por defici\u00eancia de ferro. O paciente deve ser investigado tanto cl\u00ednica quanto laboratorialmente, de maneira mais profunda, evitando desta forma, diagn\u00f3sticos err\u00f4neos e tratamentos inificientes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: allinemunis@hotmail.com<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Beta Talassemias.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: M\u00e1rcio Alcino Zeuli<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As talassemias constituem um grupo heterog\u00eaneo de doen\u00e7as heredit\u00e1rias, caracterizadas por anemia hemol\u00edtica ce hipocromia nas hem\u00e1cias. Existem v\u00e1rios tipos de talassemia j\u00e1 que as muta\u00e7\u00f5es podem ocorrer em diferentes tipos de cadeias polipept\u00eddicas, cada uma delas com manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e bioqu\u00edmicas pr\u00f3prias. Nas talassemias h\u00e1 altera\u00e7\u00e3o quantitativa na produ\u00e7\u00e3o das cadeias polipept\u00eddicas da hemoglobina levando a um desequil\u00edbrio, que \u00e9 classificado de acordo com a cadeia afetada. Se a produ\u00e7\u00e3o de cadeias <span style=\"font-family: Symbol;\">a<\/span> est\u00e1 diminu\u00edda \u00e9 chamada de Talassemia <span style=\"font-family: Symbol;\">a<\/span> e o desequil\u00edbrio acarretado \u00e9 na \u201csobra\u201d de cadeias <span style=\"font-family: Symbol;\">b<\/span>. Por outro lado, se a produ\u00e7\u00e3o de cadeias <span style=\"font-family: Symbol;\">b<\/span> \u00e9 que est\u00e1 diminu\u00edda estamos diante de uma Talassemia Beta com \u201csobra\u201d na produ\u00e7\u00e3o de cadeias <span style=\"font-family: Symbol;\">a<\/span>. Sendo esta que ser\u00e1 descrita nesta monografia. Existem outros tipos mais raros de talassemias que h\u00e1 acometimento na produ\u00e7\u00e3o de mais de uma cadeia polipept\u00eddicas de hemoglobina, como o caso de <span style=\"font-family: Symbol;\">yb<\/span> Talassemia. Este desequil\u00edbrio na s\u00edntese de cadeias glob\u00ednicas que \u00e9 o respons\u00e1vel pelas manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas das talassemias que ocorrem geralmente por: dele\u00e7\u00e3o de gen; perda de uma sec\u00e7\u00e3o do gen; erros de transcri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: marciozeuli@ig.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Anemia Ferropriva.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Autor: Maria Abadia da Costa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A ferropenia \u00e9 uma das car\u00eancias nutricionais que mais acomete a popula\u00e7\u00e3o mundial. A principal conseq\u00fc\u00eancia da ferropenia \u00e9 o desenvolvimento da anemia ferropriva. Mesmo sendo reconhecido que o problema \u00e9 mundial e que acomete todas as classes da sociedade, no Brasil n\u00e3o existem dados que fornecem com exatid\u00e3o a real situa\u00e7\u00e3o do fato. O ferro participa na composi\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias mol\u00e9culas no corpo humano, mais sua maioria se encontra na composi\u00e7\u00e3o da mol\u00e9cula de hemoglobina. A diminui\u00e7\u00e3o da concentra\u00e7\u00e3o da mol\u00e9cula de hemoglobina \u00e9 o que caracterizam de forma geral todas as anemias. Na anemia ferropriva, s\u00e3o v\u00e1rias as causas que levam a ferropenia. Muito raramente somente a car\u00eancia nutricional causa a defici\u00eancia do ferro no organismo. De certa forma, a reposi\u00e7\u00e3o do ferro pode ser tratada de maneira simples, mais deve se tratar primeiro a causa que levou essa car\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: labnacional@brturbo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Dengue: Orienta\u00e7\u00f5es para um problema cultural.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Maria Helena Rosa da Matta Clementino<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A an\u00e1lise do controle de doen\u00e7as transmitidas por vetores no Brasil necessita considerar tr\u00eas aspectos: a urbaniza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o, a transforma\u00e7\u00e3o do car\u00e1ter eminentemente rural dessas doen\u00e7as em concomitante transmiss\u00e3o urbana ou peri-urbana e a descentraliza\u00e7\u00e3o do controle para munic\u00edpios. A imensa maioria da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 vivendo nas cidades. Algumas doen\u00e7as passaram a ser transmitidas em \u00e1reas peri-urbanas ou urbanas, gra\u00e7as \u00e0 emerg\u00eancia ou re-emerg\u00eancia de seus vetores nessas \u00e1reas, como dengue, leishmaniose visceral e mal\u00e1ria. H\u00e1 dificuldades para o controle: as atividades em \u00e1reas rurais s\u00e3o operacionalmente mais efetivas, pois atingem coberturas mais elevadas; s\u00e3o mais bem aceitas pela popula\u00e7\u00e3o do que as exercidas em \u00e1reas urbanas. A descentraliza\u00e7\u00e3o do controle para os estados e munic\u00edpios est\u00e1 em implementa\u00e7\u00e3o e h\u00e1 tamb\u00e9m dificuldades, pois o controle vetorial n\u00e3o fazia parte da pr\u00e1tica desses entres federativos. Para um controle mais efetivo, h\u00e1 necessidade de determina\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, a\u00e7\u00f5es multi-setoriais e uso racional de inseticida.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Talassemia alfa.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Mariana Scalcon<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Nas talassemias existe um defeito gen\u00e9tico nas seq\u00fc\u00eancias que regulam a transcri\u00e7\u00e3o de genes <span style=\"font-family: Symbol;\">a<\/span> ou <span style=\"font-family: Symbol;\">b<\/span>, resultando na defici\u00eancia quantitativa, na s\u00edntese da cadeia glob\u00ednica correspondente. Isto conduz a um desequil\u00edbrio entre estas cadeias, que s\u00e3o t\u00f3xicos para as hem\u00e1cias e induz morte intramedular dos eritroblastos e hem\u00f3lise perif\u00e9rica. Devido \u00e0 alta diversidade de gen\u00f3tipos (homo e heterozigotos, n\u00famero de genes afetados, tipo <span style=\"font-family: Symbol;\">a<\/span> ou <span style=\"font-family: Symbol;\">b<\/span>, intensidade da defici\u00eancia de s\u00edntese), h\u00e1 grande heterogeneidade nos preparados cl\u00ednicos e laboratoriais. Portanto, as talassemias variam desde o simples tra\u00e7o talass\u00eamico (assintom\u00e1tico) at\u00e9 uma talassemia maior (sintom\u00e1tica e grave). Ocorrem extensamente na \u00c1frica, pa\u00edses do Mediterr\u00e2neo, no Oriente M\u00e9dio e sudeste da \u00c1frica. No Brasil est\u00e1 presente em 4% dos indiv\u00edduos de cor branca, e entre os negros atinge at\u00e9 15%. A talassemia alfa \u00e9 a forma das talassemias mais comum em todas as regi\u00f5es do mundo. A s\u00edntese das cadeias alfa \u00e9 controlada por um conjunto de genes, situados no cromossomo 16. H\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o da s\u00edntese de uma ou mais das cadeias resultando em formas diferentes da doen\u00e7a. Na forma homozigota, ocorre dele\u00e7\u00e3o dos quatro genes alfa, \u00e9 a hidropsia fetal, anemia muito grave incompat\u00edvel com a vida. Na forma heterozigota pode-se ter a dele\u00e7\u00e3o de um, dois ou tr\u00eas genes alfa, sendo classificados em portador silencioso, tra\u00e7o talass\u00eamico e doen\u00e7a de Hb H respectivamente. Pacientes heterozigotos com talassemia alfa geralmente n\u00e3o necessitam de tratamento com ferro, que pode causar ac\u00famulo na vida adulta e conseq\u00fcente toxicidade nos tecidos. \u00c9 importante em pacientes heterozigotos fornecer o aconselhamento gen\u00e9tico, para prevenir o nascimento de descendentes homozigotos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas e metab\u00f3licas em pacientes renais cr\u00f4nicos submetidos a di\u00e1lise.<\/strong><\/p>\n<p>Autor:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica \u00e9 definida como resultado final de m\u00faltiplos sintomas e sinais da incapacidade do rim de manter a homeostase. Ao in\u00edcio \u00e9 observado que a patologia permanece de modo assintom\u00e1tico, ap\u00f3s alguns meses \u00e9 notado atrav\u00e9s de exames f\u00edsicos e laboratoriais que h\u00e1 redu\u00e7\u00e3o da filtra\u00e7\u00e3o glomerular (cerca de 25%), infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria, al\u00e9m de hipertens\u00e3o glomerular. Numa outra fase da doen\u00e7a, a fun\u00e7\u00e3o renal est\u00e1 prejudicada em 75%, e o paciente apresentar\u00e1 noct\u00faria, anemia e uma eleva\u00e7\u00e3o de ur\u00e9ia plasm\u00e1tica, assim como de creatininae \u00e1cido \u00farico, acidose metab\u00f3lica, hipercalcemia necessitando de terapia substitutiva na forma de di\u00e1lise ou transplante renal. As principais causas de insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica s\u00e3o glomerulonefrite cr\u00f4nica, seguida de angiosclerona e diabetes mellitus o que explica a eleva\u00e7\u00e3o de glicose plasm\u00e1tica. Tamb\u00e9m ocorrem dist\u00farbios hidroeletrol\u00edticos causando desequil\u00edbrio no metabolismo de s\u00f3dio, pot\u00e1ssio, c\u00e1lcio, magn\u00e9sio e cloreto. Este estudo tamb\u00e9m tem por fim avaliar o grau de anemia, os estoques de ferro, os n\u00edveis de ferrtina e transferrina em pacientes submetidos a di\u00e1lise em uso de eritropoietina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: brandolis@ibest.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Doen\u00e7a de von Willebrand.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Michelle Karen Torres<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A doen\u00e7a de von Willebrand (DvW) \u00e9 um dist\u00farbio heredit\u00e1rio caracterizado por uma lentid\u00e3o anormal da coagula\u00e7\u00e3o do sangue. Pacientes com essa doen\u00e7a apresentam hemorragias espont\u00e2neas e prolongadas no nariz e na gengiva. Ocorre aproximadamente um em cada 1.000 pessoas e incidem na mesma propor\u00e7\u00e3o tanto em homens quanto em mulheres. A doen\u00e7a de von Willebrand se d\u00e1 quando um dos fatores de coagula\u00e7\u00e3o, o chamado fator de von Willwbrand, n\u00e3o funciona corretamente ou quando este n\u00e3o \u00e9 produzido em quantidade suficiente no sangue. Quanto menor o n\u00edvel de atividade do fator de von Willebrand no sangue da pessoa, mais grave \u00e9 a doen\u00e7a. Em muitos pacientes com a doen\u00e7a de von Willebrand, o fator VIII, outro fator de coagula\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m se apresenta em baixas quantidades. Pessoas com a doen\u00e7a de von Willebrand precisam aumentar o n\u00edvel sangu\u00edneo do fator de von Willebrand e fator VIII. Algumas pessoas com a doen\u00e7a de von Willebrand tipo 1, leve ou moderado, podem ser tratadas com infus\u00e3o da subst\u00e2ncia qu\u00edmica DDAVP (acetato de desmopressina) na forma de inje\u00e7\u00e3o intravenosa ou spray nasal, contendo DDAVP altamente concentrado. Esta \u00e9 uma subst\u00e2ncia que promove a libera\u00e7\u00e3o de fator VIII e fator de von Willebrand dos locais de armazenamento no organismo, aumentando os n\u00edveis plasm\u00e1ticos destes fatores. Pacientes com os tipos 2 e 3 da doen\u00e7a podem necessitar de reposi\u00e7\u00e3o intravenosa de fator de von Willebrand e fator VIII. O fator VIII \u00e9 uma prote\u00edna muito importante na coagula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea. A defici\u00eancia do fator VIII pode resultar em sangramento intenso. Altos n\u00edveis no sangue podem aumentar o risco de desenvolvimento de um co\u00e1gulo. O diagn\u00f3stico \u00e9 feito em tr\u00eas etapas: 1) identifica\u00e7\u00e3o dos pacientes com poss\u00edvel doen\u00e7a de von Willebrand, baseando-se na hist\u00f3ria cl\u00ednica e em testes de hemostasia de rotina; 2) diagn\u00f3stico e defini\u00e7\u00e3o do tipo de doen\u00e7a de von Willebrand e 3) caracteriza\u00e7\u00e3o do subtipo de doen\u00e7a de von Willebrand.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: michellekaren@pop.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Avalia\u00e7\u00e3o de anemias em exames hematol\u00f3gicos de pacientes em demanda ao laborat\u00f3rio Perfil de An\u00e1lises Cl\u00ednicas.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Autor: Nykelly Mayara de Lima Albuquerque<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Este trabalho, que envolveu todos os pacientes que comparecerem ao Laborat\u00f3rio Perfil de An\u00e1lises Cl\u00ednicas na cidade de Goi\u00e2nia \u2013 GO no per\u00edodo de maio a julho de 2006, teve como objetivo avaliar atrav\u00e9s de exames hematol\u00f3gicos a preval\u00eancia de anemias. Para isso foi avaliado a distribui\u00e7\u00e3o desses pacientes por faixa et\u00e1ria, gesta\u00e7\u00e3o, sexo, tipos de anemia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: kkennynha@ig.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Levantamento de incid\u00eancia de leucemias no Hospital de Base do Distrito Federal &#8211; HBDF.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Olga Gomes dos Santos Nascimento<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> De todas as patologias que podem acometer o tecido hematopoi\u00e9tico, talvez a leucemia seja a que mais cause traumas e complica\u00e7\u00f5es ao paciente. O estudo trata de uma das quatro variantes da leucemia, a LMA \u2013 Leucemia Miel\u00f3ide Aguda. A abordagem feita aqui \u00e9 do ponto de vista biol\u00f3gico da Leucemia especificamente supracitada. Passando pela origem e pela forma\u00e7\u00e3o do tecido hematopoi\u00e9tico, chegamos \u00e0s quatro linhagens da leucemia e sua conseq\u00fcente evolu\u00e7\u00e3o celular. Importante ressaltar que o objeto desse estudo \u00e9 absolutamente de cunho comparativo e bibliogr\u00e1fico, tendo em vista que foi utilizado apenas um dos hospitais de toda a rede p\u00fablica do Distrito Federal, o Hospital de Base de Bras\u00edlia com os seguintes resultados: Apenas 11% de pessoas submetidas a exames hematol\u00f3gicos apresentaram leucemia. Dentre os tipos de leucemias observadas a LMA \u00e9 mais abundante, enquanto as LL s\u00e3o menos abundantes. Dos casos de leucemias as LMA apresentam-se em maior incid\u00eancia quando comparadas com as outras. O sexo masculino \u00e9 o mais acometido pelas leucemias principalmente o que se refere a LMA. O sexo feminino apresenta menor incid\u00eancia de LMA, por\u00e9m maior incid\u00eancia de LMC, quando comparado com o sexo masculino. A faixa et\u00e1ria mais acometida de leicemia foi de 20 a 40 anos.<\/p>\n<p>Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: cucadf@bol.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Anemia Falciforme.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Paulo Henrique Tavares Formigoni<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A Hb S \u00e9 uma muta\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea qualitativa da Hb A, que ocorreu na \u00c1frica para preservar os indiv\u00edduos da mal\u00e1ria. Quando esta Hb est\u00e1 em heterozigose, o indiv\u00edduo \u00e9 assintom\u00e1tico; por\u00e9m, com o passar do tempo surgiram indiv\u00edduos homozigotos para Hb S. Estes eram portadores de uma anemia grave, que foi denominada anemia falciforme. Com a escravid\u00e3o mo Brasil, os africanos trouxeram o gene para a Hb S e conseq\u00fcentemente a anemia falciforme. Este trabalho tem como objetivo a abordagem de algumas particularidades, do diagn\u00f3stico cl\u00ednico, laboratorial e tratamento desta hemoglobinopatia, que tem grande incid\u00eancia no Brasil.<\/p>\n<p>Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: paulo@labcdl.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Leucopenia e Benzeno.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Rhaissa Gon\u00e7alves Souto<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo<\/strong>: O presente trabalho constitui-se em um estudo sobre o nexo causal entre ocorr\u00eancia de leucopenia e poss\u00edvel exposi\u00e7\u00e3o ao benzeno. Baseia-se na ocorr\u00eancia de casos com leucopenia ocorridos a partir de 1985 em v\u00e1rios estados do pa\u00eds e pela descoberta de pacientes ou pretensos pacientes na sua grande maioria trabalhadores oriundos de ind\u00fastrias sider\u00fargicas e possivelmente expostos, em graus variados, ao benzeno.<\/p>\n<p>Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: rhaissasouto@hotmail.com<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p><strong>T\u00edtulo: Miastenia gravis.<\/strong><\/p>\n<p>Autor: Susane Carvalho Sarkis Marraoui<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A miastenia gravis \u00e9 uma doen\u00e7a autoimune, mediada por autoanticorpos contra os receptores nicot\u00ednicos de acetilcolina nas jun\u00e7\u00f5es neuromusculares. As principais caracter\u00edsticas cl\u00ednicas desta patologia s\u00e3o fraqueza muscular intermitente e fatigabilidade. \u00c9 encontrada em ambos os sexos e independe de ra\u00e7a. Afeta indiv\u00edduos de todas as idades, com uma predile\u00e7\u00e3o por mulheres entre 20 e 40 anos e homens entre 60 e 70 anos. Fatores como infec\u00e7\u00f5es intercorrentes, febre e esgotamento f\u00edsico ou emocional agravam a debilidade muscular destes pacientes. Este estudo tem como objetivo conhecer a patogenia, as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, o diagn\u00f3stico e as op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas na Miastenia gravis.<\/p>\n<p>Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: susane_bsb@yahoo.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: Anemia ferropriva. Autor: Alexandra Val\u00e9ria Brunelli Resumo: A anemia por defici\u00eancia de ferro \u00e9 t\u00e3o comum no mundo que \u00e9 encontrada, virtualmente, em todos os pa\u00edses, incluindo os industrializados. 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