{"id":1411,"date":"2013-08-15T17:51:55","date_gmt":"2013-08-15T17:51:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1411"},"modified":"2013-08-15T17:51:55","modified_gmt":"2013-08-15T17:51:55","slug":"resumo-das-monografias-11a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/resumo-das-monografias-11a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-hematologia-laboratorial\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias &#8211; 11\u00aa Turma de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o Lato Sensu em Hematologia Laboratorial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia Ferropriva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c1lvaro Alves Caetano<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Observa\u00e7\u00f5es di\u00e1rias em atividades laboratoriais e freq\u00fc\u00eancia em literatura da \u00e1rea chamam aten\u00e7\u00e3o para anemia ferropriva. Sinal cl\u00ednico muito comum que aponta e direciona para necessidades b\u00e1sicas em sa\u00fade. Reflete problemas alimentares, sociais, regionais, econ\u00f4micos, pol\u00edticos, etc. As altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas em anemia ferropriva como hipocromia e microcitose s\u00e3o de grande import\u00e2ncia uma vez que torna o indiv\u00edduo menos capaz para participar em igualdade na sociedade. Diagn\u00f3stico precoce e qualificado \u00e9 de grande import\u00e2ncia para o paciente, m\u00e9dico e para o laborat\u00f3rio. Neste sentido, fizemos um breve relato sobre anemia ferropriva e estabelecemos uma compara\u00e7\u00e3o entre exame manual e automatizado.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia por sensibiliza\u00e7\u00e3o materno fetal ligada ao sistema Rh<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Carlos Roberto Sanches Filho<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A eritroblastose fetal \u00e9 uma doen\u00e7a que ocorre no feto e em rec\u00e9m nascido, caracterizada pela hem\u00f3lise progressiva de eritr\u00f3citos fetais, levando a um quadro geral de anemia, que consequentemente leva ao aparecimento de eritroblastos na circula\u00e7\u00e3o do sangue perif\u00e9rico do indiv\u00edduo devido a eritropoiese compensat\u00f3ria.<br \/>\nO quadro s\u00f3 \u00e9 manifestado pela sensibiliza\u00e7\u00e3o materna, a qual possui Rh (-), e que tenha se unido a um pai de Rh(+) e estes, por sua vez, tiverem um filho Rh (+). O que permitir\u00e1 a sensibiliza\u00e7\u00e3o materna \u00e9 a passagem de hem\u00e1ceas fetais, contendo o fator D, para m\u00e3e ap\u00f3s o deslocamento da placenta. O pr\u00f3ximo filho gerado pelos progenitores que for de Rh (+), ap\u00f3s a sensibiliza\u00e7\u00e3o materna, sofrer\u00e1 a a\u00e7\u00e3o de anticorpos anti- Rh produzidos pela m\u00e3e, que atravessar\u00e1 a placenta e que levar\u00e1 a ocorr\u00eancia de hem\u00f3lise, levando assim a instala\u00e7\u00e3o do quadro de eritroblastose fetal.<br \/>\nA preven\u00e7\u00e3o da eritroblastose fetal est\u00e1 na investiga\u00e7\u00e3o da possibilidade de ocorr\u00eancia da doen\u00e7a e no tratamento adequado dado a m\u00e3e ap\u00f3s a sensibiliza\u00e7\u00e3o da mesma.<br \/>\nO quadro cl\u00ednico apresentado pelos indiv\u00edduos \u00e9 em geral devido a instala\u00e7\u00e3o da anemia hemol\u00edtica, ocorrendo anasarca, icter\u00edcia, anemia, hepatoesplenomegalia, hiperbilirrubinemia, entre outras, o que pode ser alterado atrav\u00e9s de tratamento adequado, evitando-se a morte do feto ou rec\u00e9m-nascido.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Doen\u00e7a hemol\u00edtica do rec\u00e9m-nascido (Eritroblastose fetal)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Daiani Bonif\u00e1cio Santana<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A eristoblastose fetal pode ocorrer durante a gesta\u00e7\u00e3o, caso uma mulher Rh negativo esteja gr\u00e1vida de uma crian\u00e7a Rh positivo. No final da gesta\u00e7\u00e3o, particularmente durante o parto e o deslocamento da placenta, pode acontecer a passagem de pequenas quantidades de sangue fetal para a circula\u00e7\u00e3o materna. A patog\u00eanese da doen\u00e7a, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, exames laboratoriais para diagn\u00f3stico, preven\u00e7\u00e3o e tratamento s\u00e3o objeto deste artigo. Conclui-se que o melhor \u00e9 prevenir, uma vez que remediar \u00e9 desgastante e o risco do rec\u00e9m nascido vir a falecer n\u00e3o \u00e9 insignificante.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leucemia Linf\u00f3ide Cr\u00f4nica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Danyelle Rodrigues Afonso<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Certas doen\u00e7as podem atingir os leuc\u00f3citos, provocando manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas importantes.Uma dessas doen\u00e7as \u00e9 a leucemia, onde ocorre uma prolifera\u00e7\u00e3o de car\u00e1ter neopl\u00e1sico generalizado.As leucemias apresentam-se de duas formas: aguda e cr\u00f4nica. Tamb\u00e9m se classificam de acordo com as caracter\u00edsticas citol\u00f3gicas. Leva-se em conta o tipo de c\u00e9lula comprometida, sendo miel\u00f3ide ou linf\u00f3ide.<br \/>\nAs Leucemias Linf\u00f3ides Cr\u00f4nicas constituem um grupo heterog\u00eaneo de neoplasias que possuem como caracter\u00edstica comum a origem de c\u00e9lulas linf\u00f3ides maduras que infiltram \u00f3rg\u00e3os linf\u00f3ides como ba\u00e7o e g\u00e2nglios linf\u00e1ticos e est\u00e3o presentes tamb\u00e9m no sangue perif\u00e9rico e na medula \u00f3ssea. S\u00e3o diagnosticadas atrav\u00e9s de caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas, imunofenot\u00edpicas, citogen\u00e9ticas e altera\u00e7\u00f5es moleculares.<br \/>\nUm tipo citado no artigo \u00e9 a leucemia linf\u00f3ide cr\u00f4nica cl\u00e1ssica, que \u00e9 definida como neoplasia monoclonal de linf\u00f3citos B imunologicamente incompetentes, de lenta prolifera\u00e7\u00e3o e vida longa.<br \/>\nEm geral, o diagn\u00f3stico \u00e9 realizado quando o paciente \u00e9 submetido a um hemograma devido a outra doen\u00e7a ou em um exame de rotina. O hemograma n\u00e3o \u00e9 um exame confirmat\u00f3rio no diagn\u00f3stico da Leucemia Linf\u00f3ide Cr\u00f4nica, sendo necess\u00e1rio exames mais espec\u00edficos como a imunofenotipagem e a citogen\u00e9tica.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia na gravidez<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">D\u00e9lio Mastrella Rosa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Durante o per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o, o organismo feminino se modifica no intuito de promover as melhores condi\u00e7\u00f5es para o feto. Dentre as transforma\u00e7\u00f5es, uma que \u00e9 observada e requer muita aten\u00e7\u00e3o \u00e9 a anemia. A principal causa de anemia na gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 o baixo n\u00edvel de ferro durante este per\u00edodo o que \u00e9 conhecida como anemia ferropriva. Al\u00e9m dos sintomas que a m\u00e3e sente, o feto tem uma maior chance de desenvolver prematuridade e baixo peso neonatal. A anemia ferropriva se instala quando as quantidades de ferro s\u00e3o insuficientes para suprir as necessidades dos tecidos, a forma\u00e7\u00e3o da hemoglobina e dos gl\u00f3bulos vermelhos. Em geral, a reposi\u00e7\u00e3o de ferro ao organismo \u00e9 o tratamento mais indicado, mas v\u00e1rios fatores devem ser observados como a biodisponibilidade, a alimenta\u00e7\u00e3o adequada, a absor\u00e7\u00e3o e os efeitos colaterais da administra\u00e7\u00e3o de ferro.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Utiliza\u00e7\u00e3o do plasma rico em plaquetas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eder do Nascimento Ruete<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Este trabalho tem como objetivo relatar a import\u00e2ncia dos fatores de crescimento presentes nas plaquetas e sua aplica\u00e7\u00e3o em procedimentos cir\u00fargicos principalmente nos enxertos \u00f3sseos.<br \/>\nAtualmente esta utiliza\u00e7\u00e3o tem sido bem empregada nas cirurgias odontol\u00f3gicas com grande sucesso principalmente no fato de reparar e aumentar a forma\u00e7\u00e3o de tecidos de maneira geral.<br \/>\nAlem da aplica\u00e7\u00e3o odontol\u00f3gica desta t\u00e9cnica, existem outras aplica\u00e7\u00f5es, como em cirurgia pl\u00e1stica, devido a acelera\u00e7\u00e3o de repara\u00e7\u00e3o tecidual.<br \/>\nUma das grandes vantagens desta t\u00e9cnica \u00e9 a facilidade na obten\u00e7\u00e3o do PRP bem como na sua aplica\u00e7\u00e3o durante os procedimentos que se deseja utilizar.<br \/>\nForam citados alguns trabalhos que efetivam a efic\u00e1cia da aplica\u00e7\u00e3o dessa t\u00e9cnica bem como os procedimentos utilizados na sua obten\u00e7\u00e3o (PRP).<br \/>\nO PRP pode ent\u00e3o, ser associado a biomateriais ou osso aut\u00f3geno e combinado \u00e0 trombina aut\u00f3gena produzindo um gel capaz de ser usado como material de enxerto cir\u00fargico.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia hemol\u00edtica auto-imune<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Elisabete Maria Batistela<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia desenvolve quando a produ\u00e7\u00e3o das hem\u00e1cias pela medula n\u00e3o pode ser compensada pelo aumento de destrui\u00e7\u00e3o devido \u00e0 hem\u00f3lise. A necessidade de transfus\u00e3o depende do grau de hem\u00f3lise e a habilidade do paciente tolerar a anemia. Por vezes o funcionamento defeituoso do sistema imunit\u00e1rio destr\u00f3i as pr\u00f3prias c\u00e9lulas porque as identifica de forma incorreta como corpos estranhos (rea\u00e7\u00e3o auto-imune).<br \/>\nQuando uma rea\u00e7\u00e3o auto-imune se dirige contra os gl\u00f3bulos vermelhos, o resultado \u00e9 a anemia hemol\u00edtica auto-imune (anemia imunomediada). A anemia hemol\u00edtica auto-imune tem muitas origens, mas a maioria das vezes a causa \u00e9 desconhecida (idiop\u00e1tica).<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aspectos gerais do Mieloma M\u00faltiplo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9rika Mouzinho Franco<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Mieloma m\u00faltiplo \u00e9 uma prolifera\u00e7\u00e3o neopl\u00e1sica de um clone \u00fanico de plasm\u00f3citos que se proliferam em n\u00f3dulos ou difusamente em toda medula \u00f3ssea, na maioria das vezes produzindo uma imunoglobulina monoclonal Este clone se prolifera na medula \u00f3ssea, e com grande freq\u00fc\u00eancia resulta em destrui\u00e7\u00e3o extensa do esqueleto, com les\u00f5es osteol\u00edticas, osteoporose e fraturas, anemia, insufici\u00eancia renal e hipercalcemia. Mais de 80% dos pacientes com mieloma apresentam quantidades aumentadas de uma imunoglobulina monoclonal do soro. A mais comumente envolvida \u00e9 a IgG, seguida por IgA, E IgD.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aspectos human\u00edsticos da coleta de sangue<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Geisibel de Oliveira Del Santo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Ao reconhecer os componentes que impedem que se colha uma amostra da forma recomendada \u00e9 importante que se defina como a qualidade humana \u00e9 primordial, pois neste aspecto, se o ser humano n\u00e3o estiver por inteiro, mesmo com tecnologia de ponta, assim mesmo a qualidade do resultado poder\u00e1 ser comprometida. Se estivermos atentos \u00e0s nossas emo\u00e7\u00f5es, podemos, por exemplo, nos acalmar nos momentos dif\u00edceis.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia Falciforme<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gisele Muniz Neves<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia falciforme \u00e9 uma doen\u00e7a gen\u00e9tica e heredit\u00e1ria, causada por anormalidade de hemoglobina dos gl\u00f3bulos vermelhos. O gene para uma hemoglobina anormal, denominada hemoglobina falciforme (Hb S-Sickle Cell), pode produzir v\u00e1rios estados patol\u00f3gicos. Quando a Hb S encontra-se presente em ambos os genes (SS), a doen\u00e7a produzida \u00e9 conhecida como anemia falciforme. Nos casos em que a Hb S \u00e9 apenas encontrada em um gene, com Hb A normal no outro gene, a doen\u00e7a \u00e9 denominada car\u00e1ter falciforme. A Hb S ocorre principalmente em afro-americanos, embora possa ser observada em popula\u00e7\u00f5es na regi\u00e3o Nordeste do mediterr\u00e2neo, no Caribe e na \u00cdndia. Nos afro-americanos, a incid\u00eancia do car\u00e1ter falciforme \u00e9 de cerca de 8% (com faixa de 5-14%) de acordo com os dados publicados, enquanto a da anemia falciforme \u00e9 inferior a 1%.O gene S tamb\u00e9m pode ser encontrado em combina\u00e7\u00e3o com um gene para outra hemoglobina anormal, como a Hb C. A anemia falciforme \u00e9 a doen\u00e7a heredit\u00e1ria de maior preval\u00eancia no Brasil. O diagn\u00f3stico tardio \u00e9 um dos problemas maiores, al\u00e9m da falta de oportunidade profissional, apesar de os mesmos poderem participar do mercado de trabalho, desde que estejam recebendo tratamento m\u00e9dico adequado e exer\u00e7am fun\u00e7\u00f5es compat\u00edveis com as suas limita\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Desordem de coagula\u00e7\u00e3o: Doen\u00e7a de von Willebrand<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Glauce Maria Santos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A Doen\u00e7a de von Willebrand \u00e9 a mais comum das doen\u00e7as heredit\u00e1rias que levam \u00e0 altera\u00e7\u00f5es da hemostasia. \u00c9 transmitida por gene autoss\u00f4mico dominante de penetr\u00e2ncia vari\u00e1vel. Constitui-se em um grupo de doen\u00e7as caracterizadas por um Fator von Willebrand (FvW) defeituoso ou deficiente. O FvW \u00e9 uma prote\u00edna que media a adesividade plaquet\u00e1ria e que carreia e estabiliza o Fator VIII. As plaquetas se aderem ao subendot\u00e9lio via FvW, que \u00e9 ligado a um receptor plaquet\u00e1rio espec\u00edfico composto da glicoprote\u00edna Ib. As plaquetas se agregam via fibrinog\u00eanio, que se liga a um receptor diferente nas plaquetas chamado glicoprote\u00edna IIb e IIIa. A agrega\u00e7\u00e3o plaquet\u00e1ria est\u00e1 normal na Doen\u00e7a de von Willebrand, a n\u00e3o ser com o agonista Ristocetina. A Doen\u00e7a de<br \/>\nvon Willebrand \u00e9 uma doen\u00e7a, primariamente, da fun\u00e7\u00e3o plaquet\u00e1ria, por\u00e9m, pela sua rela\u00e7\u00e3o de estabiliza\u00e7\u00e3o do Fator VIII pode apresentar manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas semelhantes \u00e0 hemofilia. A preval\u00eancia do tipo mais comum de Doen\u00e7a de von Willebrand \u00e9 o tipo 1. Caracteriza-se por sangramento de mucosa (epistaxe, equimoses, hematomas e sangramentos ap\u00f3s feridas, extra\u00e7\u00e3o dent\u00e1ria ou menometrorragia). Os n\u00edveis do FvW variam com &#8220;stress&#8221; e devem ser avaliados mais de uma vez em \u00e9pocas do ano distintas. Os testes &#8220;screening&#8221; para a Doen\u00e7a de von Willebrand s\u00e3o: PTTA, agrega\u00e7\u00e3o plaquet\u00e1ria pela Ristocetina e a dosagem do Fator von Willebrand.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Atividade dos eosin\u00f3filos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Henver Antonio Martins Quirino<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Os eosin\u00f3filos est\u00e3o presentes predominantemente no sangue perif\u00e9rico e t\u00eam fun\u00e7\u00e3o importante na medi\u00e7\u00e3o de processos inflamat\u00f3rios associados \u00e0 alergia, \u00e0 defesa contra parasitas metazo\u00e1rios helm\u00ednticos, em certos dist\u00farbios cut\u00e2neos al\u00e9rgicos e neopl\u00e1sicos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leucemia Miel\u00f3ide Cr\u00f4nica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Keila Rejane Guimar\u00e3es Vilela<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A leucemia miel\u00f3ide cr\u00f4nica \u00e9 uma doen\u00e7a mieloproliferativa que se origina a partir de uma c\u00e9lula m\u00e3e hematopoi\u00e9tica anormal resultando em prolifera\u00e7\u00e3o clonal de c\u00e9lulas progenitoras miel\u00f3ide malignas e n\u00famero excessivo de c\u00e9lulas miel\u00f3ides em todos os est\u00e1gios de matura\u00e7\u00e3o. Esta produ\u00e7\u00e3o anormal altera a produ\u00e7\u00e3o de leuc\u00f3citos na medula \u00f3ssea. A LMC progride por meio de tr\u00eas fases da doen\u00e7a, caracterizadas por fase cr\u00f4nica, fase acelerada e fase bl\u00e1stica ou final. O tratamento \u00e9 feito com quimioterapia utilizando de prefer\u00eancia o Interferon Alfa, mas chances de cura se d\u00e1 com o Transplante de Medula \u00d3ssea.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo de S\u00edndrome Mielodispl\u00e1sica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Lenira Nunes Maluf<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As S\u00edndromes Mielodispl\u00e1sicas (SMDs) compreendem um conjunto heterog\u00eaneo de doen\u00e7as hematopoi\u00e9ticas que se caracterizam por hematopoese ineficaz e se apresentam geralmente com citopenias no sangue perif\u00e9rico, medula \u00f3ssea hipercelular e displasia na diferencia\u00e7\u00e3o celular. O objetivo dessa revis\u00e3o \u00e9 analisar e estabelecer os crit\u00e9rios morfol\u00f3gicos (cito-histol\u00f3gicos) mais freq\u00fcentes, enfatizando o diagn\u00f3stico cl\u00ednico e laboratorial em amostras de sangue perif\u00e9rico e da medula \u00f3ssea, com especial direcionamento aos hematologistas e patologistas cl\u00ednicos que exercem a hematologia laboratorial na sua rotina de trabalho.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Doen\u00e7a mieloproliferativa: Policitemia vera<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">L\u00edvia Maria Ximenes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Os dist\u00farbios mieloproliferativos s\u00e3o enfermidades nas quais as c\u00e9lulas produtoras das c\u00e9lulas sang\u00fc\u00edneas (c\u00e9lulas precursoras) desenvolvem-se e reproduzem-se anormalmente na medula \u00f3ssea ou s\u00e3o expulsas desta devido a um crescimento excessivo de tecido fibroso. Os quatro principais dist\u00farbios mieloproliferativos s\u00e3o a policitemia vera, a mielofibrose, a trombocitemia e a leucemia mieloc\u00edtica cr\u00f4nica.<br \/>\nClinicamente, a policitemia vera traduz-se por um aumento das c\u00e9lulas do sangue, incluindo gl\u00f3bulos vermelhos (eritrocitose), gl\u00f3bulos brancos (leucocitose), e plaquetas (trombocitose), e um ba\u00e7o dilatado (esplenomegalia).<br \/>\n\u00c9 uma doen\u00e7a cr\u00f4nica, de evolu\u00e7\u00e3o lenta, com duas fases bem definidas: uma fase inicial, a fase plet\u00f3rica, em que h\u00e1 um excesso de c\u00e9lulas do sangue, e uma segunda fase em que as c\u00e9lulas do sangue est\u00e3o reduzidas, o ba\u00e7o atinge grandes dimens\u00f5es e a medula \u00f3ssea desenvolve progressiva fibrose e hipocelularidade.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia de doen\u00e7a cr\u00f4nica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luiz Ant\u00f4nio Ximenes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia de doen\u00e7a cr\u00f4nica \u00e9 a anemia desenvolvida em pacientes portadores de doen\u00e7a neopl\u00e1sica, infecciosas cr\u00f4nicas e processos inflamat\u00f3rios. \u00c9 uma anemia em que a s\u00e9rie vermela \u00e9 normoc\u00edtica e normocr\u00f4mica, com valores hematim\u00e9tricos que se situam entre leves e moderados. Possui uma diminui\u00e7\u00e3o de ferro mas, com estoque medular de ferro normal ou aumentado. Na anemia de doen\u00e7a cr\u00f4nica h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o da sobrevida das hem\u00e1cias, redu\u00e7\u00e3o da eritropoietina no rim, menor resposta dos precursores das hem\u00e1cias \u00e0 eritropoietina e um aprisionamento do ferro em seus locais de dep\u00f3sitos. Os macr\u00f3fagos ap\u00f3s o aparecimento de uma doen\u00e7a cr\u00f4nica inflamat\u00f3ria liberam citocinas, que estimula o f\u00edgado a produzir a hepcidina que juntamente com o fator de necrose tumoral alfa, a interleucina 6, a interleucina 1 e o gama-interferon s\u00e3o os respons\u00e1veis pelo desenvolvimento da anemia de doen\u00e7a cr\u00f4nica. Este artigo tem a finalidade de explicar a patogenia, o diagn\u00f3stico e o tratamento desta doen\u00e7a.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A import\u00e2ncia do tempo de protrombina no monitoramento de pacientes em uso de anticoagulantes orais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Luiz Roberto Assis<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Pacientes em uso de anticoagulantes orais s\u00e3o muito frequentes hoje nos laborat\u00f3rios de an\u00e1lises cl\u00ednicas. O fato se d\u00e1 devido a necessidade de se encontrar o n\u00edvel desejado de atividade anticoagulante. V\u00e1rios fatores interferem na a\u00e7ao dos anticoagulantes, dentre eles, idade, sexo, intera\u00e7\u00f5es medicamentosas, fatores patol\u00f3gicos, estado f\u00edsico e dieta alimentar, que por consequ\u00eancia, dificultam na determina\u00e7\u00e3o da dose ideal para cada paciente. O teste que mais auxilia o cl\u00ednico no ajuste da dose do medicamento \u00e9 o tempo de protrombina (TP) expresso pela Raz\u00e3o Normalizada Internacional (RNI). \u00c9 atrav\u00e9s do resultado deste exame que saberemos se o paciente est\u00e1 exposto a uma superdosagem do medicamento, o que poder\u00e1 lev\u00e1-lo a um quadro hemorr\u00e1gico, ou com uma dosagem demasiadamente baixa, o que pode fazer com que o processo tromb\u00f3tico continue e progrida com o risco de uma embolia mortal.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia Apl\u00e1stica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00e1rcia Romanelli Stipp Pereira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Anemia Apl\u00e1stica (AA) \u00e9 uma doen\u00e7a da medula \u00f3ssea onde o sangue perif\u00e9rico do portador apresenta pancitopenia (diminui\u00e7\u00e3o dos gl\u00f3bulos vermelhos, gl\u00f3bulos brancos e plaquetas) em conseq\u00fc\u00eancia a uma medula \u00f3ssea acentuadamente hipocelular.<br \/>\nA medula apresenta aplasia, quando as c\u00e9lulas pluripotente CD34 + (c\u00e9lula tronco) ou fatores reguladores da hematopoiese ou do microambiente medular sofrem altera\u00e7\u00f5es.<br \/>\nA patog\u00eanese mais relatada \u00e9 devida anormalidade intr\u00ednseca da c\u00e9lula tronco ou de anormalidades imunol\u00f3gica.<br \/>\nAs AA se classificam em Pancitop\u00eanicas (cong\u00eanitas e adquiridas) e Aplasia Pura da S\u00e9rie Vermelha (cong\u00eanita e adquirida).<br \/>\nNa maioria dos casos elas s\u00e3o do tipo adquiridas, ou seja, prim\u00e1rias ou secund\u00e1rias, apresentam as mesmas altera\u00e7\u00f5es hematol\u00f3gicas: grau vari\u00e1vel de anemia, leucopenia, e plaquetopenia (perif\u00e9rica ou medular). As prim\u00e1rias (idiop\u00e1ticas), as causas n\u00e3o s\u00e3o encontradas e as secund\u00e1rias, tem o agente causal sempre identificado (drogas, subst\u00e2ncias qu\u00edmicas, radia\u00e7\u00e3o, infec\u00e7\u00f5es virais, altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas, imunol\u00f3gicas, etc).<br \/>\nO diagn\u00f3stico se faz pela historia cl\u00ednica, comprovado por exames no sangue perif\u00e9rico (Hemograma, contagem de reticul\u00f3citos) e aspira\u00e7\u00e3o ou bi\u00f3psia da medula \u00f3ssea.<br \/>\nO tratamento se faz desde a reposi\u00e7\u00e3o de gl\u00f3bulos vermelhos e plaquetas, at\u00e9 transplante de medula \u00f3ssea se necess\u00e1rio.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Doen\u00e7a mielo e linfoproliferativa: conceitos e anemia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria do Livramento Campos Cantanhede<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia em doen\u00e7as mielo e linfoproliferativas \u00e9 um estado caracterizado pela diminui\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de hemoglobina, que pode ser decorrente da pr\u00f3pria doen\u00e7a ou do tratamento oncol\u00f3gico aplicado, podendo ser sintom\u00e1tico ou assintom\u00e1tico variando com a velocidade de instala\u00e7\u00e3o, gravidade, idade e sexo.<br \/>\nA anemia \u00e9 um sinal freq\u00fcente em pacientes portadores de doen\u00e7a hematol\u00f3gica, especialmente, naqueles com doen\u00e7a avan\u00e7adas ou extensivamente tratados.<br \/>\nAs c\u00e9lulas neopl\u00e1sicas oriundas de tecidos hematopoi\u00e9ticos (leucemias, linfomas e mielomas) t\u00eam tropismo para infiltrar a medula \u00f3ssea e essa extensa infiltra\u00e7\u00e3o leva ao quadro caracter\u00edstico de anemia.<br \/>\nEste processo de infiltra\u00e7\u00e3o medular \u00e9 caracterizado pela demonstra\u00e7\u00e3o, no sangue perif\u00e9rico, de anisocitose, poiquilocitose, dacri\u00f3citos e eventualmente a presen\u00e7a de eritroblastos. \u00c9 importante a investiga\u00e7\u00e3o de pacientes com anemia, para que seja diagnosticada a devida causa da anemia, porque, quanto mais r\u00e1pido for detectado a causa da anemia, como sinal de anormalidades cl\u00ednicas e laboratoriais e sua correla\u00e7\u00e3o com a histopatologia da medula \u00f3ssea, mais cedo ser\u00e1 estabelecido um diagn\u00f3stico preciso e seu planejamento para uma estrat\u00e9gia terap\u00eautica adequada.<br \/>\nPalavras-chaves: anemia, doen\u00e7a hematol\u00f3gica, neoplasia.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Interpreta\u00e7\u00e3o b\u00e1sica do leucograma<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria Fernanda Pinto Figueiredo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O Leucograma faz parte do hemograma, que \u00e9 o exame complementar mais requerido nas consultas m\u00e9dicas, sendo parte de todo check-up de sa\u00fade. O leucograma est\u00e1 inclu\u00eddo na lista de exames de mais de 40% dos pacientes dos laborat\u00f3rios cl\u00ednicos. O leucograma \u00e9 o estudo dos gl\u00f3bulos brancos do sangue (leuc\u00f3citos). Os leuc\u00f3citos s\u00e3o neutr\u00f3filos, eosin\u00f3filos, bas\u00f3filos, mon\u00f3citos e linf\u00f3citos. Atrav\u00e9s deste exame os gl\u00f3bulos brancos s\u00e3o avaliados quantitativa e qualitativamente, fornecendo ao cl\u00ednico dados de diversas patologias, sugerindo e\/ou descartando o diagn\u00f3stico de outras, sendo \u00fatil no controle evolutivo das doen\u00e7as infecciosas e cr\u00f4nicas em geral. Para tanto \u00e9 necess\u00e1rio interpretar corretamente as informa\u00e7\u00f5es fornecidas por este exame. Foi com objetivo de auxiliar os profissionais da sa\u00fade no entendimento deste importante exame laboratorial que este artigo foi elaborado.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Altera\u00e7\u00f5es no hemograma devido ao uso de cortic\u00f3ides<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Meyre Soares do Monte<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O presente artigo consiste em uma revis\u00e3o de literatura existente objetivando enfatizar as altera\u00e7\u00f5es no hemograma em raz\u00e3o do uso de cortic\u00f3ides. Sabe-se que a avalia\u00e7\u00e3o inicial do paciente deve ser feita pelo hemograma, mas este pode ter o n\u00famero de gl\u00f3bulos brancos alterados pelo uso de cortic\u00f3ides. Glicocortic\u00f3ides s\u00e3o horm\u00f4nios sint\u00e9ticos com atividades antiinflamat\u00f3rias e imunomoduladoras. Possuem benef\u00edcios e efeitos adversos, observados numa variedade de tecidos org\u00e2nicos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia Falciforme<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00f4nica Gouveia Prado Medeiros<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O gene para uma hemoglobina anormal, denominada hemoglobina falciforme (Hb S), pode produzir v\u00e1rios estados patol\u00f3gicos. Quando a Hb S encontra-se presente em ambos os genes (SS), a doen\u00e7a produzida \u00e9 conhecida como anemia falciforme. Nos casos que a Hb S \u00e9 encontrada em apenas um gene, com Hb A normal no outro gene, a doen\u00e7a \u00e9 denominada car\u00e1ter falciforme. A Hb S \u00e9 encontrada principalmente em afro-americanos, embora possa ser observada em outras popula\u00e7\u00f5es.<br \/>\nEm geral os sintomas de anemia falciforme (SS) homozig\u00f3tica s\u00f3 s\u00e3o observados a partir de seis meses de vida ou mais tarde. Por outro lado, uma percentagem consider\u00e1vel de pacientes com esta anemia morre antes de completar 40 anos de idade. A anemia \u00e9 de grau moderado ou grave, e o paciente quase apresenta icter\u00edcia leve (manifestada pela icter\u00edcia da escler\u00f3tica). O paciente parece adapta-se surpreendemente ao estado an\u00eamico, e, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de f\u00e1cil ou, talvez, de fraqueza, verifica-se a presen\u00e7a de poucos sintomas at\u00e9 o desenvolvimento de uma \u201ccrise\u201d falciforme.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S\u00edndrome mielodispl\u00e1sicas e seus aspectos gerais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">M\u00f4nica da Silva Rocha<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As s\u00edndromes mielodispl\u00e1sicas (SMD) s\u00e3o dist\u00farbios originados na c\u00e9lula-tronco (stem cell) da medula \u00f3ssea, compreende um grupo heterog\u00eaneo de doen\u00e7as hematopoeticas, com aspecto clinico e laboratorial altamente vari\u00e1vel. As s\u00edndromes mielodispl\u00e1sicas podem surgir de novo ou de maneira secundaria ap\u00f3s tratamento com quimioterapia ou radioterapia ou ambos para outras neoplasias. A SMD secundaria se apresenta de forma mais agressiva<br \/>\ne se apresenta em 10% dos casos. A doen\u00e7a ocorre com maior freq\u00fc\u00eancia<br \/>\nem pacientes acima de 60 anos porem e encontrado na inf\u00e2ncia.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Caracter\u00edsticas principais da leucemia linf\u00f3ide aguda (LLA)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Natsue do Nascimento Itonaga<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A Leucemia Linf\u00f3ide Aguda (LLA) \u00e9 uma doen\u00e7a maligna do sistema hematopoi\u00e9tico, caracterizada por uma prolifera\u00e7\u00e3o desordenada das c\u00e9lulas progenitoras linf\u00f3ides da m\u00e9dula \u00f3ssea, levando a infiltra\u00e7\u00e3o desta por c\u00e9lulas leucemicas, o que provoca a diminui\u00e7\u00e3o de todas as linhagens medulares, aparecendo assim os sintomas relacionados a doen\u00e7a. Corresponde a 75% dos casos de Leucemias infantis, posssui causa desconhecida, por\u00e9m relacionada a importantes associa\u00e7\u00f5es epidemiol\u00f3gicas e patol\u00f3gicas descritas no presente artigo. Fatores progn\u00f3sticos associados a anamnese e avalia\u00e7\u00e3o cl\u00ednica, atrav\u00e9s de testes f\u00edsicos e exames laboratoriais, confirmam o diagn\u00f3stico da doen\u00e7a e orientam o profissional quanto ao real estado do paciente e a melhor forma de terap\u00eautica, incluindo medidas de suporte geral, oferecendo desta maneira maiores chances de cura aos pacientes.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia Falciforme<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paula Stipp Pereira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia falciforme e uma hemoglobinopatia causada pela muta\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea qualitativa da HbA que ocorreu na \u00e1frica para preservar os indiv\u00edduos da malaria. Desta muta\u00e7\u00e3o ocorreu o aparecimento da HbS que quando presente na forma heterozigota denominamos de tra\u00e7o falciforme, o qual n\u00e3o apresenta manifesta\u00e7\u00f5es clinicas. Com o passar dos anos, surgiu o individuo homozigoto para HbS que apresenta uma anemia grave denominada anemia falciforme.<br \/>\nNo Brasil com a imigra\u00e7\u00e3o dos negros africanos portadores de HbS e tamb\u00e9m com grande imigra\u00e7\u00e3o de outros povos europeus, temos tanto a anemia falciforme de (hemoglobinopatia SS) como ela associada a outras hemoglobinopatias como a SF, SFA, SD, SC,SH, entre outras. Tratamos por s\u00edndrome falc\u00eamica toda vez que encontramos afoi\u00e7amento de hem\u00e1cias em baixas tens\u00f5es de oxig\u00eanio e doen\u00e7a falciforme quando o afoi\u00e7amento e em vivo causando serias manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas.<br \/>\nEste trabalho tem como objetivo a abordagem de algumas particularidades do diagnostico clinico e laboratorial e tratamento desta hemoglobinopatia.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mononucleose Infecciosa: conceito, diagn\u00f3stico e tratamento.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pedro Rodrigues de Sant\u2019Ana Junior<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A mononucleose infecciosa \u00e9 uma infec\u00e7\u00e3o espor\u00e1dica aguda que comumente afeta jovens adultos. \u00c9 acompanhada por uma febre irregular, faringite severa, adenopatia e esplenomegalia. Os achados laboratoriais caracter\u00edsticos s\u00e3o: uma linfocitose absoluta com muitas c\u00e9lulas \u201cat\u00edpicas\u201d, anticorpos antieritr\u00f3citos heter\u00f3filos e eleva\u00e7\u00e3o dos t\u00edtulos contra o v\u00edrus de Epstein-Baar (EBV).<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia ferropriva em gestantes e crian\u00e7as<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rafaela Batistela Bitencourt de Oliveira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As causas da anemia s\u00e3o muito numerosas, sendo a mais freq\u00fcente a defici\u00eancia de ferro por problemas nutricionais, atingindo principalmente as crian\u00e7as nos seus primeiros dois anos de vida e gestantes. Como qualquer problema de sa\u00fade p\u00fablica, sua origem \u00e9 multicausal e, desta maneira, tenta-se nesse artigo interpretar a sua rela\u00e7\u00e3o direta ou indireta com seus poss\u00edveis fatores determinantes, e os principais achados concordantes ou discordantes nos estudos epidemiol\u00f3gicos. Dentre esses fatores encontram-se as condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas, as condi\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia a sa\u00fade da crian\u00e7a, seus estado nutricional e os fatores biol\u00f3gicos, juntamente relacionados com a import\u00e2ncia do aleitamento materno e a gesta\u00e7\u00e3o bem acompanhada. Destacam-se o papel da dieta na lact\u00e2ncia e inf\u00e2ncia, no que diz respeito \u00e0 biodisponibilidade de ferro, e a idade da crian\u00e7a como principais determinantes. A anemia ferropriva \u00e9 considerada a altera\u00e7\u00e3o carencial de maior magnitude mundial na atualidade, atingindo cerca de 35% da popula\u00e7\u00e3o humana. \u00c9 um dist\u00farbio priorit\u00e1rio no nosso pa\u00eds; de forma surpreendente, e ao contr\u00e1rio da tend\u00eancia de decl\u00ednio de outras car\u00eancias nutricionais, como a desnutri\u00e7\u00e3o, a anemia ferropriva \u00e9 considerada uma endemia em expans\u00e3o no mundo e em nosso pa\u00eds afetando todos os segmentos sociais e atingindo especialmente as crian\u00e7as menores de dois anos e gestantes. Ocorre anemia quando esgota os estoques reticuloendoteliais de ferro e diminui\u00e7\u00e3o da oferta deste na medula \u00f3ssea, levando \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da s\u00edntese do heme, e portanto, \u00e0 produ\u00e7\u00e3o reduzida de hemoglobina e de eritr\u00f3citos. A melhor forma de preven\u00e7\u00e3o da anemia ferropriva, no entanto, \u00e9 a educa\u00e7\u00e3o e a fortifica\u00e7\u00e3o alimentar, embora mais lentas, s\u00e3o as melhores estrat\u00e9gias no combate a anemia ferropriva, uma vez que pode atingir popula\u00e7\u00f5es de diferentes idades, sexo e condi\u00e7\u00f5es s\u00f3cio-econ\u00f4micas, pois a anemia por defici\u00eancia de ferro \u00e9 um problema s\u00f3cio-econ\u00f4mico mundial.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Defici\u00eancia de \u00e1cido f\u00f3lico na gravidez<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rebeca Dias Costa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O \u00e1cido f\u00f3lico \u00e9 uma vitamina B9, que atua como coezima no metabolismo dos amino\u00e1cidos, na forma\u00e7\u00e3o do DNA e RNA e na divis\u00e3o celular. Ele \u00e9 essencial para o desenvolvimento gestacional, para forma\u00e7\u00e3o da placenta e crescimento do feto.<br \/>\nA car\u00eancia de folato pode resultar em destrui\u00e7\u00e3o prematura de precursores hematopoi\u00e9ticos, baixo peso ao nascer, anemia megalobl\u00e1stica, diminui\u00e7\u00e3o dos gl\u00f3bulos brancos e plaquetas. O \u00e1cido f\u00f3lico pode ser encontrado nos alimentos folhosos e nas frutas, mas \u00e9 recomendado a gestante receber suplementa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria tr\u00eas meses antes da concep\u00e7\u00e3o, assim estar\u00e1 prevenindo de malforma\u00e7\u00f5es do sistema nervoso central, descolamento da placenta e defeito do tubo neural.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia ferropriva: uma revis\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Roberta Rodrigues Natalino<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia ferropriva \u00e9 a mais grave defici\u00eancia de micronutrientes no mundo, afetando cerca de 30% dos indiv\u00edduos do planeta.<br \/>\n\u00c9 caracterizada pela defici\u00eancia de ferro, seja por redu\u00e7\u00e3o da ingest\u00e3o, perda de sangue, ou m\u00e1 absor\u00e7\u00e3o grave.<br \/>\nValores diminu\u00eddos de ferro acarretam uma produ\u00e7\u00e3o deficiente de hemoglobina e de outros compostos ferro dependentes, de forma a comprometer a eritropoiese, resultando em hem\u00e1cias hipocr\u00f4micas e microc\u00edticas, caracter\u00edsticas desse tipo de anemia.<br \/>\nA popula\u00e7\u00e3o de risco \u00e0 defici\u00eancia de ferro s\u00e3o lactentes, crian\u00e7as, adolescentes, gestantes e lactantes.<br \/>\nOs principais sintomas da anemia ferropriva est\u00e3o relacionados \u00e0 falta de oxigena\u00e7\u00e3o normal dos tecidos, especialmente do c\u00e9rebro e do pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia ferropriva: aspectos gerais, medidas nutricionais e tratamento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Rui Rebou\u00e7as Miotello<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O presente artigo faz um estudo sobre a anemia ferropriva, que atinge toda a popula\u00e7\u00e3o, desde crian\u00e7as at\u00e9 idosos, sem distin\u00e7\u00e3o entre ra\u00e7as e grupos econ\u00f4micos.<br \/>\nFez-se uma an\u00e1lise das fun\u00e7\u00f5es do ferro no organismo, como a sua ingest\u00e3o, digest\u00e3o, absor\u00e7\u00e3o, transporte, aproveitamento e perda do mesmo.<br \/>\nO artigo mostra tamb\u00e9m, todos os par\u00e2metros para o diagn\u00f3stico desta anemia microcitica e hipocromica, entre eles: eritr\u00f3citos, hemoglobina, hemat\u00f3crito, HCM, VCM, CHCM, ferritina, ferro, capacidade de liga\u00e7\u00e3o do ferro, satura\u00e7\u00e3o da transferrina e realiza\u00e7\u00e3o do esfrega\u00e7o sangu\u00edneo.<br \/>\nMedidas nutricionais profil\u00e1ticas foram relatadas, como nos casos de fortifica\u00e7\u00e3o de alimentos infantis com ferro, orienta\u00e7\u00f5es sobre modifica\u00e7\u00f5es da dieta e tamb\u00e9m considera\u00e7\u00f5es sobre o tratamento terap\u00eautico nas anemias por defici\u00eancia de ferro.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anemia ferropriva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Suellen Miranda Pietrar\u00f3ia<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A anemia ferropriva pode ser definida como a diminui\u00e7\u00e3o anormal na concentra\u00e7\u00e3o de hemoglobina no sangue. \u00c9 do tipo de anemia mais comum sendo a causa mais comum de uma anemia microc\u00edtica. \u00c9 causada pela defici\u00eancia de ferro, onde o ferro \u00e9 um dos principais constituintes da hemoglobina, respons\u00e1vel pelo transporte de oxig\u00eanio do sangue para os tecidos. Podemos caracteriza-la por interm\u00e9dio de exames laboratoriais quando estes apresentarem redu\u00e7\u00e3o nos n\u00edveis de hemoglobina s\u00e9rica a valores inferiores a 11mg\/dL, e hemat\u00f3crito abaixo de 2 desvios padr\u00e3o da refer\u00eancia considerada adequada.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Coagula\u00e7\u00e3o intravascular disseminada<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tatiana Coutinho da Silva Hott<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A coagula\u00e7\u00e3o intravascular disseminada (CIVD) n\u00e3o \u00e9 propriamente uma doen\u00e7a, mas uma s\u00edndrome adquirida, caracterizada pela ativa\u00e7\u00e3o difusa da coagula\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o intravascular, levando \u00e0 forma\u00e7\u00e3o e deposi\u00e7\u00e3o de fibrina na microvasculatura. A ativa\u00e7\u00e3o sist\u00eamica da coagula\u00e7\u00e3o promove n\u00e3o somente deposi\u00e7\u00e3o de fibrina e trombose, mas tamb\u00e9m, consumo e deple\u00e7\u00e3o dos fatores de coagula\u00e7\u00e3o e plaquetas, resultando freq\u00fcentemente em hemorragias. A CIVD pode se desenvolver em associa\u00e7\u00e3o a uma grande variedade de condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e para diagnostic\u00e1-la podem ser realizados exames laboratoriais de maneira seriada. Vale ressaltar que n\u00e3o existe, atualmente, exame laboratorial que isoladamente defina ou afaste o diagn\u00f3stico desta s\u00edndrome, por\u00e9m, a evolu\u00e7\u00e3o dos resultados \u00e9 importante. Como a CIVD \u00e9 sempre secund\u00e1ria a uma doen\u00e7a de base, a identifica\u00e7\u00e3o e tratamento da condi\u00e7\u00e3o predisponente s\u00e3o fundamentais para a sua resolu\u00e7\u00e3o. Devido \u00e0s seq\u00fcelas devastadoras, provocadas por essa s\u00edndrome, e ao seu alto \u00edndice de mortalidade, o diagn\u00f3stico precoce e o tratamento eficaz s\u00e3o imprescind\u00edveis. O presente artigo visa esclarecer diversos aspectos sobre a etiologia, fisiopatologia, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e diagn\u00f3stico da CIVD.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leucemia miel\u00f3ide aguda e terapia diferenciadora<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tha\u00eds Jana\u00edna Castagnaro<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: A leucemia promieloc\u00edtica aguda (LPA) representa de 5 a 8% das Leucemias Miel\u00f3ides Agudas (LMAs) e caracteriza-se pela expans\u00e3o clonal de promiel\u00f3citos anormais. O objetivo principal do tratamento deveria ser a erradica\u00e7\u00e3o do clone leuc\u00eamico e o restabeleciemtno da hematopoiese. No entanto, com o tratamento convencional, muitas vezes o clone leuc\u00eamico persiste e n\u00e3o consegue uma remiss\u00e3o completa do tumor. A terapia diferenciadora visa uma modula\u00e7\u00e3o do programa celular, onde a ordem natural de matura\u00e7\u00e3o, diferencia\u00e7\u00e3o, morte, desaparecimento e substitui\u00e7\u00e3o por c\u00e9lulas normais \u00e9 novamente restitu\u00edda. Os agentes, cujas pesquisas est\u00e3o em n\u00edveis mais avan\u00e7ados s\u00e3o o \u00e1cido-transretin\u00f3ico (ATRA) e o tri\u00f3xido ars\u00eanico (As 203) que atuam em vias independentes, indicando que, ambas poderiam ser utilizados como agentes sin\u00e9rgicos no tratamento da LPA.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Preval\u00eancia de anemia e altera\u00e7\u00f5es leucocit\u00e1rias em crian\u00e7as da cidade de Quatig\u00e1 \u2013 PR como parte do projeto Pi\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Val\u00e9ria Millarch Barbosa e Silva<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: Uma das manifesta\u00e7\u00f5es mais comuns de doen\u00e7a no mundo \u00e9 a anemia, sendo a anemia ferropriva a que mais aparece no ser humano, embora seja de dif\u00edcil diagn\u00f3stico. O objetivo deste estudo foi o de realizar um levantamento estat\u00edstico sobre a preval\u00eancia de anemia em escolares. Para isto, foi realizada uma investiga\u00e7\u00e3o em 62 crian\u00e7as, freq\u00fcentadoras do Projeto de Integra\u00e7\u00e3o da Inf\u00e2ncia e da Adolesc\u00eancia (PIA), situado na cidade de Quatigu\u00e1 \u2013 PR. Destes alunos, 30 eram do sexo masculino (48%), na faixa et\u00e1ria dos 7 a 10 anos, e 32 do sexo feminino (52%), na faixa et\u00e1ria de 7 a 10 anos. Os exames realizados foram a dosagem de hemaglobina, a determina\u00e7\u00e3o do hemat\u00f3crito e o c\u00e1lculo da concentra\u00e7\u00e3o de hemoglobina corpuscular m\u00e9dia (CHCM). Foi utilizada a concentra\u00e7\u00e3o de hemoglobina como par\u00e2metro para definir a presen\u00e7a de anemia, seguindo os limites estabelecidos pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) para cada faixa et\u00e1ria. A preval\u00eancia de anemia foi de 25,80% entre os escolares analisados.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica dos tra\u00e7os de hemoglobina na triagem neonatal do estado de Goi\u00e1s no per\u00edodo de Janeiro de 2007.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Viviane Cristina Drogomirecki<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: As hemoglobinopatias se apresentam como doen\u00e7as de import\u00e2ncia na sa\u00fade p\u00fablica de v\u00e1rios pa\u00edses latino-americanos. Sua preval\u00eancia nas Am\u00e9ricas do Sul, Norte e Central est\u00e1 relacionada com a heran\u00e7a \u00e9tnica de seus povos, que s\u00e3o descendentes de ind\u00edgenas, europeus, africanos e asi\u00e1ticos, que miscigenaram ao longo de 500 anos. Devido a esta origem muito heterog\u00eanea, a freq\u00fc\u00eancia e os tipos de hemoglobinopatias mostram amplas varia\u00e7\u00f5es regionais e nos subgrupos populacionais (NAOUM,1997). O processo de miscigena\u00e7\u00e3o pode ser analisado sob o ponto de vista de distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. Visando contribuir para o estudo da triagem neonatal e controle das hemoglobinopatias, apresentarem dados que colaborem na implementa\u00e7\u00e3o de condutas relacionadas \u00e0 sua preval\u00eancia, e conseq\u00fcentemente contribuir para grande valor social e cient\u00edfico da popula\u00e7\u00e3o de nossa regi\u00e3o, propomos esta investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O p\u00f3s-transplante de Medula \u00d3ssea<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Viviane Del Lama Cardoso<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Resumo: O transplante de medula \u00f3ssea \u00e9 uma modalidade terap\u00eautica que visa o tratamento da doen\u00e7a com o uso de altas doses de agentes quimioter\u00e1picos associados ou n\u00e3o a radioterapia corporal. Sabe-se que a maioria das complica\u00e7\u00f5es ocorrem durante os quatro primeiros meses ap\u00f3s o transplante, em raz\u00e3o de potenciais altera\u00e7\u00f5es em m\u00faltiplos \u00f3rg\u00e3os, seja pela neutropenia severa que predisp\u00f5e \u00e0 infec\u00e7\u00f5es bacterianas,fungicas e virais, pela decorr\u00eancia do regime de condicionamento chamada doen\u00e7a veno-oclusiva hep\u00e1tica, seja pela mucosite, pneumonia intersticial principalmente causada por citomegalov\u00edrus (CMV) e a principal em uma transplante alog\u00eanico que \u00e9 a doen\u00e7a enxerto contra hospedeiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Anemia Ferropriva \u00c1lvaro Alves Caetano Resumo: Observa\u00e7\u00f5es di\u00e1rias em atividades laboratoriais e freq\u00fc\u00eancia em literatura da \u00e1rea chamam aten\u00e7\u00e3o para anemia ferropriva. Sinal cl\u00ednico muito comum que aponta e direciona para necessidades b\u00e1sicas em sa\u00fade. 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