{"id":1407,"date":"2013-08-15T17:48:48","date_gmt":"2013-08-15T17:48:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1407"},"modified":"2013-08-15T17:48:48","modified_gmt":"2013-08-15T17:48:48","slug":"resumo-das-monografias-10a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/resumo-das-monografias-10a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias &#8211; 10\u00aa Turma de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Lato Sensu em Hematologia Laboratorial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mieloma M\u00faltiplo: Conceito, Diagn\u00f3stico e Tratamento.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adriana Targa Bernardes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As doen\u00e7as plasmocit\u00e1rias se constituem num grupo de doen\u00e7as neopl\u00e1sicas correlatadas que se associam \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o de um clone \u00fanico de plasm\u00f3citos secretores de imunoglobulinas, derivados dos linf\u00f3citos da s\u00e9rie B.<br \/>\nO mieloma m\u00faltiplo \u00e9 uma doen\u00e7a maligna disseminada na qual um clone de plasm\u00f3citos alterados se prolifera na medula \u00f3ssea, provocando desorganiza\u00e7\u00e3o de suas fun\u00e7\u00f5es bem como a invas\u00e3o do osso adjacente. Frequentemente esta doen\u00e7a provoca destrui\u00e7\u00e3o \u00f3ssea importante, hipercalcemia, anemia, deteriora\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o renal, imunodefici\u00eancia e maior susceptibilidade a infec\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Transplante de C\u00e9lulas Hematopoi\u00e9tcas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adriano dos Santos Pereira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Desde o primeiro procedimento realizado em 1968, o transplante de medula \u00f3ssea vem sendo utilizado de maneira crescente, o tratamento de doen\u00e7as hematol\u00f3gicas malignas, como leucemias e linfomas, doen\u00e7as hematol\u00f3gicas n\u00e3o-malignas, tais como aplasia de medula \u00f3ssea ou anemia de Fanconi, em algumas imunodefici\u00eancias cong\u00eanitas e em doen\u00e7as heredit\u00e1rias, como a S\u00edndrome de Wiskott-Aldrich e anemia falciforme.<br \/>\nA indica\u00e7\u00e3o mais freq\u00fcente de transplante de medula \u00f3ssea \u00e9 no tratamento das leucemias, seguidas por um grupo de doen\u00e7as n\u00e3o-hematol\u00f3gicas.<br \/>\nEm grande parte, o sucesso desta abordagem terap\u00eautica decorre da possibilidade do uso de altas doses de quimioterapia ou radioterapia, que pode eliminar c\u00e9lulas tumorais residuais, ou levar \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da medula \u00f3ssea, com a subseq\u00fcente substitui\u00e7\u00e3o por c\u00e9lulas progenitoras hematopoi\u00e9ticas de um doador sadio e compat\u00edvel, ou por c\u00e9lulas aut\u00f3logas colhidas previamente. O transplante tamb\u00e9m \u00e9 usado para corrigir defeitos na produ\u00e7\u00e3o celular ou na fun\u00e7\u00e3o imune da medula \u00f3ssea.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Diagn\u00f3stico laboratorial de anemias carenciais em gestantes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adriano Miguel Vieira Rosa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Anemia \u00e9 definida pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade, como a condi\u00e7\u00e3o na qual o conte\u00fado de hemoglobina no sangue encontra-se abaixo do normal, como resultado da car\u00eancia de um ou mais nutrientes essenciais, seja qual for a causa desta defici\u00eancia. Entretanto, a anemia causada por defici\u00eancia de ferro, denominada anemia ferropriva, corresponde a 90% das formas de anemia, sendo muito mais comum que as demais. Este tipo de anemia vem aumentando nas \u00faltimas d\u00e9cadas, acometendo cerca de dois bilh\u00f5es de habitantes no mundo todo. A maioria dos epidemiol\u00f3gicos sobre anemia no nosso pa\u00eds refere-se exclusivamente a crian\u00e7as menores de 6 anos e a gestantes, considerados os grupos de maior vulnerabilidade, em virtude do aumento das necessidades de ferro, induzidas pela r\u00e1pida expans\u00e3o da massa celular vermelha e pelo crescimento acentuado dos tecidos. A defici\u00eancia de ferro, mesmo nas forma moderada, representa um consider\u00e1vel agravo \u00e0 sa\u00fade, estando associada a preju\u00edzos na capacidade produtiva dos indiv\u00edduos, no desenvolvimento cognitivo e na imunocompet\u00eancia.<br \/>\nA Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) estia que a preval\u00eancia de anemia entre gestantes de pa\u00edses subdesenvolvidos seja de 52,0% e de 23,0% nos pa\u00edses desenvolvidos. O presente artigo vem com a finalidade de discutir alguns aspectos referentes ao diagn\u00f3stico das anemias carenciais de ferro na gravidez, fornecendo subs\u00eddios aos \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade respons\u00e1veis pela avalia\u00e7\u00e3o de medidas de combate a esta anemia, procurando-se oferecer a escolha de quais testes e par\u00e2metros deve-se utilizar ao grupo de gestantes em avalia\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s de um levantamento bibliogr\u00e1fico, mediante a consulta de artigos nacionais e internacionais, dispostos nas bibliotecas on-line e tamb\u00e9m livros da \u00e1rea, que se referiam aos testes hematol\u00f3gicos e bioqu\u00edmicos existentes para o diagn\u00f3stico laboratorial de anemia ferropriva em gestantes. Os par\u00e2metros dispon\u00edveis mostraram os pontos fortes e as fragilidades encontradas em cada um deles, confirmando a import\u00e2ncia da combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios par\u00e2metros hematol\u00f3gicos e bioqu\u00edmicos para a realiza\u00e7\u00e3o de um diagn\u00f3stico preciso, evitando complica\u00e7\u00f5es futuras tanto para a m\u00e3e quanto ao filho. Frisando tamb\u00e9m a escolha de quais par\u00e2metros deve-se utilizar em considera\u00e7\u00e3o as caracter\u00edsticas inerentes as gestantes, a preval\u00eancia e severidade da defici\u00eancia de ferro, a incid\u00eancia de doen\u00e7as inflamat\u00f3rias e infecciosas, a freq\u00fc\u00eancia de doen\u00e7as hematol\u00f3gicas, o volume da amostra de sangue requerido, o custo e a complexidade da metodologia utilizada e a suscetibilidade a erros laboratoriais.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia em Pacientes Renais Cr\u00f4nicos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aline Frazatto<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia normoc\u00edtica ocorre na maioria dos pacientes com insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica. Geralmente h\u00e1 queda de 2g\/dL no n\u00edvel de hemoglobina para cada 10nmol\/L na ur\u00e9ia. H\u00e1 diminui\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de eritr\u00f3citos por causa da secre\u00e7\u00e3o defeituosa da eritropoietina. O soro ur\u00eamico tamb\u00e9m cont\u00e9m fatores que inibem a prolifera\u00e7\u00e3o de progenitores eritr\u00f3ides, mas, em vista excelente resposta \u00e0 eritropoietina na maioria dos pacientes, sua relev\u00e2ncia cl\u00ednica \u00e9 duvidosa. Ocorre encurtamento vari\u00e1vel na sobrevida dos eritr\u00f3citos e, na uremia grave, os eritr\u00f3citos apresentam morfologia variada. Outros fatores podem complicar a anemia da insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica como defici\u00eancia de ferro por perda de sangue durante a di\u00e1lise ou causada por sangramento por defeito de plaquetas e defici\u00eancia de folato em alguns indiv\u00edduos em di\u00e1lise cr\u00f4nica.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Efic\u00e1cia dos Antineopl\u00e1sicos no Tratamento do Mieloma M\u00faltiplo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ana Clara Rivalta Pozzatto<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O mieloma m\u00faltiplo \u00e9 a segunda neoplasia mais freq\u00fcente no mundo, caracterizando-se pela prolifera\u00e7\u00e3o acelerada de plasm\u00f3citos na medula \u00f3ssea. Este artigo analisa a efic\u00e1cia do tratamento da doen\u00e7a utilizando-se dos f\u00e1rmacos conhecidos como antineopl\u00e1sicos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Dist\u00farbios Hematol\u00f3gicos Causados por Dengue<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Anderson Corr\u00eaa Estuti<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: \u00c9 uma doen\u00e7a infecciosa febril aguda, que pode ser de curso benigno como dengue cl\u00e1ssica (DC) ou grave como dengue hemorr\u00e1gica (FDH). No FDH, os sintomas iniciais s\u00e3o semelhantes aos do DC, mas o quadro se agrava com sinais de debilidade profunda, agita\u00e7\u00e3o ou letargia, hipotens\u00e3o com diminui\u00e7\u00e3o da press\u00e3o diferencial, manifesta\u00e7\u00f5es hemorr\u00e1gicas espont\u00e2neas, derrames cavit\u00e1rios e diminui\u00e7\u00e3o brusca da temperatura. Um achado laboratorial importante entre as doen\u00e7as, a mais comumente encontrada \u00e9 a leucopenia com linf\u00f3citos at\u00edpicos, plaquetopenia e prova do la\u00e7o positiva. Nos casos graves de FHD, o maior n\u00famero de casos de choque ocorre entre 30 e 70 dias de doen\u00e7a.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia Ferropriva: Como diferencia-la de outras anemias microc\u00edticas e hipocr\u00f4micas.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Angela Maria Caparroz<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia ferropriva \u00e9 especialmente estabelecida pela concentra\u00e7\u00e3o diminu\u00edda de hemoglobina no sangue circulante. Isso se d\u00e1 principalmente pela defici\u00eancia de ferro no organismo, refletindo diretamente na eritropoiese.<br \/>\n\u00c9 a mais prevalente de todas as anemias microc\u00edticas e hipocr\u00f4micas, sendo um problema de sa\u00fade p\u00fablica, tanto de pa\u00edses desenvolvidos como de subdesenvolvidos.<br \/>\nO ferro \u00e9 o mineral que tem como principal fun\u00e7\u00e3o o transporte de oxig\u00eanio para todo o organismo. A baixa concentra\u00e7\u00e3o deste mineral provoca efeitos prejudiciais nos tecidos, produzindo sinais e sintomas caracter\u00edsticos de an\u00f3xia e prejudicando principalmente o crescimento e desenvolvimento de indiv\u00edduos de baixa faixa et\u00e1ria.<br \/>\nOs exames laboratoriais s\u00e3o muito importantes na determina\u00e7\u00e3o de anemia ap\u00f3s a presen\u00e7a da sintomatologia ou n\u00e3o. Alguns \u00edndices hematim\u00e9tricos podem determinar o tipo de anemia, mas \u00e9 preciso exames complementares para se confirmar o diagn\u00f3stico de anemia ferropriva, diferenciando-a de outras anemias com algumas caracter\u00edsticas semelhantes.<br \/>\nA anemia ferropriva geralmente \u00e9 facilmente cur\u00e1vel administrando um tratamento adequado para cada indiv\u00edduo e eliminando as causas relacionadas a instala\u00e7\u00e3o do quadro de anemia.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Preval\u00eancia de hemoglobina H na cidade de Itabira &#8211; MG<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aulisia Maria Vieira Duarte Guerra<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Neste estudo foram analisados eletroforeticamente oitenta amostras de sangue de moradores da cidade de Itabira \u2013 MG, todos com hemogramas completos realizados. Essas amostras pertenciam a homens (28) e mulheres (52) com idades vari\u00e1veis de sete meses a 81 anos. Desse total, 16 amostras (20%) foram identificadas com presen\u00e7a de Hemoglobina AH e uma l\u00e3s com altera\u00e7\u00e3o associada com variante de Hemoglobina A2 (Hb B2). Tamb\u00e9m entre as oitenta amostras analisadas obtiveram-se tr\u00eas casos de Hemoglobina AC.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Padroniza\u00e7\u00e3o dos valores hematim\u00e9tricos para a popula\u00e7\u00e3o de Quedas do Igua\u00e7u<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Claucia Aparecida Guareski<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foram padronizados os valores hematim\u00e9tricos para a popula\u00e7\u00e3o de Quedas do Igua\u00e7u, atendidas no Laborat\u00f3rio de An\u00e1lises Cl\u00ednicas Quedas. Para o estudo foram realizados 120 hemogramas, em 120 pessoas consideradas saud\u00e1veis, divididas em quatro grupos: 30 homens adultos, 30 mulheres adultas, 30 crian\u00e7as de 4 a 14 anos e 30 crian\u00e7as de 3 meses a 3 anos. Pelo presente estudo observou-se que grande maioria da popula\u00e7\u00e3o encontra-se dentro dos valores de refer\u00eancia j\u00e1 usados pelo laborat\u00f3rio, salvo os valores hematim\u00e9tricos encontrados em crian\u00e7as de 03 meses a 03 anos, que se observaram valores de hemoglobina, eritr\u00f3citos e hemat\u00f3crito mais abaixo que o normal e tamb\u00e9m os valores de plaquetas acima da m\u00e9dia usada pelo laborat\u00f3rio.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas, bioqu\u00edmicas e gen\u00e9ticas na leucemia miel\u00f3ide cr\u00f4nica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dione Guandaline Ar\u00e9valo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A leucemia miel\u00f3ide cr\u00f4nica \u00e9 uma doen\u00e7a mieloproliferativa e costuma acometer pacientes com idade entre 45 a 50 anos. Esta leucemia ocorre por causa de uma anormalidade nos cromossomos 9 e 22, atrav\u00e9s de uma transloca\u00e7\u00e3o rec\u00edproca, formando assim o cromossomo Phipadelphia.<br \/>\nO hemograma encontra-se alterado com presen\u00e7a de c\u00e9lulas jovens, neutrofilos mielociticos e metamiel\u00f3citos.<br \/>\nA s\u00e9rie bioqu\u00edmica tamb\u00e9m encontrara \u2013se com alguns de seus elementos alterados,tais como: ferro, vitamina B 12, c\u00e1lcio, fosfatase alcalina, dosagem de transcobalina e outros.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leucemia Linf\u00f3ide Aguda<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jo\u00e3o Luis Zani Furlan<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: \u00c9 uma doen\u00e7a maligna de c\u00e9lulas linfocit\u00e1rias derivadas das c\u00e9lulas indiferenciadas linf\u00f3ides que est\u00e3o presentes em grande n\u00famero na medula \u00f3ssea, no timo e nos g\u00e2nglios linf\u00e1ticos. Como ocorre na leucemia miel\u00f3ide aguda, as c\u00e9lulas leuc\u00eamicas da leucemia linf\u00f3ide aguda mant\u00eam certa capacidade de multiplica\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o se diferenciam at\u00e9 formas mais maduras e normais. Assim, acumulam-se os linfoblastos ou c\u00e9lulas jovens em grande n\u00famero e em etapas diferentes de sua matura\u00e7\u00e3o. Essa parada de matura\u00e7\u00e3o pode ser detectada por meio de anticorpos monoclonais capazes de demonstrar os ant\u00edgenos de diferencia\u00e7\u00e3o linfocit\u00e1rios. As leucemias linf\u00f3ides agudas podem ser de tipo B ou de tipo T, sendo as primeiras mais freq\u00fcentes. Os marcadores das c\u00e9lulas leuc\u00eamicas diferem conforme o tipo de linf\u00f3cito proliferante. A pesquisa desses marcadores \u00e9 muito importante na pr\u00e1tica, pois orienta a terap\u00eautica e, at\u00e9 certo ponto, determina o progn\u00f3stico. A maioria das leucemias linf\u00f3ides agudas \u00e9 de tipo pr\u00e9-B ou tem marcadores de c\u00e9lulas ainda mais indiferenciadas.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A import\u00e2ncia da Citometria de fluxo no diagn\u00f3stico das S\u00edndromes Mielodispl\u00e1sicas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jos\u00e9 F\u00e1tima Solano<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A necessidade de se obter informa\u00e7\u00f5es no decorrer dos bioprocessos, tem contribu\u00eddo para o aparecimento e utiliza\u00e7\u00e3o de uma grande diversidade de t\u00e9cnicas e ferramentas concebidas para o efeito. Os dados obtidos n\u00e3o s\u00f3 tem permitido aprofundar o conhecimento dos processos, como tamb\u00e9m o desenvolvimento de novas estrat\u00e9gias, como a citometria de fluxo.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Preval\u00eancia de falcemias, talassemias e outras hemoglobinas variantes em pacientes do Laborat\u00f3rio Cedilab \u2013 Cuiab\u00e1 (MT)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Juliana Gozzo S\u00e9kula<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foram analisados 936 pacientes encaminhados ao Laborat\u00f3rio Cedilab da cidade de Cuiab\u00e1-MT, para an\u00e1lise de hemoglobinopatias por meio de eletroforese. Desse total, 38,39% (ou 361) pacientes apresentaram altera\u00e7\u00f5es, das quais a talassemia alfa foi a mais freq\u00fcente, com preval\u00eancia dee 24,6%, seguida de Hb AS (5,21%) e Hb A2 aumentada (4,04%). Outras altera\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m foram encontradas, incluindo doze casos com Hb SS.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Banco de C\u00e9lulas-Tronco de cord\u00e3o umbilical<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">L\u00edlian Cristina de Carvalho<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As c\u00e9lulas-tronco s\u00e3o c\u00e9lulas indiferenciadas e t\u00eam a capacidade de gerar n\u00e3o s\u00f3 novas c\u00e9lulas\u2013tronco, como tamb\u00e9m grande variedade de c\u00e9lulas de diferentes fun\u00e7\u00f5es.<br \/>\nAs c\u00e9lulas-tronco de cord\u00e3o umbilical possuem algumas vantagens em rela\u00e7\u00e3o aos outros tipos de c\u00e9lulas-tronco, cuja principal vantagem \u00e9 o tipo de coleta. Ocorre no momento do parto, \u00e9 indolor e n\u00e3o requer nenhum risco para m\u00e3e e nem para o rec\u00e9m-nascido. Por esse motivo, cada vez mais essas c\u00e9lulas est\u00e3o sendo colhidas e armazenadas em bancos de c\u00e9lulas de cord\u00e3o umbilical, onde podem ficar armazenadas por 15 anos em tanques de nitrog\u00eanio, com uma temperatura de 196\u00baC negativos, quando houver necessidade de serem utilizadas, devem ser descongeladas em banho &#8211; maria \u00e0 37\u00baC.<br \/>\nAs c\u00e9lulas-tronco de cord\u00e3o umbilical s\u00e3o utilizadas em tratamento de muitas doen\u00e7as. A desvantagem \u00e9 que para fazer um transplante de c\u00e9lulas-tronco de cord\u00e3o umbilical o paciente tem que ter no m\u00e1ximo 50 kg, pois a quantidade de c\u00e9lulas\u2013tronco fornecida pelo cord\u00e3o umbilical torna-se insuficiente para reconstruir a medula doente de um paciente acima de 50 kg.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Talassemias<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria Am\u00e9lia Zani Furlan<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As talassemias constituem um grupo heterog\u00eaneo de doen\u00e7as gen\u00e9ticas, caracterizadas pela redu\u00e7\u00e3o ou aus\u00eancia de s\u00edntese de um dos tipos de cadeias de globina que formam as hemoglobinas. Os heterozigotos s\u00e3o habitualmente assintom\u00e1ticos, embora o defeito possa ser detectado por exames laboratoriais. Os portadores de mais de um gene anormal, t\u00eam manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas que podem variar desde uma anemia grave incompat\u00edvel com a vida at\u00e9 formas benigna praticamente assintom\u00e1tica. As formas sintom\u00e1ticas mais graves caracterizam-se por uma associa\u00e7\u00e3o de graus vari\u00e1veis de anemia hemol\u00edtica hipocr\u00f4mica, hiperplasia eritr\u00f3ide da medula \u00f3ssea, hepatomegalia, esplenomegalia, retardo do desenvolvimento som\u00e1tico e sexual e deformidades do esqueleto evidentes nos ossos do rosto e do cr\u00e2nio.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Padroniza\u00e7\u00e3o hematim\u00e9trica obtida de pacientes do Laborat\u00f3rio Dias, Una\u00ed \u2013 MG<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mar\u00edlia Prates Dias<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foram analisados 150 Hemogramas de crian\u00e7as, adolescentes e adultos possivelmente sadios do Laborat\u00f3rio Dias de Una\u00ed-MG, no per\u00edodo de janeiro a abril do ano de 2007, com o intuito de estabelecer padroniza\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia j\u00e1 utilizado pelo laborat\u00f3rio, levando em considera\u00e7\u00e3o diversos fatores s\u00f3cio-econ\u00f4mico afim que se possa estabelecer valores mais pr\u00f3ximos da realidade da regi\u00e3o. Foram analisados \u00cdndices Hematim\u00e9tricos, Leucocit\u00e1rios e Plaquet\u00e1rios dos hemogramas de 30 pacientes de 1 a 3 anos masculino e feminino; 30 masculino e 30 feminino de 4 a 13 anos; 30 feminino e 30 masculino de 14 a 99 anos. Dos estudos realizados destes pacientes foram observados varia\u00e7\u00f5es dos resultados da s\u00e9rie branca de pacientes de 1 a 3 anos, 4 a 13 anos e 14 a 99 anos de ambos os sexos enquanto que, a serie vermelha observou-se varia\u00e7\u00e3o apenas em pacientes de 14 a 99 anos do sexo feminino e masculino, verificando a necessidade de re-padroniza\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancias do hemograma no Laborat\u00f3rio Dias na cidade de Una\u00ed-MG.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Defici\u00eancia de ferro em crian\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Milka Assump\u00e7\u00e3o Benedetti<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O ferro \u00e9 um dos micronutrientes mais estudados e melhor descritos na literatura, desempenhando importantes fun\u00e7\u00f5es no metabolismo humano, tais como transporte e armazenamento de oxig\u00eanio, rea\u00e7\u00f5es de libera\u00e7\u00e3o de energia na cadeia de transporte de el\u00e9trons, convers\u00e3o de ribose a desoxirribose, co-fator de algumas rea\u00e7\u00f5es enzim\u00e1ticas e in\u00fameras outras rea\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas essenciais. No Brasil, a anemia ferropriva constitui um importante problema de sa\u00fade p\u00fablica, prevalente em v\u00e1rias regi\u00f5es. A car\u00eancia de ferro ocorre no organismo de forma gradual e progressiva, considerando-se tr\u00eas est\u00e1gios at\u00e9 que a anemia se manifeste. Existem diversos par\u00e2metros hematol\u00f3gicos e bioqu\u00edmicos que refletem os tr\u00eas est\u00e1gios da car\u00eancia de ferro e podem ser utilizados isoladamente ou associados no diagn\u00f3stico do estado nutricional de ferro em indiv\u00edduos ou popula\u00e7\u00f5es. Quando utilizados isoladamente, nenhum deles \u00e9 suficientemente sens\u00edvel ou espec\u00edfico, sendo melhor realizada por uma combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios par\u00e2metros hematol\u00f3gicos e bioqu\u00edmicos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Varia\u00e7\u00e3o da porcentagem de mon\u00f3citos no sangue circulante antes e ap\u00f3s a auto-hemoterapia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Moara Rosim<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Foram realizados estudos atrav\u00e9s da an\u00e1lise do sangue circulante, pelo hemograma, em dez indiv\u00edduos do sexo masculino e feminino, adultos e clinicamente normais. O objetivo foi analisarmos as eventuais altera\u00e7\u00f5es, principalmente da linhagem leucocit\u00e1ria monoc\u00edtica, antes e ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o do recurso terap\u00eautico denominado auto-hemoterapia. Para isso foi retirado 10ml de sangue perif\u00e9rico, separado 4,5ml para o hemograma e em seguida injetado 5ml no m\u00fasculo delt\u00f3ide. Ap\u00f3s o 2\u00ba e 5\u00ba dias foram retirados novas amostras para novos exames.<br \/>\nDos estudos observamos que houve um aumento da porcentagem de mon\u00f3citos em todos os indiv\u00edduos numa m\u00e9dia geral de 37,5% ap\u00f3s o segundo dia e 54,1% ap\u00f3s o quinto dia. A menor varia\u00e7\u00e3o foi de 30% e a maior foi de 142,8% ap\u00f3s o quinto dia da aplica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEstes dados confirmam o aumento da porcentagem de mon\u00f3citos no sangue circulante perif\u00e9rico, ap\u00f3s o est\u00edmulo, provocado pela aplica\u00e7\u00e3o via intramuscular do pr\u00f3prio sangue venoso nos indiv\u00edduos estudados.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Perfil hematol\u00f3gico da popula\u00e7\u00e3o adulta da cidade de S\u00e3o Miguel do Igua\u00e7u-PR.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nadir Rebeca Gauto Ramirez<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Procurando encontrar valores hematim\u00e9tricos de refer\u00eancia para a popula\u00e7\u00e3o da cidade de S\u00e3o Miguel do Igua\u00e7u, o laborat\u00f3rio que presta assist\u00eancia \u00e0 popula\u00e7\u00e3o procedeu a padroniza\u00e7\u00e3o dos mesmos. Foram analisados 312 hemogramas de pessoas adultas maiores de 16 anos, a partir destes separaram-se 50 hemogramas de mulheres com hemoglobina maior que 11,5 e 50 hemogramas de homens com hemoglobina maior que 12,0, obtendo-se assim os valores referencias para a popula\u00e7\u00e3o adulta. Constatou-se que o valor m\u00e9dio de hemoglobina encontrado fugia do valor de refer\u00eancia antes utilizado pelo laborat\u00f3rio, alem de ser necess\u00e1rio estabelecer valores normais tanto para homens quanto para as mulheres, o que antes n\u00e3o era fornecido pelo laborat\u00f3rio. Conclui-se que 21,84% de mulheres encontraram-se com anemia, j\u00e1 os homens somavam 6,25%, a partir destes resultados pode-se observar que os homens s\u00e3o os que menos procuram assist\u00eancia m\u00e9dica e por conseq\u00fc\u00eancia laboratorial, e quando o fazem, o grau de anemia j\u00e1 \u00e9 grande.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia de pacientes com insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica em uso de eritropoietina<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Priscilla Cardoso Vale Ferreira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O objetivo \u00e9 avaliar o grau de anemia dos pacientes em uso de eritropoetina e ferro submetidos a processo dial\u00edtico. A anemia \u00e9 uma das principais conseq\u00fc\u00eancias da insufici\u00eancia renal cr\u00f4nica que, embora seja minimizada pelo uso de medicamentos ainda \u00e9 um fato presente com grande preval\u00eancia. O uso de ferro potencializa a a\u00e7\u00e3o da EPO melhorando a qualidade de vida dos pacientes com IRC. Foram dosados as taxas de hemoglobina e hemat\u00f3crito, valores de ferro, IST e ferritina, onde a hemoglobina mamt\u00eam os n\u00edveis baixos (&lt;11,0g\/dL) e a ferritina est\u00e1, na maioria dos pacientes, com valores bem superiores aos de refer\u00eancia por\u00e9m dentro dos limites esperados pela legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Principais causas de altera\u00e7\u00f5es quantitativas das plaquetas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Renata Paulucci Negr\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O objetivo deste trabalho \u00e9 relatar as poss\u00edveis causas de altera\u00e7\u00f5es quantitativas das plaquetas, ressaltando as patologias e rea\u00e7\u00f5es que podem levar a esse quadro. Visa tamb\u00e9m alterar para a possibilidade de que essas altera\u00e7\u00f5es muitas vezes n\u00e3o adv\u00e9m de causas patol\u00f3gicas, apenas s\u00e3o artefatos de interfer\u00eancias t\u00e9cnicas, que devem ser eliminadas tomando as devidas precau\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemias megalobl\u00e1sticas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ronaldo Rebellato Junior<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As anemias megalobl\u00e1sticas s\u00e3o causadas por v\u00e1rios defeitos na s\u00edntese do DNA que conduzem a um conjunto comum de anormalidades hematol\u00f3gicas da medula \u00f3ssea e do sangue perif\u00e9rico. O termo \u201cmegalobl\u00e1stico\u201d se refere \u00e0 anormalidade morfol\u00f3gica dos n\u00facleos celulares que \u00e9 prontamente reconhec\u00edvel, mas de dif\u00edcil descri\u00e7\u00e3o. Existem duas vitaminas, a vitamina B12 e o \u00e1cido f\u00f3lico, que s\u00e3o particularmente importantes para a matura\u00e7\u00e3o final dos eritr\u00f3citos. Ambas s\u00e3o essenciais \u00e0 s\u00edntese de DNA, visto que cada uma delas, de maneira diferente, \u00e9 necess\u00e1ria a forma\u00e7\u00e3o de timidina-trisfosfato, uma das unidades essenciais do DNA. Por conseguinte, a defici\u00eancia de vitamina B12, ou de \u00e1cido f\u00f3lico, resulta em diminui\u00e7\u00e3o do DNA e, conseq\u00fcentemente, em falha da matura\u00e7\u00e3o e divis\u00e3o nucleares. As c\u00e9lulas eritrobl\u00e1sticas da medula \u00f3ssea, al\u00e9m de n\u00e3o conseguirem proliferar rapidamente, produzem eritr\u00f3citos maiores que o normal, denominados macr\u00f3citos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Acentuada presen\u00e7a de casos com elipt\u00f3citos (eliptocitose heredit\u00e1ria e eliptocitose adquirida) na popula\u00e7\u00e3o de Itabira, MG, boservadas pelo Laborat\u00f3rio Duarte<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sandra Maria Vieira Duarte<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O presente trabalho visa apresentar uma pesquisa sobre elipt\u00f3citos que foi fundamentada nos casos de eliptocitose heredit\u00e1ria e eliptocitose adquirida, uma vez que no munic\u00edpio de Itabira, pelo menos nos achados laboratoriais do Laborat\u00f3rio Duarte o \u00edndice \u00e9 mais alto, isto \u00e9, est\u00e1 acima da m\u00e9dia se comparado na literatura internacional ou mesmo de autores brasileiros que \u00e9 de um elipt\u00f3cito para cada 500 eritr\u00f3citos normais.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Casos de leucemias no Hospital de refer\u00eancia de Aragua\u00edna entre 2004 e 2007.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e9rgio Antonio Rodrigues Nascimento<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Atrav\u00e9s do grande n\u00famero de pacientes que o Hospital de Refer\u00eancia de Aragua\u00edna atende, foi realizado um levantamento de pacientes diagnosticados com leucemia pela Cl\u00ednica Hematol\u00f3gica do Hospital.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Classifica\u00e7\u00e3o morfol\u00f3gica French-American-British (FAB) das leucemias miel\u00f3ides agudas M3.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Viviany Cristina de Oliveira Lopes e Souza<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A classifica\u00e7\u00e3o FAB (French \u2013 American-British) foi criada para simplificar o diagn\u00f3stico de um dos subtipos mais comuns de leucemias agudas. Por basear-se em caracteres morfol\u00f3gicos e citoqu\u00edmicos, podemos, atrav\u00e9s desta classifica\u00e7\u00e3o diagnosticar mais rapidamente a LMA M3 e M3 variantes, o que possibilita um tratamento eficaz, principalmente com o \u00e1cido retin\u00f3ico. Al\u00e9m disso, a classifica\u00e7\u00e3o FAB permite que os diagn\u00f3sticos feitos sejam os mesmos em qualquer lugar do mundo, ou seja , os princ\u00edpios morfol\u00f3gicos e citoqu\u00edmicos para diagnosticar uma leucemia miel\u00f3ide aguda M3, por exemplo , ser\u00e3o os mesmo tanto no Brasil como em outros pa\u00edses , quando se est\u00e1 usando a mesma classifica\u00e7\u00e3o , no caso a FAB.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Altera\u00e7\u00f5es citol\u00f3gicas dos granul\u00f3citos por uso de drogas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Wellington Coelho de Almeida<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Esse trabalho visa o reconhecimento de determinadas drogas usadas em paciente que desenvolveram um quadro de agranulocitose t\u00f3xica ou imunol\u00f3gica. Deixando os granul\u00f3citos sem suas fun\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas de fagocitose das Bact\u00e9rias.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mieloma M\u00faltiplo: Conceito, Diagn\u00f3stico e Tratamento. 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