{"id":1438,"date":"2013-08-15T18:44:39","date_gmt":"2013-08-15T18:44:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1438"},"modified":"2013-08-15T18:44:39","modified_gmt":"2013-08-15T18:44:39","slug":"resumo-das-monografias-1a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-imunologia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-imunologia\/resumo-das-monografias-1a-turma-de-pos-graduacao-lato-sensu-em-imunologia\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias &#8211; 1\u00aa Turma de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o Lato Sensu em Imunologia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Influ\u00eancia do cari\u00f3tipo da S\u00edndrome de Ullrich-Turner no desenvolvimento da Tiroidite de Hashimoto <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Adriane Ara\u00fajo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A S\u00edndrome de Ullrich-Turner (SUT) \u00e9 uma patologia multissist\u00eamica com uma grande variabilidade de express\u00e3o. Embora associada inicialmente com o cari\u00f3tipo 45,X, as descri\u00e7\u00f5es de achados citogen\u00e9ticos incluem altera\u00e7\u00f5es num\u00e9ricas e estruturais envolvendo o cromossomo X. Aproximadamente uma em cada 50 gesta\u00e7\u00f5es apresenta embri\u00f5es com cari\u00f3tipo 45,X, mas devido a elevada letalidade intra-uterina, somente 1% destes conceptos sobrevive durante toda a gesta\u00e7\u00e3o. Este fato sugere que a concep\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos 45,X vi\u00e1veis s\u00f3 acontece quando existe uma outra linhagem celular (mosaicismo) em alguns \u00f3rg\u00e3os ou num per\u00edodo decisivo durante a embriog\u00eanese. As mulheres com S\u00edndrome de Ullrich-Turner (SUT), que possuem isocromossomos de X em seu cari\u00f3tipo, apresentam um risco aumentado de desenvolverem doen\u00e7a auto-imune da tire\u00f3ide (AIDT). Estudos avaliando a influ\u00eancia do cari\u00f3tipo no desenvolvimento da tiroidite auto-imune (tiroidite de Hashimoto) em adultos com SUT t\u00eam mostrado resultados conflitantes. Pressup\u00f5e-se que a auto-imunidade seja iniciada atrav\u00e9s de um processo inflamat\u00f3rio, possivelmente de origem infecciosa, num \u00f3rg\u00e3o end\u00f3crino. As c\u00e9lulas inflamat\u00f3rias na gl\u00e2ndula produzem interferon gama e outras citocinas, que induzem a express\u00e3o de novo, aberrante, de mol\u00e9culas HLA da classe II sobre as c\u00e9lulas end\u00f3crinas. Outros autores tamb\u00e9m acreditam que o mecanismo de inativa\u00e7\u00e3o do cromossomo X em mulheres podem constituir um fator de risco proveniente, especialmente, da perda da toler\u00e2ncia a c\u00e9lulas T.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>An\u00e1lise comparativa de dois Kits comerciais utilizados na investiga\u00e7\u00e3o do Fator Reumat\u00f3ide <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Amadeu Paqualim Neto<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Este trabalho apresenta uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica atualizada da literatura a respeito da artrite reumat\u00f3ide, abordando esta doen\u00e7a desde seus aspectos gerais, principais caracter\u00edsticas imunol\u00f3gicas, patogenia imunol\u00f3gica, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, diagn\u00f3stico imunol\u00f3gico, achados laboratoriais at\u00e9 o progn\u00f3stico. Esta pesquisa abordou principalmente o diagn\u00f3stico da artrite reumat\u00f3ide atrav\u00e9s da investiga\u00e7\u00e3o do fator reumat\u00f3ide, analisando uma das metodologias por meio de um estudo comparativo de dois kits comerciais. Os resultados obtidos demonstraram a concord\u00e2ncia dos kits e da metodologia usada.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lupus Eritematoso Sist\u00eamico <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Amilton Resende Sticca<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A despeito da efic\u00e1cia do sistema imune na prote\u00e7\u00e3o do organismo contra agentes agressores e do atual n\u00edvel dos estudos sobre o assunto, as doen\u00e7as autoimunes, ainda que bem elucidadas na sua grande maioria e mesmo com o atual arsenal terap\u00eautico, nos trazem apenas expectativas na cura das mesmas, representando s\u00e9rias preocupa\u00e7\u00f5es de sa\u00fade em todo o mundo. O lupus eritematoso sist\u00eamico (LES) \u00e9 o prot\u00f3tipo das doen\u00e7as autoimunes sist\u00eamicas, quando h\u00e1 falha ou colapso dos mecanismos normalmente respons\u00e1veis pela manuten\u00e7\u00e3o da auto-toler\u00e2ncia. O LES \u00e9 uma doen\u00e7a sist\u00eamica cr\u00f4nica com remiss\u00f5es e recidivas que afeta predominantemente o sexo feminino e estudos sustentam que fatores hormonais seriam os respons\u00e1veis pela propor\u00e7\u00e3o de 10-15 mulheres para cada homem na ocorr\u00eancia da enfermidade. Entretanto, sabe-se que sua origem deve-se \u00e0 a\u00e7\u00e3o de m\u00faltiplos fatores, o que ali\u00e1s, ocorre na maioria das doen\u00e7as autoimunes. A sintomatologia do LES \u00e9 incaracter\u00edstica, sobrepondo-se aos sintomas de outras doen\u00e7as, muitas vezes levando a uma demora do diagn\u00f3stico com conseq\u00fcente atraso no controle da doen\u00e7a. As modernas t\u00e9cnicas de diagn\u00f3stico imunol\u00f3gico s\u00e3o ferramentas indispens\u00e1veis para a elucida\u00e7\u00e3o e monitoramento da doen\u00e7a, principalmente ap\u00f3s a descoberta de anticorpos antinucleares (ANA) geralmente identificados pelas t\u00e9cnicas de imunofluoresc\u00eancia. A presente revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica sem a pretens\u00e3o de trazer fatos novos na elucida\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, reflete a experi\u00eancia de mais de 20 anos do autor e tenta aglutinar a vis\u00e3o de diversos autores na descri\u00e7\u00e3o dos sintomas, diagn\u00f3stico e tratamento do lupus eritematoso sist\u00eamico.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Citomegalov\u00edrus <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Ana Maria Vilela Cruvinel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente estuo visou estabelecer a preval\u00eancia do Citomegalov\u00edrus Humano (CMV) em pacientes do Hospital das Cl\u00ednicas &#8220;Dr Neves&#8221; de Mineiros \u2013 Goi\u00e1s, per\u00edodo de agosto a setembro de 2002, atrav\u00e9s da ea\u00e7\u00e3o Imunoenzim\u00e1tica com final em fluoresc\u00eancia (ELFA \u2013 Enzymelinked Fluorescent Assay) para CMV. Tratou-se de um estudo soroepidemiol\u00f3gico, onde foram analisadas 43 amostras, sendo dosadas anticorpos CMV IgG e CMV IgM. O diagn\u00f3stico laboratorial foi realizado no laborat\u00f3rio do Hospital citado. A pesquisa de anticorpos espec\u00edficos foi positiva em 95% para IgG e 100% negativas para IgM.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lupus Eritematoso Sist\u00eamico Incid\u00eancia Familiar <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Carmen Shirley Liberatori Gimaiel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Everson Stabile<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente estudo comp\u00f5em-se de 35 amostras de indiv\u00edduos de uma mesma fam\u00edlia que j\u00e1 teve um caso confirmado de Lupus Eritematoso Sist\u00eamico, j\u00e1 levado \u00e0 \u00f3bito, assim como um caso diagnosticado clinicamente como Lupus Eritematoso Sist\u00eamico, a fim de verificar-se a incid\u00eancia familiar da patologia. O exame de triagem realizado foi o FAN (ANA Hep-2), Wama, al\u00e9m do anti-DNA, Hemagem e C\u00e9lulas LE. Nos casos positivos para o FAN, foram realizados os seguintes exames: anti Sm r anti Rnp. Obteve-se 05 exames positivos e 30 negativos para FAN. Obteve-se 35 exames negativos para todas as outras provas, que s\u00e3o as conclusivas para fechar-se o diagn\u00f3stico de Lupus Eritematoso Sist\u00eamico. Conclui-se, ent\u00e3o, que n\u00e3o h\u00e1 qualquer v\u00ednculo familiar nesta patologia, ficando por conta da probabilidade matem\u00e1tica o aparecimento de mais um caso da patologia em uma fam\u00edlia.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Diagn\u00f3stico e Tratamento das Alergias <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Claudemyr Soares<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> No geral, \u00e9 apropriado que o paciente al\u00e9rgico procure assist\u00eancia m\u00e9dica com especialistas em alergologia. O diagn\u00f3stico da alergia \u00e9 bastante complexo, onde inclui na aten\u00e7\u00e3o m\u00e9dica diversos fatores. Deve-se lembrar que a partir de uma an\u00e1lise privilegiada na hist\u00f3ria do al\u00e9rgico, associada \u00e0 um exame m\u00e9dico capacitado, torna-se necess\u00e1rio confirmar o diagn\u00f3stico atrav\u00e9s de testes laboratoriais. Enfim com o diagn\u00f3stico de alergia confirmado, e depois de identificados os al\u00e9rgenos, faz-se necess\u00e1rio estabelecer uma terapia apropriada. No entanto, o m\u00e9dico deve atribuir ao paciente um tratamento mais adequado, que pode ser a farmacoterapia, supress\u00e3o e a imunoterapia. Outrossim, o melhor no combate \u00e0s alergias j\u00e1 se sabe, \u00e9 identificar as causas, para evit\u00e1-las. Portanto isso s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com a realiza\u00e7\u00e3o do controle do ambiente, dietas, testes cut\u00e2neos ou exames de dosagem de anticorpos. No geral, um diagn\u00f3stico preciso e seguro proporcionar\u00e1 a um tratamento eficaz, contribuindo assim para o bem-estar dos pacientes al\u00e9rgicos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Hepatites Virais <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Edileine Fernandes Moreira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Esta monografia tem como objetivo ser uma fonte r\u00e1pida e objetiva de consulta sobre todas as hepatites virais j\u00e1 conhecidas, diferenciando-as de acordo com sua fisiopatologia, diagn\u00f3stico laboratorial e tratamento. Na fisiopatologia temos a etologia, transmiss\u00e3o, incuba\u00e7\u00e3o e aspectos cl\u00ednicos caracter\u00edsticos de cada hepatite. No diagn\u00f3stico laboratorial, destacam-se todos os exames laboratoriais necess\u00e1rios para um bom diagn\u00f3stico, podendo assim identificar com mais precis\u00e3o a fase em que se encontra a doen\u00e7a bem como a sua cronicidade. Para tratamentos existem protocolos adotados distintos, baseados na fase em que se encontra a doen\u00e7a e na resposta imunol\u00f3gica de cada organismo, podendo chegar at\u00e9 a \u00faltima cartada que \u00e9 o transplante de f\u00edgado. Por final encerramos com considera\u00e7\u00f5es sobre como viver com a hepatite. Enfrentando do modo mais natural todas as limita\u00e7\u00f5es que essa doen\u00e7a pode proporcionar.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Abordagem cl\u00ednica e laboratorial do P\u00eanfigo <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Fabiana Cristina Cossa do Prado Schneidewind<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Esta monografia tem como objetivo ser uma fonte de consulta r\u00e1pida e objetiva com informa\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e laboratoriais da patologia da pele, o P\u00eanfigo. Da doen\u00e7a auto-imune que causa desordem devastadora de pele e membrana s\u00e3o descritas a defini\u00e7\u00e3o e classifica\u00e7\u00e3o, como tamb\u00e9m de suas variantes. A causa da desordem do sistema imunol\u00f3gico, onde s\u00e3o produzidos anticorpos antiprote\u00ednas espec\u00edficas da pele e membrana mucosa, \u00e9 descrita como o conjunto de fatores gen\u00e9ticos, ambientais, metab\u00f3licos, onde se destaca, principalmente a predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica demonstrada em estudos cient\u00edficos. Os diferentes m\u00e9todos laboratoriais para diagn\u00f3stico do p\u00eanfigo s\u00e3o abordados de forma sucinta, por\u00e9m definindo as vantagens e desvantagens de cada m\u00e9todo e qual o melhor de acordo com a evolu\u00e7\u00e3o agressiva ou remissiva da doen\u00e7a; E, por fim, s\u00e3o discutidas as terapias de tratamento para o P\u00eanfigo e seus efeitos colaterais destacando o fator imprescind\u00edvel de se obter um diagn\u00f3stico r\u00e1pido e preciso, para minimizar estes efeitos. H\u00e1 tamb\u00e9m a import\u00e2ncia da informa\u00e7\u00e3o ao doente e familiares sobre a patologia e o tratamento, para se ter sucesso e melhorar a forma de encarar a doen\u00e7a sem gerar transtornos entre os familiares, fazendo com que o paciente tenha um estilo de vida bastante normal.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Hepatites Virais <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Fabiana Marques Barros<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> As Hepatites Virais s\u00e3o doen\u00e7as infecciosas, de transmissibilidade inter-humana, evolu\u00e7\u00e3o aguda ou cr\u00f4nica, que, pela alta morbilidade universal, constituem importante problema de sa\u00fade p\u00fablica. Temos Hepatite A e a Hepatite E que \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa aguda, causada por v\u00edrus, que produz inflama\u00e7\u00e3o e necrose do f\u00edgado. A transmiss\u00e3o do v\u00edrus \u00e9 fecal-oral, atrav\u00e9s da ingest\u00e3o de \u00e1gua e alimentos contaminados, uma pessoa infectada com o v\u00edrus pode ou n\u00e3o desenvolver a doen\u00e7a, a infec\u00e7\u00e3o confere imunidade permanente contra a doen\u00e7a. Na Hepatite Delta o principal mecanismo do VHD est\u00e1 associado a via parenteral, a infec\u00e7\u00e3o delta \u00e9 a principal causa de cirrose hep\u00e1tica em adultos jovens. No v\u00edrus da Hepatite B ela \u00e9 transmitida atrav\u00e9s dos flu\u00eddos corp\u00f3reos ou de sangue, pela rela\u00e7\u00e3o sexual, por transplante de \u00f3rg\u00e3o, atrav\u00e9s de seringas compartilhadas pelos usu\u00e1rios de drogas endovenosas. Como o VHB n\u00e3o \u00e9 diretamente citop\u00e1tico, existem evid\u00eancias consider\u00e1veis de que a Hepatite B se inicia por uma resposta celular dirigida contra ant\u00edgenos virais espec\u00edficos, que levar\u00e3o ao dano hep\u00e1tico. Temos tamb\u00e9m uma doen\u00e7a cr\u00f4nica e assintom\u00e1tica, que ataca o f\u00edgado e pode levar \u00e0 cirrose e ao c\u00e2ncer, esta \u00e9 a Hepatite do tipo C, transmitida pelo sangue, \u00e9 considerada o maior problema de sa\u00fade p\u00fablica dos dias de hoje, pois afeta 170 milh\u00f5es de pessoas no mundo. Mais recentemente foi publicado estudos cient\u00edficos sobre um outro tipo de Hepatite que se caracteriza como um agente viral de transmiss\u00e3o parenteral, \u00e9 a Hepatite G, que os grupos de risco expostos a esse v\u00edrus s\u00e3o comparados aos das Hepatites B e C. Como vimos neste trabalho foi poss\u00edvel observar que as hepatites p\u00f3s-transfusionais reduziram devido ao grande trabalho que os bancos de sangue vem desenvolvendo com as campnhas de preven\u00e7\u00e3o, por\u00e9m novos v\u00edrus surgiram e preocupam os servi\u00e7os de terap\u00eautica transfusionais. Por isso, a busca de informa\u00e7\u00f5es atuais sobre o assunto \u00e9 sem d\u00favida de grande interesse aos profissionais quedesempenham o laborioso trabalho da busca da qualidade total dos produtos hemoter\u00e1picos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Incid\u00eancia de Hepatite C em doadores de sangue do Hemocentro de Mar\u00edlia <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Fabiana Marquizelli<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O v\u00edrus da Hepatite C, \u00e9 conhecido hoje como v\u00edrus N\u00c3O-A, N\u00c3O-B, associado a transfus\u00e3o, foi descoberto em 1988. A infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus da hepatite C, geralmente \u00e9 moderado e assintom\u00e1tica, apresenta distribui\u00e7\u00e3o global, aparecendo cerca de 150.000 novos casos por ano. A infec\u00e7\u00e3o ocorre principalmente por via sang\u00fc\u00ednea, com maior frequ\u00eancia em pessoas que fazem uso de seringas compartilhadas. Foi estudado no Hemocentro de Mar\u00edlia, no per\u00edodo de janeiro \u00e0 dezembro de 2002, a incid\u00eancia de doadores de sangue com o v\u00edrus da Hepatite C, as amostras s\u00e3o colhidas no momento da doa\u00e7\u00e3o, em tubos pilotos, s\u00e3o realizados dois testes o ELIZA e o teste confirmat\u00f3rio RIBAm que s\u00e3o testes imunoenzim\u00e1ticos que possuem alta esopecificidade e sensibilidade. No per\u00edodo descrito acima o Hemocentro de Mar\u00edlia teve um total de 14.405 doadores aptos para a doa\u00e7\u00e3o, sendo que destes, 32 apresentaram sorologia para HCV e 14.373 com sorologia negativa para HCV. Sendo estes doadores com faixa et\u00e1ria de 18 a 60 anos, etnias variadas e ambos os sexos. Dos 32 doadores com sorologia positiva para o v\u00edrus HCV, 24 eram do sexo masculino e 8 do sexo feminino, apresentando uma incid\u00eancia maior no sexo masculino, verificando tamb\u00e9m que estes doadores tinham idade m\u00e9dia entre 37 e 65 anos.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Estudo comparativo entre ELISA, ELFA e Imunocromatogr\u00e1fico para determina\u00e7\u00e3o de Anticorpos Anti-HIV 1 e Anti-HIV 2 <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Fernando Lopes Bandoni<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A AIDS \u00e9 uma doen\u00e7a pand\u00eamica que tem como agente etiol\u00f3gico o v\u00edrus HIV (Human Immunodeficiency Virus). Existem v\u00e1rias metodologias dispon\u00edveis para o diagn\u00f3stico do HIV. O presente trabalho envolve as seguintes: ELISA, ELFA e Imunocromatogr\u00e1gico. O objetivo deste trabalho foi comparar o m\u00e9todo imunocromatogr\u00e1fico frente a duas metodologias amplamente utilizadas, o ELISA e o ELFA avaliando a sensibilidade e especificidade de cada um. Para este trabalho foram utilizadas 174 amostras de soro humano de 3 grupos distintos. Em todas as amostras citadas acima foram realizados os testes para determina\u00e7\u00e3o de anticorpos anti-HIV 1 e anti-HIV 2, utilizando-se os kits: DETECT para HIV (ELISA) fabricado por Biochem Immunosystestems Inc., VIDAS HIV DUO (ELFA) fabricado por BIOM\u00c9RIEUX e IMUNO-R\u00c1PIDO HIV 1 e 2 (Imunocromatogr\u00e1fico) fabricado por WAMA DIAGN\u00d3STICA. As 174 amostras analisadas no presente trabalho apresentaram os mesmos resultados frente \u00e0s 3 metodologias utilizadas, obtendo-se total concord\u00e2ncia. Podemos concluir que o m\u00e9todo IMUNOCROMATOGR\u00c1FICO da WAMA Diagn\u00f3stica apresenta \u00f3tima sensibilidade e especificidade para triagem sorol\u00f3gica de anticorpos anti-HIV 1 e 2, comparada com metodologias amplamente utilizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: e-mail: flbandoni@ig.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Polimorfismo gen\u00e9tico nas Hemofilias A e B <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Gina Camilo de Oliveira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A hemostasia \u00e9 o equil\u00edbrio da circula\u00e7\u00e3o sang\u00fc\u00ednea. H\u00e1 diversos fatores que participam na cascata da coagula\u00e7\u00e3o sang\u00fc\u00ednea. Os principais dist\u00farbios na coagula\u00e7\u00e3o s\u00e3o a hemofilia A (cl\u00e1ssica) e a hemofilia B, respectivamente, altera\u00e7\u00f5es nos fatores prot\u00e9icos VIII e IX (fator Christmas). Os genes do fator VIII e do fator IX est\u00e3o localizados no bra\u00e7o longo do cromossomo X. A hemofilia \u00e9 uma doen\u00e7a recessiva ligada ao sexo, com uma incid\u00eancia de 1 em 5.000 indiv\u00edduos do sexo masculino. Dist\u00farbios gen\u00e9ticos que afetam a produ\u00e7\u00e3o, estrutura e fun\u00e7\u00e3o dos fatores da coagula\u00e7\u00e3o podem causar defeitos ou anormalidades na coagula\u00e7\u00e3o. Os hemof\u00edlicos t\u00eam um aumento no tempo de coagula\u00e7\u00e3o, o que ocasiona uma tend\u00eancia hemorr\u00e1gica anormal. A manifesta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica da doen\u00e7a pode ser classificada em leve, moderada e severa, de acordo com a muta\u00e7\u00e3o associada. Os polimorfismos s\u00e3o utilizados como &#8220;marcadores&#8221; gen\u00e9ticos para estudos de genes em fam\u00edlias. Esta revi\u00e3o enfatiza os polimorfismos nos genes do fator VIII e fator IX, an\u00e1lise de suas liga\u00e7\u00f5es (linkage) e suas varia\u00e7\u00f5es \u00e9tnicas, al\u00e9m de evidenciar a patologia molecular de muta\u00e7\u00f5es com uma abordagem nas rela\u00e7\u00f5es causa0efeito que existem.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Correla\u00e7\u00e3o entre testes &#8220;in vivo&#8221; e &#8220;in vitro&#8221; na determina\u00e7\u00e3o de alergias. Um estudo te\u00f3rico <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Jose Caetano Augusti<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Atrav\u00e9s dos relatos dos pesquisadores, m\u00e9dicos e cientistas o correlacionamento dos testes in vivo e in vitro, para a determina\u00e7\u00e3o de al\u00e9rgenos espec\u00edficos na identifica\u00e7\u00e3o de alergia, evidenciou nos primiros estudos que os testes cut\u00e2neos &#8220;in vivo&#8221; eram bastante superiores em sensibilidade e de um custo baixo para o paciente. Entretanto, no decorrer do avan\u00e7o tecnol\u00f3gico houve um aprimoramento da qualidade dos testes &#8220;in vitro&#8221; com substancial acur\u00e1cia da sensibilidade, especificidade, praticidade e at\u00e9 mesmo a diminui\u00e7\u00e3o do custo do exame. Nestes termos, percebemos que os testes para identifica\u00e7\u00e3o tem que superar a cada ensaio a sua sensibilidade, que \u00e9 determinada pelo percentual (%) de resultados positivos obtidos por um dado teste, quando h\u00e1 doen\u00e7a de fato, usando-se a f\u00f3rmula: S = VP\/VP + FN onde S (sensibilidade), VP (verdadeiramente positivo) e FN (falso negativo) e sua especificidade, que \u00e9 determinada pelo percentual (%) de resultados negativos obtidos por um dado teste, quando n\u00e3o h\u00e1 doen\u00e7a de fato, usa-se a f\u00f3rmula: E = VN\/VN + FP onde E (especificidade), VN (verdadeiramente negativo) e FP (falso positivo), para tal concord\u00e2ncia necessitamos de uma certa efici\u00eancia dos resultados, por isso, usamos a f\u00f3rmula para determina a Efici\u00eancia: EF = VP = VN \/ VP + FP + VN + FN, determinada pela rela\u00e7\u00e3o entre a somat\u00f3ria dos resultados verdadeiramente positivos mais os verdadeiramente negativos, dividido pelo total de testes realizados. A Efici\u00eancia dos ensaios ser\u00e1 de melhor qualidade quando o resultado se aproximar de 1. Em rela\u00e7\u00e3o a regi\u00e3o metropolitana de Campinas, SP, ficou a prefer\u00eancia dos m\u00e9todo otorrinolaringologistas e alergologistas pelo teste RAST\/FEIA, pois, o mesmo teste oferece credibilidade, confiabilidade e resultados dentro do quadro de agudiza\u00e7\u00e3o ou cronicidade da alergia. Junta-se a isto, a praticidade da realiza\u00e7\u00e3o do teste, que necessita apenas uma amostra de sangue e uma quantidade de soro pequena ao qual realiza os testes para v\u00e1rios al\u00e9rgenos espec\u00edficos diferentes. O RAST apresenta diversas aplica\u00e7\u00f5es tal como o teste cut\u00e2neo de hipersensibilidade imediata. Quando comparados entre si os dois tipos de provas t\u00eam vantagens e desvantagens, a escolha preferencial de uma ou outra depende das condi\u00e7\u00f5es de realiza\u00e7\u00e3o do exame. Sabendo que nenhum dos dois testes &#8220;in vivo&#8221; e &#8220;in vitro&#8221; representem um padr\u00e3o a ser seguido pelo laborat\u00f3rio, ambos podem, e devem, contribuir de forma relevante para que os resultados obtidos possam chegar mais perto do diagn\u00f3stico das doen\u00e7as al\u00e9rgicas, identificando o agente agressor e o seu tratamento adequado, sempre apostando em sua efici\u00eancia.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>No\u00e7\u00f5es gerais sobre HPV <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Juliana Siqueira Sopa Meirinhos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O v\u00edrus HPV \u00e9 conhecido como &#8220;Crista de Galo&#8221; e pertence \u00e0 fam\u00edlia Papovaviridae. Seu material gen\u00e9tico \u00e9 representado por DNA, envolvido por um caps\u00eddio. S\u00e3o conhecidos mais de 70 subtipos e s\u00e3o classificados como: baixo risco, intermedi\u00e1rio e alto risco; atingindo pacientes com idade entre 20 e 40 anos. As vias de transmiss\u00e3o do HPV podem ser sexual, sang\u00fc\u00ednea, materno fetal e fomites. O v\u00edrus do HPV provoca alguns sintomas como: coceiras, corrimento, dor, mal cheiro e sinais inflamat\u00f3rios, acometendo homens e mulheres. Quando o HPV \u00e9 detectado deve ser feito o tratamento imediato e somente o especialista pode indicar o melhor diagn\u00f3stico.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Participa\u00e7\u00e3o instrutiva e preventiva do laborat\u00f3rio cl\u00ednico atrav\u00e9s dos laudos de sorologia para toxoplasmose <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Kellen Fernandes Constantino<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Este trabalho foi elaborado a partir da necessidade que o Laborat\u00f3rio Cl\u00ednico passa a Ter, hoje, de se inserir mais participativamente na sociedade, contribuindo, progressivamente, como um &#8220;divulgador&#8221; de sa\u00fade e bem estar aos seus pacientes. Foi escolhido o exame de sorologia para toxoplasmose como base para esta pesquisa, sendo modificado o laudo deste exame e nele acrescido uma nota explicativa sobre a doen\u00e7a e algumas das formas de cont\u00e1gio da toxoplasmose. Como a forma mais grave desta doen\u00e7a ocorre quando a primeira infec\u00e7\u00e3o \u00e9 adquirida durante o per\u00edodo gestacional, a nota foi especificada, exclusivamente, \u00e0s pacientes gr\u00e1vidas suscept\u00edveis \u00e0 doen\u00e7a com o intuito de evitar a contamina\u00e7\u00e3o fetal. Ap\u00f3s a entrega do resultado mantinha-se contato com as pacientes, interrogando-as a respeito da nota que continha o laudo, avaliando o grau de compreens\u00e3o e a opini\u00e3o, das mesmas, sobre a atitude do Laborat\u00f3rio. A pesquisa foi realizada na cidade de Goi\u00e2nia, no estado de Goi\u00e1s, pelo Laborat\u00f3rio Brasil e Laborat\u00f3rio Sabin, durante o per\u00edodo de janeiro a mar\u00e7o de 2003. Pela seguinte pesquisa conclui-se que a maioria das pacientes tem o h\u00e1bito de ler os exames. Obtivemos grande aprova\u00e7\u00e3o, seguido de um ponto muito favor\u00e1vel e importante que foi o despertamento da curiosidade das pacientes sobre a doen\u00e7a, resultando em um prolongamento do di\u00e1logo entre m\u00e9dico-paciente com consequente aumento dos cuidados necess\u00e1rios para se evitar o cont\u00e1gio com o Toxoplasma gondii.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Preval\u00eancia de HTLV-I\/II em doadores de sangue do Hemocentro de Mar\u00edlia \u2013 SP <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Larissa Tranquilino Bardela<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O presente trabalho se destina a avaliar a preval\u00eancia de infec\u00e7\u00e3o por HTLV I\/II em doadores de sangue do Hemocentro de Mar\u00edlia \u2013 SP, no per\u00edodo de dezembro de 1998 a outubro de 2002. Dos 73.326 doadores analisados, 48 (0,06%) se mostraram soropositivos para a infec\u00e7\u00e3o por HTLV. As coletas externas apresentaram uma positividade de 21% (10) e o Banco de Sangue Central de 79% (38). No Banco de Sangue Central foi poss\u00edvel observar a soropreval\u00eancia relacionada ao sexo, idade e profiss\u00e3o. Dos 38 doadores soropositivos do Banco de Sangue Central, a sua maioria \u00e9 do sexo masculino (81,6%), possuem uma idade m\u00e9dia de 32,8 anos e enquadram-se no grupo 7\/8\/9 da tabela de Classifica\u00e7\u00e3o Brasileira de Ocupa\u00e7\u00e3o. Se comparado a outros locais do pa\u00eds, o Hemocentro de Mar\u00edlia apresenta uma soropreval\u00eancia para HTLV I\/II, em seus doadores, baixa.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Preval\u00eancia da infec\u00e7\u00e3o do v\u00edrus da Imunodefici\u00eancia Humana em gestantes atendidas na rede p\u00fablica do munic\u00edpio de Urua\u00e7u \u2013 GO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Marcelo de Castro C. Morais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Considerando-se que a principal via de infec\u00e7\u00e3o pelo HIV na popula\u00e7\u00e3o infantil \u00e9 a transmiss\u00e3o perinatal, e que diversos estudos realizados at\u00e9 o momento demonstraram uma redu\u00e7\u00e3o importante da transmiss\u00e3o vertical com o uso de zidovudina na gesta\u00e7\u00e3o, no trabalho de parto\/parto e no rec\u00e9m-nascido, a garantia do acesso ao acompanhamento pr\u00e9-natal e aos testes para diagn\u00f3stico do HIV a todas as gestantes durante esse per\u00edodo \u00e9 altamente recomend\u00e1vel. At\u00e9 o ano de 2001 muitas mulheres, da cidade de Urua\u00e7u, realizavam o pr\u00e9-natal sem terem sido aconselhadas e testadas para o HIV. H\u00e1 evid\u00eancias de que a maioria dos casos de transmiss\u00e3o vertical do HIV ocorre mais tardiamente na gesta\u00e7\u00e3o, e principalmente durante o trabalho de parto e no parto propriamente dito. Posteriormente, se a mulher amamentar a crian\u00e7a, h\u00e1 ainda o risco adicional de em m\u00e9dia 15% de transmiss\u00e3o do HIV por essa via. Este trabalho teve como objetivo investigar a ocorr\u00eancia do HIV em pacientes gestantes no munic\u00edpio de Urua\u00e7u-GO. Assim, foi realizado um levantamento dos resultados obtidos da an\u00e1lise sorol\u00f3gica de 519 gestantes atendidas pelo CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento) de Urua\u00e7u-GO, no per\u00edodo de mar\u00e7o a dezembro de 2002. Sendo que a t\u00e9cnica ELISA (Ensaio Imunoenzim\u00e1tico) foi a metodologia utilizada nesta investiga\u00e7\u00e3o de triagem para o HIV. Entretanto, em popula\u00e7\u00f5es de baixa preval\u00eancia para a infec\u00e7\u00e3o pelo HIV, como \u00e9 o caso das gestantes em nosso estado (estimada entre 0,5 e 1,0%), seria esperada a ocorr\u00eancia de exames falso-positivos. Isto posto, tornou-se necess\u00e1rio a realiza\u00e7\u00e3o de dois testes para cada paciente, com o uso de kits comerciais contendo ant\u00edgenos recombinantes do HIV-1 e HIV-2, distintos. Caso fossem obtidos resultados positivos ou discordantes, as amostras seriam retestadas e, persistindo o mesmo resultado, seriam encaminhadas para serem submetidas a testes confirmat\u00f3rios (Western-Blot e PCR). Contudo, no per\u00edodo estudado, n\u00e3o encontramos nenhuma paciente que apresentasse teste positivo para o HIV, com o uso do m\u00e9todo ELISA. Estes resultados demonstram que a preval\u00eancia da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV em gestantes da cidade de Urua\u00e7u \u00e9 de zero (zero)%.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>An\u00e1lise comparativa da IgG Anti Toxoplasma gondii por tr\u00eas m\u00e9todos laboratoriais <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Margarete Dolores Marson Sanches<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Silvia Zucchi Bail\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A toxoplasmose humana \u00e9 uma doen\u00e7a causada pelo Toxoplasma gondii, sendo os felinos os principais transmissores. A transmiss\u00e3o da doen\u00e7a ocorre por contato com fezes contaminadas com oocistos eliminados no solo e pela ingest\u00e3o de \u00e1gua e alimentos como o leite e a carne contaminados. O Toxoplasma gondii, apesar de infectar o homem \u00e9 um parasita de natureza benigna na toxoplasmose adquiirida na vida p\u00f3s natal, onde as perturba\u00e7\u00f5es podem ser leves e tempor\u00e1rias. As manifesta\u00e7\u00f5es mais graves s\u00e3o vistas nas mol\u00e9stias: cong\u00eanita e na ocular. Existem casos assintom\u00e1ticos da mol\u00e9stia e assim sendo, sentimos a necessidade de pesquisar os anticorpos anti-Toxoplasma gondii atrav\u00e9s de an\u00e1lise comparativa entre tr\u00eas m\u00e9todos laboratoriais. Conforme os resultados obtidos foram verificadas concord\u00e2ncias significativas para a positividade entre os tr\u00eas m\u00e9todos utilizados durante o experimento.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00cdndice de Hepatite B em doadores de sangue na unidade de coleta e transfus\u00e3o de C\u00e1ceres \u2013 MT <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Patr\u00edcia Barbosa Gon\u00e7alves<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Com este estudo conseguimos comprovar que o \u00edndice de vacina\u00e7\u00e3o entre os doadores da Unidade de Coleta e Transfus\u00e3o de C\u00e1ceres \u00e9 baixo. Apenas 8% dos doadores foram vacinados. A preval\u00eancia da Hepatite B entre os doadores alcan\u00e7ou um n\u00edvel elevado, principalmente em jovens do sexo masculino com vida sexual ativa. Por ser a Hepatite B uma doen\u00e7a sexualmente transmiss\u00edvel, devemos incentivar e conscientizar a popula\u00e7\u00e3o para o uso adequado de preservativos e imuniza\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de vacinas, bem como orientar para os cuidados que os portadores desta doen\u00e7a dever\u00e3o possuir. Entre esses cuidados encontram-se a proibi\u00e7\u00e3o de ingest\u00e3o de \u00e1lcool e orienta\u00e7\u00e3o quanto ao uso de medicamentos. Alguns casos de Hepatite cr\u00f4nica podem ser tratados com interferon ou lamivudina, por\u00e9m a cura s\u00f3 \u00e9 alcan\u00e7ada em 30% dos casos. Estes refletem a falta de uma campanha de vacina\u00e7\u00e3o, bem como de conscientiza\u00e7\u00e3o entre a popula\u00e7\u00e3o para evitarmos a propaga\u00e7\u00e3o desta doen\u00e7a e diminuir o alto \u00edndice de Hepatite B em nosso munic\u00edpio.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O uso da biologia molecular (Tecnologia do DNA recombinante) no diagn\u00f3stico da &#8220;Hepatite C&#8221; (HCV) atrav\u00e9s da t\u00e9cnica de PCR (Polymerase Chain Reaction) <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Paulo Renato Teixeira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Atualmente com a facilidade da an\u00e1lise da mol\u00e9cula de DNA ou RNA, permitem o aperfei\u00e7oamento das t\u00e9cnicas que favorecem a clonagem desses c\u00f3digos gen\u00e9ticos gra\u00e7as a tecnologia do DNA Recombinante conhecida como engenharia gen\u00e9tica. Diante disto foi descoberto o m\u00e9todo do PCR, que provocou grande impacto na medicina por permitir seu uso em diversos procedimentos de diagn\u00f3sticos de diversas doen\u00e7as heredit\u00e1rias, medicina forense, mapeamento gen\u00e9tico, doen\u00e7as causadas por bact\u00e9rias, fungos e v\u00edrus, como o HIV, v\u00edrus das hepatites, como o HCV por exemplo. Com isto, a t\u00e9cnica de PCR \u00e9 o m\u00e9todo mais simples para confirma\u00e7\u00e3o num diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o de HCV, ou seja, o diagn\u00f3stico da Hepatite C depende do contexto cl\u00ednico, mas em casos assintom\u00e1tico de pouco risco que s\u00e3o achados para serem anti-HCV positivos por EIA-2, \u00e9 que a infec\u00e7\u00e3o de HCV precisa ser confirmada, especialmente se os testes bioqu\u00edmicos revelarem no in\u00edcio, n\u00edveis de ALT normais. Mesmo sendo feito o restante para anti-HCV por RIBA, nos casos positivos ou indeterminados s\u00e3o usados para os ensaios de RT-PCR qualitativos na sua confirma\u00e7\u00e3o definitiva. Para a maioria dos pacientes que apresentam doen\u00e7a cr\u00f4nica do f\u00edgado com suspeita de serem anti-HCV positivos por EIA-2, testes confirmat\u00f3rios com RT-PCR quantitativos devem ser feitos para determinar o n\u00edvel de RNA-HCV que possui o paciente e se o tratamento \u00e9 contemplado.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Doen\u00e7a Hemol\u00edtica Perinatal por ABO <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Santa Del Lama Mulin<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A DHPN\/ABO possui alta incid\u00eancia em rec\u00e9m-nascidos incompat\u00edveis com o sangue da m\u00e3e mas de menor gravidade se comparada com a incompatibilidade por Rh. \u00c9 uma doen\u00e7a limitada aos neonatos de m\u00e3e de grupo sang\u00fc\u00edneo O. N\u00e3o existe teste sorol\u00f3gico \u00fanico que seja diagn\u00f3stico de DHPN\/ABO. O diagn\u00f3stico imunohematol\u00f3gico \u00e9 dif\u00edcil e \u00e0s vezes incerto, pois quando o teste de Coombs Direto e um elu\u00eddo s\u00e3o negativos em neonatos ABO incompat\u00edvel que est\u00e1 ict\u00e9rico, o m\u00e9dico pode estar diante de um problema diagn\u00f3stico. Assim sendo, \u00e9 dif\u00edcil, com frequ\u00eancia distinguir a icter\u00edcia associada a DHPN\/ABO da icter\u00edcia fisiol\u00f3gica. Na incompatibilidade ABO \u00e9 aconselhavel n\u00e3o repetir-se a intensidade da icter\u00edcia com a sucess\u00e3o de filhos incpmpat\u00edveis no sistema ABO, uma vez que a intensidade da agress\u00e3o hemol\u00edtica pode variar de um filho para outro de acordo com a exist\u00eancia de maior ou menor quantidade de subst\u00e2ncias A ou B secretadas pelo feto. Finalmente, \u00e9 importante existir um trabalho conjunto de equipe em enfermaria de ber\u00e7\u00e1rio, principalmente a enfermeira, que deve ser treinada para reconhecer o in\u00edcio da icter\u00edcia, alertar e notificar o m\u00e9dico.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Marcadores progn\u00f3sticos no c\u00e2ncer de mama <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Vanessa de Paula Rocha<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> No Brasil, o c\u00e2ncer de mama \u00e9 o que mais causa mortes entre as mulheres. Os receptores hormonais (estr\u00f3geno e progesterona) s\u00e3o prote\u00ednas nucleares respons\u00e1veis pela media\u00e7\u00e3o dos efeitos do estr\u00f3geno e da progesterona no epit\u00e9lio mam\u00e1rio. Representam um fator preditivo \u00e0 resposta terap\u00eautica, tem correla\u00e7\u00e3o com o curso cl\u00ednico e s\u00e3o excelentes marcadores de diferencia\u00e7\u00e3o dos carcinomas mam\u00e1rios. A determina\u00e7\u00e3o dos receptores tamb\u00e9m \u00e9 de grande import\u00e2ncia na resposta terap\u00eautica em carcinomas recidivantes. Em nossa pesquisa, realizada no Departamento de Patologia do Hospital das Cl\u00ednicas da Universidade Federal de Goi\u00e1s, num total de 92 pacientes com c\u00e2ncer de mama obtivemos os seguintes resultados: 53 ou 58%, apresentaram positividade para Receptor de Estr\u00f3geno, 46 ou 50% para Receptor de Progesterona, 75 ou 81% para oncoprote\u00edna c-erb B2 e 89 ou 97% para KI-67.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ocorr\u00eancia de anticorpos antitoxoplasma em pacientes atendidos no Laborat\u00f3rio Dr. Suzuki da cidade de Barretos, estado de S\u00e3o Paulo <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Vera L\u00facia Suzuki Vieira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Uma das preocupa\u00e7\u00f5es das mulheres gr\u00e1vidas se relaciona ao risco de adquirir Toxoplasmose durante a gesta\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma doen\u00e7a causada pela infesta\u00e7\u00e3o do parasita intracelular obrigat\u00f3rio Toxoplasma gondii. Tanto a Toxoplasmose aguda quanto a cr\u00f4nica s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es nas quais o parasita \u00e9 respons\u00e1vel pelo desenvolvimento de sinais e sintomas cl\u00ednicos (encefalite, miocardite, uveites, retinopatias, etc.). O grande perigo da infec\u00e7\u00e3o ocorre quando uma mulher gestante entra em contato com Toxoplasma pela primeira vez em sua vida e desenvolve a infec\u00e7\u00e3o. O feto poder\u00e1 se infectar e apresentar mal forma\u00e7\u00f5es como defici\u00eancia visual grave quando nascer, entre outros problemas graves de sa\u00fade. No per\u00edodo de janeiro de 2000 a fevereiro de 2003 foi realizado a an\u00e1lise do perfil sorol\u00f3gico de 200 gestantes atendidas no Laborat\u00f3rio Cl\u00ednico Dr. Suzuki de Barretos \u2013 SP. A metodologia utilizada para a detec\u00e7\u00e3o de anticorpos antitoxoplasma foi a hemaglutina\u00e7\u00e3o passiva e a confirma\u00e7\u00e3o da positividade e t\u00edtulo foi utilizada a imunofluoresc\u00eancia indireta. Os resultados deste trabalho revelam que a preval\u00eancia de infec\u00e7\u00e3o pelo Toxoplasma gondii \u00e9 elevada (69,5%) e justifica a necessidade de programa de orienta\u00e7\u00e3o preventiva para gestante em nosso meio. Os v\u00e1rios n\u00edveis de higiene e os h\u00e1bitos alimentares tem claramente um papel importante na preval\u00eancia da Toxoplasmose. As medidas preventivas devem concentrar-se visando controlar os mecanismos de transmiss\u00e3o, baseando em medidas higi\u00eanicas, particularmente em se tratando de felinos como o gato dom\u00e9stico, que merece especial cuidado quando em contato com gestantes, pois ainda n\u00e3o foram conseguidas vacinas eficientes.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Doen\u00e7a Granulomatosa Cr\u00f4nica <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Vilma Clemi Colli<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A Doen\u00e7a Granulomatosa Cr\u00f4nica (DCG) \u00e9 uma imunodefici\u00eancia prim\u00e1ria de transmiss\u00e3o gen\u00e9tica que se caracteriza por falhas dos mecanismos de fagocitose e consequente forma\u00e7\u00e3o de granuloma. Afeta 1 a cada 1.000.000 de rec\u00e9m natos vivos e a heran\u00e7a pode ser por defeito no gene Xp21,1 (XL = heran\u00e7a materna) ou por muta\u00e7\u00f5es das glicoprote\u00ednas oxidativas 47, 22 e 67 (AR = heran\u00e7a autoss\u00f4mica recessiva). A heran\u00e7a X afeta apenas o sexo masculino e corresponde a 57% dos casos. O citocromo B558 n\u00e3o \u00e9 produzido e resulta em incapacidade total dos fag\u00f3citos em realizar o metabolismo oxidativo da fagocitose (produ\u00e7\u00e3o de \u00edon: \u00e2nions, hidroxilas, \u00f3xidos e per\u00f3xidos), na degrada\u00e7\u00e3o do agente agressor. Na heran\u00e7a AR, os dois sexos podem ser afetados. Corresponde a 33,5 e 5% dos casos de acordo com as glicoprote\u00ednas 47, 22 e 67 respectivamente. Nesta forma da doen\u00e7a ocorre a defici\u00eancia de uma fosfoproteina do citosol. Pode haver a produ\u00e7\u00e3o dos \u00edons, por\u00e9m em quantidades insuficientes. Com a falha da fagocitose, o agente agressor permanece vivo no inteior do fag\u00f3cito e pode, inclusive, replicar-se. O mecanismo de controle que &#8220;avisa&#8221; que ocorreu a fagocitose n\u00e3o \u00e9 desencadeado. Como consequ\u00eancia uma reuni\u00e3o celular \u00e9 convocada para o local com ac\u00famulo de neutr\u00f3filos, macr\u00f3fagos, linf\u00f3citos T, fibroblastos, c\u00e9lulas de padr\u00f5es endoteliais e outras, que caracterizam um padr\u00e3o inflamat\u00f3rio focal e avascular em cujo centro encontra-se o fag\u00f3cito ou c\u00e9lulas gigantes resultantes da uni\u00e3o destes com o agente agressor em seu interior. Forma-se ent\u00e3o, o granuloma. Pode haver a produ\u00e7\u00e3o de col\u00e1geno numa tentativa de repara\u00e7\u00e3o da matriz, ainda que \u00e0s custas das c\u00e9lulas do indiv\u00edduo. Neste caso o granuloma passa a ser necr\u00f3tico. Os sinais e sintomas come\u00e7am logo no primeiro ano de vida. Geralmente h\u00e1 retardo no crescimento e rea\u00e7\u00e3o prolongada \u00e0 BCG. Os granulomas podem ser de pele, \u00f3rg\u00e3os, ossos, periorificiais, pulmonares, gengivais, auriculares, oft\u00e1lmicos e outros. O diagn\u00f3stico \u00e9 feito por testes ligados ao metabolismo dos fag\u00f3citos (Nitro Blue Tetraz\u00f3lio, Redu\u00e7\u00e3o da Dihidorodamina, Redu\u00e7\u00e3o por Ferrocitocromo e outros) e por testes ligados ao gene e prote\u00ednas espec\u00edficos. O perfil hematol\u00f3gico \u00e9 de infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica e os achados histol\u00f3gicos s\u00e3o compat\u00edveis com os padr\u00f5es inflamat\u00f3rios de hipersensibilidade tardia. O uso cortic\u00f3ide alivia o granuloma. Tamb\u00e9m s\u00e3o empregadas drogas profil\u00e1ticas anti-inflamat\u00f3rias. \u00c9 poss\u00edvel o transplante medular de granul\u00f3citos. A terapia g\u00eanica encontra-se em fase de padroniza\u00e7\u00e3o a apresenta-se promissora.<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cisticercose <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Autor: Vilma Vera Jovino<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Parasitoses de humanos e porcos pelo meta-cestodo da Taenia solium (t\u00eania solit\u00e1ria). As larvas podem adquirir duas formas: a) vesicular: se apresenta como cistos redondos de cor branca, transparente com o esc\u00f3lex em seu interior; b) racemosa (em forma de cachos ou pencas), sacos em forma de cachos, membrana fina de tamanho maior e sem esc\u00f3lex no seu interior. Cisticercose em humanos: adquire-se ao ingerir ovos ou progl\u00f3tides em alimentos contaminados com fezes ou por auto-infec\u00e7\u00e3o. Patogenia: ingest\u00e3o de ovos ou progl\u00f3tides gr\u00e1vidas; chegam ao intestino delgado onde as oncosferas se liberam e invadem a parede intestinal; migram para os m\u00fasculos estriados do c\u00e9rebro, olho, f\u00edgado e outros tecidos onde se desenvolvem os cisticercos; outra via de infec\u00e7\u00e3o \u00e9 quando o ser humano ingere a carne de porco infestada com cisticercos, cruas ou mal cozidas. Estes se aderem \u00e0s paredes do intestino delgado por meio de seu esc\u00f3lex (4 ventosas) produzindo uma ten\u00edase intestinal. Patologia: pode localizar-se em muitas partes do organismo, mas em geral, compromete o Sistema Nervoso Central (SNC), o tecido celular subcut\u00e2neo e os olhos. SNC: pode invadir qualquer de suas estruturas. Localiza-se mais freq\u00fcentemente no par\u00eanquima dos hemisf\u00e9rios cerebrais, nas cavidades, no espa\u00e7o subaracn\u00f3ideo, nas meninges e na medula. Apresenta-se iodato, inflama\u00e7\u00e3o, peri-artrite, etc. C\u00e9rebro e olhos: os cisticercos vivos est\u00e3o rodeados por uma c\u00e1psula fibrosa. Manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas: SNC; epilepsia cefal\u00e9ia e hipertens\u00e3o intracraniana; s\u00edndrome psic\u00f3tica: manifesta\u00e7\u00f5es do tipo esquizofrenia ou paran\u00f3ia, enfraquecimento mental, perda de mem\u00f3ria, confus\u00e3o mental ou necrose; s\u00edndrome men\u00edngea: meningite ass\u00e9ptica, aumento das prote\u00ednas e eosin\u00f3filos no LCR; s\u00edndrome de pares cranianos: afeta pares \u00f3ptico; s\u00edndrome medular: mudan\u00e7as motoras e sensitivas nas extremidades inferiores e finalmente paralisia e os pacientes podem Ter bloqueio total ou parcial do LCR; cisticercose subcut\u00e2nea muscular: os cisticercos em m\u00fasculos e tecidos passam despercebidos, embora seja poss\u00edvel que se produza pseudo-hipertrofia muscular, quando seu n\u00famero \u00e9 importante. Diagnostica-se por bi\u00f3psias e seu tratamento \u00e9 com Praziquantel ou Albendazol; Oftalmocisticercose: diminui\u00e7\u00e3o ou perda da capacidade visual, identificando-se o cisticerco no humor v\u00edtreo, retina, conjuntiva, camada anterior e \u00f3rbita. O tratamento b\u00e1sico consiste na extirpa\u00e7\u00e3o e no emprego do laser; neurocisticercose: seu diagn\u00f3stico requer estudos radiol\u00f3gicos como imunoblot, Elisa em placa, imunoeletrotransfer\u00eancia, ant\u00edgenos em LCR, tomografia computadorizada e resson\u00e2ncia magn\u00e9tica. O tratamento consiste em Praziquantel ou Albendazol.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Influ\u00eancia do cari\u00f3tipo da S\u00edndrome de Ullrich-Turner no desenvolvimento da Tiroidite de Hashimoto Autor: Adriane Ara\u00fajo Resumo: A S\u00edndrome de Ullrich-Turner (SUT) \u00e9 uma patologia multissist\u00eamica com uma grande variabilidade de express\u00e3o. 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