{"id":1443,"date":"2013-08-15T18:47:23","date_gmt":"2013-08-15T18:47:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ciencianews.com.br\/homologacao\/?page_id=1443"},"modified":"2013-08-15T18:47:23","modified_gmt":"2013-08-15T18:47:23","slug":"resumo-das-monografias-2a-turma-de-imunologia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ciencianews.com.br\/index.php\/publicacoes\/monografias\/monografias-imunologia\/resumo-das-monografias-2a-turma-de-imunologia\/","title":{"rendered":"Resumo das Monografias &#8211; 2\u00aa Turma de Imunologia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: O v\u00edrus da Hepatite C e a atua\u00e7\u00e3o do sistema imune na infec\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Angela Yumico Mikawa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A Hepatite C \u00e9 a principal causa das hepatites por transmiss\u00e3o parenteral. Constitui um dos mais importantes problemas de sa\u00fade p\u00fablica da atualidade, devido \u00e0 sua alta preval\u00eancia de 0,5 a 1,5% entre doadores de sangue e \u00e0 grande porcentagem dos indiv\u00edduos, cerca de 85% dos infectados, evolu\u00edrem para a infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica. A infec\u00e7\u00e3o \u00e9 geralmente assintom\u00e1tica, podendo levar \u00e0 cirrose em 20% dos casos e acarretar o desenvolvimento de carcinoma hepatocelular. Sabe-se, hoje, que a grande maioria das hepatites virais, antes identificadas como n\u00e3o-A-n\u00e3o-B, eram causadas pelo v\u00edrus da hepatite C (VHC). O VHC geralmente resulta em uma intensa resposta imune, mas \u00e9 freq\u00fcentemente sujeito a escapes do sistema imune e estabelecimento de uma infec\u00e7\u00e3o persistente. O fato de o VHC apresentar-se sob forma de quais esp\u00e9cies acarreta a sele\u00e7\u00e3o de mutantes e escape ao sistema imune. Al\u00e9m disso, v\u00e1rias prote\u00ednas virais tamb\u00e9m modulam a sinaliza\u00e7\u00e3o celular atrav\u00e9s da intera\u00e7\u00e3o com diferentes efetores envolvidos na prolifera\u00e7\u00e3o celular e apoptose, ou na via de sinaliza\u00e7\u00e3o do interferon. Somado a isso, o VHC infecta c\u00e9lulas do sistema imune, tais como c\u00e9lulas B e T e, dessa forma, afeta a fun\u00e7\u00e3o. Baseado nestas informa\u00e7\u00f5es e o interesse de se conhecer a rela\u00e7\u00e3o entre a resposta imune do hospedeiro e mecanismos capazes de eliminar o v\u00edrus, esta monografia teve como objetivo apresentar algumas das m\u00faltiplas estrat\u00e9gias desenvolvidas pelo VHC para escapar do sistema imune e causar uma infec\u00e7\u00e3o persistente. Al\u00e9m disso, visa enfocar os principais progressos no conhecimento da estrutura molecular do VHC e desenvolvimentos dispon\u00edveis para o diagn\u00f3stico e os avan\u00e7os nas pesquisas envolvendo a rela\u00e7\u00e3o entre o VHC e hospedeiro. O conhecimento destas intera\u00e7\u00f5es pode fornecer a base para novas terapias visando prevenir a evolu\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o da hepatite C aguda para a cr\u00f4nica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: HIV em Gestantes.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Ana Paula Munhoz<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Os primeiros relatos do que veio a chamar \u2013 de S\u00edndrome da Imunodefici\u00eancia Adquirida (AIDS) foram publicadas em 1981, nos Estados Unidos, quando foram notificados ao Centers for Disease Controls and Prevention (CDC) v\u00e1rios casos de pneumonia por Pneumocytis carinii (fungo cuja denomina\u00e7\u00e3o foi recentemente mudada para Pneumocystis jiroveci) e de sarcoma de Kaposi em homossexuais masculinos previamente saud\u00e1veis. A epidemia de aids no Brasil cursa hoje com mais de 371.000 casos confirmados da doen\u00e7a e uma estimativa de 600.000 infectados pelo HIV. Do n\u00famero total de casos confirmados de aids, 118.520 s\u00e3o mulheres. Anualmente 3 milh\u00f5es de mulheres d\u00e3o \u00e0 luz no Brasil. Segundo estudo realizado em 2004, numa amostra representativa de parturientes de 15 a 49 anos de idade, de todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, a taxa de preval\u00eancia de mulheres portadoras do HIV no momento do parto \u00e9 de 0,42%, o que corresponde a uma estimativa de aproximadamente 12.644 mil parturientes infectadas. Diante dessa situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica e da exist\u00eancia de esquema profil\u00e1tico altamente eficaz contra a transmiss\u00e3o materno-infantil do HIV (transmiss\u00e3o vertical), torna-se de grande import\u00e2ncia o conhecimento, o mais precocemente poss\u00edvel, do estado sorol\u00f3gico das gestantes, a fim de iniciar a terap\u00eautica da doen\u00e7a e\/ou profilaxia adequada da transmiss\u00e3o vertical do v\u00edrus. No pa\u00eds investe-se hoje maci\u00e7amente no incentivo a realiza\u00e7\u00e3o do teste anti-HIV no pr\u00e9-natal. A implanta\u00e7\u00e3o dessa pr\u00e1tica em meio \u00e0 popula\u00e7\u00e3o feminina, durante a gesta\u00e7\u00e3o, abre um leque de vantagens, dentre as quais destacam-se:diagn\u00f3stico precoce da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV, com possibilidade de in\u00edcio do tratamento, se for o caso, o que favorece o progn\u00f3stico da doen\u00e7a a curto, m\u00e9dio e longo prazo, al\u00e9m do corte da cadeia de transmiss\u00e3o, com as medidas preventivas adequadas; diagn\u00f3stico da infec\u00e7\u00e3o em consulta ambulatorial, multiprofissional, onde a mulher \u00e9 adequadamente aconselhada, e tem tempo e espa\u00e7o para se colocar diante da nova realidade; possibilidade de iniciar o protocolo de profilaxia da transmiss\u00e3o vertical o mais precocemente poss\u00edvel, garantindo os melhores resultados para a crian\u00e7a. \u00c9 importante ressaltar aqui que, nos servi\u00e7os p\u00fablicos, est\u00e3o disponibilizados os testes e os medicamentos necess\u00e1rios ao tratamento dos casos e \u00e0 profilaxia da transmiss\u00e3o do v\u00edrus para a crian\u00e7a. O investimento realizado na detec\u00e7\u00e3o precoce do v\u00edrus nas gestantes, na tentativa de impedir sua transmiss\u00e3o para as crian\u00e7as evita o surgimento de futuros casos de aids infantil, aprimora as a\u00e7\u00f5es de Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica da infec\u00e7\u00e3o pelo HIV entre as gestantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: apmunhoz@vivax.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Controle de Qualidade em Imunologia.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Betiza de Oliveira Cardoso Matheus<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A vitalidade dos participantes na implanta\u00e7\u00e3o do Controle de Qualidade \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o adequada para mostrar not\u00e1veis resultados no sucesso ante os desafios para a melhoria cont\u00ednua da qualidade e a garantia de resultados confi\u00e1veis. O pessoal t\u00e9cnico deve estar familiarizado com o desempenho dos equipamentos e procedimentos, bem como ter a completa compreens\u00e3o do Controle de Qualidade no sentido de prevenir enganos e tornar o trabalho completo e confi\u00e1vel. Al\u00e9m disso, os t\u00e9cnicos devem estar capacitados a reconhecer os desvios e flutua\u00e7\u00f5es que podem ocorrer nos processos, tornando poss\u00edvel a identifica\u00e7\u00e3o e a resolu\u00e7\u00e3o de problemas antes de se tornarem incontrol\u00e1veis. \u00c9 importante desenvolver atividades para promover educa\u00e7\u00e3o continuada e treinamentos de todos os envolvidos nos procedimentos de medi\u00e7\u00e3o. A educa\u00e7\u00e3o continuada deve ter meta o desenvolvimento de atitudes voltadas para a gest\u00e3o da qualidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: betiza@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Teste de Quantifica\u00e7\u00e3o e Qualifica\u00e7\u00e3o Viral do HIV I e HIV II.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: D\u00e9bora Lopes de Moraes Terra<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Com a descoberta do v\u00edrus da Aids, o desenvolvimento de um kit-diagn\u00f3stico se tornou priorit\u00e1rio. O HIV tem como material gen\u00e9tico RNA sendo classificado como um retrov\u00edrus por possuir a enzima transcriptase reversa. Esta enzima promove a s\u00edntese da dupla feita de DNA viral a partir de um molde de RNA. Os testes de carga viral medem o n\u00famero de part\u00edculas do HIV presentes no sangue perif\u00e9rico. O objetivo deste trabalho foi analisar a presen\u00e7a de anticorpos, anti HIV I e anti HIV II atrav\u00e9s de metodologias diferentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: debterra@bol.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Principais altera\u00e7\u00f5es imunol\u00f3gicas decorrentes da infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus da imunodefici\u00eancia humana adquirida HIV.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Deisy da Silva Fernandes<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A s\u00edndrome da imunodefici\u00eancia humana adquirida (SIDA) \u00e9 uma doen\u00e7a pand\u00eamica, desencadeada pelo v\u00edrus da imunodefici\u00eancia humana (HIV-1 e HIV-2). A resposta celular \u00e9 respons\u00e1vel pela erradica\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas infectadas. A resposta humoral se d\u00e1 atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o de anticorpos. Os mecanismos de escape do HIV somados \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o das c\u00e9lulas infectadas desregulam o sistema imune. As conseq\u00fc\u00eancias da infec\u00e7\u00e3o decorrem da deple\u00e7\u00e3o de linf\u00f3citos T CD4, relacionam-se com diretamente a carga viral e s\u00e3o influenciadas por fatores gen\u00e9ticos. Realizar levantamento bibliogr\u00e1fico sobre o tema. O objetivo \u00e9 realizar uma revis\u00e3o da literatura. O tropismo do HIV principalmente pelos linf\u00f3citos T CD4 conduz a defici\u00eancia das respostas celular humoral, permitindo a ocorr\u00eancia de infec\u00e7\u00f5es oportunistas e doen\u00e7as neopl\u00e1sicas. Por ser a AIDS uma doen\u00e7a letal que aflige todo o mundo, faz-se necess\u00e1rio o aprofundamento do estudo e compreens\u00e3o de sues mecanismos e das rea\u00e7\u00f5es do hospedeiro, em prol da descoberta de tratamentos mais eficazes e da cura desta infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: deisysf@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A import\u00e2ncia dos marcadores sorol\u00f3gicos no diagn\u00f3stico cl\u00ednico-laboratorial do v\u00edrus da Hepatite B.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Eduardo Nobuzi Utimura<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A hepatite B \u00e9 uma doen\u00e7a infecciosa causada pelo v\u00edrus da hepatite B (VHB), levando a inflama\u00e7\u00f5es do f\u00edgado. Cerca de 1 a 5% das pessoas infectadas com o VHB ficam com hepatite cr\u00f4nica, que pode causar cirrose e c\u00e2ncer do f\u00edgado. Em decorr\u00eancia da elevada incid\u00eancia e da grande import\u00e2ncia para a sa\u00fade p\u00fablica da infec\u00e7\u00e3o causada pelo VHB, esta monografia tem o objetivo de caracterizar a relev\u00e2ncia da interpreta\u00e7\u00e3o dos principais marcadores sorol\u00f3gicos utilizados para detec\u00e7\u00e3o. Os demais aspectos relativos ao v\u00edrus, \u00e0 transmiss\u00e3o, aos aspectos cl\u00ednicos, ao tratamento e \u00e0s principais medidas de controle igualmente ser\u00e3o abordados. O diagn\u00f3stico de infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica pelo VHB \u00e9 realizado quando h\u00e1 a persist\u00eancia do marcador HbsAg por mais de 6 meses no soro, dosado por meio de testes imunol\u00f3gicos. O aparecimento de anti-HBs e desaparecimento do HbsAg indicam cura da infec\u00e7\u00e3o pelo HBV. A infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica ocorre em aproximadamente 90% das crian\u00e7as infec tadas ao nascimento em 25 a 50% dos infectados entre 1 e 5 anos e em menos de 5% daqueles infectados durante a idade adulta. Outro marcador importante para o entendimento da infec\u00e7\u00e3o cr\u00f4nica pelo HBV \u00e9 o HbeAg. O HbeAg \u00e9 uma prote\u00edna nuclear que indica replica\u00e7\u00e3o e infectividade viral. Sua presen\u00e7a est\u00e1 geralmente associada com cargas virais elevadas no soro e doen\u00e7a hep\u00e1tica ativa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: labpontapora@terra.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Linfomas n\u00e3oHodgkin.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Fernanda Cristina Corbi<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Linfoma n\u00e3o-Hodgkin (LNH) compreende um grupo de neoplasias com grande heterogeneidade cl\u00ednica e biol\u00f3gica que acomete preferencialmente o tecido linf\u00f3ide, mas que pode tamb\u00e9m, em menor freq\u00fc\u00eancia, comprometer s\u00edtios extra nodais como trato gastrintestinal, pele, osso, test\u00edculos, tire\u00f3ide e sistema nervoso central. S\u00e3o neoplasias que se originam da expans\u00e3o clonal de c\u00e9lulas linf\u00f3ides que sofreram les\u00f5es gen\u00e9ticas. Estas altera\u00e7\u00f5es podem ocorrer em diferentes est\u00e1gios durante a diferencia\u00e7\u00e3o da c\u00e9lula linf\u00f3ide, originando os diversos tipos de linfomas com caracter\u00edsticas moleculares, citogen\u00e9ticas, imunol\u00f3gicas, morfol\u00f3gicas e cl\u00ednicas distintas. Esta neoplasia caracteriza-se pela presen\u00e7a de massas tumorais que comprometem estruturas nodais ou extra nodais, podendo ser acompanhadas de fadiga, febre, emagrecimento e sudorese noturna. O diagn\u00f3stico dos LNH se baseia na bi\u00f3psia do linfonodo ou da massa tumoral extranodal, que ser\u00e1 examinada pelo patologista, que classificar\u00e1 a doen\u00e7a de acordo com crit\u00e9rios morfol\u00f3gicos e imunohistoqu\u00edmicos, e eventualmente atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas citogen\u00e9ticas e moleculaares. Em rela\u00e7\u00e3o ao tratamento, a maioria dos linfomas \u00e9 tratada com quimioterapia, radioterapia, ou ambos, sendo que a imunoterapia est\u00e1 sendo cada vez mais incorporada ao tratamento. Al\u00e9m disso, o transplante de c\u00e9lulas-tronco hematopoi\u00e9ticas pode tamb\u00e9m ser uma op\u00e7\u00e3o de tratamento, dependendo do est\u00e1gio da doen\u00e7a, entre outros fatores.<br \/>\nMaiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: fernandacorbi@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Uso e interpreta\u00e7\u00e3o dos testes sorol\u00f3gicos para o diagn\u00f3stico da Hepatite por v\u00edrus C (HCV). An\u00e1lise dos resultados obtidos na triagem sorol\u00f3gica de duas unidades do Hemocentro S\u00e3o Lucas durante o per\u00edodo de Janeiro de 2000 a Junho de 2006.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Francisco Lima Junior<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Profissionais da sa\u00fade, para evidenciar se o risco de cont\u00e1gio para HCV no \u00e2mbito de trabalho continua crescente ou n\u00e3o, pois ficou claro que a propor\u00e7\u00e3o de positividade para anti-HCV em profissionais da sa\u00fade caiu significativamente nos gr\u00e1ficos. O que nos prova uma real conscientiza\u00e7\u00e3o dos profissionais de sa\u00fade em rela\u00e7\u00e3o aos cuidados com materiais perfurocortantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: dr_tchesco@yahoo.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Aplica\u00e7\u00e3o da Citometria de Fluxo.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Ivanir F\u00e1tima Silva<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O cit\u00f4metro moderno resultou dos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos em todas as ci\u00eancias, disponibilizando pesquisa de ant\u00edgenos em membranas celulares e componentes intracitoplasm\u00e1ticos e nucleares, como organelas, n\u00facleo, DNA, RNA, citoquinas, horm\u00f4nios e conte\u00fados prot\u00e9icos. A aplica\u00e7\u00e3o da citometria de fluxo introduziu uma nova era dentro do laborat\u00f3rio de patologia. O objetivo deste \u00e9 demonstrar aos profissionais da \u00e1rea de hematologia a necessidade de conhecimentos e atualiza\u00e7\u00f5es nesta nova t\u00e9cnica \u201co estudo dos produtos celulares\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: ivanirfatima@uol.com.br<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: \u00cdndice de casos de toxoplasmose no laborat\u00f3rio BIOEXATA, no ano de 2005 em Montes Claros \u2013 MG.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Jaime de Freitas Maia Junior<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A toxoplasmose \u00e9 uma zoonose de fel\u00eddeos causada pelo Toxoplasma gondii, um protozo\u00e1rio coc\u00eddeo intracelular \u201cpr\u00f3prio\u201d dos gatos, e pertencente \u00e0 fam\u00edlia Soncocystidae, na classe Sporozoa. Infecta principalmente aves e mam\u00edferos e, notadamente, o ser humano com n\u00edveis elevados de preval\u00eancia. Revelada por anticorpos s\u00e9ricos, esta preval\u00eancia \u00e9 crescente com os grupos et\u00e1rios, atingindo valores vari\u00e1veis para diferentes popula\u00e7\u00f5es, de at\u00e9 30, 50 ou mesmo 90% em indiv\u00edduos adultos. O cont\u00e1gio se d\u00e1, predominantemente, pela ingest\u00e3o de oocistos, eliminados pelas fezes de gatos ou de outros fel\u00eddeos, e que podem permanecer vi\u00e1veis no solo por longo tempo, resistindo a varia\u00e7\u00f5es de temperatura e \u00e0 desseca\u00e7\u00e3o, o que torna prov\u00e1vel a infec\u00e7\u00e3o por inala\u00e7\u00e3o de poeiras contaminadas, ocorre tamb\u00e9m pelo consumo de alimentos de origem animal, especialmente de carnes mal cozidas, contendo cistos (bradizo\u00edtas) do parasita. Quando ingeridos liberam respectivamente esporozo\u00edtas ou taquizo\u00edtas. Estes penetram nas c\u00e9lulas do hospedeiro reproduzindo-se rapidamente e, disseminando-se por via hematog\u00eanica, localizam-se nos mais variados \u00f3rg\u00e3os e tecidos. A transmiss\u00e3o pode ocorrer, ainda, pelo transplante de \u00f3rg\u00e3os de doador soropositivo para receptor soronegativo, mas de maior import\u00e2ncia cl\u00ednica \u00e9 a transmiss\u00e3o placent\u00e1ria e a conseq\u00fcente infec\u00e7\u00e3o fetal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Estudo comparativo entre m\u00e9todos laboratoriais na investiga\u00e7\u00e3o de HIV.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Jo\u00e3o Bosco Bonin<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O objetivo deste trabalho foi realizar um estudo comparativo entre dois m\u00e9todos laboratoriais para diagn\u00f3stico de HIV. Elisa (Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay) \u00e9 um teste imunoenzim\u00e1tico que permite a detec\u00e7\u00e3o de anticorpos espec\u00edficos no soro. Este teste \u00e9 usado no diagn\u00f3stico de v\u00e1rias doen\u00e7as infecciosas uma vez que v\u00e1rios agentes patol\u00f3gicos induzem a produ\u00e7\u00e3o de anticorpos (imunoglobulinas) por parte dos linf\u00f3citos B do sistema imunol\u00f3gico humoral humano. Western blot \u00e9 um m\u00e9todo em biologia molecular\/bioqu\u00edmica para detectar prote\u00ednas em um homogenato (c\u00e9lulas bem trituradas) ou um extrato de um tecido biol\u00f3gico. Essa t\u00e9cnica usa eletroforese em gel para separar as prote\u00ednas denaturadas por massa. As proter\u00ednas s\u00e3o ent\u00e3o transferidas do gel para uma membrana (tipicamente de nitrocelulose), onde foram usados como sonda anticorpos espec\u00edficos \u00e0 prote\u00edna. Como um resultado, os pesquisadores podem examinar a quantidade de prote\u00edna em uma dada amostra e comparar os n\u00edveis entre diversos grupos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A doen\u00e7a Hemol\u00edtica do Rec\u00e9m-nascido por Rh e ABO.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Joselaine Meire Cazante<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A doen\u00e7a hemol\u00edtica do rec\u00e9m-nascido e do feto est\u00e1 associada \u00e0 a\u00e7\u00e3o de anticorpos maternos que possuem capacidade de atravessar a barreira placent\u00e1ria e recobrir os eritr\u00f3citos fetais provocando hem\u00f3lise de gravidade vari\u00e1vel. A DHRN pode ocorrer por dois mecanismos imunol\u00f3gicos, sendo a aloimuniza\u00e7\u00e3o materna por incompatibilidade com ant\u00edgenos de grupos sangu\u00edneos, como ocorre na incompatibilidade por Rh, ou incompatibilidade ABO, onde est\u00e3o envolvidos os anticorpos naturais e regulares maternos e os ant\u00edgenos ABO fetais. A DHRN por Rh \u00e9 a clinicamente mais importante por causar uma doen\u00e7a de gravidade elevada. A DHRN por ABO grave \u00e9 um caso raro. Cerca de 95% dos casos da doen\u00e7a eram provocados por anticorpos maternos direcionados contra o ant\u00edgeno Rh(D). Hoje, isso ainda \u00e9 comum, embora a incid\u00eancia causada por anti-D tenha diminu\u00eddo pela introdu\u00e7\u00e3o da Imunoglobulina anti-Rh (RhIg) como profilaxia evitando a imuniza\u00e7\u00e3o ativa induzida pelo ant\u00edgeno eritrocit\u00e1rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com a autora: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Caracter\u00edsticas da Tuberculose em pacientes com S\u00edndrome da Imunodefici\u00eancia Adquirida.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Juliana Cristina da Silva<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A epidemia da AIDS representa um fen\u00f4meno global, inst\u00e1vel, cuja forma de ocorr\u00eancia nas diferentes regi\u00f5es do mundo depende do comportamento humano individual e coletivo. Com a deple\u00e7\u00e3o seletiva dos linf\u00f3citos a fun\u00e7\u00e3o imune, respons\u00e1vel pela defesa do organismo, torna-se debilitada, deixando o indiv\u00edduo suscept\u00edvel a outras infec\u00e7\u00f5es, ditas como oportunistas. A doen\u00e7a mais comum associada com o HIV, tanto em pa\u00edses desenvolvidos, como em desenvolvimento, \u00e9 a Tuberculose. Neste trabalho foram observadas algumas caracter\u00edsticas cl\u00ednicas e epidemiol\u00f3gicas da tuberculose em pacientes com a S\u00edndrome da Imunodefici\u00eancia Adquirida. Foi realizado levantamento de dados segundo alguns artigos publicados recentemente, analisando caracter\u00edsticas quanto ao sexo, idade, h\u00e1bitos de vida, local de acometimento da tuberculose, preval\u00eancia das micobact\u00e9rias e ativa\u00e7\u00e3o celular em pacientes co-infectados. Observou-se que indiv\u00edduos co-infectados comparados \u00e0queles que tiveram somente tuberculose pulmonar, necessitam do desenvolvimento de estrat\u00e9gias separadas para seu diagn\u00f3stico, bem como cuidados e tratamentos apropriados, e que, essa associa\u00e7\u00e3o Tuberculose-HIV interage n\u00e3o somente produzindo uma combina\u00e7\u00e3o de sintomas para ambas as doen\u00e7as, mas tamb\u00e9m exacerbando outras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: An\u00e1lise comparativa do Elisa e da quimioluminesc\u00eancia na detec\u00e7\u00e3o de anticorpos de classe IgG Anti-Toxoplasma Gondii .<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Lucas Macedo Ruggeri<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O objetivo deste trabalho foi avaliar a sensibilidade, a especificidade e a efici\u00eancia de dois kits comerciais de diferentes marcas, utilizados rotineiramente n a triagem sorol\u00f3gica para detec\u00e7\u00e3o de anticorpos anti-Toxoplasma gondii, no Brasil. O kit A \u00e9 baseado no m\u00e9todo ELISA e o kit B, no m\u00e9todo quimioluminesc\u00eancia. Foram selecionadas 45 amostras de soro reagentes e 45 n\u00e3o-reagentes, pelo m\u00e9todo imunofluoresc\u00eancia indireta. Essas amostras foram obtidas de indiv\u00edduos de ambos os sexos. A szensibilidade observada foi de 95,74% para o kit A e 97,83% para o kit B. A especificidade foi igual a 93,75% para o kit A e 100,00% para o kit B. A efici\u00eancia do Kit A foi igual a 94,74% e do kit B, 98,90%. Esses resultados sugerem que os novos kits comerciais introduzidos no mercado devam ser primeiramente validados em amostras com sorologias reagente e n\u00e3o-reagente definidas com base em um padr\u00e3o ouro, antes de serem utilizados na rotina laboratorial di\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Lupus eritematoso sist\u00eamico.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Lucimara Conrado Arnoni<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A despeito da efic\u00e1cia do sistema imune na prote\u00e7\u00e3o do organismo contra agentes agressores e do atual n\u00edvel dos estudos sobre o assunto, as doen\u00e7as autoimunes, Ainda que bem elucidadas na sua grande maioria e mesmo com o atual arsenal terap\u00eautico, nos trazem apenas expectativas na cura da mesma, representando s\u00e9rias preocupa\u00e7\u00f5es de sa\u00fade em todo o mundo. O Lupus Eritematoso Sist\u00eamico \u00e9 o prot\u00f3tipo das doen\u00e7as autoimunes sist\u00eamicas, quando h\u00e1 falha ou colapso dos mecanismos normalmente respons\u00e1veis pela manuten\u00e7\u00e3o de auto-toler\u00e2ncia. O LES \u00e9 uma doen\u00e7a sist\u00eamica cr\u00f4nica com remiss\u00f5es e recidivas, a qual ainda n\u00e3o foi poss\u00edvel descobrir a cura, devido a sua complexidade. Mas as modernas t\u00e9cnicas de diagn\u00f3stico imunol\u00f3gico s\u00e3o ferramentas indispens\u00e1veis para a elucida\u00e7\u00e3o e monitoramento da doen\u00e7a, a qual pode ser controlada atrav\u00e9s dos tratamentos existentes, para que as pessoas sofredoras desta, possam ter uma melhor qualidade de vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com a autora: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: A Leishmaniose visceral na cidade de Bauru.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Maria Isabel de Oliveira Silva<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A Leishmaniose visceral ou Calazar \u00e9 uma doen\u00e7a end\u00eamica no Brasil, sendo causada pelo g\u00eanero Leishmania, \u00e9 uma zooantroponese, que atinge principalmente as crian\u00e7as. Geralmente a doen\u00e7a tem in\u00edcio insidioso, podendo, \u00e0s vezes, apresentar-se com in\u00edcio abrupto. O calazar em sua forma cl\u00e1ssica caracteriza-se por hepatoesplenomegalia, febre de longa dura\u00e7\u00e3o, epistaxe, palidez, emagrecimento, tosse, diarr\u00e9ia, distens\u00e3o abdominal e pancitopenia. O objetivo deste trabalho \u00e9 mostrar o surgimento da Leishmaniose visceral na cidade de Bauru, considerada atualmente regi\u00e3o end\u00eamica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Incid\u00eancia de anticorpos Anti-HTLV I\/II nos doadores de Hemocomponentes do Hemosul em Campo Grande \u2013 MS no ano de 2002.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Nayara Rosa Barbosa<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O v\u00edrus linfotr\u00f3pico de c\u00e9lula T humana tipo I (HTLV-I) e do tipo II (HTLV-II) pertencem \u00e0 fam\u00edlia Retroviridae, a qual inclui o v\u00edrus da imunodefici\u00eancia humana (HIV). Estes v\u00edrus apresentam as mesmas formas de transmiss\u00e3o e os mesmos fatores de risco. O HTLV-I causa a leucemia-linfoma de c\u00e9lulas T do adulto (LLTA), a paraperesia esp\u00e1stica tropicalk\/mielopatia associada ao HTLV (TSP\/HAM), uve\u00edte associada ao HTLV (HAU) e anormalidades dermatol\u00f3gicas e imunol\u00f3gicas. O HTLV-II n\u00e3o se mostrou associado a nenhuma doen\u00e7a at\u00e9 o momento. O diagn\u00f3stico \u00e9 feito com testes de triagem (ELISA, aglutina\u00e7\u00e3o) e confirmat\u00f3rios (Western Blot, PCR). Embora at\u00e9 o momento a ocorr\u00eancia de doen\u00e7as atribu\u00edveis \u00e0s infec\u00e7\u00f5es pelo HTLV I\/II n\u00e3o tenha express\u00e3o significativa, do ponto de vista populacional, o estudo dessas infec\u00e7\u00f5es pode tamb\u00e9m proporcionar um melhor conhecimento da epidemiologia e da etiopatogenia de outras doen\u00e7as que compartilham as mesmas formas de transmiss\u00e3o. A pesquisa tem como objetivo avaliar a incid\u00eancia do v\u00edrus HTLV I\/II na popula\u00e7\u00e3o doadora de sangue do Hemosul no estado de Mato Grosso do Sul. As amostras de soro provenientes de 16.702 doadores de sangue foram triadas atrav\u00e9s do ELISA, e a confirma\u00e7\u00e3o dos resultados nas amostras repetidamente positivas foi realizada atrav\u00e9s do Western blot. Onze (0,0658%) amostras foram positivas pelo ELISA, e Sete destas foram submetidas ao Western blot, com seis (0,0359%) resultados positivos, um (0,006%) indeterminado e nenhum (0,0%) negativo. Nenhum indiv\u00edduo apresentou anticorpos anti-HTLV-II. Em conclus\u00e3o, a incid\u00eancia da infec\u00e7\u00e3o pelo HTLV-I entre os doadores de sangue foi baixa, quase que insignificante. No entanto, outros estudo epidemiol\u00f3gicos, cl\u00ednicos e virol\u00f3gicos ser\u00e3o necess\u00e1rios para a melhor compreens\u00e3o da hist\u00f3ria natural desta infec\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Ant\u00edgenos do sistema Rh. Avalia\u00e7\u00e3o de ant\u00edgenos CDE em doadores de sangue do Hemocentro de Goi\u00e2nia, GO, definindo sua freq\u00fc\u00eancia entre o grupo sangu\u00edneo ABO e sistema Rh.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Rachel de Paula Santos<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A transfus\u00e3o de sangue \u00e9 uma pr\u00e1tica m\u00e9dica com o objetivo de restabelecer as condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas de um paciente com perda sangu\u00ednea ou que esteja afetado por uma doen\u00e7a no seu pr\u00f3prio sangue. Numa transfus\u00e3o, seleciona-se componente com tipagem sangu\u00ednea ABO\/Rh igual ou compat\u00edvel com a do paciente. Entretanto, diferen\u00e7as antig\u00eanicas entre doadores e pacientes t\u00eam resultado problemas cl\u00ednicos. O objetivo deste estudo foi detectar a freq\u00fc\u00eancia de doadores com ant\u00edgenos do sistema Rh, devido \u00e0 import\u00e2ncia de receptores desenvolverem anticorpos para estes ant\u00edgenos apresentando rea\u00e7\u00f5es transfusionais. Do sistema sangu\u00edneo Rh 87,5% Rh positivos para 12,4% negativos, sendo que destes 7,5% s\u00e3o considerados como Rh positivos por serem do grupo que cont\u00e9m os ant\u00edgenos CDE e que podem produzir imuniza\u00e7\u00f5es. Este estudo apenas quantificou ant\u00edgenos CDE, no entanto, uma determina\u00e7\u00e3o fenot\u00edpica deve ser avaliada em um pr\u00f3ximo estudo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Doen\u00e7as auto-imunes: L\u00fapus.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Renata Mosconi Moreira Joma\u00e3<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> O objetivo central deste trabalho \u00e9 servir como fonte de consulta r\u00e1pida sobre as doen\u00e7as auto-imunes, mais especificamente sobre: L\u00fapus, consistindo em uma revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica atualizada da literatura a respeito, abordando esta doen\u00e7a desde sua defini\u00e7\u00e3o, manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas, quadro cl\u00ednico, diagn\u00f3stico e tratamento. As afec\u00e7\u00f5es autoimunes, como o l\u00fapus eritematoso sist\u00eamico, descrito acima, envolvem o sistema imune em v\u00e1rios n\u00edveis. As c\u00e9lulas B est\u00e3o hiperativas, fabricando muitos autoanticorpos, enquanto as c\u00e9lulas T supressoras est\u00e3o com baixa atividade. Al\u00e9m disso, s\u00e3o encontradas anormalidades nas citocinas. Miotos fatores est\u00e3o implicados na causa desses problemas, incluindo os v\u00edrus, produtos qu\u00edmicos, medica\u00e7\u00f5es, genes, horm\u00f4nios e fatores ambientais. O l\u00fapus tem este nome devido \u00e0s erup\u00e7\u00f5es avermelhadas que se desenvolvem na face durante a fase final da doen\u00e7a. Diferentemente das outras doen\u00e7as auto-imunes j\u00e1 descritas, o LES n\u00e3o est\u00e1 confinado a um determinado \u00f3rg\u00e3o e, rins e cora\u00e7\u00e3o. O plasma sangu\u00edneo desses pacientes cont\u00e9m auto-anticorpos dirigidos contra componentes prot\u00e9icos dos n\u00facleos das c\u00e9lulas, incluindo ribonucleoprote\u00ednas nuclear, componentes prot\u00e9icos dos n\u00facleos das c\u00e9lulas, incluindo ribonucleoprote\u00ednas nuclear, prote\u00ednas dos centr\u00f4meros dos cromossomos e, mais freq\u00fcentemente, a dupla h\u00e9lice do DNA. As c\u00e9lulas destru\u00eddas no sangue s\u00e3o fagocitadas pelos neutr\u00f3filos que, na pesquisa citol\u00f3gica espec\u00edfica para tal fim, \u00e9 poss\u00edvel caracterizar a c\u00e9lula L.E. A crescente evolu\u00e7\u00e3o do conhecimento da patog\u00eanese do l\u00fapus tem aberto um novo leque de oportunidades para novos conceitos e posturas, empreendidos no diagn\u00f3stico e classifica\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a, proporcionando maior uniformiza\u00e7\u00e3o nas estrat\u00e9gias terap\u00eauticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Anemia hemol\u00edtica auto-imune e aspectos transfusionais.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Rosecler In\u00e1cia de Paula Ferreira<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> Os auto-anticorpos podem ser produzidos por uma variedade de ant\u00edgenos-pr\u00f3prios onde h\u00e1 uma fal\u00eancia nos mecanismos imunes de discrimina\u00e7\u00e3o do que \u00e9 pr\u00f3prio do n\u00e3o pr\u00f3prio. A presen\u00e7a dos auto-anticorpos contra ant\u00edgenos eritrocit\u00e1rios do pr\u00f3prio paciente pode ser indicativo de A.I.H.A., por\u00e9m, antes de sua confirma\u00e7\u00e3o e de alguns estudos sorol\u00f3gicos serem executados, a presen\u00e7a ou aus\u00eancia de anemia hemol\u00edtica dever\u00e1 ser determinada pela hist\u00f3ria cl\u00ednica e achados hematol\u00f3gicos do paciente. Em geral, a transfus\u00e3o sempre que poss\u00edvel dever\u00e1 ser evitada em pacientes com A.I.H.A. devido \u00e0s c\u00e9lulas doadoras poderem certamente e rapidamente ser destru\u00eddas. Se a transfus\u00e3o for essencial, o sangue pode ser selecionado levando em considera\u00e7\u00e3o a compatibilidade com alguns aloanticorpos que podem estar presentes no soro do paciente. Nestes casos, \u00e9 sensato saber o fen\u00f3tipo completo do paciente antes de uma transfus\u00e3o. Assim, a proposta deste trabalho foi realizar um estudo sobre auto-imunidade e anemia hemol\u00edtica imune, permitindo melhorar o conhecimento dos profissionais da \u00e1rea sobre o assunto, conscientizando-os do alto risco de problemas transfusionais devido \u00e0 presen\u00e7a de auto-anticorpos e orientando-os para um menor risco de rea\u00e7\u00f5es transfusionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n<hr align=\"JUSTIFY\" size=\"1\" width=\"100%\" \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>T\u00edtulo: Import\u00e2ncia do diagn\u00f3stico da Toxoplasmose no pr\u00e9-natal.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autor: Selma Lopes Soares de Melo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resumo:<\/strong> A toxoplasmose infecta milh\u00f5es de pessoas no mundo inteiro, sendo que a preval\u00eancia da infec\u00e7\u00e3o humana na maioria dos pa\u00edses est\u00e1 entre 40% e 50%. No Brasil, essa taxa aumenta at\u00e9 80%, dependendo da \u00e1rea estudada. Na maioria dos hospedeiros a infec\u00e7\u00e3o \u00e9 assintom\u00e1tica. A mulher gr\u00e1vida com sorologia negativa pode contribuir para o incremento da morbidade, transmitindo o Toxoplasma gondii para o feto, atrav\u00e9s da placenta, se adquirir toxoplasmose aguda durante a gravidez. A forma cong\u00eanita pode causar les\u00f5es oculares e neurol\u00f3gicas, levando \u00e0 seq\u00fcelas tardias. Desta forma, o diagn\u00f3stico e tratamento mais precoce poss\u00edvel \u00e9 de grande import\u00e2ncia por poder evitar as conseq\u00fc\u00eancias da infec\u00e7\u00e3o fetal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maiores informa\u00e7\u00f5es com o autor: &#8212;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>T\u00edtulo: O v\u00edrus da Hepatite C e a atua\u00e7\u00e3o do sistema imune na infec\u00e7\u00e3o. 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